A reportagem do Domingo Espetacular sobre Pinheirinho

Por walber f. santos

O máximo de hipocrisia das autoridades no despejo de PINHEIRINHO: Naji Hahas é um ilustre desconhecido pelo Prefeito de S. José dos Campos e pelo Juiz Rodrigo Capez O que não faltou foi a hipocrisia e conivência das autoridades com os donos da área.interessados na decisão que ordenou o uso da força contra os moradores de Pinheirinho. O massacre decidido em prol do interesse privado e  de um financista criminoso famoso, mas ironicamente desconhecido pelas autoridades envolvidas no caso.

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82 comentários
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Murdok

Os "três patetas", estrelando o juz, a juiza e o prefeito.


Que declarações vergonhosas!.


Parabéns à RECORD.

 
 
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Letícia Villela

Caros comentaristas, não seria a Record uma emissora paulista enquanto a Globo é uma carioca? A imprensa paulista é tão ruim e a carioca boa? E a Carta Capital não é paulista, assim como a Caros Amigos, o site Carta Maior e esse blog? Assim como é carioca o Globo? Claro que temos a Veja, a Folha e o Estado em SP, mas parece uma incoerência achar que na imprensa paulista não estão a Record, a CC, a Caros e a Carta Maior, a pluralidade mesmo que desigual.

 
 
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Marcia

Não  seria Naji Nahas  amiguinho de Cerra, Dantas e  do resto da  turma da Privataria demotucana?

 
 
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Marcia

Nahas, Pinheirinho, Ilhas Virgens. Essa tal privataria vai longe...

 

Por: Helena Sthephanowitz, especial para a Rede Brasil Atual

 

Filhos de Nahas operam com imóveis e empresa nas Ilhas Virgens (vizinha da PO Box da filha do Serra)

 

 

 

Se Naji Nahas está falido, ele não pode ter empresas. Mas seus filhos podem. E eles têm empresas de negócios imobiliários, com terrenos (semelhantes ao do Pinheirinho) que usam para fazer incorporações de condomínios milionários.

Uma das empresas de dois filhos de Naji Nahas é a Rofer Administração e Construção Ltda., que participou da incorporação de um edifício de alto padrão em São Paulo, o Acropólis ParaísO.

acropolis_paraiso
Rofer

A empresa dos filhos de Nahas, tem duas coisas em comum com aquelas empresas da filha e do genro de José Serra, figuras centrais do livro de Amaury Ribeiro Jr., "A Privataria Tucana".

A Rofer tem como sócia um empresa off-shore situada no paraíso fiscal das Ilhas Virgens Britânicas, e que lhe injetou alguns milhões ao capital social. Coincidentemente, a off-shore fica na mesma Road Town, na mesma ilha Tortola que aquela empresa da filha do Serra tinha em comum com a irmã de Daniel Dantas, nas mesmas Ilhas Virgens.

E por falar em José Serra, na operação Satiagraha a equipe do delegado Protógenes Queiroz capturou esse diálogo de Naji Nahas, conforme o relatório da Polícia Federal sobre a operação que vazou. Notem como o especulador revela obter informações quentíssimas do próprio Serra sobre a Cesp, que podem proporcionar lucros de R$ 80 milhões.

relatoPF

Isso mostra que o agora deputado Protógenes (PC do B-SP) e o jornalista Amaury Ribeiro Jr. ainda têm muito trabalho pela frente.

Em tempo: Nahas chegou a ser condenado na justiça do Rio de Janeiro por falência fraudulenta (geralmente consiste em ocultar patrimônio, como, por exemplo, passar bens para o nome de parentes, de forma a ficar fora do alcance de credores). Recorreu no STJ (Superior Tribunal de Justiça), e o processo ficou lá vagando até prescrever.

http://www.redebrasilatual.com.br/blog/helena/nahas-pinheirinho-ilhas-vi...

 
 
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Marcia

Naji Robert Nahas é um empresário, atuando como comitente de grande porte na área de investimentos e especulação financeira. Nasceu no Líbano e mais tarde recebeu cidadania brasileira. Chegou ao Brasil no começo da década de 1970 com cinqüenta milhões de dólares[1] para investir e montou um conglomerado de empresas que incluía fábricas, fazendas de produção de coelhos, banco, seguradora e outros. Tornou-se nacionalmente conhecido depois de ter sido acusado como responsável pela quebra da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro em 1989.

De acordo com reportagem da revista Veja [2], Nahas tomava emprestado de bancos e aplicava na bolsa, fazendo negócios consigo mesmo por meio de laranjas e corretores, inflando as cotações. Ante grandes valorizações de ações, os bancos pararam de lhe emprestar, causando quebra em cascata na bolsa do Rio, que nunca se recuperou totalmente. Após todos os processos referentes a este caso terem sido julgados, foi absolvido de todas as acusações.

A acusação que pesou contra Nahas arguia que a quebra da bolsa se deu devido a utilização de empréstimo de ações, pagas com empréstimos em bancos (entretanto negociava as ações (a pagar em D+N) e vendidas antes de pagá-las a um preço mais interessante. Alegou-se em sua defesa que este seria um mecanismo corrente na época, utilizado por inúmeros grandes investidores. A quebra teria se dado, segundo Nahas, devido ao corte nos financiamentos costumeiramente concedidos ao investidor, determinado pelo então presidente do Conselho Administrativo da Bovespa, Eduardo Rocha Azevedo, para sanear o mercado financeiro e de ações.

Segundo Nahas, a crise das bolsas de 1989 ocorreu pela mudança nas regras de negociações de ações pelo presidente da Bolsa, efetuada sob influência de considerações de moralidade e transparência do mercado acionário. Esta opinião foi compartilhada na época por vários economistas de peso como Delfim Netto, Mário Henrique Simonsen e outros que testemunharam a favor de Naji Nahas. Após poucas semanas, a bolsa voltou aos níveis anteriores à quebra, provando, segundo estes economistas, que tudo não passou de uma grande manipulação do mercado. Segundo a revista ISTOÉ Dinheiro, Nahas foi inocentado deste processo em 2004 [3].

No entanto, segundo Rocha Azevedo e os diretores da Bovespa de então, as alegações de Nahas não passam de negação de operador que evita assumir responsabilidade pelos seus atos, uma vez que desde 1983, a diretoria da Bovespa advertia Nahas que a entidade não poderia assumir o risco de exposição de ter um único especulador como responsável pela maioria do volume de seus negócios, aconselhando ao mesmo que este diminuísse paulatinamente suas posições para não sofrer sanções no futuro. No entanto, Nahas seguiu atuando da mesma maneira chegando em determinado momento a ser responsável por 80% dos negócios na bolsa paulista.[4] Em 1985, através de uma brecha no regulamento, a Bovespa conseguiu obrigar que a transferência dos papéis negociados por Nahas só caísse em seu nome após a compensação de seus cheques, jogando a cobrança diretamente nas corretoras que o financiavam, eliminando assim sua vantagem de arbitragem temporal somada à extrema alavancagem.[5]

Nahas preferiu não se adaptar, simplesmente transferindo seu estilo operacional para a Bolsa do Rio, que ansiosa por retomar a liderança no volume de negócios nos mercados nacionais e latino-americano, não deu ouvidos aos perigos da exposição representada pelo acúmulo da maioria dos negócios na mão de um único intermediário extremamente alavancado.[5]
Assim, sem uma adequação aos riscos por parte da Bolsa no Rio, nem uma intervenção das autoridades monetárias, o perigo de contágio em outras praças nacionais representado pela continuidade de tal exposição, fazia com que a tentativa de defesa em relação a tal contágio por parte de outras praças, em especial da paulista, tornasse a ocorrência de um colapso na Bolsa do Rio apenas uma questão de tempo. E tal, acabou ocorrendo em junho de 1989, evento do qual, a entidade carioca nunca mais se recuperou.[5]

Índice [esconder

[editar] Prisão

A Polícia Federal prendeu, por ordem decretada pelo juiz federal Fausto de Sanctis, da 6ª Vara Federal Criminal de São Paulo especializada em crimes financeiros e lavagem de dinheiro, no dia 8 de julho de 2008, o empresário Naji Nahas numa operação denominada Satiagraha (palavra que significa resistência pacífica e silenciosa), que foi uma operação contra o desvio de verbas públicas, a corrupção e a lavagem de dinheiro (em Portugal branqueamento de capitais).[6] Nahas foi preso em sua residência na manhã do dia 8. Segundo os advogados dos acusados a prisão seria "arbitrária e desnecessária" [7]

Na Operação Satiagraha, executada nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia e em Brasília, foram presos além de Nahas o banqueiro Daniel Dantas, dono do grupo Opportunity, sua irmã Verônica e seu ex-cunhado e dirigente do OPP, Carlos Rodenburg, o diretor Arthur de Carvalho, o presidente do grupo Opportunity, Dório Ferman, a diretora jurídica Daniele Silbergleid Ninio; a advogada Maria Amália Coutrim; e o funcionário Rodrigo Bhering e o ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta [8][9]

De acordo com a Polícia Federal essas prisões são o resultado de investigações iniciadas há cerca de quatro anos, e a operação Satiagraha é um desdobramento das investigações do escândalo do mensalão [10]. O procurador da República Rodrigo de Grandis esclareceu que Daniel Dantas e Naji Nahas comandavam duas organizações distintas, porém ambas voltadas a crimes no mercado financeiro [11]. Todos os que foram presos no Rio de Janeiro foram transferidos para São Paulo.[12]. Gravações telefônicas realizadas pela Polícia Federal flagraram Nahas orientando o seu operador de bolsa a comprar ações da Petrobras uma semana antes do anúncio da descoberta do mega-campo de Carioca, entre os dias 7 e 8 de abril deste ano, apesar de os papéis estarem em queda, como alertava seu interlocutor. Apesar de não apresentar nenhuma prova apoiando esta acusação, o delegado do caso intuiu que esta sugestão de compra seria baseada em informaçao privilegiada. A mesma intuição foi base para outra acusação, também sem provas: a de informação privilegiada sobre a taxa de juros do Banco Central dos Estados Unidos. Esta ultima ilação foi amplamente rebatida e tida como impossível por renomados economistas. O uso de informações privilegiadas configura crime, previsto no artigo 27-D da lei 6.385/ 1976, que prevê pena de 1 a 5 anos de prisão e multa de até três vezes a vantagem (lucro) obtida com o dado.[13]

Essas investigações foram supervisionadas por um membro do Ministério Público Federal, que, de acordo com o artigo 129, inciso I, da Constituição brasileira, é o responsável pela decisão de ajuizar a ação penal pelos crimes apurados. A chamada Operação Satiagraha foi inteiramente acompanhada pelo procurador da República Rodrigo De Grandis. Contudo, uma acusação ainda não confirmada pesa sobre o procurador De Grandis. Dados coletados no decorrer da investigação sobre desmandos do delegado Protogenes Queiroz na Operação Satiagraha evidenciam que o delegado, o procurador do caso – De Grandis – e o juiz responsável mantinham relacionamento excessivamente próximo, indicando o que a revista Veja classifica de “equipe” que “combinava ações do inquérito”.[14]

A Operação Satiagraha é atualmente objeto de investigação pela Policia Federal. Está sendo investigado o vazamento de informações sobre a investigação, por parte do delegado Protógenes Queiros, para a Rede Globo de televisão, permitindo que esta acompanhasse a prisão dos investigados. Amplamente divulgada pela mídia, também pesa sobre o delegado a suspeita de comandar um esquema de escutas ilegais que vitimou políticos e autoridades, chegando até o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes. Apos o cumprimento de ordem judicial de busca e apreensão nas residências do delegado Protógenes Queiros, a Policia Federal encontrou em seu computador pessoal vários documentos contendo informações relativas à operação não apresentadas à Justiça e outros obtidos de forma ainda não explicada pelo delegado. Ha forte suspeita que estes dados tenham sido obtidos através de escutas telefônicas ilegais. A ampla utilização de funcionários da ABIN, Agencia Brasileira de Inteligência, sem a devida autorização ou mesmo informação aos seus superiores, rendeu ao delegado Queiroz seu afastamento da investigação e posterior suspensão de seu emprego.

[editar] "Massacre" do Pinheirinho

No dia 22 de janeiro de 2012, a Polícia Militar de São Paulo (PMSP) e a Guarda Civil Metropolitana (GCM) da cidade de São José dos Campos, no estado de São Paulo, invadiram a ocupação conhecida como Pinheirinho, ocupado há 8 anos e onde viviam mais de 1500 famílias, ou algo entre 6 e 9 mil pessoas, para cumprir uma ordem de reintegração de posse expedida pela justiça estadual. A violenta desocupação da comunidade ficou conhecida como “Massacre do Pinheirinho” após demonstração de violência e brutalidade por parte das forças policiais na expulsão e intimidação dos moradores despejados em meio a uma imensa confusão judicial. [15] Não foram registradas mortes "oficiais" no processo de desocupação, mas é mais do que sabido e documentado por diversos vídeos o uso abusivo da força, a violência gratuita e a MORTE de pessoas, sobre as quais os hospitais e IML silenciam.

O conflito fundiário em Pinheirinho, São José dos Campos (SP), teve seu ponto de partida com dois mistérios que já duram em torno de 30 anos. O primeiro: as terras, que medem mais de 1 milhão de metros quadrados e atualmente são avaliadas em 180 milhões de reais, pertenciam a um casal de alemães assassinados em circunstâncias até hoje não esclarecidas. Eles não possuíam herdeiros. O segundo mistério: ninguém ainda soube desvendar como a área passou das mãos do Estado, responsável automaticamente pelas terras após a morte do casal, para a gama de propriedades da Selecta, a empresa do megaespeculador Naji Nahas. Segundo Protógenes, a relação entre o megaespeculador e a massa falida é fundamental para entender a desocupação violenta ocorrida no fim de semana. “Se a região por vendida, esse valor será descontado da massa falida da Selecta, que se abaterá das dívidas que estão no nome de Naji Nahas. Ele é interessado direto em desalojar as pessoas que estão lá”, afirma. O deputado, que articulou a Operação Satiagraha em 2008, na qual Naji Nahas foi preso por evasão de divisas e lavagem de dinheiro, acredita que o poder de influência do empresário foi fundamental para a ação de despejo da polícia no local. “Ele (Nahas) tem muita influência, sabe se mover entre autoridades, sempre foi assim. As circunstâncias desse desalojamento foram estranhas. A massa falida que detém oficialmente os direitos da área era judicialmente obrigada a fornecer local seguro aos habitantes do Pinheirinho. Isso não foi providenciado. E as autoridades mesmo assim cumpriram a ordem de despejo”. [16]

http://pt.wikipedia.org/wiki/Naji_Nahas

 
 
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J Rildo

Parabéns ao PHA e a sua equipe. Essa reportagem/síntese deve constituir parte insubstituível de qualquer encaminhamento, em qualquer esfera governamental e/ou judicial, visando à conclusão de tão massacrante evento que, além das perdas patrimoniais e emocionais impostas a cada ex-morador do Pinheirinho (SJCampos/SP), jamais recuperáveis, ainda elameou nossa imagem no resto do país e no exterior. Abs, Rildo.

 
 
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Ricardo Cesar

Ou três porquinhos?

 
 
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Nilson

Como pode. O Rodrigo Capes e o prefeito não conhecem Naji Nahas. São Tucanos desmemoriados.

A Juíza foi a evento e declarou que a PM foi   magnifica. Poderia trabalhar em campos de concentração se o Serrra fosse eleito presidente.

 

Nilson Fernandes

 
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Paulo Kautscher

Candidata a ser nossa futura "Ilse Koch".

Re: A reportagem do Domingo Espetacular sobre Pinheirinho
 

“Instrui-vos, porque precisamos de vossa inteligência. Agitai-vos, porque precisamos de vosso entusiasmo. Organizai-vos, porque carecemos de toda vossa força.” Revista Lórdine Nuovo

 
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Augusto

Reportagem totalmente tendenciosa, como as muitas que costumamos denunciar aqui -- só que em relação à Globo e a outras emissoras. A única parte que salva é a que mostra que o governo federal e o PT tinham ciência da situação desde 2001, o que desmascara Gilberto Carvalho e sua chefe.  

 

Sou pelo voto distrital puro e pelo fim do voto obrigatório! Aposte nesta idéia você também! O Brasil merece! Endireita, Brasil!

 
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João Sabóia Jr.

O ser humano tem a capacidade de "ver" os fatos a realidade segundo a sua ótica política. Imparcialidade é uma virtude de pouquíssimos.

O que mostra a reportagem?

Mostra que na visão da justiça e governo estadual e municipal não houve preocupação com os seres humanos apenas com a propriedade. Tanto o juiz quanto o prefeito dizem que não conhecem Naji Najhas, eu também não o conheço, mas sei quem é de todas as suas mazelas.

Quanto ao Governo Federal, faltou explicar melhor, ficou muito no ar, a questão da solicitação de desapropriação feita em 2004, a reportagem apenas menciona a solicitação não esclarece o que aconteceu com a solicitação, qual o trâmite ocorrido.

Mas, uma coisa fica clara, a propriedade de um mega investidor suspeitíssimo prevaleu em relação ao ser humano.

 

"Recria tua vida, sempre, sempre. Remove pedras e plantas roseiras e faz doces. Recomeça. Faz da tua vida mesquinha um poema e viverás no coração dos jovens e na memória das gerações que hão de vir". Cora Coralina

 
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Luiz Lima

O governo federal sentou em cima. Só. Era 2004 a.D. (annus Dirceensis), lembra?

 
 
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Augusto

Ah, claro, precisa esclarecer... Está nebuloso? Qual foi o trâmite ocorrido? Eu respondo: reintegração de posse, com a desocupação total do imóvel. Esse foi o trâmite! 

Quanto ao governo federal, realmente, não tem responsabilidade nenhuma no episódio. Nenhuma! Nenhuma mesmo! Nem uminha sequer! O governo federal se preocupa com os seres humanos! É governo da gente!

É deprimente! O blog foi tomado pelo petismo.

 

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João Sabóia Jr.

Cada cidadão tem direito a expressar a sua opinião e disso eu não abro mão.

Para você o ideal é ter apenas um partido, uma posição, isso pra mim é facismo.

caso lhe incomode opiniões contrarias a sua, existe um blog, o do chapeu, aonde lá se expressa apenas quem partilha da "sacro santa verdade", lá você não será contestado com absoluta certeza e poderá expor toda sua opinião de direita tranquilamente, porque lá eles estão preocupadíssimos com a tradição, família e propriedade, isso te lembra de alguma coisa?

 

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João Sabóia Jr.

 Do blog http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/O que o ex-governador biônico da ditadura Paulo Egydio Martins (ARENA/SP) fez e que Alckmin (PSDB/SP) se recusou a fazer?

Paulo Egydio desapropriou um terreno maior e vizinho ao Pinheirino para construir casas populares, em 1976.

Detalhe: o terreno era do mesmo "Comendador" Bentinho, que apareceu como comprador do Pinheirinho em 1978, para vender a Naji Nahas em 1981. (De quem era o Pinheirinho antes de 1978? A dúvida obre grilagem permanece, já que a família de alemães sem herdeiros foi chacinada em 1969.)

São José dos Campos cresceu de 1976 para cá. Novas desapropriações precisavam ser feitas. Mas Alckmin e seu amigo prefeito Eduardo Cury, preferiram priorizar as políticas "públicas" para gente como Naji Nahas.

Eis o decreto que Egydio assinou, e que Alckmin também poderia ter feito, mas preferiu sentar em cima, junto com o prefeito tucano Eduardo Cury:


Decreto Nº 9.013, de 11 de novembro de 1976.
Declara de utilidade pública, para fins de desapropriação, imóvel situado no distrito, município e comarca de São José dos Campos, necessário à Companhia Estadual de Casas Populares - CECAP.PAULO EGYDIO MARTINS, GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO, usando de suas atribuições legais e nos termos do artigo 34, inciso XXIII, da Constituição do Estado, com a redação dada pela Emenda nº 2, de 30 de outubro de 1969, combinado com os artigos 2º e 6º do DECRETO-Lei Federal nº 3.365, de 21 de junho de 1941, alterado pela Lei nº 2.786, de 21 de maio de 1956,Decreta:Artigo 1.º - Fica declarado de utilidade pública, a fim de ser desapropriado pela Companhia Estadual de Casas Populares, CECAP, por via amigável ou judicial, o imóvel abaixo caracterizado, constituído de um terreno com a área de 1.765.828,60m2 (um milhão, setecentos e sessenta e cinco mil, oitocentos e vinte e oito metros quadrados e sessenta decímetros quadrados) e respectivas benfeitorias, situado no Jardim Morumbi, no distrito, município e comarca de São José dos Campos, necessário à referida Companhia para a execução de planos habitacionais na conformidade da Lei nº 905, de 18 de dezembro de 1975, ou a outro serviço público, e que consta pertencer a Benedito Bento Filho, Alfen Junqueira Pereira e outros, com as medidas,

 

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Augusto

Opinião é uma coisa. Opinião desonesta é outra. 

 

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João Sabóia Jr.

Como a sua

 

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aleXandre

 Tirando essa ironia pobre e ridícula, restou algum argumento, ô direitoso?.

 
 
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Sanzio

Luis Lima e Augusto: a prova provada de que os extremos se encontram.

 
 
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Paulo Kautscher
Re: A reportagem do Domingo Espetacular sobre Pinheirinho
 

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Mário Latino

O horror, o blogue tomado pelo petismo, rsrsrs...

 
 
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Luiz Lima

"Reintegração de posse" de imóvel grilado, amiguinho.

 
 
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Kid Prado

Trollmentário de um trollmentarista da vida. Não percam tempo em responder.

 

Kid Prado

 
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Daniel Campos

Não alimente os trolls óbvios.

 
 
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cecotte

Troll Detect

 
 
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Marcia
Re: A reportagem do Domingo Espetacular sobre Pinheirinho
 
 
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Juliano Santos

Reparem na foto que ele colocou em seu avatar. O sujeito é um troll do século XVIII, provavelmente antes da revolução francesa.

Não é de se admirar que suas opiniões politicas são isso que a gente está vendo

 

Juliano Santos

 
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aleXandre

 PHA botou pressão nesses safados.  Talvez eles não conhecessem o trabalho do PHA. Caso contrário foram corajosos. mas o prefeito gaguejante ficou muito mal na foto. garanto que o PHA pediu entrevista com o alckmin, que, seguramente , fugiu.

 
 
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Mario Blaya

o PHA perdeu faz tempo a credibilidade por agir como cão de guarda dos interesses dos bispos da Record, o ataque a outra igreja evangelica no Rio foi o ponto mais baixo, as continuas criticas a igreja catolica e os exageros que comete em seu blog praticamente tiram dele qualquer resquicio de respeito pelo seu trabalho!

 

"A verdade é a melhor camuflagem. Ninguém acredita nela." Max Frich

 
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Horridus Bendegó

Paulo Henrique Amorim é um doa mais importantes jornalistas do Brasil.


Sem ele, o dano do PIG à população brasileira seria muito maior.


Ah, e ele está perdoado pelos exageros sempre bem humorados.


Faz bem à saúde rir!

 
 

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