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A racionalidade da diplomacia brasileiraEnviado por luisnassif, seg, 17/01/2011 - 23:44
Por Alarcon
Caro André, Talvez, neste planeta inteiro, dentre as pessoas que se julgam capazes de um julgamento à parte da pressão "mainstream, só você e realmente o Profº Garcia (que é um pensador brilhante, na minha opinião, mas mais para o século passado) acreditam que o Brasil e a Turquia foram até o Irã defender o Irã contra os Estados Unidos. O Brasil foi até o Irã defender única e exclusivamente o Brasil. E tanto Irã quanto Honduras foram duas gigantescas vitórias da Política Externa Brasileira. Há uma frase de Mao que diz (infelizmente não me lembro o nome da cidade e por isso vou usar "Tian-Shing" ficticiamente: "Perderemos Tiang-Shing temporariamente para dominarmos Tiang-Shing definitivamente". Me espanta realmente, por exemplo, ler alguém com um texto aparentemente tão inteligente, sugerindo que existe visão de permanência em Política Externa na busca de impossíveis consolidações relacionais em continentes alheios e não na consolidação do seu próprio bloco continental, custe o que custar, sejam quais forem as dificuldades, persistente e insistemente, ainda mais quando você é a maior potência do continente e seu continente será em poucos dias, minutos aliás, a grande força conjunta do cenário global. A fuga dessa obviedade ululante só pode ser filha de um patamar extremo de colonização de alma, espírito, coração e mente, e de uma cegueira quase irreversível na aceitação de novos paradigmas que já substituíram os velhos, mesmo que isso ainda não tenha sido anunciado. Humilde e encarecidamnete, sugiro esquecer um pouco as publicações de sempre e buscar se aprofundar um pouco num imenso mundo inteiro de informações da nova geopolítica disponível pelas Áfricas, Eurásias, Penínsulas Arábicas, Indochinas e Oceanias da vida. E aconselho também bisbilhotar o debate recente entre o Exmo. Sr. Celso Amorim (agora ex-cel-so fazendo jus ao significado da palavra no dicionário), melhor chanceler do Brasil e do Mundo, com Milton Friedman no Carnegie Endownment. Vale à pena. Só para fechar com um exemplo superlativo... Este foi o único e primeiro governo da nossa história, e um dos poucos do mundo, (essa é uma tradição britânico-escandinava, por exemplo) que realizou uma articulação estratégica visionária em busca das "Terras de Ninguém" (fundo do mar, Antárdida e Ártico, profundezas de vulcões (acredite) etc) através de triangulações, quadrados mágicos, duodecágonos miraculosos e toda forma de organização do tabuleiro geopolítico que você possa, ou não, imaginar. Celso Amorim mistura George Soros, Carl von Klausewitz e Kasparov num só. E ainda domina toda a baixa burocracia da ONU, é temido por toda alta diplomacia da mesma ONU (e isso vale para as outros organismos multilaterais) e tem o dom da telapatia harmônica e direta com o Papa (não o de Roma, o de São Bernardo). Durante 08 anos, a Política Externa Brasileira teve apenas duas falhas: a) uma pequena que não chegou a atrapalhar (os pitacos incessantes da visão inteligente mas já meio ultrapassada do Profº Gracia); b) e uma bem grande, de assicronia eventual, que atrapalhou (o fato do brilhante Koffi Anam ter tido que passar o cargo para o minúsculo Ban Ki Moon). É isso. Boa Noite.
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Comentários + votados
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Andre Araujo
18/01/2011 - 00:38
Ah, ah, ah debate recente entre Celso Amorim e Milton Friedman? Só se foi em algum centro espirita,
Friedman morreu bem velinho em 2006.
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Stanilaw Calandreli
18/01/2011 - 00:39
Muito boa sua resposta, Alarcom. O que o André quer é dizer que a melhor Relação Internacional é a política do "tira sapato".
Às favas os capaxos!
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Diogo Costa
18/01/2011 - 00:57
Obrigado amigo Gunter. A quem interessar possa, reproduzo aqui o texto que enviei para o post original:
As inflexões na diplomacia
Mas que barbaridade!!! O Nassif tá sacaneando os seus...
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Adjutor Alvim
18/01/2011 - 04:18
6. Celso Amorim
for transforming Brazil into a global player.
FOREIGN MINISTER | BRAZIL
Celso Amorim wouldn't crack a smile at the old canard that Brazil is the country of the future, and always...
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joseph
18/01/2011 - 06:18
Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, como é que alguém perde tempo com esse André? E como é que o Nassif sobe as pataquadas que ele escreve? Há um caminhão de direitistas, e inclusive de tucanos (bem,...
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"o" Rafael
18/01/2011 - 07:22
Haha, o post do AA não foi lá um show de imparcialidade e distanciamento, mas é isso aí em cima que você chama de análise desapaixonada? Ainda que discorde do AA, a vantagem de seus posts é que eles...
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Paulo F.
18/01/2011 - 10:20
"O que é bom para os Estados Unidos, é bom para o Brasil."
Juracy Montenegro Magalhães , Ministro da Relações Exteriores, 17 de janeiro de 1966 a 31 de agosto de 1969; Governo Costa e Silva.
A...
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Francisco Ernesto Guerra
18/01/2011 - 11:08
Diogo,
Parabéns pelo texto.
Leio sempre os textos do AA e acho-o muito bem articulado, quer dizer articulado com os interesses dos EEUU e contrários aos interesses brasileiros.
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Juliano Santos
18/01/2011 - 01:52
Os extremos se tocam, não é verdade? Eu sinceramente, nunca consegui ver ideologia na política externa do Lula, muito pelo contrário. Para mim o pragamtismo dessa política é o óbvio "lulante"....
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Luiz Henrique VC
18/01/2011 - 00:04
Parece meu Prof. de Rel. Internacionais falando. Ele estudou na Escola Americana e se graduou, fez mestrado e doutorando nos EUA. Deve ser por isso.
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Diogo Costa
18/01/2011 - 00:05
Maravilha! Quando se troca a ideologia tosca pela narração desapaixonada, concreta e correta dos fatos, sem impor opiniões e desejos como se estes fossem uma inconteste verdade absoluta, temos isso,...
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Gunter Zibell - SP
18/01/2011 - 00:39
o texto de Diogo, no post original ontem às 00:43 também é interessante.
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priscila maria presotto
18/01/2011 - 00:45
Até que foi recente AA.
Meus Deus ,até quando ?
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José Antônio Araújo
18/01/2011 - 08:40
Diogo:
Você lavou a minha alma! Disse tudo sobre o post do AA que era merecido. Permanece a pergunta: porque o blog dá tanto destaque aos pobres artigos do AA? Ontem assisti ao programa Milênio...
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priscila maria presotto
18/01/2011 - 08:40
Pois é Franciscão ,voltei,só comento qdo não aguento tanta arrogância de alguns comentários ,acho que a prepotência anula qq sabedoria.
Ah ,como esta a situação em sua cidade Atibaia?
Espero que...
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Parece meu Prof. de Rel. Internacionais falando. Ele estudou na Escola Americana e se graduou, fez mestrado e doutorando nos EUA. Deve ser por isso.
Maravilha! Quando se troca a ideologia tosca pela narração desapaixonada, concreta e correta dos fatos, sem impor opiniões e desejos como se estes fossem uma inconteste verdade absoluta, temos isso, uma análise muito boa da diplomacia brasileira sob os 08 anos do Luis Inácio.
Parabéns!
Diogo Costa
Haha, o post do AA não foi lá um show de imparcialidade e distanciamento, mas é isso aí em cima que você chama de análise desapaixonada? Ainda que discorde do AA, a vantagem de seus posts é que eles se ancoram em fatos e exemplos verificáveis, não nesse fanatismo que só conhece adjetivos.
No texto do AA não há um só fato, menos ainda um fato passível de verificação.
O que há em abundância são preconceitos, mistificações, diversionismos e toda sorte de incorreções históricas e factuais para engambelar pessoas mal informadas.
Leia minha resposta ao texto puramente ideológico do sr. AA, depois conversamos...
E, como eu já disse anteriormente, o problema maior dos textos do sr. AA é que eles acabam, invariavelmente, enganando meia dúzia de inocentes úteis que nem tu.
Paciência.
Diogo Costa
Bravíssimo Alarcon!
o texto de Diogo, no post original ontem às 00:43 também é interessante.
Tutu, Zapatero, Cristina, Hollande, Obama já deram o recado : não vote em quem não se declarar favorável ao Casamento Gay
Obrigado amigo Gunter. A quem interessar possa, reproduzo aqui o texto que enviei para o post original:
As inflexões na diplomacia
Mas que barbaridade!!! O Nassif tá sacaneando os seus leitores, só pode ser isso... Essa é mais uma análise rasa, fútil, fantasiosa, mistificadora, diversionista e super-hiper-ultra-mega ideológica do sr. AA. Aliás, como sempre, Nassif promove um texto pífio à uma tese de pós doutorado (porque será?), e nos obriga a desmascar as maluquices do pseudo-analista em questão...
O primeiro parágrafo do pseudo-analista tenta inutilmente dizer que a diplomacia brasileira sob Lula era uma espécie de vinho altamente embriagador e que sob Dilma voltará a condição "natural" de água, basendo a análise em palavras de MAG!!! Precisa comentar uma tese que não é uma tese, mas sim um réles sonho, um íntimo e profundo desejo do nobre pseudo-analista?
O segundo parágrafo agride a inteligência do menos inteligente dos seres humanos que habitam a face da Terra. O que esperar de um sujeito que qualifica a gestão brasileira em Honduras como um rotundo fracasso? Esquece o pseudo-analista que não só o Brasil, mas a OEA, a ONU, enfim, o mundo inteiro condenou os golpistas safados de Honduras, menos, óbviamente, a direitalha do partido republicano, Israel e o sr. AA (sempre existirão golpistas...). Quanto ao Irã, qual foi o prejuízo permanente que o Brasil teve no caso em questão? Nenhum, absolutamente nenhum!!! Apenas desvelou, junto com a Turquia, que muitas das questões polêmicas no Oriente Médio não avançam por puro desinteresse das chamadas "grandes potências". O Brasil foi lá, fez o acordo e os que queriam anteriormente o acordo roeram a corda... Quem esse tal de Brasil pensa que é, para fechar um acordo que nós, grandes potências mundiais, não conseguimos (ou não queremos?) fechar? O Brasil escancarou a hipocrisia dos integrantes do Conselho de Segurança. Posteriormente, o pseudo-analista refere-se de forma jocosa aos países sulamericanos e, em especial, à Venezuela. Esquece o rapaz que as relações comerciais brasileiras com seus parceiros sulamericanos aumentaram mais de 200% nos 08 anos de mandato do presidente Lula! Quanto a chamar a Venezuela de país pária do sistema internacional e autoritário, dispensa comentários, mostra a face ideológica explícita e perversa do pseudo-analista.
No terceiro parágrafo temos uma pérola, um libelo, uma ode ao colonialismo e ao imperialismo! Quer dizer que o povo boliviano não tem o direito de reformar a sua própria constituição como bem entender? É isso? E o que deve fazer o Brasil, deve invadir a Bolívia e destruir o regime "autoritário" do incapaz presidente indígena do altiplano? É tão absurda a tese do pseudo-analista que fica difícil até de comentar... A Bolívia que faça as leis que quiser, e ao Brasil cabe respeitar a autodeterminação do país vizinho, nada mais do que isso. Quanto as reservas de lítio também, ou será que o Brasil deve pautar suas relações internacionais pela espera de "gratidão" como sugere o sr. AA?
Diga-nos, nobre pseudo-analista, desde quando a eleição de um diretor-geral da UNESCO é importante ou decisivo para os interesses permanentes da nação brasileira? E depois, vem uma das mistificações mais grosseiras dos últimos tempos! E é grave porque acaba enganando os ingênuos... Qual seja, a política de "badalação" da China. Pode um analista sério escrever uma bobagem tão absurda, tão colossal quanto escreveu o sr. AA? Pseudo-analista que é, ele não se deu conta de que a China é membro permanente da OMC desde novembro de 2001, portanto, antes do início do governo Lula. Foi no governo tucano que o Brasil, bem como outros 141 países que então compunham a OMC, optaram pelo ingresso da China na instituição. O que o Lula, o MAG ou o Samuel Pinheiro Guimarães tem a ver com isso?
Quanto à estrutura interna do Itamaraty, prefiro não comentar. Apenas dizer que o próprio Samuel Pinheiro Guimarães, bem como o sr. Maurício Bustani (para citar apenas dois exemplos), foram fritados no governo anterior. A diplomacia brasileira nunca foi tão respeitada lá fora como é hoje. E os queixumes e reclamos quanto a "precarização" dos concursos, também são eivados de preconceito e elitismo ideológicos. Mas isso mereceria um post em separado. O inconformismo dos reacionários é grande com as grandes transformações (internas e externas) operadas por Celso Amorim.
Depois, o sr. AA tem a coragem de vir falar em Guerra Fria!!! Logo ele que é uma espécie de porta-voz oficiais dos interesses norte-americanos no blog do Nassif. Ora faça-me o favor, o Brasil defende justamente uma política de poder multipolar, de descentralização política e econômica. Afirmar o contrário disso é estar a um passo de ser internado num manicômio (por sorte não existem mais manicômios...).
E, no último parágrafo... Brilhante, cai a máscara ideológica do pseudo-analista de uma vez por todas! Para mim, nada é mais importante para o interesse nacional brasileiro do que a integração plena com os países sulamericanos. Mas o analista republicano insiste com bravatas simplórias, porque o seu objetivo ideológico sempre foi destruiu toda e qualquer integração sulamericana. A criação da UNASUL (já em vigor) e do Conselho de Defesa Sulamericano foram uma das maiores conquistas dos 08 anos do governo Lula, e estão em pleno acordo com o interesse nacional brasileiro.
E, para quem não sabe, em 2009 o Mercosul assinou o seu único tratado de livre comércio até hoje, com ninguém mais ninguém menos do que Israel. E também o Brasil, sob a gestão comuno-terceiromundista do Luís Inácio, retomou em 2009 um acordo de cooperação militar com ninguém mais ninguém menos do que os EUA.
É brabo ter de ler textos ruins, cheios de ideologia fracassada e vazios de conteúdo virando posts aqui no blog...
Diogo Costa
Diogo:
Você lavou a minha alma! Disse tudo sobre o post do AA que era merecido. Permanece a pergunta: porque o blog dá tanto destaque aos pobres artigos do AA? Ontem assisti ao programa Milênio da Globo News onde a jornalista Leila Sterenberg entrevistou o sociólogo francês Alain Touraine. Os elogios que ele fez ao governo Lula e ao próprio foram grandes, enormes. E veja bem, o francês é amicíssimo do FHC. Recomendo que vejam o video que com toda certeza a Globo News colocará na internet.
Parabéns e obrigado!
JAA
José Antônio
Diogo,
Parabéns pelo texto.
Leio sempre os textos do AA e acho-o muito bem articulado, quer dizer articulado com os interesses dos EEUU e contrários aos interesses brasileiros.
Uêba! A Priscila voltou...
Pois é Franciscão ,voltei,só comento qdo não aguento tanta arrogância de alguns comentários ,acho que a prepotência anula qq sabedoria.
Ah ,como esta a situação em sua cidade Atibaia?
Espero que estejam bem...
Um abraço
Ah, ah, ah debate recente entre Celso Amorim e Milton Friedman? Só se foi em algum centro espirita,
Friedman morreu bem velinho em 2006.
Até que foi recente AA.
Meus Deus ,até quando ?
Ele quis dizer Thomas Friedman.
Trocar Milton Friedman por Thomas Friedman bem revela as platitudes deste Alarcon sobre a diplomacia brasileira - que, segundo ele, teria reinventado a roda.
Que belo panegírico! Quem narração digna de rádio oficial!
Como é bom saber que Celso Amorin é admirado pelas moças do cafézinho e ascensoristas do United Nations Headquarters.
Fazia tempo que não lia um comentário tão...assim... à la "Al-Sahaf"! O próprio comentarista que elogiou isso como uma "análise desapaixonada" me parecia estar sendo irônico.
Quem disse que ele morreu, André?
Ele continua vivíssimo!
Assassinando, entre outros, 9 milhões de haitianos.
Foi lá que estive - virtualmente - por estes dias e só agora, procurando um outro post sobre o Ayiti, vi que fui honrado com a promoção do meu humilde comentário a post pelo Mestre Nassif.
Contudo - obrigadísimo pela errata caro Aguirre - realmente troquei os nomes.
Estava falando do "Mundo é 'Flat'" mesmo.
"Flat" feito vc André que me fez pensar por quase meia hora que o AA que recebia todos os impropérios abaixo (ou acima) era eu mesmo.
Só agora percebi que eu sou apenas o humilde A, e vc é que é o todo poderoso "double A", o AA, seu Flat!
E que deve me criticar porque eu ainda estou (e na verdade nem li - mas vi uma palestra - he he) no 1º bestseller do elemento!
Prefiro ler sobre a quântica do Candomblé. Que o estou estudando agora.
O debate foi bom. Houve divergências, inclusive. Foi agora no fim do ano:
http://www.carnegieendowment.org/events/?fa=eventDetail&id=3118
Aos amigos que apoiaram e/ou criticaram positiva e/ou propositivamente a opinião exposta, meu muitíssimo obrigado!
E a você, também. AA, "The Flat", apesar das idéias ensandecidas e inapelávelmente equivocadas...
...como jamais vi igual "antes na história deste país..."
:)
Muito boa sua resposta, Alarcom. O que o André quer é dizer que a melhor Relação Internacional é a política do "tira sapato".
Às favas os capaxos!
CLCAL
Os extremos se tocam, não é verdade? Eu sinceramente, nunca consegui ver ideologia na política externa do Lula, muito pelo contrário. Para mim o pragamtismo dessa política é o óbvio "lulante". Inclusive desagrada até as múmias comunistas como o Gullar
O André Araújo consegue ver ideologia, na minha opinião porque ele por ser tão intelectual, se interessa mais pelos embates retóricos do que pelo realmente acontece na prática
Juliano Santos
6. Celso Amorim
for transforming Brazil into a global player.
FOREIGN MINISTER | BRAZIL
Celso Amorim wouldn't crack a smile at the old canard that Brazil is the country of the future, and always will be. The wily and urbane Brazilian diplomat, finishing off his second term as foreign minister, has done his utmost to make his country an international powerhouse -- right now.
Neither reflexively opposing the United States in the style of Latin America's old left nor slavishly following its lead, Amorim has charted an independent course. He has criticized developed countries as hypocritical and advocated that developing countries take a leading role in combating climate change. This year, he teamed with an unlikely partner, Turkish Foreign Minister Ahmet Davutoglu (No. 7), to cut an eleventh-hour deal designed to dial down the international tension over Iran's nuclear program. Although the initiative succeeded mostly in setting teeth on edge in Western capitals, it also put Brazil on the map.
Under Amorim's guidance, Brazil has enthusiastically embraced the BRIC alliance with Russia, India, and China, which he thinks has the power to "redefine world governance." Brazil aspires to a permanent seat on the U.N. Security Council; in the meantime, it has built up its diplomatic corps and boosted its contribution to international peacekeeping missions in places like Haiti. Amorim's tenure under Brazil's larger-than-life retiring president, Luiz Inácio Lula da Silva, has proved that it is possible to have, as he recently put it, "a humanist foreign policy, without losing sight of the national interest."
Adjutor Alvim @CasaTolerancia http://casatolerancia.blogspot.com/ https://www.facebook.com/BlogPoliticaAdjutor
Este texto é da Foreign Policy, que num levantamento entre colaboradores internacionais, apontou os cem principais Pensadores Globais.
Celso Amorim ficou em sexto lugar.
Mais um fracasso da Política Externa do Governo Lula.
Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, como é que alguém perde tempo com esse André? E como é que o Nassif sobe as pataquadas que ele escreve? Há um caminhão de direitistas, e inclusive de tucanos (bem, nesse caso posso estar exagerando numa espécie de enlevo retórico), realmente inteligentes com quem dá para discutir. Deve ser parente, só pode ser. Tudo o que esse sujeito pensa que sabe ele leu (ops) na GloboNews, à qual defende como uma Igreja. Pessoal, falando sério: deixa pra lá.
Parabéns Alarcon!!!
José Antônio
"O que é bom para os Estados Unidos, é bom para o Brasil."
Juracy Montenegro Magalhães , Ministro da Relações Exteriores, 17 de janeiro de 1966 a 31 de agosto de 1969; Governo Costa e Silva.
A impressão é que há no blog pessoas que ainda seguem a doutrina acima.
É o passado insepulto.
Grande lembrança de uma passado que não podemos esquecer!
Por aqui, não esquecerei.
É que nosso Chanceler dantão contribuiu inclusive - ainda que não havendo nehuma ligação mais direta - para pender ao equívoco, quanto ao nome da minha querida cidade, todos que a visitam e de pronto pensam estar visitando a "Magalhândia" e não a Salvador como foi batizada (aliás, ontém - em 1763, contudo - ela cedia seu lugar de "Capital de Mais da Metade do Mundo" para a Cidade Maravilhosa - em virtude da quase uniformidade nos "sobrenomes" de quase todos dezenas de milhares prédios e logradouros públicos.
Apesar de famílias diferentes, a mesma doutrina.
É o mesmo passado insepulto berrando sem parar em cada esquina de minha de cidade.
Até quando? [x1000]
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