A queda da carga tributária na crise

Do Estadão

Crise fez carga tributária cair para 33,58% do PIB

Corte de impostos para atenuar os efeitos da crise mundial reduziu a relação com o PIB em 2009; soma de tributos arrecadados atingiu R$ 1,055 trilhão 

Lu Aiko Otta - O Estado de S.Paulo 

A crise econômica puxou a carga tributária para baixo em 2009. A soma dos impostos, contribuições e taxas pagos pelos brasileiros aos governos federal, estaduais e municipais atingiu R$ 1,055 trilhão, ou 33,58% do Produto Interno Bruto (PIB). Foram arrecadados, em média, R$ 2,9 bilhões por dia. Ainda assim, a carga ficou menor do que a de 2008, que foi de 34,41% do PIB. Os dados foram divulgados ontem pela Receita Federal do Brasil.

Duas razões explicam a redução dos recolhimentos tributários em 2009: a retração na atividade econômica e os cortes de impostos promovidos pelo governo para minorar os efeitos da crise. "Só não foi pior porque tivemos três trimestres de crise e o último (trimestre de 2009) de recuperação", disse o subsecretário substituto de Tributação e Contenciosos, Sandro Serpa.

Da redução de 0,83 ponto porcentual na carga tributária, a maior parte, 0,67 ponto, ocorreu na arrecadação do governo federal. A queda mais forte foi no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), 0,34 ponto. Esse desempenho foi provocado pela retração de 5,5% no PIB industrial e pelos cortes de IPI sobre automóveis, eletrodomésticos e material de construção, entre outros. As desonerações tributárias mais pesadas se concentraram nesse tributo.

Cofins. Outra redução forte, de 0,28 ponto, ocorreu na Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). "Esse tributo retrata bem a atividade econômica, porque incide sobre o faturamento", disse Serpa. O governo também cortou a Cofins em alguns setores para combater os efeitos da crise. Foram beneficiados, por exemplo, fabricantes de motocicletas, construção civil e frigoríficos.

O Imposto de Renda (IR) recolhido na fonte por pessoas (por exemplo, o cobrado sobre o salário) e empresas (sobre aplicações financeiras, entre outros) caiu 0,15 ponto porcentual. O IR de Pessoa Jurídica (IRPJ), cobrado sobre o lucro das empresas, registrou queda de 0,14 ponto.

Crescimento. Em contrapartida, houve tributos federais que apresentaram crescimento. As contribuições ao INSS aumentaram o equivalente a 0,35 ponto porcentual, fruto do crescimento da massa salarial. A mesma explicação se aplica à elevação de 0,12 ponto nos recolhimentos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Os Estados registraram queda de 0,16 ponto em sua carga tributária, chegando a 8,59%, basicamente por causa de um desempenho mais fraco do principal tributo, o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Já os municípios ficaram com a carga tributária estável em 1,54%. A principal fonte de recursos das prefeituras é o Imposto sobre Serviços (ISS), setor que foi o menos prejudicado pela crise. Enquanto o PIB da indústria e da agropecuária caiu, o dos serviços cresceu 2,6%.

Países. A Receita divulgou um ranking de carga tributária em vários países para mostrar que o Brasil está abaixo da média observada nos membros da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). Os dados são de 2008.

Naquele ano, a carga brasileira ficou em 34,4% e a média da OCDE, em 35,1%. O Brasil tributa menos do que Portugal, França, Itália, Reino Unido e Alemanha. Cobra mais impostos do que México, Estados Unidos, Turquia e Canadá. A Argentina e o Chile, que não são membros da OCDE, tiveram cargas de 29,4% e 18,5%, respectivamente. 

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20 comentários
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Ricardo Lopes

"Só não foi pior porque tivemos três trimestres de crise e o último (trimestre de 2009) de recuperação", disse o subsecretário substituto de Tributação e Contenciosos, Sandro Serpa.

PIOR ????

COMO ASSIM ??? SÓ NÃO FOI PIOR ???

Uma carga tributaria deste tamanho, que abaixou miseros 0,83%, e o secretario disse QUE NÃO FOI PIOR ???

QUANDO FICARÁ MELHOR ?? 60% CARGA TRIBUTARIA ?? 80% CARGA TRIBUTARIA ?? 

 
 
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Nagib

"Pior" para eles da corte, cara-pálida, que vão ter menos para gastar.

Não há como negar que as esquerdas que governaram o Brasil nas últimas décadas  tiveram uma idéia de gênio: implantou um comunismo (sim, pois com uma carga dessas o governo é o maior credor do país, pois empresário nem trabalhador nenhum lucra 33, 35, 37 % assim , "no mole") sem acabar com o modelo capitalista (em que todos querem trabalhar mais para produzir mais e ganhar mais).

A mesma tunga do comunismo, mas fazendo o povo crer que é capitalismo.

 
 
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ali

 o blogueiro marco aurélio do Blog 'doladodelá" publicou uma nota verdadeiramente preocupante:

"Fontes da Corte do Cosme Velho informam que uma reportagem está sendo produzida sigolosamente. É uma entrevista que teria sido gravada esta madrugada, em São Paulo. O sujeito, um laranja que deve ser indiciado pela polícia de São Paulo, acusa um "blogueiro sujo", prefiro progressista, de ter contratado a quebra do sigilo bancário da rica empresária, cujas empresas funcionam em paraísos fiscais e no Brasil. O incauto faria a denúncia e "entregaria" o nome do blogueiro no telejornal do horário nobre desta noite. O assassinato de reputação criaria uma cortina de fumaça e desqualificiaria a "blogolândia", enquanto uma mudança radical nos programas de campanha confirmaria a condição de uso da máquina Estatal para perseguição política. Acho que isso é uma tremenda falta de juízo da direção, mas considero que partindo de quem conheço muito bem, afinal fui perseguido por ele, tudo é possível. Mais informações a qualquer momento no DoLaDoDeLá. Ah, e se me perguntarem se é verdade, enquanto não tiver cópia da entrevista, eu nego!"

  Extremamente verossímil tendo em vista que , para o serrismo ,não basta ganhar a eleição no golpe. É preciso desarticular e destruir a blogosfera e o Amaury Ribeiro jr. Gozado que o Amaury foi omitido todo esse tempo só aparecendo a mais oumenos tres dias. ´´E o tudo ou nada que começa agora. a mãe de todas as batalhas,parece que se inicia hoje a noite. a não ser que o Kamel recue.

 
 
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CDM

http://maureliomello.blogspot.com/2010/09/extra-extra.html

03/09/10

Extra! Extra!

Fontes da Corte do Cosme Velho informam que uma reportagem está sendo produzida sigolosamente. É uma entrevista que teria sido gravada esta madrugada, em São Paulo. O sujeito, um laranja que deve ser indiciado pela polícia de São Paulo, acusa um "blogueiro sujo", prefiro progressista, de ter contratado a quebra do sigilo bancário da rica empresária, cujas empresas funcionam em paraísos fiscais e no Brasil. O incauto faria a denúncia e "entregaria" o nome do blogueiro no telejornal do horário nobre desta noite. O assassinato de reputação criaria uma cortina de fumaça e desqualificiaria a "blogolândia", enquanto uma mudança radical nos programas de campanha confirmaria a condição de uso da máquina Estatal para perseguição política. Acho que isso é uma tremenda falta de juízo da direção, mas considero que partindo de quem conheço muito bem, afinal fui perseguido por ele, tudo é possível. Mais informações a qualquer momento no DoLaDoDeLá. Ah, e se me perguntarem se é verdade, enquanto não tiver cópia da entrevista, eu nego!

 
 
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Ivan Moraes

Em outras palavras, o "questionamento" do laranja falsario ja vazou para a rede golpe...

 

Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.

 
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Eduardo Brito

Dilma subiu no tracking IG

 
 
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Carlos Mangino

Tracking do dia 3:

Dilma sobe 1 e vai para 52.

Serra desce 1 e se encontra em 24.

 
 
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Márcia Aranha

Rarará... Taí o resultado da baixaria... 

 

Mas, de verdade, acho que Serra está se comportando como aquele jogador que sabendo que o jogo está perdido, começa a provocar o juiz para ser expulso. O nível do linguajar de Serra e a quantidade de calunias bobas, sem o menor respaldo de provas, que ele joga em cima de Dilma e do PT só poderão resultar na sua expulsão do jogo.

 

Podem apostar; é isso que ele está procurando...

 
 
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Alexandre Weber - Santos -SP

Faz sentido, mas quem sabe aí o pobre e explorado não percebe as vantagens de votar no Plinio, afinal ele é o único que promete bem de raiz para todo mundo com a sua reforma agrária.

Ai sim, o povo com terra teria condições de sair RELMENTE da pobreza.

O Brasil é um país rico, o Daniel Dantas, provavelmente hoje o homem mais rico do mundo, que o diga.

 

Follow the money, follow the power.

 
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Gerson Pompeu

Esse nó apertado da sua gravata está fazendo seu cérebro bater Plínio.

 
 
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Fred Oliva

Prezado CM, veja o que diz o IG sobre a metodologia do tracking Vox Populi:

 

"A pesquisa, publicada diariamente pelo iG, ouve novos 500 eleitores a cada dia. A amostra é totalmente renovada a cada quatro dias, quando são totalizados 2.000 entrevistados"

 

Isso significa uma coisa: se apenas com 1/4 da amostra original renovada, Dilma subiu 1 e Serra caiu 1, é certo que se tivessem reciclado os 2.000 entrevistados, provavelmente Dilma teria subido de 3 a 4 pontos e Serra caido na mesma proporção... OU SEJA: É bem provável que o tiroteio midíatico tenha tido efeito totalmente inverso. 

 

À conferir nos próximos dias...

 
 
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Marcelo C
 
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Marcelo C
 
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Fernando Barretto

Nassif, acabou de sair no IG: Dilma 52%, Serra 24% e Marina 8%.

http://ultimosegundo.ig.com.br/eleicoes/tracking+voxbandig+dilma+vai+a+52+serra+a+24/n1237769740991.html

 
 
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carlos c

Gostei do efeito da "bala de prata":

Aumentou a diferença de 26% para 28% em um dia.

Que venha a outra bala "a bala de ouro" com todas as chantagens, e hipocrisias dos PIGs.

Se continuar assim o Serra será "enSerrado" antes do tempo.

 

 
 
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Alexandre Weber - Santos -SP

O problema destas análises vem da distribuição da arrecadação, o número geral 35% é sobre o PIB do Brasil, ou seja todos os Estados contribuindo, mas como se sabe que 60% do que se arrecada no Brasil é obtido em São Paulo, fica claro que como os outros contribuem muito pouco, a arrecadação para ter esta média altíssima, soma de todos os Estados =PiB do Brasil, precisa ser absurda em São Paulo.

Fica claro a desindustrialização criminosa e lesa pátria a que foi submetido o Estado de São Paulo para minar as chances políticas presidenciáveis por aqui, o povo deve estar pagando calado os impostos confiscatórios mais caros de todos os tempos, mas a mídia cooptada não fala um ai. Infelizmente para eles a matemática não é sujeita à  política rasteira e entreguista enfiada goela abaixo por esta banca dos juros pornográficos.

Até quando Lula !!!

 

Follow the money, follow the power.

 
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Roberto São Paulo-SP 2012

Estudos Tributários no 21
3/9/2010, Carga Tributária no Brasil – 2009 (Análise por Tributo e Bases de Incidência)

Receita Federal do Brasil

http://www.receita.fazenda.gov.br/historico/esttributarios/estatisticas/...

Neste trabalho busca-se aferir o fluxo de recursos financeiros direcionado da sociedade para o Estado que apresente características econômicas de tributo, independente de sua denominação ou natureza jurídica. Portanto, na análise de pertinência ou não de inclusão de uma receita no cômputo da Carga Tributária Bruta (CTB), o juízo econômico prevalece sobre o jurídico.

Em geral, consideram-se no cálculo da CTB os pagamentos compulsórios (definido em lei) realizados por pessoas físicas e/ou jurídicas, inclusive as de direito público, para o Estado, excluindo-se aqueles que configurem sanção, penalidade ou outros acréscimos legais.

CTB 2009
em PDF(http://www.receita.fazenda.gov.br/Publico/estudoTributarios/estatisticas...) CTB 2009 - Apresentação

apresentações power point em ppt.(http://www.receita.fazenda.gov.br/publico/estudoTributarios/estatisticas...)

6. AJUSTES METODOLÓGICOS
Os ajustes metodológicos visam ao aperfeiçoamento do trabalho e podem
ser realizados, por exemplo, no caso em que se obtém fonte de informação mais fidedigna ou
quando se reinterpreta o enquadramento de um tributo, alterando-o para outra categoria. Sempre
que possível, os ajustes metodológicos são aplicados às informações dos anos anteriores,
preservando a consistência intertemporal da informação. A seguir explicam-se os ajustes
realizados neste trabalho.
a) Arrecadação Federal. Nas edições anteriores, os valores informados dos tributos federais
pagos por Darf (IR, II, IE, PIS/Cofins, ITR, IOF, CSLL, Cide e algumas contribuições
sociais e econômicas) correspondiam ao montante recolhido, subtraindo-se as restituições.
A partir desta edição, passa-se a considerar, também, ajustes relativos às retificações e
compensações. Retificações referem-se a erros no pagamento, podendo afetar positiva ou
negativamente a arrecadação. Compensações são realocações de pagamentos entre os
tributos, tendo efeito neutro sobre a carga tributária total. Esse ajuste é importante na
medida em que confere maior fidelidade à efetiva distribuição da arrecadação entre os
diversos tributos.
b) Arrecadação Estadual e Municipal. Como já vinha ocorrendo com a arrecadação federal,
os valores de arrecadação estadual agora são líquidos de multas e juros. Para as tabelas
contidas neste trabalho, utilizaram-se os dados da Execução Orçamentária para os Estados e
os da Consolidação das Contas Públicas, no caso dos municípios, dados obtidos oriundos da
STN. Nas séries divulgadas anteriormente utilizavam-se os dados do Confaz, que incluem
multas e juros.
c) Inclusão de Outras Taxas Federais. Com o objetivo de tornar mais abrangente o cálculo
da carga fiscal, além das taxas federais recolhidas em documento de arrecadação de receitas
federais (DARF), passou-se a incluir também as arrecadadas em guia de recolhimento da
União (GRU),
d) Nova Composição de Contribuições Previdenciárias. As rubricas Entidades
Filantrópicas, Retenção de 11% da NF e Retenção de Órgãos Públicos encontram-se
agrupadas na rubrica Contribuição do INSS, Regime Geral, nos códigos 2110 – Previdência
Social - Empregador e 2120 – Previdência Social – Empregados, respectivamente.
e) Reclassificação da Cide Remessas A Cide-Remessas encontra-se agora posicionada na
categoria Tributos sobre Bens e Serviços e não mais em Tributos sobre a Renda.

Anexo A, tabela 00, Receita Tributária por Tributo e Competência - 2008 e 2009

 

2010

 
imagem de Gil Santos
Gil Santos

A carga tributária brasileira é compatível e aderente à Constituição de 88. Atire a primeira pedra quem quer reverter direitos sociais, a universalização da saúde, a educação como dever de Estado e a substituição da segurança pública para o salve-se quem puder. Um país com um dos piores índices de concentração de renda do mundo necessita de políticas compensatórias e de assistência social, a não ser que queira viver em guerra interna permanente, como os congêneres africanos. Também as disparidades regionais são gritantes, basta dizer que SP concentra 34% do PIB. Se há concentração de renda, riqueza e impostos, qualquer país que deseja um equilíbrio federativo e uma unidade nacional e social tem de arrecadar e distribuir.

O que ninguém quer discutir é a estrutura tributária que onera o setor produtivo e a distribuição da carga tributária que é regressiva, fundamenta-se no ICMS que tem grande incidência sobre produtos de consumo popular, combustíveis, energia elétrica e serviços de comunicação, não afeta a renda financeira (especulação e valorização de ativos, principalmente imobiliários), e um imposto de renda que onera apenas os assalariados e profissionais liberais honestos (ou com maus contadores).

O lado cômico da questão é que o Estado que possui uma impostura chamada impostômetro cravado exatamente no seu centro financeiro é o que mais resistiu à reforma tributária proposta pelo governo e submetida ao Congresso Nacional.

Com a palavra os nossos candidatos, com propostas sensatas e sem apelo eleitoreiro.

 
 
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Nagib

Mas será possível que o bairrismo (decorrente do acaso do candidato da oposição ser paulista) impregnou todos os comentários deste blog ?

Só os paulistas reclamam da carga tributária ? Todos os demais brasileiros estão felicíssimos com a tunga de quase 40% do seu PIB em prol dos serviços de "primeiro mundo" que o Estado oferece ?

"São Paulo não quis a reforma tributária" - São Paulo quem ? Os senadores ? Os deputados ? O governador ? A FIESP ? A CUT ? Quem se autoconcedeu a prerrogativa de falar em nome dos paulistas ?

É de lascar...

 
 
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Gerson Pompeu

Crise fez carga tributária cair para 33,58% do PIB

 

Engraçado...e eu que achava ter sido uma decisão política ousada do nosso presidente, jogando todo o peso da sua popularidade para obter o êxito.

 
 

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