A política habitacional do puxadinho

Por Weden

Nassif..

O grande embate do confronto ontem foi entre o Puxadinho de Serra e o Minha Casa Minha Vida de Dilma.

Serra não poderia ter sido mais infeliz. E usou justamente quando Dilma o estava questionando. Puxadinho, para as famílias pobres, é aquilo que se faz, quando não se tem o direito à casa própria, quando o que resta é estender no quintal dos pais a residência dos filhos.

Imagino se Dilma começar a usar isso. A palavra é fácil compreensão nas classes populares. Vai ter até passeata: ABAIXO O PUXADINHA, QUEREMOS NOSSA CASA!

Puxadinho foi dose. Já virou gozação na rede. 

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74 comentários
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julio oliva

Mais uma tosca tentativa de mistificação. todo mundo entendeu a fala de Serra menos vc que repercute a partir do não entendimento. chamar isso de o ponto alto do debate já diz tudo.  conhece o construcard? vamos pra proxima.

 
 
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Vanda

Todos entendemos....só queremos mostrar o DESRESPEITO do candidato com o povo Brasileiro, o mai humilde, que na visão do zé não merece uma casa.......

 
 
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Dulce

Esse vídeo está maravilhoso. Deveria ser usado no programa da Dilma. Os eleitores não MERECEM CASA, SÓ PUXADINHOS ahahahahahaha

Daquí a pouco, Serra só terá votos para ser  prefeito de Borá-SP. Menor colégio eleitoral do país.  Acho que nem ela merece PUXADINHOS.

 
 
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Vanda

Todos entendemos....só queremos mostrar o DESRESPEITO do candidato com o povo Brasileiro, o mai humilde, que na visão do zé não merece uma casa.......

 
 
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Edson Joanni

Eita! Não sabia que os filhotes do Reynaldo davam plantão por aqui.

 

Milicos de pijamas não terão mais sossego em suas camas! Comissão da Verdade já!

 
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marinildac

Eles precisam respirar ar puro de vez em quando, pobrezinhos...

 
 
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Francisco Ernesto Guerra

Júlio,

Meu caro, voce não entendeu o espírito da coisa. O "puxadinho" foi dito pelo Serra com desprezo. Soou como uma ofensa. Logo o "puxadinho" que fez tanto sucesso na novela da Globo e está tão arraigado no imaginário popular, como sendo coisa de pobre. Do pobre que Serra e tucanos desprezam do fundo da alma.

 
 
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João Lucas Gontijo Fraga

Júlio Oliva, tenha um pouco mais de noção de ridículo. Sou um tradutor. Vivo da interpretação de textos, falados e escritos. Se não fosse bom nisso, não poderia viver de tradução.

Serra comparou casa própria com puxadinho na fala dele. Simples assim.

 
 
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Rosane

Sou funcionária da Caixa e é claro que o Construcard foi criado especialmente para construção de "puxadinhos", está até nos manuais... :(((

Ora, isso é o maior desrespeito com a população brasileira e até eu me sinto desrespeitada como profissional.

 
 
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the_outsider

Trabalho na Caixa e quem não conhece o Construcard é o sr. Este produto financia todas as classes sociais, e ao associá-lo ao "puxadinho" comete-se o mesmo equívoco do candidato Serra. Pode até ser que alguns dos usuários ainda o tomem para tal fim. Mas a política habitacional do governo Lula não se resume ao Construcard. Conhece o Minha Casa Minha Vida? Ganho menos de 3 salários mínimos e vou obter 16 mil de subsídio numa casa avaliada em 80 mil. Detalhe: não é puxadinho, mas não é tão "cheirosa" quanto às residências de classe média que o BNH financiava na época da ditadura e as casas de praia financiadas com recursos do FGTS na década de 90.

 
 
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Fabricio

Pô Julio. Puxadinho foi demais rapaz.... desrespeito e preconceito. O "jenio" deu uma baita mancada, "ca pra nós"!

 
 
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alfredo machado

Caro julio oliva:

Todo mundo quem, cara-pálida?

E quem liga o comentário do “mais preparado” ao programa Construcard, da CEF, portanto federal, demonstra precisar de uma bússola, ao sair de casa.

Que você seja simpatizante do camarada, nada de mais, pois também o são alguns militares, padres, etc...,  

quase todos com um traço em comum, a  ausência de neurônios.

O preparado de araque apenas cometeu um ato falho que, diga-se de passagem, não foi aproveitado por uma DRousseff ainda sem o necessário preparo para debates políticos, pois tal tipo de preparo só vem com o tempo – estivesse do outro lado um Maluf, um Jânio ou um Brizola e o gaiato estaria perdido.

Quanto ao “puxadinho”: a conotação que o desesperado deu foi a de reforma de casas próximas a barracos, muitas delas sem banheiro (se você não sabe, esta situação existe em grande quantidade), interpretação desprezível quando comparada ao proposto pelo MCMVida, que tem por objetivo a construção de moradia, ou seja, unidade nova que, em sendo uma casa, já vem com um projeto orientando a natural e desejada ampliação. Experimente visitar qualquer condomínio habitacional, e verás a dificuldade em encontrar casas em seu formato original.     

O “mais preparado” nunca escondeu o seu completo desprezo por gente pobre- em caminhadas beija a própria mão prá evitar contágio, promove uma limpeza étnica em SP, ao incendiar favelas em quantidade de sinistro sem precedentes em qualquer cidade deste mundo, “devolve”, em grande quantidade, nordestinos para a cidade natal com passagem só de ida (nesta não está sozinho, pois muitas cidades do sul do país o fazem de forma diferente, mandando o pessoal de volta ainda na rodoviária), responsabiliza os imigrantes( forma “politicamente correta” que utiliza prá não ter que falar o que pensa, nordestino) pelos baixos índices de qualidade da educação paulista, e por aí segue a lista que chega ao ponto de, recentemente em campanha, ter dito a uma repórter que não entendia o que ela estava perguntando por causa do sotaque, é mole? Vai ser preparado assim lá naquele lugar.

Sobre tocar fogo em pobre- os incêndios estão localizados em áreas específicas, afirmação fácil de ser verificada, pois é ação de governo que visa o “futuro”, equivalente àquela em que iria ceder uma área pública muito bem localizada à Grobo- teve que recuar porque deu chabú.         

Este é o seu candidato, um candidato das arábias que, assim mesmo, encontra milhões de alienados prá votarem nele.

 
 
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Marcos C. Campos

Mais um ato falho do Serra: Freud explica.

Na hora da pressão o subconsciente cheio de preconceito aflora.

 
 
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Marco Santo

isso não é mistificação. É pagelança do Serra, com um linguajar "chulo", deprimente até para quem se diz economista e engenheiro (a bem da verdade sem diplomas). Aviso, o primo do REI anda por aqui sim.

 
 
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Atila

Então vamos aproveitar e dar uma puxadinha no tapete dele nesse segundo turno, simples assim.

 
 
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Ceci

Em São Paulo tem inúmeros SEM-TETO que nem puxadinho tem condições de fazer.

 
 
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Neila

 

Julio,

Você não entendeu! PUXADINHO não é politica habitacional; é construção irregular!!!!

Trabalho num bairro de periferia e sei MUITO bem o que significa "puxadinhos" e "becos" na vida das pessoas, educação das crianças, relacionamento dos casais e convivência dos adolescentes. TODOS têm direito a "casa" própria, privacidade e respeito dos governos.

Neila

 
 
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José Robson

Júlio, respeito seu ponto de vista. A meu ver, entrementes, o "famoso puxadinho" encarna o não menos "famoso quebragalho". É um arremedo paliativo de uma pseuda solução! É extremamente constrangedor para um ser humano ter de se valer desse expediente para, momentaneamente (e o "puxadinho" é, notoriamente, coisa de momento), ver superada uma dificuldade de moradia (um déficit habitacional, como diria o príncipe dos sociólogos - o FHC, aquele!). Ao que entendo, o programa "nossa casa" é mais profícuo, porque, a par de ser profilático, traz, por óbvio, nele, incrustada, uma solução: a casa própria, não o mero "apêndice", tal qual é a concepção do "puxadinho". Penso ser melhor morar na casa própria do que no "puxadinho", ou seja, no apêndice - se se der bem com a sogra (a minha eu adoro), tudo bem!

É assim que entendo! 

 
 
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Carlos Henrique Machado

Uma otima dica, Carta Maior

Os anos FHC e a morte da alma nacional

Neste momento em que se discute o futuro do Brasil e que o país está colocado diante de dois caminhos, a Carta Maior relembra a obra de um grande brasileiro, o jornalista Aloysio Biondi, que, durante a década de 90, foi uma das raras vozes a se levantar contra a abertura econômica sem freios e a condução das privatizações pelo governo Fernando Henrique Cardoso. No primeiro artigo desta série, Biondi escreve sobre como FHC não destruiu apenas a economia nacional, tornando-a dependente do exterior. "Seu crime mais hediondo foi destruir a Alma Nacional, o sonho coletivo. Com o jogo perverso de estimular a busca de pretensas vantagens individuais, o governo FHC destruiu a busca de objetivos coletivos".

(*) Artigo publicado na revista Bundas, em 7 de agosto de 1999

Para conhecer a vida e a obra de Aloysio Biondi

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Reverencialmente, peço licença ao mestre Celso Furtado para repeti-lo:

“Nunca estivemos tão longe do país com que sonhamos um dia”.

Uma pequena frase. Capaz, porém, de detonar um turbilhão de lembranças, das emoções e expectativas, dos dias em que o Brasil era um país e tinha sonhos. Um povo que sonhava virar Povo. Estudantes, intelectuais, empresários, trabalhadores, agricultores, classe média envolvidos no debate pelo desenvolvimento, conscientes, todos, de que havia um preço a pagar, resistências a enfrentar. Inimigos, interesses externos a vencer. Um país com alma, sonhos.

Durante 40 anos, 45 anos, houve crises de todos os tipos. Mas havia o amanhã, a promessa do amanhã. A busca do amanhã. Um lugar no mundo. Na década de 50, com a economia resumida praticamente ao café, açúcar, algodão e outros produtos agrícolas, o país lançou-se à loucura de buscar a industrialização. Sem dólares para importar máquinas e equipamentos, pois os preços dos produtos agrícolas estavam de lastros no mercado mundial, estrangulando países pobres como o Brasil. Mesmo assim, o país ousou. Era a época em que os intelectuais e formadores de opinião escreviam livros, artigos, teses sobre e contra as políticas de estrangulamento que os países ricos impunham a países como o Brasil. Ou faziam músicas, peças teatrais, filmes sobre a realidade brasileira. Reforçavam a alma brasileira. O sonho realizável. Será que dona Ruth Cardoso se lembra disso?

Chegou a década de 60, e com ela o golpe militar inspirado pelos EUA, desvios de rota que, no entanto, não conseguiram enterrar de vez os sonhos de construção de um país... A alma nacional resistia. Veio a crise do petróleo, no começo dos anos 70, e o país, que produzia 130 mil barris por dia, mergulhou novamente no abismo da falta de dólares, na recessão, no avanço da miséria. Um país “quebrado”, com total falta de dólares, mas que insistia em sonhar com um amanhã.

Em nome desse sonho, novamente, a população pagou a conta. O governo contraiu dívidas fabulosas, criou impostos, apertou o cinto e o crânio dos brasileiros, para canalizar o dinheiro disponível, dos impostos ou empréstimos, para montar indústrias capazes de fornecer produtos que ainda eram importados, de aço a alumínio, de celulose a petroquímicos, de máquinas a sistemas de telecomunicações. Substituir importações para economizar dólares, necessários para a compra do petróleo, ainda não descoberto em grande escala no território brasileiro.

Para atender a todas essas novas indústrias, era preciso também construir usinas, as Itaipus, rodovias, ferrovias (o Brasil chegou a produzir 5.000 vagões por ano, com encomendas do governo), sistemas de telecomunicações. Mais aperto de cinto, mais impostos, menos dinheiro para as questões sociais, nunca esquecidas nem mesmo nos debates e escritos dos economistas, ou de empresários. Mas havia a esperança do amanhã. O sonho, de que fala mestre Furtado, de um país economicamente forte, exatamente por dispor de todos os recursos naturais para isso, mas também capaz, ao atingir esse estágio, de maior justiça social, de extinção da miséria. Habitado por um Povo. Orgulhoso de si. Solidário, porque se reconhecendo no outro.

No começo dos anos 90, o sonho estava ao alcance da mão, o amanhã chegava. O Brasil conquistara uma posição entre as dez maiores economias do mundo. Melhor ainda: o Brasil nadava em dólares, porque era capaz de realizar exportações muito maiores do que as importações. Poucos se lembram disso hoje, mas o Brasil tinha um dos maiores saldos comerciais positivos (exportações menos importações) do mundo, na casa dos 10 a 15 bilhões de dólares por ano. Tinha dólares seus, não precisava mais de empréstimos ou de capital das multinacionais para realizar investimentos e manter a economia em expansão, para criação de empregos e solução dos problemas do seu povo. Foi ontem, e está tudo tão distante.

A serviço de outros países, o governo escancarou o mercado às importações e às multinacionais. Feiticeiros malditos transformaram o saldo positivo da balança comercial em um “rombo” permanente, deram vantagens na cobrança de impostos sobre a remessa de juros e de lucros estimulando o envio de dólares para o exterior, elevaram os juros para cobrir os rombos criados, “quebraram” assim a União, Estados, Municípios. Destruíram a indústria e a agricultura. Em cinco ou seis anos, clones malditos dos intelectuais de ontem destruíram o que havia sido construído ao longo de décadas. Destruíram mais. Destruíram o sonho, a Alma Nacional.

O que somos hoje? Um quintal dos países ricos? Não. Somos um curral. Bovinos ruminando babosamente enquanto o vizinho do lado, o trabalhador, o funcionário público, o aposentado, o agricultor, o empresário, todos, um a um, são arrastados para o grande matadouro em que o país se transformou, com suas mil formas de abate como o desemprego, os cortes na aposentadoria, as falsas reformas do funcionalismo, a falência, as importações. Bovinos ruminando no curral, enquanto empresas de todos os portes são engolidas por grupos estrangeiros e até o petróleo, ou os campos mais fabulosos de petróleo do mundo, com poços capazes de produzir 10.000 (dez mil) barris por dia, em um único poço, são entregues a preço simbólico às multinacionais.

Em cinco anos, o governo Fernando Henrique Cardoso não destruiu apenas a economia nacional, tornando-a dependente do exterior. Seu crime mais hediondo foi destruir a Alma Nacional, o sonho coletivo. Para isso, e com a ajuda dos meios de comunicação, jogou o consumidor contra os empresários nacionais, “esses aproveitadores”; o contribuinte contra os funcionários públicos, “esses marajás”; o pobre contra os agricultores, “esses caloteiros”; a opinião pública contra os aposentados, ”esses vagabundos”.

No governo FHC, o brasileiro foi levado a esquecer que, em qualquer país do mundo, a sociedade só pode funcionar com base em objetivos que atendam aos interesses, necessidades de todos – ou, mais claramente, não se pode por exemplo ter uma política de importação indiscriminada, a pretexto de beneficiar o consumidor, sem provocar desemprego e quebra de empresas. Ou, a longo prazo, desemprego generalizado.

Com o jogo perverso de estimular a busca de pretensas vantagens individuais, o governo FHC destruiu a busca de objetivos coletivos. Destruiu a Alma Nacional, o Projeto Nacional. A violenta desnacionalização sofrida pelo Brasil, em sua economia, vai eternizar a remessa de lucros, dividendos, juros para o exterior. Isto é, vai torná-lo totalmente dependente da boa vontade dos governos de países ricos em fornecer dólares e, portanto, de ordens e autorizações desses governos de países ricos. Uma espécie de colônia, mesmo, como alertou o economista Celso Furtado em palestra que ele encerrou com sua frase, arrasadora para quem viveu o Brasil de 50 para cá, “nunca estivemos tão distante do Brasil com que um dia sonhamos”.

Mesmo sem tê-lo consultado a respeito, uma sugestão: escreva a frase de Furtado em um pedaço de papel, e a releia todos os dias. Ou faça decalques com ela. Sugira que seus amigos façam o mesmo.

E comece a agir. Ainda há tempo de ressuscitar a Alma Nacional, antes que o Brasil vire colônia.

 

 
 
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Mauro Silva

Caro Nassif

Quem execrou o puxadinho foi um dos nacionalistas brasileiros mais odiados pelo PIG: Monteiro Lobato.

Pena que Dilma não tem experiência de debates com gente da espécie do zé pedágio.

Brizola teria dissolvido o zé alagão depois de uma deixa dessas.

Mas, ainda há tempo de bater muito no zé baixaria.

 
 
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nelson alves

De fato. Num debate contra um Brizola da vida teríamos um cheque mate histórico.

 
 
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Edson Joanni

Pois no debate a Dilma comeu bola e não explorou essa resposta, poderia ter ridicularizado o Serra.

Deveria levar essa declaração para o programa eleitoral com imagens do próprio debate, se é que a lei permite.

Poderia ter dito que o programa Minha Casa, Minha Vida exige planejamento, coordenação, cooperação com governos estaduais e municipais, além de empresas construtoras... e por aí vai.

O que o Serra fez foi só abrir uma linha de crédito pra puxadinho, na maior parte das vezes irregulares, sem qquer projeto e sem quer segurança pra quem se aventura a um crédito desse tipo.

Nesse ponto a Dilma comeu bola feio, teria estraçalhado o Serra e o deixaria mais perdido que "Serra em tiroteio".

 

Milicos de pijamas não terão mais sossego em suas camas! Comissão da Verdade já!

 
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DanielQuireza

Vish, a coisa ta cada vez pior. Agora no twitter tao comentando que uma ex aluna da Monica Serra contou que ela contava nas aulas que já praticou um aborto. Segue o link.

http://twitpic.com/2wtrdc

 

 

@DanielQuireza

 
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Carlos Lenz

Sugiro não propagar isso aos quatro ventos, pode não ser verdade, ou não ser possível confirmar, ou mesmo uma casca de banana!

O wikipedia (partidários provavelmente o deixaram atualizado) diz que ele casou em 67 e teve filhos em 69 e 73 (meses antes do golpe no Chile).

Como depois do golpe Chileno ele foi para os EUA, ou esse suspeito aborto ocorreu lá ou foi antes do primeiro filho (sem sentido).

Prá mim não cola, a não ser que outras alunas falem o mesmo.

Imagina se começam a espalhar e é mentira, vai ser usado pelo Serra para acusar a Dilma de fazer baixaria!

 
 
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Ivan Moraes

http://www.twitlonger.com/show/6ejcj4

A mensagem parece ser legitima mesmo que nao esteja no google ainda.  No entanto, nao ha mensagem dela diretamente, ou ainda nao achei.  Esta sendo espalhado na rede por algum ZePedroPedreiro, que tem 3.500 seguidores em uma "rede" da qual nunca se ouviu falar.  Pra piorar, nota de fim de pagina:

"Twitlonger is in no way affiliated with Twitter, but we really love those guys".

Por enquanto...  nao da.  Esperando mais dados.

 

Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.

 
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Toujours

Isso é coisa de tucano querendo depois falar que a campanha da Dilma esta nisso. Esqueçam isso. Essa discussão nao nos interessa. O que a Dilma falou da Monica esta documentado. O resto é convesa fiada. Nao nos interessa saber da vida da Monica e de suas ex-alunas que podem muito bem ser tucanas...

 
 
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José Robson

Também acho que essa discussão, sobre aborto, nos termos em que aqui está a questão colocada, não interessa. Sobre ter feito ou não parece irrelevante, porque, em verdade, o tema a isso não se resume. Sou, igualmente, de opinião, de que o assunto - pelo menos nessa linha - se esgote por aqui mesmo. Penso que em nada contribui para a discussão: quer dizer, vamos tomar o circunstancial pelo principal e, aí, a gente acaba se perdendo naquilo que realmente interessa!

 
 
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Grauninha

Caiu na rede é peixe:

Programa habitacional do #serramilcaras : "Meu Puxadinho, Minha Vida"

 

Região Serrana Fluminense:Vergonha!Vergonha!Vergonha!

 
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Luiz Eduardo Brandão

Falando em FHC,  está lá na Colômbia soltando aquelas declarações de sempre: condenação do apoio de Lula a Dilma, Lula não fez nada mais que continuar o que ele, FHC, fez. Nada de novo. Salvo a cara desalentada que diz tudo das suas expectativas eleitorais, como fica claro na foto que o JB publica hoje.

 

11/10/2010 21h27

FHC afirma que Lula destinou recursos do governo para candidatura de Dilma

O ex-presidente do Brasil, Fernando Henrique Cardoso, afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva utilizou recursos destinados ao governo para favorecer sua candidata à presidência, Dilma Rousseff, do PT. 

De acordo com FHC, "Lula se jogou nesta campanha como nunca fez outro presidente, de uma forma partidária". Encorajado pela pouca diferença nas pesquisas, o ex-presidente acredita que José Serra, do PSDB, seja o favorito a vitória no segundo turno, no próximo dia 31 de outubro. E mesmo que haja uma vitória da candidata petista, não reforçará a idéia de esquerda que se percebe nos governos da Venezuela, Bolívia, Nicarágua e Equador. "Embora haja uma tendência nessa direção, a sociedade brasileira é diferente", disse.

Reprodução/ InternetFernando Henrique Cardoso, ex-presidente do Brasil, afirma que Lula destinou recursos a Dilma

O ex-dirigente definiu como mesquinha a forma como Dilma insiste em fazer "comparações equivocadas" com sua administração (1995-2002). "Como se tudo tivesse começado no Governo Lula. Lula seguiu o caminho, e seguiu bem, mas o mapa da mina foi nosso, não vejo por que agora queira apagá-lo da história".

FHC participa do Seminário Internacional "Democracia, Relações Políticas e Econômicas para a Sustentabilidade da América Latina", na cidade de Cartagena das Índias, na Colômbia.

 

“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil quanto ela mesma”. (Joseph Pulitzer – 1847/1911)

 
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Ivan Moraes

"Lula seguiu o caminho, e seguiu bem, mas o mapa da mina foi nosso":

"Nosso" aa epoca de FHC era Daniel Dantas e quem mais?

 

Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.

 

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