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A oposição esqueceu de olhar o futuro de SerraEnviado por luisnassif, qua, 30/06/2010 - 12:11Por Lampiao Mudar ou continuar Marcos Coimbra Correio Braziliense - 30/06/2010 Já faz algum tempo, começou a se generalizar no meio político a convicção de que Dilma vai ganhar as eleições. Embora nem todos admitam, é o que pensam até as principais lideranças da oposição, assim como a quase totalidade dos formadores de opinião e da imprensa. Para consumo externo, continuam a dizer que o processo está aberto, que nada está definido. Mas não é o que, no íntimo, acreditam que vai acontecer. Do lado governista, nem se fala. Não é de agora que os principais estrategistas do Planalto e do PT trabalham com o cenário de crescimento e vitória da candidata de Lula. A rigor, é nisso que apostam desde 2008, quando o presidente deixou claras duas coisas: que ele próprio não tentaria mudar as regras do jogo para disputar um terceiro mandato; e que achava que conseguiria ganhar as eleições com alguém que o representasse. Tudo que está acontecendo na sua sucessão, até o momento, confirma seu cálculo. Ele não se baseava no que diziam as pesquisas sobre as intenções de voto do conjunto do eleitorado. Ao contrário, o raciocínio sempre foi sobre o potencial de crescimento de uma candidatura identificada com ele e com o governo, avaliados, pela grande maioria da população, como ótimos ou bons. Nunca foi relevante considerar os resultados agregados das pesquisas (normalmente os que a imprensa divulga), pois misturavam respostas de quem sabia e quem não sabia qual era a candidatura apoiada por Lula. Enquanto não aumentasse a proporção dos que tinham essa informação, a vantagem de Serra era ilusória e não preocupava quem, no PT, sabia fazer as contas. É de se notar que, na oposição, as pessoas pensaram de maneira oposta. A opção por Serra, em detrimento de Aécio, mostrou que ela preferia escolher em função do desempenho presente dos pré-candidatos, deixando em segundo plano seu potencial de crescimento. Serra prevaleceu pelo patamar de largada, não pela perspectiva de chegada. Há quem defenda que é cedo para decretar que a eleição está resolvida. De fato, é preciso admitir que muita água ainda pode rolar por baixo da ponte. Não é impossível que Dilma, sua campanha, seus apoiadores e o vasto conjunto de forças políticas mobilizadas para elegê-la cometam erros calamitosos. É, apenas, pouco provável. Em função da possibilidade cada vez mais concreta de que Dilma venha a ganhar (talvez já no primeiro turno), alguns setores da oposição andam à cata de novos argumentos para tentar convencer os eleitores a mudar de ideia. Um dos mais engraçados tem a ver com o conceito de alternância do poder. Trata-se da tese de que é bom, para a democracia, que as eleições ensejem a mudança do partido ou da coalizão que está no poder, assim permitindo que ocorra uma salutar alternância de pontos de vista e de prioridades. A continuidade seria ruim, ao impedir que novas agendas sejam discutidas e que outras políticas, mais adequadas a um novo momento, sejam formuladas. O ápice dessa argumentação aconteceu outro dia, quando uma importante revista semanal entrevistou o candidato do PSDB e perguntou "por que é positivo" para "a democracia brasileira" experimentar "uma alternância de poder depois de oito anos de governo Lula". Difícil imaginar algo mais sem sentido, a começar pelo fato da pergunta ser feita ao candidato interessado na alternância. É o mesmo que perguntar ao macaco se quer banana. Ou alguém supõe que Serra diria que o melhor, para o país, é a continuidade? Mas o importante não é isso. A democracia não está na ideia abstrata de alternância. Para o ideal democrático, o relevante não é o conteúdo da escolha. Tanto faz que os cidadãos prefiram continuar ou mudar. O que torna uma sociedade democrática é haver instituições que assegurem, a cada cidadão, a possibilidade real de escolher. Se a maioria da sociedade brasileira quer a continuidade e votará em Dilma, é bom que todos se acostumem — incluindo os que querem a alternância. Em si, ela só é importante como uma possibilidade. Se não, nem seria preciso haver eleições. Bastaria trocar o governo a cada período estipulado. (O problema é que ninguém saberia como fazê-lo.)
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Comentários + votados
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Eliane
30/06/2010 - 12:17
Nassif,
pelo conteúdo de hoje, este blogg está, a cada dia, melhor!!!
Parabéns
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Roberto Locatelli
30/06/2010 - 12:25
Marcos Coimbra mostra uma inteligência bem acima de um outro presidente de instituto de pesquisa.
Constatamos que, realmente, a oposição acreditou em suas próprias bravatas, nas pesquisas, nos...
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Magerson Bilibio
30/06/2010 - 12:41
Seria interessante perguntar aos tucanos sobre a alternância de poder em São Paulo para ver se eles mantem a mesma resposta.
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Sanzio
30/06/2010 - 12:43
Às vezes o óbvio tem de ser dito de forma que até os macacos entendam. É o caso desse artigo do sempre brilhante Marcos Coimbra, o qual vou repassar para minha lista de contatos. Só acrescentarei o...
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Agenor Bevilacqua Sobrinho
30/06/2010 - 12:54
DERROTOX 45.
O Serra não vai poder fazer antidoping nesta eleição.
O sujeito consumiu tudo quanto é vidro de DERROTOX 45.
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mcassemiro
30/06/2010 - 13:23
Eu tb acredito que democracia precisa de alternancia no poder, então vamos fazer assim: Eles ficaram 500 anos, e agora ficamos outros 500.
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Fabiano
30/06/2010 - 14:03
É muito engraçado, porque a Veja não acha salutar a "alternância de poder" em S. Paulo????
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Gunter Zibell
30/06/2010 - 16:19
Está mesmo. Tem tanta notícia hoje que para ler é preciso atrapalhar o serviço...
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Rodrigo Machado
30/06/2010 - 21:59
O mais engraçado desta pergunta da alternância é que ela deveria ser acoplada a outras duas:
- se é tão bom assim, porque o senhor não retirou a candidatura em 2002.
- e São Paulo? Não seria bom...
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neide
30/06/2010 - 12:39
A diferença entre Coimbra e o outro é que ele montou um Instituto de Pesquisa e o está solidificando na sociedade, o outro herdou um sólido Instituto e está fazendo o impossível para afundá-lo....
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izaias almada
30/06/2010 - 13:28
Caro Nassif,
não será demais lembrar que durante a ditadura civil/militar imposta ao país em 1964, houve alternância de poder entre vários generais. Seria isso o suficiente para caracterizar o...
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João Sabóia Jr.
30/06/2010 - 13:36
Roberto,
Creio que para o DEM, que depois de 08 anos malhando pesado o Lula, a situação de pular do barco, que já furou faz tempo, é impossível, isso significaria deixar os eleitores da extrema...
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Carlos G P Lenz
30/06/2010 - 13:53
Nassif e Demais
Taí mais uma boa análise do Coimbra.
A frase : ¨É o mesmo que perguntar ao macaco se quer banana.¨, ficou muito engraçada dentro do contexto...
Me levou a refletir se quem perguntou,...
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silvia macedo
30/06/2010 - 14:49
Muito se deve ao apoio deslavado da grande mídia o fracasso de Serra; não faltaram jornalistas que organizaram a pauta do canditado, tomando o lugar dos políticos. O resultado de quem quis...
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Tereza
30/06/2010 - 16:06
Alternância de poder é uma das coisas mais anti-democráticas que existem.
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Tecnologia
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Universidade
Universidades
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Nassif,
pelo conteúdo de hoje, este blogg está, a cada dia, melhor!!!
Parabéns
Está mesmo. Tem tanta notícia hoje que para ler é preciso atrapalhar o serviço...
Em 2012 pense, vote, faça um Brasil anti-homofóbico!
Marcos Coimbra mostra uma inteligência bem acima de um outro presidente de instituto de pesquisa.
Constatamos que, realmente, a oposição acreditou em suas próprias bravatas, nas pesquisas, nos cálculos de analistas amigos. E embarcou no Titanic de Serra. Agora é tarde demais para alguns. O Dem ainda poderia, em tese, descer um barco salva-vida e remar para longe. Mas provavelmente não o fará, por medo. Os partidos menores, como PSC e PP, por exemplo, já se afastaram desse navio que ruma, célere, para o desastre.
Restou no Titanic o partido sabujo de Serra, o PPS, o já não tão entusiasmado Dem, e o PTB, partido que tem por presidente um corrupto confesso.
A diferença entre Coimbra e o outro é que ele montou um Instituto de Pesquisa e o está solidificando na sociedade, o outro herdou um sólido Instituto e está fazendo o impossível para afundá-lo. Herdeiros, bah!!!!
Roberto,
Creio que para o DEM, que depois de 08 anos malhando pesado o Lula, a situação de pular do barco, que já furou faz tempo, é impossível, isso significaria deixar os eleitores da extrema direita e aí perder o seu voto, dos males o menor.
Quanto ao PPS é partido de propriedade do Roberto Freire e Roberto Freire é de propriedade do Serra, portanto nunca vai abandoná-lo enquanto tiver casa, comida e roupa lavada.
Jefferson, esse nem preciso dizer, fez do PTB uma banca de negócios, que na verdade já era antes dele ele "apenas" aperfeiçoou
Abraços
Seria interessante perguntar aos tucanos sobre a alternância de poder em São Paulo para ver se eles mantem a mesma resposta.
Boa!!!!
Vc tem toda razão!
Eu tb acredito que democracia precisa de alternancia no poder, então vamos fazer assim: Eles ficaram 500 anos, e agora ficamos outros 500.
"Eles" quem ??
AF
Bilibio, Cassemiro,
I r r e t o c á v e i s
Boa não, ÓTIMA!!!
Sim são a favor... Serra, Alckmin depois Alckmin, Serra e assim vai...
E nós paulistas aletranado desgoverno com falta de governo
é o velho faça o que digo, não faça o que faço!!!
Cosi è, si vi pare!!!
hehehehehe...
Na mosca!
Às vezes o óbvio tem de ser dito de forma que até os macacos entendam. É o caso desse artigo do sempre brilhante Marcos Coimbra, o qual vou repassar para minha lista de contatos. Só acrescentarei o nome da tal revista para destacar a promiscuidade no zoológico.
Acrescente que tambem esqueceram o passado do lula.
DERROTOX 45.
O Serra não vai poder fazer antidoping nesta eleição.
O sujeito consumiu tudo quanto é vidro de DERROTOX 45.
Caro Nassif,
não será demais lembrar que durante a ditadura civil/militar imposta ao país em 1964, houve alternância de poder entre vários generais. Seria isso o suficiente para caracterizar o período como também um período democrático? Talvez isso explique, em parte, o neologismo "ditabranda", criado pela Folha de Sõa Paulo. Quanta ginástica para explicar o que vem a ser democracia.
Imagine-se o país governado por esse pessoal que anda à cata de um vice-presidente. A indecisão, o personalismo, os golpes baixos, a chantagem, o palavreado tosco, dão bem a ideia do que representa a atual oposição brasileira. Um horror!
Saudações,
Izaías Almada.
Nassif e Demais
Taí mais uma boa análise do Coimbra.
A frase : ¨É o mesmo que perguntar ao macaco se quer banana.¨, ficou muito engraçada dentro do contexto...
Me levou a refletir se quem perguntou, a pergunta original para o entrevistado, por acaso não seria um símio, perguntando ao outro igual, se ele também não quereria banana. Lógico que a resposta seria sim, já viu macaco não gostar delas ?
Acho que esta macacada vai ganhar alguns cachos da fruta da população brasileira em Outubro/2010.
Com todo respeito aos símios é lógico. Eles não merecem a comparação...
sds
É muito engraçado, porque a Veja não acha salutar a "alternância de poder" em S. Paulo????
Muito se deve ao apoio deslavado da grande mídia o fracasso de Serra; não faltaram jornalistas que organizaram a pauta do canditado, tomando o lugar dos políticos. O resultado de quem quis ajudar, contribuiu para que a candidatura do ex-governadaor descesse ladeira abaixo.
A alternacia de poder, não se emprega na cidade de São Paulo. Certo!
Perfeito e brilhante sem ser o Daniel Dantas do FHC.
"Tudo me é lícito mas nem tudo me convém" Contra o Preconceito e a Discriminação, o repúdio e a Lei.
Alternância de poder é uma das coisas mais anti-democráticas que existem.
Vai ver que a oposicao nao sabe que eu sou vidente e sei o futuro de Serra.
Ele vai repetir por varios e varios anos
"De carne ou de queijo?"
"De carne ou de queijo?"
"De carne ou de queijo?"
"De carn..."
Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.
O Noblat, não. Ele continua preocupado com o futuro de Serra. Como membro do partido dele, o PIG, ele tem até nova velha candidata a vice.
Daccapo:
Sugestão do blog: Valéria Pires para vice de Serra
Uma vez que Aécio Neves não quis ser vice de José Serra, Francisco Dornellles (PP) também não, Álvaro Dias topou, mas o irmão dele, Osmar, passou-lhe uma rasteira se compondo com o PT para concorrer ao governo do Paraná, este blog toma então a liberdade de sugerir para a vaga o nome de Valéria Pires.
Ela foi vice-governadora do Pará pelo então PFL entre 2002 e 2006. Filiou-se ao PSDB para continuar como vice-governadora caso Almir Gabriel (PSDB) se elegesse governador. Almir perdeu.
Valéria voltou então ao seu antigo partido, rebatizado como DEM, e disputou em 2008 a prefeitura de Belém. Perdeu. É vice-presidente nacional do DEM.
Jornalista, ex-apresentadora de telejornais na TV Liberal, é candidata ao Senado e faz forte oposição à governadora Ana Júlia (PT), candidata à reeleição. Será capaz de atrair votos para Serra em uma região onde ele está muito atrás de Dilma Rousseff nas pesquisas de intenção de voto.
Serra correrá um risco se acatar a indicação do blog: o de que os eleitores prefiram só assistir aos programas de propaganda eleitoral da campanha dele quando Valéria aparecer.
Quem sabe ela não poderia ancorar os programas...
http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2010/06/30/sugestao-do-blog-valeria-pires-para-vice-de-serra-304434.asp
(Jura, nao entendi se o item eh gozacao ou se essa mulher eh uma politica bonita assim mesmo! Eh atriz ou eh politica?!)
Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.
Pô, Ivan, how do you dare não acreditar no Noblat? Ele não disse que ela é:
"Jornalista, ex-apresentadora de telejornais na TV Liberal, é candidata ao Senado e faz forte oposição à governadora Ana Júlia (PT), candidata à reeleição"?
Mas o Índio da Costa deve ter mais predicados - ou mais padrinhos - do que ela. Não é da Globo, mas pode ser artista da Cidade da Música do maestro Cesar Maia.
Acho que até o Noblat, desesperado, tentou salvar o Serra de mais essa fria. Enfim, cada um tem os aliados que merece.
Blogueiros: vocês sabiam que no golpe militar de 64, sendo presidente da UNE o jovem José Serra, todos ou quase todos os membros nacionais da diretoria da entidade estudantil universitária acima mencionada, foram presos ou ficaram abandonados sem rumo nem onde se reunirem para tomar alguma decisão. A entidade tinha muita força política naqules anos, força esta conquistada pelo tempo de luta em favor do ensino público gratuito, pelas reformas de base (entre as quais a reforma agrária) e mudanças sociais importantes. A sede da UNE no Rio de Janeiro fora incendiada e os membros da diretoria cassados pelos quatro cantos do território nacional e presos e torturados. Apenas um, o presidente da entidade, José Serra, espertamente, deixou todos os estudantes na mão ou presos no Dops e se refugiou (ou se quiserem, ele fugiu, pois é esta a palavra correta para comprovar a atitude do mesmo) e foi pedir asilo na embaixada da Bolívia ou da Colômbia, não sei bem qual das duas. Estes são os fatos históricos que qualificam as atitudes do atual candidato a presidente pelo psdb-dem.
ude coerente foi a daqueles que aqui ficaram e continuaram a lutar por democracia, pela legalidade, pelas reformas de base, etc. O "salve-se quem puder" me parece ser uma atitude de covardia perante os reveses históricos por que passou o Brasil. Parece-me fundamental não esquecer os fatos históricos para não deixar se enganar por declarações tortuosas, inclusive a de que o Serra tem feito de que ele foi perseguido duas vezes, uma, aqui no Brasil, pois ele saiu, com a ajuda de Jucelino Kubischek, da embaixada onde esstava para se rfugiar no Chile e de lá teve que fugir para a França, se não me engano. Talvez os estudantes universitários da época e que participavam da diretoria da UNE poderiam dar mais esclarecimentos e realizarem uma análise mais profunda dos acontecimentos naqueles anos de chumbo da ditadura militar de 64.Postar novo Comentário