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A ofensiva diplomática do IrãEnviado por luisnassif, seg, 14/03/2011 - 06:58
Por JB Costa
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/ft1403201123.htm Dilma está mal informada a respeito do caso Sakineh CHEFE DE IMPRENSA DO GOVERNO DO IRÃ DIZ QUE HÁ "2.500 SAKINEHS NAS PRISÕES BRASILEIRAS" E NEGA A EXISTÊNCIA DE GAYS EM SEU PAÍS ELIANE CANTANHÊDE Chefe de Imprensa do governo do Irã e um dos principais conselheiros do presidente Mahmoud Ahmadinejad, Ali Akbar Javanfekr, 51, afirma que a presidente Dilma Rousseff está "mal informada" sobre a pena de apedrejamento para a iraniana Sakineh Ashtiani, acusada de adultério.
Folha - Há preocupação quanto a uma mudança de posição do governo brasileiro, sobretudo na área de direitos humanos, depois que a presidente Dilma se manifestou contrariamente ao apedrejamento de Sakineh? A presidente Dilma está mal informada? Independentemente do caso Sakineh, existe a pena de apedrejamento de mulheres, e a presidente Dilma se manifestou sobre isso. O Conselho de Direitos Humanos da ONU deve votar a designação de um relator especial para investigar abusos no Irã, e o Brasil tende a apoiar. Como isso seria encarado? E se acontecer? Qual o objetivo da sua vinda ao Brasil? Em que pé está a relação entre os dois países? O sr. concorda com Ahmadinejad, para quem o Holocausto é um mito? Existe farta evidência do massacre de judeus... Como está o programa nuclear iraniano hoje, depois do veto da ONU ao acordo mediado por Brasil e Turquia? O Irã pensa algum gesto adicional ao P5+1 para quebrar o impasse? Uma arma nuclear está descartada? Por que a ONU rejeitou o acordo para enriquecer urânio iraniano em um terceiro país? Que avaliação o Irã faz das revoltas árabes? O Irã e seu regime islâmico são exemplo para Egito, Tunísia e, eventualmente, Líbia? Não é contraditório o Irã apoiar movimentos árabes e não tolerar atos parecidos em sua casa? Esse era o discurso do Egito, é o da Líbia... Porque a oposição iraniana diz que é reprimida, sem direito de manifestação. A ONG Repórteres sem Fronteiras coloca o Irã como o quarto pior país do mundo para a imprensa, só à frente de Turcomenistão, Coreia do Norte e Eritreia. Quem? É verdade, como diz o presidente Ahmadinejad, que não há gays no Irã? É o único país do mundo que não tem gay? Se houver, há punições? A Aids é uma punição divina aos gays? Por que o cineasta iraniano Jafar Panahi foi preso e proibido de filmar?
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Comentários + votados
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Nilson Fernandes
14/03/2011 - 07:51
Gostei do porta voz do Ahmadinejadh. Deu respostas tudo na lata.
Mas dizer que no Irã não tem gay, ae ele forçou a barra !
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Antonio Carlos Silva - RJ
14/03/2011 - 08:14
Tudo bem, que o governo brasileiro condene violações do regime iraniano .
Mas que tal condenarmos TAMBÉM estas violações ?
Repressões desumanas de latrocidas contra crianças e mulheres...
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luka
14/03/2011 - 08:16
Como deve ser triste a vida dos gays por lá. Passar pela vida com medo pelo simples fato de gostar.
Alguém duvida que essa cúpula de governo é das mais mundanas?
Existe uma máxima que nunca...
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Tarkus
14/03/2011 - 08:46
Essa coisa de ficar cuidando do que acontece no Irã já deu no saco!
Faz parecer mesmo que todos esses fatos retratados acima são de menor importância do que os casos de fanatismo religioso ...
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gaúcho
14/03/2011 - 08:50
O Brasil não tem moral para criticar violações de direitos humanos em nenhum país, bem feito para a diplomacia brasileira.
Semana passada um sargento da PM matou com 3 tiros à queima roupa uma jovem...
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antonio francisco
14/03/2011 - 08:55
Há, sim, aquele ditado: Quem tem telhado de vidro não joga pedra no telhado do vizinho.
Vamos melhorar do lado de cá? Nos vendo melhores, quem sabe o mundo de lá não melhora também?
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vera lucia venturini
14/03/2011 - 11:00
Recentemente eu li uma reportagem na Revista Piauí em que um jornalista americano circula pelo Irã. E ele relata a existência de gays e inclusive de áreas de prostituição de homossexuais em Teerã....
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Calvin
14/03/2011 - 14:32
Se a idéia é relativizar, não vi fotos de fuzilamentos em Cuba....
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Alarcon
14/03/2011 - 17:32
'Por tudo que estudo e leio nas mais variadas e divergentes fontes (o que não é pouco, ainda que isso não me faça nenhum "ser divino iluminado conhecedor da verdade" visto eu, como todos,...
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Alarcon
14/03/2011 - 18:08
Concordo me gênero, número e grau.
Na inauguração da pedra fundamental da Ferrovia Oeste-Leste em Ilhéus, Bahia, em meio a uma manifestação do Greenpeace, um dos deputados (que salvo engano não era...
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Alarcon
14/03/2011 - 18:15
É que em sua maioria, tortura mais ainda, essas coisas acontecem em Guantánamo onde, apesar de ser território legítimo cubano, os jornalistas cubanos (nem de lugar nenhum) não têm acesso.
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Paulo Ribeiro
14/03/2011 - 11:35
De forma vil, o PIG tenta desqualificar o legitimamente eleito governo iraniano e sua tentativa de promover uma aproximação com o Brasil. A jornalista Tucantanhede lança mão dos mais baixos...
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sergior
14/03/2011 - 14:25
Iran and the Saudis' Countermove on BahrainMarch 14, 2011 | 1521 GMTRead more: Special Report: Iran and the Saudis' Countermove on Bahrain | STRATFOR http://www.stratfor.com/analysis/20110314-iran-...
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sergior
14/03/2011 - 14:30
Bahrain and the Battle Between Iran and Saudi Arabiahttp://www.stratfor.com/weekly/20110307-bahrain-and-battle-between-iran-and-saudi-arabiaRead more: Bahrain and the Battle Between Iran and Saudi...
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sergior
14/03/2011 - 14:31
Saudi Intervention in BahrainMarch 14, 2011 | 1051 GMThttp://www.stratfor.com/analysis/20110314-saudi-intervention-bahrain
Forces from Gulf Cooperation Council (GCC) countries will enter Bahrain to...
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Jaime Balbino
14/03/2011 - 09:20
Neste caso, a condenação da ONU deveria ser sobre toda Pena de Morte Institucionalizada, isto é, aquela aceita, regulamentada em lei e aplicada regularmente. Mas nunca veremos tal resolução aprovada...
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Jaime Balbino
14/03/2011 - 09:08
Acho ilusório achar que a Dilma vai cair no jogo de condenar somente o Irã, levando o Brasil a fazer o jogo das "condenações seletivas", bancadas por interesses políticos e negociações de balcão.
O...
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Augusto Soares
14/03/2011 - 09:41
Devemos sempre ter cuidado quanto a veracidade das perguntas/respostas publicadas pela FSP. Se o entrevistado realmente disse o que está escrito, tenho duas observações:
1. Em relação as relações...
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socram pb
14/03/2011 - 09:44
Encontrei poucas informações sobre a realidade iraniana aqui no Brasil. Há notícias distorcidas e falsas. Isso é preocupante.
Pois é ele acabou de descobrir o famoso PIG e foi entrevistado...
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Fernando Augusto Botelho - RJ
14/03/2011 - 10:09
Sou contra a pena de morte, adotada em alguns países, inclusive em alguns estados dos EUA, creio que na maioria, contudo as pessoas executadas nos EUA parecem não merecer a mesma consideração das...
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Gostei do porta voz do Ahmadinejadh. Deu respostas tudo na lata.
Mas dizer que no Irã não tem gay, ae ele forçou a barra !
Nilson Fernandes
Tudo bem, que o governo brasileiro condene violações do regime iraniano .
Mas que tal condenarmos TAMBÉM estas violações ?
Repressões desumanas de latrocidas contra crianças e mulheres na Cisjordânia
Torturas (e assassinatos)executadas por latrocidas invasores do Iraque
Torturas e assassinatos em Guantânamo
Desumanidades em prisões brasileiras
Violência da polícia brasileira
Se a idéia é relativizar, não vi fotos de fuzilamentos em Cuba....
É que em sua maioria, tortura mais ainda, essas coisas acontecem em Guantánamo onde, apesar de ser território legítimo cubano, os jornalistas cubanos (nem de lugar nenhum) não têm acesso.
Como deve ser triste a vida dos gays por lá. Passar pela vida com medo pelo simples fato de gostar.
Alguém duvida que essa cúpula de governo é das mais mundanas?
Existe uma máxima que nunca falha. Odiadores xiitas das ditas "perversidades" são os que mais se aproveitam delas.
Ódio de descobrir em sí algo sobre o qual tem a maior curiosidade.
Essa coisa de ficar cuidando do que acontece no Irã já deu no saco!
Faz parecer mesmo que todos esses fatos retratados acima são de menor importância do que os casos de fanatismo religioso iranianos.
Lá eles matam os seus assassinos à pedrada... Outros preferem usar choque elétrico e outros usam injeção de veneno...
Será que vamos tergiversar sobre tais preferências?
O assunto com os homossexuais é cultural e não político! Imagine se os iranianos ficassem criticando o Brasil por manter crianças em prisões, coadunar com prostituição infantil, tráfico de pessoas, de órgãos, de drogas, de armas, etc.
Cada nação têm lá as suas ignorâncias... O Brasil e os EUA não são exceção.
Neste caso, a condenação da ONU deveria ser sobre toda Pena de Morte Institucionalizada, isto é, aquela aceita, regulamentada em lei e aplicada regularmente. Mas nunca veremos tal resolução aprovada porque metade do Conselho de Segurança com poder de veto a pratica.
É mais fácil a ONU condenar a pena de morte "informal", praticada por alguns Estados, como o Brasil, e usar seus princípios seletivamente para o constrangimento político, como ocorre agora com o Irã.
Sobre a aceitação (ou ao menos a tolerância) ao homossexualismo, o Estado do Vaticano também deve afirmar não existir tal prática naquele pequeno país - e talvez até tenham razão, pois basta cruzar seus parcos limites e furnicar em Roma.
Mas há uma diferença fundamental entre este catolicismo e o Irã: o Vaticano debate o assunto e o estuda na tentativa de condená-lo. O Vaticano tolera o homossexualismo - até com crianças - sem impor condenações extremas. E num esforço enorme o Vaticano também teve que aceitar publicamente a realidade desta prática recorrente da pedofilia.
No Irã o debate e a tolerância ainda nem começou, pela fala deste diplomata.
O Brasil não tem moral para criticar violações de direitos humanos em nenhum país, bem feito para a diplomacia brasileira.
Semana passada um sargento da PM matou com 3 tiros à queima roupa uma jovem promessa do boxe brasileiro que tinha só 17 anos (detalhe importante: era negro e morava na periferia), o crime se deu na cidade de Osório, cerca de 100 km de Porto Alegre.
Motivo: nehum.
Há, sim, aquele ditado: Quem tem telhado de vidro não joga pedra no telhado do vizinho.
Vamos melhorar do lado de cá? Nos vendo melhores, quem sabe o mundo de lá não melhora também?
Perfeito!
Acho ilusório achar que a Dilma vai cair no jogo de condenar somente o Irã, levando o Brasil a fazer o jogo das "condenações seletivas", bancadas por interesses políticos e negociações de balcão.
O problema é que só perguntam a ela (e ao Brasil) sobre o Irã. Nenhum jornalista vai indagar qualquer presidente ou diplomata sobre Guantânamo ou, antes da crise árabe, sobre o Egito e Líbia. A pergunta sobre os direitos humanos de um país já embute uma condenação, seja qual for a resposta.
Dilma conseguiu "enfiar" Guantânamo na primeira resposta que deu sobre o tema no Irã. Achei ótimo e indica a permanência da política anterior e tradicional. Não aprovamos a condenação da ONU sobre apedrejamentos no Irã exatamente porque se negaram a incluir uma condenação geral a esta prática no Oriente Médio, inclusive na aliada Arábia Saudita, Kwait e no dominado Iraque.
Seguindo esta linha, também não devemos aprovar outra condenação exclusiva ao Irã sobre práticas generalizadas no mundo (como a pena de morte institucional, nos EUA, e "informal", no Brasil). A diferença agora é que sem silenciarmos sobre casos expecíficos e expondo a todos, como na primeira fala da Dilma sobre isso, talvez fique mais fácil propor novamente condenações globais a partir de casos específicos como o do Irã. Como quis o Itamaraty do Lula.
Agora, sobre a crítica do Repórteres sem Fronteiras ao Irã... Piada, né? Qual a liberdade de impçrensa que existe no Egito, Bahein, Arábia Saudita e Líbia? A diferença deles para o Irã é que aqueles são aliados dos EUA. Ditaduras aceitas sem crítica alguma.
Concordo me gênero, número e grau.
Na inauguração da pedra fundamental da Ferrovia Oeste-Leste em Ilhéus, Bahia, em meio a uma manifestação do Greenpeace, um dos deputados (que salvo engano não era do PT, PSB, PCdoB, ou sequer da base de apoio ao Governo seja no Brasil seja na Bahia, mas tão somente um deputado da região) indignado tomou o microfone e disse: "engraçado, não vi, ou pelo mnos não foi mostrado, vocês, seu barulho, suas lanchas, seu navios, protestando no Golfo do México à costa estadunidense diante da maior catástrofe ambiental do século..."
Tenha estado ou não o Greenpeace no Golfo do México, acho que está na hora de cada um cuidar bem direitinho do seu jardim antes de ficar apontando para os descuídos na grama alheia.
E quanto aos representantes brasileiros do Greenpeace (cuja "brasilidade" tende a ser levantada como contraargumento) que criem a Paz Verde ou qualquer coisa brasileira, dirigida por brasileiros, sob comando brasileiro (ainda que interaja, sem subordinações, com grupos estadunidenses, europeus ou de qualquer lugar), e párem de ser capangas de um Império qualquer, mesmo que seja de um "Império Anti-Império" talvez.
Devemos sempre ter cuidado quanto a veracidade das perguntas/respostas publicadas pela FSP. Se o entrevistado realmente disse o que está escrito, tenho duas observações:
1. Em relação as relações comerciais, é afirmado que 40% da carne comprada é procedente de São Paulo. As autoridades paulistas (em particular um ex-governador muito despreparado) parecem considerar o Irã um parceiro deveras interessante, embora sempre tenham manifestado forte contrariedade quanto as decisões políticas – portanto da soberania e auto-determinação – deste país, o qual potencialmente apresenta-se como uma promissora fronteira de negócios. Nossa solidariedade à superação das necessidades alimentares da grande nação persa, mas odiamos sua constituição ? Negócios são negócios ? Hipocrisia no ar.
2. Holocausto. Simplifiquemos. Contabilizemos as mortes no Mundo em conflito a partir o advento do nacional-socialismo na Alemanha (1933) até o desfecho do conflito (1945). Povos dizimados por continente. Levantamento dos escritos culturais basilares de cada um dos povos (caso não haja escrita, registros orais e iconográficos). Atendimento às necessidades geo-políticas de cada um dos povos: criam-se Estados Nacionais com fronteiras definidas pela ONU para cada um destes povos vítimas das atrocidades da guerra. Caso haja unanimidade na constatação de que houve perseguição exclusiva às comunidades obedientes à Lei de Moisés, configura-se o Holocausto da maneira como é maciçamente propagado pelos meios de comunicação. Ou constata-se, de uma vez por todas, que os fatos foram muito mais aterradores e é necessária uma reparação histórica muito mais abrangente.
Encontrei poucas informações sobre a realidade iraniana aqui no Brasil. Há notícias distorcidas e falsas. Isso é preocupante.
Pois é ele acabou de descobrir o famoso PIG e foi entrevistado pela Folha (!) e pela dona Cantanhêde (a que serve aos interesses). Justamente a Folha, o braço direito do PIG.
Essa velha midia brasileira distorce tudo.
• • •
Acho que a presidenta Dilma é um pouquinho mais esperta e não se informa apenas pelo PIG. Ela deve ter fontes mais fidedignas de informação.
Sou contra a pena de morte, adotada em alguns países, inclusive em alguns estados dos EUA, creio que na maioria, contudo as pessoas executadas nos EUA parecem não merecer a mesma consideração das executadas em outras partes do mundo.
O método de execução é uma questão menor, mesmo reconhecendo que o apedrejamento é aparentemente mais cruel que a injeção letal, por exemplo.
A escolha de qual o crime será punido com pena de morte, não digo que seja relevante, mas o importante mesmo é o fim da pena de morte no mundo. E defendo que a ONU não aceite mais a participação de países que a adotam, mesmo que sejam poderosos como os EUA e a China, que deveriam isto sim se adaptar a resolução.
A mídia insiste em afirmar que o crime de que Sakinehs foi condenada é adultério, quando o que parece é que foi homicídio, todavia eu não descarto a manipulação de julgamento que levou a condenação, e mesmo se ela for culpada, mantenho a minha posição de ser contra a pena de morte.
A manipulação da mídia é flagrante.
As restrições e a violência contra mulheres nos países islâmicos não esta restrita ao Irã, mas as mulheres de países como Arábia Saudita não merecem a mesma consideração da mídia, portanto a questão dos direitos humanos é só um pretexto para o imperialismo estadunidense, e nossa mídia serviçal.
Aplausos!
Recentemente eu li uma reportagem na Revista Piauí em que um jornalista americano circula pelo Irã. E ele relata a existência de gays e inclusive de áreas de prostituição de homossexuais em Teerã. Naturalmente que um representante de um governo teocrático não vai admitir a existência de homossexuais na sua sociedade.
Acaso aqui no Ocidente o homossexualismo é tratado com transparência pelas religiões?As religiões cristãs assumem a existência de homossexuais em suas irmandades? Tem padre gay? E pastor?
Quanto ao caso dos direitos humanos, a posição da presidenta Dima é equivocada. Crime é crime. E as mulheres não devem ser poupadas se cometem crimes. A pena de apedrejamento existente no Irã é que é brutal. Mas por apedrejamento morrem homens e mulheres. E esta pena não existe somente no Irã. O apedrejamento é legal no Irã, Arábia Saudita, Paquistão, Sudão, Iêmen, Emirados Árabes Unidos e em 12 estados de maioria muçulmana do norte da Nigéria.
O que me parece é que o governo iraniano tenta desesperadamente apoios internacionais para não ser invadido por interesse de americanos e israelenses. O resto é enganação. O presidente Lula estava certo em tentar desarmar esta farsa internacional. A presidenta Dilma só vai ser enganada se quiser. Sugiro um foro internacional para sugerir o fim da pena por apedrejamento em todos os paises, inclusive na Arábia Saudita, Iemem e Paquistão, países aliados dos americanos.
De forma vil, o PIG tenta desqualificar o legitimamente eleito governo iraniano e sua tentativa de promover uma aproximação com o Brasil. A jornalista Tucantanhede lança mão dos mais baixos artifícios, tentando emocionalmente atingir o público com argumentos inconsistentes, desrespeitando a soberania do Irã em questões que unicamente lhe dizem respeito. Se o Brasil é tolerante com a prática do homossexualismo, que inclusive é incentivado em programas da Rede Globo, não se pode exigir que o Irã faça o mesmo, uma vez que tal procedimento colide com os princípios da fé islâmica. Da mesma forma, não nos cabe questionar a forma de punição imposta à assassina Sakineh (sim, ela matou uma pessoa!!!). Talvez por desconhecimento, o diplomata iraniano aceitou conceder uma entevista para o PIG acreditando que a Folha de São Paulo é um veículo sério e isento. Como se vê, mais uma vez, a Folha não mede esforços para desconstruir o legado deixado pelo presidente Lula e busca de todas as formas minar o governo de Dilma Rousseff. Não podemos ficar calados!
Iran and the Saudis' Countermove on BahrainMarch 14, 2011 | 1521 GMT
Read more: Special Report: Iran and the Saudis' Countermove on Bahrain | STRATFOR
http://www.stratfor.com/analysis/20110314-iran-saudis-countermove-bahrain
By George Friedman
Saudi Arabia is leading a coalition force into Bahrain to help the government calm the unrest there. This move puts Iran in a difficult position, as Tehran had hoped to use the uprising in Bahrain to promote instability in the Persian Gulf region. Iran could refrain from acting and lose an opportunity to destabilize the region, or it could choose from several other options that do not seem particularly effective.
The Bahrain uprising consists of two parts, as all revolutions do. The first is genuine grievances by the majority Shiite population — the local issues and divisions. The second is the interests of foreign powers in Bahrain. It is not one or the other. It is both.
The Iranians clearly benefit from an uprising in Bahrain. It places the U.S. 5th Fleet’s basing in jeopardy, puts the United States in a difficult position and threatens the stability of other Persian Gulf Arab states. For the Iranians, the uprisings in North Africa and their spread to the Arabian Peninsula represent a golden opportunity for pursuing their long-standing interest (going back to the Shah and beyond) of dominating the Gulf.
The Iranians are accustomed to being able to use their covert capabilities to shape the political realities in countries. They did this effectively in Iraq and are doing it in Afghanistan. They regarded this as low risk and high reward. The Saudis, recognizing that this posed a fundamental risk to their regime and consulting with the Americans, have led a coalition force into Bahrain to halt the uprising and save the regime. Pressed by covert forces, they were forced into an overt action they were clearly reluctant to take.
We are now off the map, so to speak. The question is how the Iranians respond, and there is every reason to think that they do not know. They probably did not expect a direct military move by the Saudis, given that the Saudis prefer to act more quietly themselves. The Iranians wanted to destabilize without triggering a strong response, but they were sufficiently successful in using local issues that the Saudis felt they had no choice in the matter. It is Iran’s move.
If Iran simply does nothing, then the wave that has been moving in its favor might be stopped and reversed. They could lose a historic opportunity. At the same time, the door remains open in Iraq, and that is the main prize here. They might simply accept the reversal and pursue their main line. But even there things are murky. There are rumors in Washington that U.S. President Barack Obama has decided to slow down, halt or even reverse the withdrawal from Iraq. Rumors are merely rumors, but these make sense. Completing the withdrawal now would tilt the balance in Iraq to Iran, a strategic disaster.
Therefore, the Iranians are facing a counter-offensive that threatens the project they have been pursuing for years just when it appeared to be coming to fruition. Of course, it is just before a project succeeds that opposition mobilizes, so they should not be surprised that resistance has grown so strong. But surprised or not, they now have a strategic decision to make and not very long to make it.
They can up the ante by increasing resistance in Bahrain and forcing fighting on the ground. It is not clear that the Bahraini opposition is prepared to take that risk on behalf of Iran, but it is a potential option. They have the option of trying to increase unrest elsewhere in order to spread the Saudi and Gulf Cooperation Council forces, weakening their impact. It is not clear how much leverage the Iranians have in other countries. The Iranians could try to create problems in Saudi Arabia, but given the Saudis’ actions in Bahrain, this becomes more difficult.
Finally, they can attempt an overt intervention, either in Bahrain or elsewhere, such as Iraq or Afghanistan. A naval movement against Bahrain is not impossible, but if the U.S. Navy intervenes, which it likely would, it would be a disaster for the Iranians. Operations in Iraq or Afghanistan might be more fruitful. It is possible that Shiite insurgents will operate in Iraq, but that would guarantee a halt of the U.S. withdrawal without clearly increasing the Iranians’ advantage there. They want U.S. forces to leave, not give them a reason to stay.
There is then the indirect option, which is to trigger a war with Israel. The killings in the West Bank and Israeli concerns about Hezbollah might be some of Iran’s doing, with the emphasis on “might.” But it is not clear how a Hezbollah confrontation with Israel would help Iran’s position relative to Saudi Arabia in the Persian Gulf. It diverts attention, but the Saudis know the stakes and they will not be easily diverted.
The logic, therefore, is that Iran retreats and waits. But the Saudi move shifts the flow of events, and time is not on Iran’s side.
There is also the domestic Iranian political situation to consider. Iranian President Mahmoud Ahmadinejad has been strong in part because of his successful handling of foreign policy. The massive failure of a destabilization plan would give his political opponents the ammunition needed to weaken him domestically. We do not mean a democratic revolution in Iran, but his
enemies among the clergy who see him as a threat to their position, and hard-liners in the Islamic Revolutionary Guard Corps who want an even more aggressive stand.
Ahmadinejad finds himself in a difficult position. The Saudis have moved decisively. If he does nothing, his position can unravel and with it his domestic political strength. Yet none of the counters he might use seem effective or workable. In the end, his best option is to create a crisis in Iraq, forcing the United States to consider how deeply it wants to be drawn back into Iraq. He might find weakness there that he can translate into some sort of political deal.
At the moment we suspect the Iranians do not know how they will respond. The first issue will have to be determining whether they can create violent resistance to the Saudis in Bahrain, to both tie them down and increase the cost of occupation. It is simply unclear whether the Bahrainis are prepared to pay the price. The opposition does seem to want fundamental change in Bahrain, but it is not clear that they have reached the point where they are prepared to resist and die en masse.
That is undoubtedly what the Iranians are exploring now. If they find that this is not an option, then none of their other options are particularly good. All of them involve risk and difficulty. It also requires that Iran commit itself to confrontations that it has tried to avoid. It prefers cover action that is deniable to overt action that is not.
As we move into the evening, we expect the Iranians are in intense discussions of their next move. Domestic politics are affecting regional strategy, as would be the case in any country. But the clear roadmap the Iranians were working from has now collapsed. The Saudis have called their hand, and they are trying to find out if they have a real or a busted flush. They will have to act quickly before the Saudi action simply becomes a solid reality. But it is not clear what they can do quickly. For the moment, the Saudis have the upper hand. But the Iranians are clever and tenacious. There are no predictions possible. We doubt even the Iranians know what they will do.
Read more: Special Report: Iran and the Saudis' Countermove on Bahrain | STRATFOR
Bahrain and the Battle Between Iran and Saudi Arabiahttp://www.stratfor.com/weekly/20110307-bahrain-and-battle-between-iran-and-saudi-arabia
Read more: Bahrain and the Battle Between Iran and Saudi Arabia | STRATFOR
By George Friedman
The world’s attention is focused on Libya, which is now in a state of civil war with the winner far from clear. While crucial for the Libyan people and of some significance to the world’s oil markets, in our view, Libya is not the most important event in the Arab world at the moment. The demonstrations in Bahrain are, in my view, far more significant in their implications for the region and potentially for the world. To understand this, we must place it in a strategic context.
As STRATFOR has been saying for quite a while, a decisive moment is approaching, with the United States currently slated to withdraw the last of its forces from Iraq by the end of the year. Indeed, we are already at a point where the composition of the 50,000 troops remaining in Iraq has shifted from combat troops to training and support personnel. As it stands now, even these will all be gone by Dec. 31, 2011, provided the United States does not negotiate an extended stay. Iraq still does not have a stable government. It also does not have a military and security apparatus able to enforce the will of the government (which is hardly of one mind on anything) on the country, much less defend the country from outside forces.
Filling the Vacuum in Iraq
The decision to withdraw creates a vacuum in Iraq, and the question of the wisdom of the original invasion is at this point moot. The Iranians previously have made clear that they intend to fill this vacuum with their own influence; doing so makes perfect sense from their point of view. Iran and Iraq fought a long and brutal war in the 1980s. With the collapse of the Soviet Union, Iran is now secure on all fronts save the western. Tehran’s primary national security imperative now is to prevent a strong government from emerging in Baghdad, and more important, a significant military force from emerging there. Iran never wants to fight another war with Iraq, making keeping Iraq permanently weak and fragmented in Tehran’s interest. The U.S. withdrawal from Iraq sets the stage for Iran to pursue this goal, profoundly changing the regional dynamic.
Iran has another, more challenging strategic interest, one it has had since Biblical times. That goal is to be the dominant power in the Persian Gulf.
For Tehran, this is both reasonable and attainable. Iran has the largest and most ideologically committed military of any state in the Persian Gulf region. Despite the apparent technological sophistication of the Gulf states’ militaries, they are shells. Iran’s is not. In addition to being the leading military force in the Persian Gulf, Iran has 75 million people, giving it a larger population than all other Persian Gulf states combined.
Outside powers have prevented Iran from dominating the region since the fall of the Ottoman Empire, first the United Kingdom and then the United States, which consistently have supported the countries of the Arabian Peninsula. It was in the outsiders’ interests to maintain a divided region, and therefore in their interests to block the most powerful country in the region from dominating even when the outsiders were allied with Iran.
With the U.S. withdrawal from Iraq, this strategy is being abandoned in the sense that the force needed to contain Iran is being withdrawn. The forces left in Kuwait and U.S air power might be able to limit a conventional Iranian attack. Still, the U.S. withdrawal leaves the Iranians with the most powerful military force in the region regardless of whether they acquire nuclear weapons. Indeed, in my view, the nuclear issue largely has been an Iranian diversion from the more fundamental issue, namely, the regional balance after the departure of the United States. By focusing on the nuclear issue, these other issues appeared subsidiary and have been largely ignored.
The U.S. withdrawal does not mean that the United States is powerless against Iran. It has been reconstituting a pre-positioned heavy brigade combat team set in Kuwait and has substantial air and naval assets in the region. It also can bring more forces back to the region if Iran is aggressive. But it takes at least several months for the United States to bring multidivisional forces into a theater and requires the kind of political will that will be severely lacking in the United States in the years ahead. It is not clear that the forces available on the ground could stop a determined Iranian thrust. In any case, Iraq will be free of American troops, allowing Iran to operate much more freely there.
And Iran does not need to change the balance of power in the region through the overt exercise of military force. Its covert capability, unchecked by American force, is significant. It can covertly support pro-Iranian forces in the region, destabilizing existing regimes. With the psychology of the Arab masses changing, as they are no longer afraid to challenge their rulers, Iran will enjoy an enhanced capacity to cause instability.
As important, the U.S. withdrawal will cause a profound shift in psychological perceptions of power in the region. Recognition of Iran’s relative power based on ground realities will force a very different political perception of Iran, and a desire to accommodate Tehran. The Iranians, who understand the weakness of their military’s logistics and air power, are pursuing a strategy of indirect approach. They are laying the foundation for power based on a perception of greater Iranian power and declining American and Saudi power.
Bahrain, the Test Case
Bahrain is the perfect example and test case. An island off the coast of Saudi Arabia, Bahrain and Saudi Arabia are linked by a causeway. For most purposes, Bahrain is part of Saudi Arabia. Unlike Saudi Arabia, it is not a major oil producer, but it is a banking center. It is also the home of the U.S. 5th Fleet, and has close ties to the United States. The majority of its population is Shia, but its government is Sunni and heavily linked to Saudi Arabia. The Shiite population has not fared as well economically as Shia in other countries in the region, and tensions between the government and the public have long existed.
The toppling of the government of Bahrain by a Shiite movement would potentially embolden Shia in Saudi Arabia, who live primarily in the oil-rich northeast near Bahrain. It also would weaken the U.S. military posture in the region. And it would demonstrate Iranian power.
If the Saudis intervened in Bahrain, the Iranians would have grounds to justify their own intervention, covert or overt. Iran might also use any violent Bahraini government suppression of demonstrators to justify more open intervention. In the meantime, the United States, which has about 1,500 military personnel plus embassy staff on the ground in Bahrain, would face the choice of reinforcing or pulling its troops out.
Certainly, there are internal processes under way in Bahrain that have nothing to do with Iran or foreign issues. But just as the internal dynamic of revolutions affects the international scene, the international scene affects the internal dynamic; observing just one of the two is not sufficient to understand what is going on.
The Iranians clearly have an interest in overthrowing the Bahraini regime. While the degree to which the Iranians are involved in the Bahraini unrest is unclear, they clearly have a great deal of influence over a cleric, Hassan Mushaima, who recently returned to Bahrain from London to participate in the protests. That said, the Bahraini government itself could be using the unrest to achieve its own political goals, much as the Egyptian military used the Egyptian uprising. Like all revolutions, events in Bahrain are enormously complex — and in Bahrain’s case, the stakes are extremely high.
Unlike Libya, where the effects are primarily internal, the events in Bahrain clearly involve Saudi, Iranian and U.S. interests. Bahrain is also the point where the Iranians have their best chance, since it is both the most heavily Shiite nation and one where the Shiites have the most grievances. But the Iranians have other targets, which might be defined as any area adjoining Saudi Arabia with a substantial Shiite population and with American bases. This would include Oman, which the United States uses as a support facility; Qatar, headquarters of U.S. Central Command and home to Al Udeid Air Base; and Kuwait, the key logistical hub for Iraqi operations and with major army support, storage and port facilities. All three have experienced or are experiencing demonstrations. Logically, these are Iran’s first targets.
The largest target of all is, of course, Saudi Arabia. That is the heart of the Arabian Peninsula, and its destabilization would change the regional balance of power and the way the world works. Iran has never made a secret of its animosity toward Saudi Arabia, nor vice versa. Saudi Arabia could now be in a vise. There is massive instability in Yemen with potential to spill over into Saudi Arabia’s southern Ismaili-concentrated areas. The situation in Iraq is moving in the Iranians’ favor. Successful regime changes in even one or two of the countries on the littoral of the Persian Gulf could generate massive internal fears regardless of what the Saudi Shia did and could lead to dissension in the royal family. It is not surprising, therefore, that the Saudis are moving aggressively against any sign of unrest among the Shia, arresting dozens who have indicated dissent. The Saudis clearly are uneasy in the extreme.
Iran’s Powerful Position
The Iranians would be delighted to cause regime change throughout the region, but that is not likely to occur, at least not everywhere in the region. They would be equally happy simply to cause massive instability in the region, however. With the United States withdrawing from Iraq, the Saudis represent the major supporter of Iraq’s Sunnis. With the Saudis diverted, this would ease the way for Iranian influence in Iraq. At that point, there would be three options: Turkey intervening broadly, something it is not eager to do; the United States reversing course and surging troops into the region to support tottering regimes, something for which there is no political appetite in the United States; and the United States accepting the changed regional balance of power.
Two processes are under way. The first is that Iran will be the single outside power with the most influence in Iraq, not unlimited and not unchallenged, but certainly the greatest. The second is that as the United States withdraws, Iran will be in a position to pursue its interests more decisively. Those interests divide into three parts:
The events in the Persian Gulf are quite different from the events in North Africa, with much broader implications. Bahrain is the focal point of a struggle between Saudi Arabia and Iran for control of the western littoral of the Persian Gulf. If Iran is unable to capitalize on events in Bahrain, the place most favorable to it, the moment will pass. If Bahrain’s government falls, the door is opened to further actions. Whether Iran caused the rising in the first place is unclear and unimportant; it is certainly involved now, as are the Saudis.
The Iranians are in a powerful position whatever happens given the U.S. withdrawal from Iraq. Combine this with a series of regime changes, or simply destabilization on the border of Saudi Arabia, and two things happen. First, the Saudi regime would be in trouble and would have to negotiate some agreement with the Iranians — and not an agreement the Saudis would like. Second, the U.S. basing position in the Persian Gulf would massively destabilize, making U.S. intervention in the region even more difficult.
The problem created by the U.S. leaving Iraq without having been able to install a strong, pro-American government remains the core issue. The instability in the Persian Gulf allows the Iranians a low-risk, high-reward parallel strategy that, if it works, could unhinge the balance of power in the entire region. The threat of an uprising in Iran appears minimal, with the Iranian government having no real difficulty crushing resistance. The resistance on the western shore of the Persian Gulf may be crushed or dissolved as well, in which case Iran would still retain its advantageous position in Iraq. But if the perfect storm presents itself, with Iran increasing its influence in Iraq and massive destabilization on the Arabian Peninsula, then the United States will face some extraordinarily difficult and dangerous choices, beginning with the question of how to resist Iran while keeping the price of oil manageable.
Read more: Bahrain and the Battle Between Iran and Saudi Arabia | STRATFOR
Por tudo que estudo e leio nas mais variadas e divergentes fontes (e que não é pouco, ainda que isso não me faça nenhum "ser divino iluminado conhecedor da verdade" visto eu, como todos, estar sujeito a equívocos no ato de pesquisa ou a erros de interpretação) sou levado consciente e convictamente a enxergar:
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a) de um lado o(a) entrevistador(a), e seu tom capcioso, desinformador, buscando a "respota presumida pela indução", preconceituoso e deformador;
b) do outro o entrevistado que (exceto no que tange à homofobia , o que não é pouco, no que o entrevistado demonstra uma menos abertamente brutal mas não menos hedionda visão comungada por grande parte dos nossos líderes religiosos brasileiros cristãos e criminosos neste ponto), se mostrou lúcido, honesto, transparente e absolutamente CORRETO - e totalmente lastreado por fatos inegáveis (ainda que fatos mantidos sob a penumbra da mídia, governos e "(de)formadores de opinião" ocidentais) - em quase todas as suas respostas.
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01) A QUESTÃO DA HOMOFOBIA (não o homossexualismo mas, ao contrário, sua condenação e perseguição), como a islamofobia, o antissemitismo, o racismo (contra quaisquer raças), o preconceito de classe ou gênero, ou quaisquer institucionalizações e impunidades frente a quaisquer preconceitos ou “fobias” contra grupos de pessoas pelo que são ou contra suas opções de foro íntimo, se configura e representará sempre uma aberração seja no Irã, seja em religiões cristãs ou quaisquer outras, seja nos Estados Unidos, seja no Brasil ou em toda e qualquer instituição, em todo grupo perpetrador de tal crime, ou em qualquer lugar.
Estando a homofobia e o racismo entre as mais evidentes e brutais ideologias criminosas, todas irmãs gêmeas univitelinas e retroalimentadoras, dentre as demais, como todo preconceito odioso, todas doenças, demência em grupo, patologias ou sociopatias, asquerosas e imperdoáveis.
Tal condenação e perseguição é uma aberração a macular o Islã, como o é não menos em QUASE TODAS as principais religiões monoteístas, e em TODAS as nações legal e/ou oficialmente fomentadoras do preconceito, quaisquer preconceitos.
No caso da República Islâmica do Irã o assunto ganha por um lado mais força e por outro uma maior visibilidade e, por conseguinte, uma imensamente maior viabilidade para o diálogo por haver a institucionalidade de um Poder Teocrático muito forte - entre os outros poderes - e por ser a legislação islâmica oficial e institucional, convivendo paralelamente com o Direito secular.
Precisamos combater essa realidade - o que não vem sendo feito sob nenhuma hipótese - como o mais relevante, secundado pelo combate contra o preconceito de gênero, e urgente combate na minha opinião – sendo, entretanto, sempre tratado como secundário e nunca trazido para o centro do debate em benefício de outros temas menores e na sua maioria simplesmente mentirosos, moralmente relativistas, e moralmente seletivos.
O preço da “briga” é alto.
Mas seja o quão mais alto seja, será sempre infinitamente inferior ao valor da causa.
Quanto à República Islâmica, cabe - quase que tão somente neste caso - cabe, sim, uma articulação global - o que não significa sanções (outra aberração baseada descaradamente na falsidade ideológica e encobrindo invariavelmente diversos interesses escusos), que só vitimizam povos e fortalecem regimes - para a pressão e condenação mais veementes não somente contra o Irã mas também em relação a todas as demais nações com governos seculares ou não, sociedades islâmicas ou não, onde a lei ou a tradição ou costumes, islâmicos ou não, vigorem num modelo qualquer que fomente qualquer tipo de preconceito.
Tal articulação e pressão inclui certamente a República Islâmica do Irã e não menos, e não menos certamente, dentre outros, por exemplo, o Estado do Vaticano.
E inclui a nós mesmos, o Brasil.
Tal ação e pressão não terão a menor legitimidade enquanto não abrangentes o suficiente para pressionar outros países como, por exemplo, a Cidade Estado do Vaticano - que precisamos lembrar tratar-se de um Estado também - com seu imenso poder de formação de opinião em outros Estados Nacionais e - salvo engano, corrijam-me se estiver equivocado - e que ainda recebe e sobrevive pelo menos em parte de gordas "contribuições" legais em forma até de taxas e impostos pagas por outros países desde o Tratado de Latrão, o que por si só abriria uma imensa avenida para a condenação e pressão ainda mais fortes contra muitas de suas posições criminosas medievais e hediondas, do Estado do Vaticano.
Para a legitimidade de tais pressões, também se faz necessário o combate interno (legislação rígida redundando em pena máxima e cadeia para os criminosos) à ação não menos criminosa, seja por atos ou discurso, de líderes religiosos, políticos, figuras de expressão pública, ou anônimos, e instituições da sociedade civil que pregam impunemente e exacerbam e alimentam igualmente a difusão de inúmeros abjetos preconceitos.
Cabe condenar tais posturas seja no Irã, seja contra as mensagens amplamente difundidas pela Cidade Estado do Vaticano, seja em estados estadunidenses (onde tenho a impressão, salvo engano mais uma vez, por carecer de pesquisa para confirmar ou não a hipótese, ainda restam em alguns poucos estados a discriminação legal oficializada), algumas nações européias (caso, entre outros, da xenofobia proclamada aos quatro ventos) seja em outros países não-islâmicos, seja internamente, no Brasil, e empreender o combate firme e somente assim honesto contra todos, sem exceção ou liberalidades, todos os difusores em alto e mau tom do preconceito.
Vejo, como disse Dr. Martin Luther King Jr, "a justiça como indivisível...", "...e a injustiça em qualquer parte afeta a justiça no mundo todo".
Nos cabe, portanto, abandonar o relativismo moral e a condenação seletiva e partirmos para um único e firme combate honesto que, por honesto, é a única alternativa eficaz que pode gerar frutos também reais.
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Saudi Intervention in Bahrain
March 14, 2011 | 1051 GMT
http://www.stratfor.com/analysis/20110314-saudi-intervention-bahrain
Forces from Gulf Cooperation Council (GCC) countries will enter Bahrain to help the Bahraini regime quell unrest, according to a number of media reports, including by Bahrain’s Alyam newspaper, known for its close links with the ruling al-Khalifa family. The reports come one day after clashes occurred between Shiite protesters and police in the capital, Manama. Meanwhile, Bahraini state media reported that the Independent Bloc (a parliamentary bloc of the Bahraini parliament) asked Bahraini King Hamad bin Isa al-Khalifa to enforce martial law to contain the unrest.
These reports suggest that foreign intervention in Bahrain, or at least the possibility that the Bahraini military is taking over the security reins, is imminent. Such a move would mean the regime is getting increasingly concerned with Shiite unrest, which does not appear to be subsiding despite calls for dialogue from Bahraini Crown Prince Sheikh Salman bin Hamad al-Khalifa.
Troops from the United Arab Emirates are reportedly expected to arrive March 14. Al Arabiya reported that Saudi forces have already entered Bahrain, but these claims have yet to be officially confirmed by the Bahraini regime. The only announcement thus far has come from Nabil al-Hamar, the former information minister and adviser to the royal family, who wrote on Twitter that the Arab forces arrived in Bahrain. An unnamed Saudi official also said March 14 that more than 1,000 Saudi troops from the GCC’s Peninsula Shield Force entered Bahrain late March 13, AFP reported.
The ongoing tensions are exacerbated by the split between Bahrain’s Shiite movement, which became clearer during protests on March 11. The more hard-line faction of the Shiite movement, led by the Wafa and Haq blocs, has been increasing the unrest on the streets in the hopes of stalling the talks between the Shiite Al Wefaq-led coalition’s negotiations with the regime. Military intervention by the GCC countries would mean the situation is increasingly untenable for the regime. The paradox the Bahraini regime faces is that it cannot contain the unrest while trying to kick off talks with Al Wefaq. Al Wefaq finds itself in a difficult position, since it risks losing ground against hard-liners if it appears too close to the regime while Shiite protesters are beaten by the police.
The Bahraini regime has used the military option before. On Feb. 17, the military deployed immediately after a police crackdown in Manama’s Pearl Square and was able to calm down the situation for a while by encircling the area with tanks. If Bahrain indeed has requested Saudi intervention this time, the implication is that the Bahraini military is not confident in its ability to contain the unrest now. Riyadh’s decision to send forces to Manama could be taken for this reason, since wider spread of Shiite unrest from Bahrain to Saudi Arabia would aggravate the already existing protests among Saudi Arabia’s own Shiite population. Saudi military intervention in Bahrain is also not unprecedented; Saudi Arabia sent troops to Bahrain in 1994 when Riyadh determined that Shiite unrest threatened the al-Khalifa regime.
The regional implications of the unrest in Bahrain were underscored when U.S. Defense Secretary Robert Gates visited Manama on March 12 and urged the Bahraini regime to implement bold reforms. Gates said Iranian interference would become a greater possibility if Bahrain fails to do so. While Bahrain and Saudi Arabia seem to be coordinating to avoid that possibility, it is not without risks. Leader of the hard-line Haq movement Hassan Mushaima, who is believed to be increasing the Shiite unrest in Bahrain with Iranian support, said Feb. 28 that Saudi intervention in Bahrain would give Iran the same right to intervene as well. A scenario of regional Sunni Arab forces cracking down on Shia would apply pressure on Iran to respond more overtly, but its military ability is limited and it is a very risky option given the U.S. 5th Fleet is stationed in Bahrain. As of this writing, there is no sign that the Iranian military is taking steps toward that end, however, the situation on the ground could escalate if Shia in Bahrain ramp-up demonstrations.
Read more: Saudi Intervention in Bahrain | STRATFOR
'Por tudo que estudo e leio nas mais variadas e divergentes fontes (o que não é pouco, ainda que isso não me faça nenhum "ser divino iluminado conhecedor da verdade" visto eu, como todos, estar sujeito a erros de pesquisa ou interpretação) me levam a enxergar:
a) de um lado, o tom capcioso, desinformador, preconceituoso e deformador do(a) entrevistador(a);
b) e do outro (exceto no que tange à homofobia no que o entrevistado demonstra uma menos brutal mas não menos hedionda visão comungada por grande parte dos nossos líderes religiosos brasileiros cristãos e criminosos neste ponto), o entrevistador se mostrou lúcido, honesto, transparente e absolutamente CORRETO em quase todas as suas respostas.'
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02) A RELIGIÃO BAHA'I em defesa da qual NUNCA ouvi nenhuma voz se levantar – ao contrário do quando se trata das incontáveis peças de ficção ou exagero gritante incansável e diuturnamente levantadas – se configura (junto com a questão de gênero e a questão do homossexualismo) na única realidade de fato talvez que justifique uma ação mais firme de pressão pelo diálogo entre nações.
A(O) entrevistador(a) não cita a causa Baha'i, a mídia ignora ou subestima as privações Baha'i, e fica claro mais uma vez não haver o mínimo interesse “humanitário” ou “democrático” em tais interpelações, mas tão somente a insistente defesa – consciente ou não – de estereótipos produzidos em defesa dos mais criminosos e irresponsáveis interesses eco geopolíticos de alguns muito poucos.
É característica comum, e histórica, a quase todos os povos, instituições e estados islâmicos, a tolerância religiosa.
Tolerância esta certamente muito longe do ideal, configurando-se (salvo erro de conhecimento ou avaliação) como parcial e relativa – e portanto também discutível -, quando as demais religiões apesar de mesmo quando dotadas de liberdade de expressão e culto, estão submetidas a uma legislação oficial impregnada quando não regida plenamente por princípios religiosos de uma única religião que não as dos indivíduos que professam as outras religiões.
Como já disse em outros textos, um dos meus melhores amigos judeus vive em Teheran e nos comunicamos com esparsa, por espontânea, mas continuada frequência (cerca de duas a cinco vezes por semestre, aproximadamente).
A comunidade judaica – como outras minorias não só religiosas - têm, cito como exemplo, cotas fixas e compulsórias de cadeiras no Parlamento em percentual muito superior ao seu contingente humano em relação ao conjunto da população.
A tolerância se dá pelo menos com as chamadas “Religiões do(s) Livro(s)” (que narram, desde Abraão, e antes dele, até o Profeta Maomé, a história, acontecida e/ou profetizada, por “iluminação divina”), o que não menos me indigna, seja quanto ao Islã seja quanto ao próprio Cristianismo, por acabarem por excluir as demais religiões ou “não-religiões”, nas suas infinitas formas e matizes, sejam as não monoteístas seja o próprio ateísmo, todos merecedores do mesmo repeito e da não menos que total liberdade.
Não tenho notícias de contingentes não monoteístas significativos vivendo no Irã (corrijo aqui desde já meu erro: todo contingente humano por numericamente pequeno que seja deve ser tratado como tão significativo quanto o conjunto amplo da sociedade de que é, deseje-se ou não, parte) o que, entretanto, mesmo que em número minimamente reduzido, deva por certo existir.
Longe de excluir, a visão islâmica incorpora, pelo menos em parte, as escrituras judaicas e cristãs tendo, apenas e enfim, o Profeta Maomé como Profeta Maior, “selo” dos demais profetas.
No caso da religião Baha'i (acredito que o mesmo deva acontecer com o Zoroastrismo), entretanto, me parece clara a perseguição e acredito a mesma ter causas muito mais político-estratégico-religiosas do que puramente religiosas.
Acontece que a belíssima (cujo mais forte princípio está na busca pela união de todos os povos e raças da Terra, numa unidade de todas as religiões, raças, etnias e nacionalidades constituintes todos de uma única família humana) religião Baha'i (bem como o Zoroastrismo) tem sua origem e raízes no próprio país, configurando aos olhos das autoridades islâmicas uma “ameaça” pelo seu potencial de atração e conversão de grandes grupos humanos, principalmente no interior do país onde os Baha'i, me parece, têm um grande poder (vivo e atuante, ou latente e potencial) de penetração, além de lhes ser habitual senão essencial o desenvolvimento de práticas sociais de inclusão e educação, o que os faria ainda mais atrativos.
São quase 400 mil Baha'i no Irã (largamente a maior minoria religiosa – e a mais senão única perseguida no país - maior em número que a soma de cristãos, judeus, zoroastristas, sufis e outras religiões), quase 70 mil no Brasil e entre 6 e 7 milhões no mundo.
E que existisse tão somente um único solitário Baha'i no Irã ou em qualquer parte mais isolada do planeta.
A liberdade de um representa sozinha a liberdade de mais de 6 bilhões de humanos.
E o desdém quanto à violação da liberdade de um indivíduo configura-se em precedente e prescreve e autoriza a violação da liberdade dos outros quase 7 bilhões de humanos.
É preciso, portanto, defender a minoria Baha'i do Irã no bojo da defesa conjunta de todas as minorias (ou perseguidos em qualquer número ou por quaisquer motivos) em qualquer rincão desta nave que nos carrega e 'engloba' a todos.
Inclusive das “minorias” brasileiras que em muitos absurdos casos são, em verdade, a maioria.
Destaco aqui o constante estupro e violação incessantes impetrados contra o (sacrossanto e essencial em nossa formação como povo) Candomblé da Bahia – e provavelmente do Brasil.
Outrossim, uma visão não pode anular a outra nem nos levar à impassividade ou inação.
Um crime não justifica o outro.
E o silêncio (conivente, cúmplice ou simplesmente omisso) diante de todo crime é criminoso também.
È preciso combater a discriminação contra cada minoria (ou maioria) em cada lugar e contra todas as minorias em conjunto no conjunto do planeta.
“Tudo ao mesmo tempo agora”.
Longe de opção, tal concepção é imperativa.
E tal combate amplo, ao contrário do que se possa levantar como argumentos diversionistas, não enfraquece garantindo, sim, na direção oposta, um grande fortalecimento da causa e da ação seja em geral seja na luta específica localizada.
Como mui sabiamente posto acima por muitos dos nobres colegas debatedores, tão imperdoável quanto a perseguição – raciocínio que transponho e aplico ao caso específico que cito e incluo na lista (caso ocorra conforme as numerosas e, acredito, qualificadas informações a que tive acesso) -, tão inaceitável quanto a perseguição contra os Baha'i é a perseguição seletiva e aumentada, preferencial e preferida contra a República Islâmica do Irã.
Cabe-nos, sim, conclamar o Irã e a todos os países e povos do mundo, através das instituições multilaterais (contribuindo e “forçando” inclusive para transformar estas organizações em multilaterais de fato e direito, o que nunca foram e ainda estão muito longe de ser), para assinarem e respeitarem um pacto global (mais um que seja, reprise que seja) contra a perseguição religiosa, política ou étnica (podemos dividir o pacto em partes para viabilizá-las uma a uma ainda que parcialmente).
A República Islâmica do Irã vem se mostrando e demonstrando historicamente muito mais aberta à assinatura e cumprimento (não totalmente como ademais todos os outros governos, com raríssimas exceções) de convenções e compromissos que algum dos “santos intocáveis” do mundo a exemplo de Estados Unidos da América e Israel os quais, estes últimos, não somente não cumprem reiteradas vezes o que assinam como também se esquivam em assinar muitas decisões defendidas pelo Conjunto das Nações (a expressão Com'US'nidade Internacional foi e está obviamente corrompida e, por tal, me recuso em usá-la) para criar uma ilusória defesa para seus atos mais brutais baseada numa pseudo retórica falseada, sínica, hipócrita, criminosa e, em grande parte das ocorrências, assassinas na escala do genocídio.
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Mas continuo defendendo que há um equívoco de priorização sempre que tratamos de assuntos referentes a Irã, Venezuela, Cuba e outros "desobedientes".
A China, talvez o maior "desobediente" de todos, tem sua "desobediência" relevada graças a seu poder populacional, econômico e militar. Que bom que pelo menos um dos "desobedientes" seja devidamente respeitado (não obstante alguns momentos de exceção) em sua legítima soberania, independência e direito à autodeterminação.
O equívoco de priorização está, ainda que devamos cuidar de tudo simultâneamente, em sempre darmos mais atenção a "gripes e resfriados" que ao "câncer maior" (O Imperialismo Civilizador) e sua não menos maior "maior metástase" (a pseudopolítica externa de metasegurança paranacional dos Estados Unidos da América) histórica e comprovadamente as maiores ameaças às democracias, aos direitos humanos, às liberdades individuais e coletivas, à difusão ampla e irrestrita e verossímil da informação e do conhecimento e, finalmente, à paz entre comunidades, grupos humanos reunidos sob quaisquer motivações, à paz entre indivíduos, comunidades, povos e nações.
Ontem, hoje, agora enquanto escrevo, amanhã e sempre.
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Axé
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Nég mawon pap jamn krase
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umuntu ngumuntu ngabantu
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We Are The World. We Have The Mouses.
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¡Hasta La Vitoria Siempre!
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Viva o Brasil! Viva Nós!
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“Eu, da Raça dos Descobridores, não aceito menos do que seja descobrir um Novo Mundo” - [Álvaro 'Fernando Pessoa' de Campos]
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