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A mudança de foco na educaçãoEnviado por luisnassif, qua, 26/10/2011 - 15:33
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Comentários + votados
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CarolZ
26/10/2011 - 15:53
Hoje está pior que 2009.
Os alunos e pais de alunos esmurram o professor. Nota é o que menos importa. Todos os alunos conhecem o sistema. E ai se o prof quiser explicar... ai se o prof pedir para...
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Jose de Almeida Bispo
26/10/2011 - 17:00
Não, o segundo... está errado. Educar é oprimir, violentar a natureza rude, primitiva, animalesca que vem na embalagem humana quando nascemos. Logo, como tudo para dar certo, tem que ser feito com...
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sergior
26/10/2011 - 17:07
Ao lado dos pais, na figura da direita, estão uma pedagoga e um promotor da vara em defesa da criança e do adolescente, dizendo que os métodos estão errados e a que a criança tem direito à aprovação...
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Paulo Cardoso
26/10/2011 - 17:11
Não dá para levar a educação a sério no Brasil com um ministro como Haddad.
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José Areias
26/10/2011 - 17:43
Hoje dia 26 de outubro é dia de paralisação nacional dos professores da rede pública da maioria dos estados da federeção. Muitos governadores e prefeitos não cumprem a Lei do Piso Salarial Nacional....
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Guilherme Souto
26/10/2011 - 17:49
O que irrita é constatar que o modelo é defendido por pessoas que foram educadas com a possibilidade de alguma contrapartida.
Tudo pode, o tempo passa, a vida real chega e, como não podemos...
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Elder
26/10/2011 - 17:54
na imagem da direita, eu trocaria os pais por representantes do estado, afinal quem esta ditando a forma como as crianças devem ser tratadas pelos pais é o estatuto da criança e do adolescente.
tenho...
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José H C Fonseca
26/10/2011 - 18:08
... de empurrar a responsabilidade para as costas largas do Estado.
Seu filho é um vagabundo sociopata? Culpa do Estado!
Seu filho saiu da balada bebâdo e se arrebentou num poste? Culpa do Estado!...
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Válber Almeida
26/10/2011 - 20:03
Bispo, concordo com a sua posição, o próprio Freud, um dos gurus da pedagogia progressista, no Mau estar na Civilização, é quem reconhece a necessidade de oprimir a natureza primeira e os instintos...
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Ivan Maia
26/10/2011 - 21:02
Interessante essa imagem. Com quase 1 ano morando em Brasilia, minha esposa se empregou numa das escolas mais tradicionais daqui como professora de música. De imediato sentiu a diferença para...
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Elvys Pina
26/10/2011 - 21:04
Gritante exemplo de inversão de valores. A segunda situação (2009) fica mais evidente em escolas particulares. Presenciei cena semelhante em reunião de pais, que não se conformavam com o fato de seus...
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Emilio GF
26/10/2011 - 22:25
Educação média é responsabilidade dos estados.
Educação fundamental é compartilhada por estados e municípios.
Vá reclamar com so governadores e prefeitos.
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Marcelo Sobral
26/10/2011 - 18:17
Nassif, esse tipo de post que você coloca é provocação, não ? Pois com ele aflora o DNA autoritário brasileiro.
Quem acha que bater nos filhos é necessário: com isso eles aprendem que ao invés de...
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Sergio Saraiva
26/10/2011 - 19:19
A educação é um investimento que a sociedade faz em conjunto para formar um cidadão em criação.
Logo essa sociedade tem o direito e o dever de cobrar do sistema educacional, da família e do próprio...
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E o salário ó.
Hoje está pior que 2009.
Os alunos e pais de alunos esmurram o professor. Nota é o que menos importa. Todos os alunos conhecem o sistema. E ai se o prof quiser explicar... ai se o prof pedir para guardar o celular... Violência gratuita diariamente.
É a educação protecionista do Eca. Nenhuma correção, nenhuma punição, escolas reféns, alunos nivelados por baixo.
É uma geração perdida.
Dois extremos... ambos errados...
Não, o segundo... está errado. Educar é oprimir, violentar a natureza rude, primitiva, animalesca que vem na embalagem humana quando nascemos. Logo, como tudo para dar certo, tem que ser feito com amor; mas, sem absolutamente nenhum descuido com a manutenção da ordem; a imposição. Não pode ser diferente. A forma de condução é o que importa; porém, o caráter impositivo sempre será obrigatório, um mínimo que seja.
Houve um tempo em que professor era substituto de pai, que não era um mero provedor bonzinho, desses que entrega uma Hillux na mão do pirralho de 16 anos; e a professora era a substituta da mãe, dessas que não são meras chocadeiras. Quando pais, professores, pastores ou padres... todos eram responsáveis, os números da criminalidade estavam lá embaixo. Mesmo entre famílias desarranjadas.
Nem um, nem outro. Nunca fui um bom aluno, passava ali, ali. Mas sem roubar, agredir cheguei a ser alguém na vida. Meu pai nunca cobrou nada de mim e nem dos professores. Os pais e a escola devem é dar amor e carinho aos filhos, pois tudo o se aprende de bom em casa e na escola são os modelos de relacionamente. E quem encaminha na vida é a própria vida.
Bispo, concordo com a sua posição, o próprio Freud, um dos gurus da pedagogia progressista, no Mau estar na Civilização, é quem reconhece a necessidade de oprimir a natureza primeira e os instintos naturais violentos como um dos requisitos básicos -não apenas o único portanto- ao nascimento da civilidade e o progresso civilizatório.
Já disse aqui e volto a repetir: há, em minha concepção, uma falência da pedagogia progressista que se tentou implantar nas escolas a partir da LDB de 1996. Essa pedagogia é bonita, está amparada, mormente, nos estudos da escola freiriana, da crítico social de conteúdos e em outros importantes pedagogos progressistas. Porém, a maioria do que está posto nos estudos pedagógicos progressistas clássicos não passa de ideologia sem amparo em premissas científicas observadas, testadas, controladas e aplicadas rigorosamente. Assim, é uma pedagogia que imagina possuir, mas de fato está aquém de uma visão integrada do ser humano, o que faz com que ela resvale para uma percepção idílica da capacidade das ideias, das oportunidades e dos exemplos de vida como catalizadores de mudanças e transformações nas pessoas.
Aproveitando esta predisposição idílica de uma parte dos pedagogos juntamente com a semiformação –no sentido adorniano do termo- de uma parcela considerável da classe docente, uma outra vertente pedagógica tem tomado força nas escolas de base na atualidade: o que eu chamo de pedagogia da autoajuda. É um pessoal que usa as ideologias de Augusto Cure & Cia. como referência e se esquece de buscar conhecimento de base em estudos científicos realmente sérios. Essa ideologia educacional resvala continuamente para uma sobrecarga de responsabilidades sobre os professores e retira ou minora as responsabilidades do sistema social e cultural, da instituição familiar, além da própria instituição escolar e da personalidade individual no processo educativo. Um dos resultados de tudo isso tem se mostrado ser o esvaziamento do poder docente e a super delegação de poderes aos discentes. Na tentativa de eliminar os resquícios de autoritarismo da sala de aula e da escola, essa pedagogia fechou contrato com um idilismo que está destruindo a capacidade da escola de realmente educar, no sentido não apenas de interiorizar o conhecimento humano acumulado, mas também valores que contenham os impulsos irracionais e violentos dos jovens e os capacitem para a vida social em termos amplos, qualificando-os para se socializar em todas as esferas da vida social. Há, no meio de tudo isso, uma leitura enviesada de alguns profissionais da educação em relação aos escritos de Foucault, a qual enxerga o poder como mero instrumento de controle, repressão ou dominação. Não aceitam que o poder é inerente às relações humanas e que ele pode servir tanto para aprofundar a barbárie nas sociedades quanto para civilizar, seja pela força ou coerção coletiva, seja pela influência, digamos, simbólica. Pela força, pela coerção ou pela influência, entretanto, o importante é voltar a exercer o poder civilizador dentro das escolas, porque o que tem se dado é a interiorização da barbárie por parte de muitos jovens que se sentem escudados nos seus direitos para cometerem todo tipo de abuso contra o corpo técnico-pedagógico e para não assumir responsabilidades e compromissos com a escola, o que é, em última instância, assumir compromisso e responsabilidade com a sociedade mais ampla, que paga seus estudos e que investe no seu futuro: este é um dever básico que todo estudante precisa ter com a sociedade e isso deveria ser ensinado nas escolas. Ou seja, os direitos parecem estar servindo não para aprofundar o desenvolvimento da cidadania nas escolas, mas para aguçar formas de oportunismo e indisciplina, o que tem tornando muitas escolas reféns do que há de pior na sociedade. Desse modo, de espaços de resistência ao que de pior é produzido em termos culturais, comportamentais e morais na sociedade, essas instituições podem acabar por capitular à lógica da barbárie. É preciso, portanto, uma urgente revisão pedagógica para reparar os vícios que o idilismo pedagógico tem produzido no ensino básico.
"(...) não passa de ideologia sem amparo em premissas científicas observadas, testadas, controladas e aplicadas rigorosamente."
E que tá dando em m. como era de se prever.
Ambos errados,mas no segundo caso o resultado é desastroso.Quem ganha com a falência do ensino no Brasil e em nivel mundial? Aqueles que querem uma geração de boçais consumistas e facilmente manipuláveis.Manipuláveis por certos grupos que controlam a mídia por exemplo.O problema de 1969 no auge da ditadura(e principalmente após 1971 com o acordo MEC-USAID)foi a mudança no curriculo do ensino básico e não a disciplina que é fundamental na formação e na vida de qualquer pessoa.Se ensinava por exemplo religião,criacionismo,moral e cívica em vez de história,ciência(verdadeiras), filosofia....E hoje? Bem,hoje....A figura ilustra muito bem...
Depois de formados...
Ao lado dos pais, na figura da direita, estão uma pedagoga e um promotor da vara em defesa da criança e do adolescente, dizendo que os métodos estão errados e a que a criança tem direito à aprovação. Em cima da mesa estão as contas do mês que a professora está devendo, por atraso, além do dez diários das classses que ela ministra nos períodos da manhã, tarde, noite e madrugada, de segunda a sábado. No domingo, a agenda dela, aberta, mostra que dá aulas de reforço na igreja que frequenta, na parte da manhã, e, na parte da tarde e a noite, corrige os trabalhos das dez turmas, que estão na pilha de papel de um metro de altura em que o promotor se assentou para exigir da professora dedicação ao trabalho.
Não dá para levar a educação a sério no Brasil com um ministro como Haddad.
Nunca deu para levar a sério.
O PT é famoso por, em questões como a educação, fazer um pouquinho mais e bater no peito se jactando.
Em terra de cego quem tem olho é rei, só que aqui, quem tem olho,
é vesgo.
Tu não conhece o Chalita.
...nem roserley neubauer.
Educação média é responsabilidade dos estados.
Educação fundamental é compartilhada por estados e municípios.
Vá reclamar com so governadores e prefeitos.
É a mais pura verdade: a responsabilidade pela educação ruim é do governador do estado (aqui em SP, do Alckmin) e do prefeito. Não do presidente da república. Do governo federal saem parte dos recursos e a grade curricular. A aplicação correta dos recursos da educação e o gerenciamento eficiente e eficaz do sistema cabem aos municípios e ao estado, que quase sempre desviam os recursos e largam a educação às moscas. Parem de culpar o Lula, o Haddad (o melhor ministro da educação até agora!), o vice presidente...
Hoje dia 26 de outubro é dia de paralisação nacional dos professores da rede pública da maioria dos estados da federeção. Muitos governadores e prefeitos não cumprem a Lei do Piso Salarial Nacional. Fazem vista grossa e passam por cima da legislação. Até os que afirmam ser de "esquerda" fazem das suas, basta ver os fatos relacionados a aplicação da lei em Sergipe e no Rio Grande do Sul.
Na verdade a charge da matéria que mostra dois extremos, coisa típica do humor, nos mostra também que o foco da educação não mudou muito: continua sendo a relação entre professor e aluno na sala de aula. Não importando se a sala está superlotada; se o professor, para viver com o mínimo de dignidade tem que se virar em dois, três ou quatro empregos ou mais; se o prédio escolar tem uma arquitetura adequada ao ensino; se a escola está sucateada, depredada, etc. ; se o professor sofreu violência verbal ou física. A visão que a maioria tem sobre a educação é essa: reducionista, esquecendo-se que o professor e o aluno são seres sociais e que a escola reproduz muitas vezes o que vem do meio social.
José Areias
O que irrita é constatar que o modelo é defendido por pessoas que foram educadas com a possibilidade de alguma contrapartida.
Tudo pode, o tempo passa, a vida real chega e, como não podemos tudo, vem a frustação.
Ainda bem que temos a farmacoteca... Prozac para permitir que fiquemos acordados - isso sendo otimista, pois tem aqueles que vão mesmo é para o pó -, e Rivotril para dormirmos.
Vi essa argumentação em algum lugar:
"O menino do primeiro quadro não é o pai no segundo quadro?"
Luiz, você não é o único que escutou isso. E completo: lembra na adolescência aquele aluno encrenqueiro, que não estava nem aí para aula e não se esforçava nada? Sobre os pais desse aluno não dá para falar muito, porque cada caso era um caso (é ainda continua sendo). Mas voltando à charge e ao colega da escola. Pois é, ele cresceu e tem seus filhos na escola. Agora, culpa de quem? Penso que a resposta é bem mais complexa do que se imagina. Vai muito além de mudança nos valores culturais de uma sociedade. É um conjunto de fatores que foram se acumulando por décadas e agora estão aflorando, ficam mais evidentes em nosso cotidiano.
na imagem da direita, eu trocaria os pais por representantes do estado, afinal quem esta ditando a forma como as crianças devem ser tratadas pelos pais é o estatuto da criança e do adolescente.
tenho parentes e amigos desesperados com o rumo que tomou sua relação com os filhos, desde que aquela lei anti-palmadinha, que não permite nem que eles deixem os filhos de castigo, foi sancionada. as crianças, cientes da nova lei, usam suas implicações previstas contra os pais infratores como forma de chantagem pra fazer o que bem entendem e escapar de qualquer punição.
não quero com isso dizer que a culpa do desregramento das crianças seja exclusivamente do estado, os pais tem sua parcela de culpa também, mas a atuação do estado em nada contribui pra melhorar a situação. se os pais não sabem educar, o estado muito menos, porque se baseia em estudos teoricos de pedagogos que desconhecem na pratica o que é ter um filho.
... de empurrar a responsabilidade para as costas largas do Estado.
Seu filho é um vagabundo sociopata? Culpa do Estado!
Seu filho saiu da balada bebâdo e se arrebentou num poste? Culpa do Estado!
Seu filho não consegue ficar parado 1 minuto para estudar ou prestar atenção na aula?
Culpa do professor que não torna a matéria "cativante" para o moleque! Mas a culpa não é só
do professor, é do Estado que paga pouco!!!
Vão educar os filhos !!!! Bando de pais ausentes e hipócritas!!!
A familia tem a responsabilidade de educar.
Escola tem a função de instruir! Quem não sabe a diferença é melhor não ter filhos. Se não, o imbecil acaba nas costas da sociedade via polícia!
Nassif, esse tipo de post que você coloca é provocação, não ? Pois com ele aflora o DNA autoritário brasileiro.
Quem acha que bater nos filhos é necessário: com isso eles aprendem que ao invés de argumentação e convencimento, basta a violência (ao menos para o mais forte).
Sobre as escolas: os problemas não se dão por causa do ECA ou de leniência dos professores. Seria reduzir demais a complexidade do mundo em que vivem esses jovens, desde suas realidades familiares, a ideologia consumista e imediatista dos nossos tempos, e mesmo escolas com dificuldade de se adaptarem a seus alunos. Não tem resposta simples aqui, tampouco solução fácil ... a não ser para os que acham que falta palmatória ;-) Mas o caminho deve estar mais para o convencimento do que pela repressão.
Por fim, seria revelador comparar quantas vezes ocorrem as cenas descritas nas figuras ...
Escola boa era a de antigamnete , durante a ditadura!!!! Entravam 100 alunos na 5º série e saiam 20 na 8ª. Isto é que era escola!!!! Claro que os que ficavam pelo caminho eram os mais pobres... mas isto não é um problema!!!Não... Eu era pobre e fiz escola publica e consegui... Ta vendo??? Eu era um dos vintes que sobraram. O resto que ficou pelo caminho que se dane!!!! A vida é dura... só os escolhidos vão sobreviver. Hoje é uma vergonha!!! Os pobres ficam na escola!!! Onde já se viu??? Mas adianta ficar se não chega sabendo ler e escrever??? Realmente... Pensando bem: NÃO DEIXA CHEGAR ! REPROVA TODO MUNDO!!! Aí sim, vamos voltar a ter "qualidade"". Se não podemos fazer vestibular para entrar na escola publica. Poderiamos começar pela educação infantil. Logo , já vamos eliminar na entrada!!! E não durante o processo. A escola durante a ditadura tinha uma cara facista, segregacionista , seletiva e excludente. Hoje os mais "aquinhoados""" colocam seus filhos na escola particular e cobram dos filhos os resultados... Porque a vida é dura não é mesmo??! Só os escolhidos vão sobreviver. Tem gente que não enxerga um palmo a frente do nariz... O 'obtusada"!!!!!!!
A educação é um investimento que a sociedade faz em conjunto para formar um cidadão em criação.
Logo essa sociedade tem o direito e o dever de cobrar do sistema educacional, da família e do próprio cidadão em formação, na razão direta da sua capacidade de entender, a aplicação necessária ao correto uso desse investimento.
A isso chama-se reciprocidade, a sociedade é resposável pelo cidadão, o cidadão é resposável pela sociedade.
Não acho o ECA um mal documento, há, inclusive, penas para meores infratores que se assemelham a prisão dos adultos.
Falta-lhe no entanto um aspecto, o da responsabilização.
Existe uma idealização do que foi a escola antigamente.
A militância política de muitos professores quer pintar o quadro de hoje com as piores cores.
Acabou-se a reprovação por meio ponto, a discriminação exercida por aqueles que não iam com a cara do aluno e se vingavam nas notas, a ridicularização de crianças e adolescentes com dificuldade de aprendizado ...
O ECA fez com que os abusadores fossem contidos.
Autoridade se exerce com nobreza de caráter e não com violência.
Há problemas pontuais derivados de não ser a escola, como antes era, acessível apenas a poucos.
A escola tradicional foi criada pensando em preparar soldados e trabalhadores, séculos atrás. Disciplina hierarquizada e sem contestação.
A garotada, há tempos, tem outras formas de interação intelectual, discordemos delas ou não. Questionam e, se percebem a pouca qualificação do professor - hoje regra quase geral - se desinteressam.
Solução? Passa pelo aumento salarial, desde que conciliado a um sistema de exclusão dos profissionais não capacitados. Não seria necessário demití-los - o Estado é uma mãe generosa - se passassem a fazer serviços de escriturário, etc.., com o salário de hoje. Mas não se esgota aí.
Deveria haver um pedido de aconselhamento às boas escolas particulares, onde os mestres são valorizados. E exigidos.
Ulderico
Interessante essa imagem. Com quase 1 ano morando em Brasilia, minha esposa se empregou numa das escolas mais tradicionais daqui como professora de música. De imediato sentiu a diferença para Fortaleza. Primeiro, aprendeu que aqui os pais ameaçam os professores de processo; segundo, não importa o que se faça, os seus filhinhos sempre tem razão; Terceiro, as escolam morrem de medo dos pais e não dão suporte adequado aos professores. Estão criando um mostro! Uma juventude mal educada, mimada e que não sabem viver com a frustração.
Gritante exemplo de inversão de valores. A segunda situação (2009) fica mais evidente em escolas particulares. Presenciei cena semelhante em reunião de pais, que não se conformavam com o fato de seus pimpolhos terem uma - uma! - nota vermelha no boletim e cobravam o professor para reverter a situação. Nem ao menos se preocuparam em saber comos seus "anjinhos" se comportavam em sala de aula. Tenho 40 anos e vejo um futuro próximo onde teremos uma legião de desempregados diplomados, porém sem conteúdo, devido à esse sistema que a meu ver, é totalmente distorcido, em conjunto com pais com mentalidade limitada.Deus nos acuda!
Como parece que aqui só tem gente ingênua, desinformada, o de 2009 se refere ao fato de que numa provinha para professor em SP, com com metéria do ensino fundamental, apareceu uma montanha de zeros.
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