O amigo navegante Claudinei envia video com entrevista da Juiza Marcia Loureiro, aquela que, em última instância, decidiu que Naji Nahas tinha direito à reintegração:
claudinei watanabe
Enviado em 28/01/2012 às 13:00
Bem para mim essa entrevista, é bem reveladora, há quatro meses a o governo Alckmin vem organizando essa operação, quando a juíza diz na terça feira houve uma tentativa de entrar em pinheirinho era na verdade um teste uma prévia da operação de domingo, essa mulher é um …, Paulo Henrique, veja a “nossa” juíza elogiando a ação da policia.

Que o trabalho “admirável” da PM do Alckmin evitou.
A racionalidade da emérita Juíza se sustenta na ausência de uma solução de conciliatória: o Governo Federal chegou com um protocolo de intenções que não dizia nada – conclui ela.
“Ao Juiz cabe decidir” – sentencia.
Bravo !
Naji Nahas não argumentaria melhor !
Em Pinheirinho se rescreveu uma História do Brasil: os perdedores perdem sempre; os vencedores vencem sempre.
Paulo Henrique Amorim



Sera que essa criatuta tem mãe, filhos, família é impressionante a frieza que ela fala desse caso, como se não houvessem 6000 pessoas em total desamparo, basta ver o rosto delas nas reportagens que estão aparecendo a todo momento na net.
Não são seis mil. O vídeo esclarece quantos são. Seis mil é o número que a turba disseminou na internet. De qualquer forma, isso não importa.
Sou pelo voto distrital puro e pelo fim do voto obrigatório! Aposte nesta idéia você também! O Brasil merece! Endireita, Brasil!
Comentário simplesmente imbecil.
Imbecil? Por quê? Porque expõe os modos como age a KGB?
Além do mais, eu escrevi que não importava.
Sou pelo voto distrital puro e pelo fim do voto obrigatório! Aposte nesta idéia você também! O Brasil merece! Endireita, Brasil!
Do mesmo nivel daqueles que dizem que no holocausto, Hitler não exterminou seis milhões de judeu...
Passam-se decadas e a direita continua a mesma.
psdb vai pagar caro nas eleições de 2012 e 2014. Sera exterminado. Pense nessas imagens veiculadas todo dia pelos opositores do psdb?
Escrevi que não importava. Está no meu comentário.
Teresa, quer que eu lhe indique um Mobral?
Sou pelo voto distrital puro e pelo fim do voto obrigatório! Aposte nesta idéia você também! O Brasil merece! Endireita, Brasil!
Mas pensando...se não importava, pra que comentar...ta ai a imbecilidade da coisa.....
Importava para mostrar que a KGB não faz outra coisa a não ser mentir.
Sou pelo voto distrital puro e pelo fim do voto obrigatório! Aposte nesta idéia você também! O Brasil merece! Endireita, Brasil!
Ah! Não eram SEIS MIL, mas APENAS CERCA DE TRÊS MIL...
Fossem seis ou três mil, a ação da PM sob as ordens do Judiciário, do Estado de SP e da Prefeitura local foi uma BARBÁRIE! Experimente passar um dia, ou algumas horas que seja, com toda sua familia, amontoado junto com os "invasores" em um dos "abrigos" providenciados pela Prefeitura de SJ Campos...
Nassif, o governador tucano Alckmin parece realmente acreditar no “ poder curador do porrete “, antes nos miseráveis da Cracolância, agora no lombo do povo do Pinheirinho. E com o apoio do Judiciário.
Segue artigo do Kennedy Alencar sobre o Pinheirinho, na Folha
27/01/2012 - 17h42
Tolerância social zero
Kennedy Alencar – na Folha
A vocação do PSDB para se distanciar do povo parece não ter limite. No seu partido, os tucanos paulistas são os campeões de insensibilidade social.
FHC chegou aonde chegou porque resolveu um problema concreto do povo: a alta inflação. Os mais pobres eram os que mais sofriam. O reconhecimento aconteceu em duas eleições presidenciais vencidas no primeiro turno.
No governo, porém, FHC deu espaço tímido aos que lhe pediam programas sociais mais amplos, como Vilmar Faria e Ruth Cardoso. Com muito esforço, nasceram programas de assistência social que se tornaram o embrião do projeto que seria massificado na gestão Luiz Inácio Lula da Silva.
Faz pouco tempo que o PSDB e seus aliados tradicionais abandonaram o discurso contra o Bolsa Família. Os tucanos entenderam que valia muito mais a pena brigar pela paternidade de programas sociais hoje elogiados no mundo inteiro.
O governo de São Paulo tem entendido bons resultados na segurança pública como uma aval para praticar a tolerância social zero. Na administração do cordial Geraldo Alckmin, houve violência policial exagerada contra estudantes, ação desastrada da PM na cracolândia paulistana, dirigente da CDHU culpando moradores pelos defeitos de habitações populares e um atentado contra os direitos humanos no Pinheirinho.
Não são casos isolados. Refletem uma visão conservadora, de direita, que enxerga a questão social como caso de polícia. O Brasil até precisa de uma partido de direita, desde que não seja uma direita obscurantista, golpista e autoritária como tivemos antes e durante a ditadura militar de 1964. Para ser uma alternativa de poder competitiva, o PSDB precisa de um banho de povo.
Photo
Para quem tem praticado a tolerância social zero, a visita do governador Alckmin ao ex-presidente Lula veio bem a calhar. *
O maior problema do Brasil
A desocupação do Pinheirinho é um desses casos que fazem a gente ficar desanimado com o Brasil. Desde a redemocratização, em 1985, o país vem avançando em muitas áreas. Mas ainda persistem muitos problemas.
O episódio Pinheirinho nos lembra que a desigualdade social continua a ser o nosso maior problema. De longe, supera a má qualidade da educação, a carência de bons serviços de saúde e a violência nos grandes centros urbanos.
É hipócrita tratar a desocupação de Pinheirinho como um questão de obediência e respeito à lei. Houve ali uma clara violação dos direitos humanos pela Justiça e pelo governo paulista.
- acrescento: entenderam (tucanos e judiciário)?, ou querem que eu desenhe !
O povo elege seus representantes no legislativo e dirigentes dos Municípios, dos Estados e o Presidente da Republica.
Diz nossa Constituição vigente: todo o poder emana do povo, que o exercerá diretamente (através de plebiscitos e referendos) ou através de seus representantes eleitos pelo voto.
No entanto, o poder que aplica o direito e a lei e deve defender os reais e legítimos interesses do povo e da sociedade, o judiciário é um poder extremamente conservador e corporativista, formado por juízes de direito oriundos da classe economica e politicamente dominante em quase 100%. Essas pessoas, com raras exceções, vivem fora da realidade do povão, não conhecem os verdadeiros problemas e anseios da maior parte da população.
Nos concursos públicos tem até um ditado: filho de juíz, juíz será, e idem para promotor público. Nessas duas carreiras do Estado, juíz e promotor, é muito difícil alguém conseguir ser aprovado se não tiver "antecedente jurídicos na família", ou seja, outro juíz ou parente na área ou conheça alguém muito importante, isso ajuda muito, se não é fundamental.
Então como é que fica? Quando é que o povo realmente vai ter um judiciário ou ministério público que realmente entenda suas demandas, necessidades e defenda esses direitos ?
Não seria caso de termos uma lei que também reservasse uma cota, digamos assim 50% das vagas no judiciário e no MP para pessoas oriundas das classes menos favorecidas, com conhecimento jurídico adequado pra desempenhar o cargo ?
Quando O saber Jurídico
é Advindo Apenas dos Livros
O Saber Julgar Torna-se Um temor!
Não é Só nos Livros que se Aprende a "Ler"
A Vida e Suas Complexas Relações Humanas
Precisam Antes Crer no Olhar do Amor.
Horridus Bendegó
Um simplório poeta analfabeto do sertão, como Patativa do Assaré, botaria madame juíza Dra. Márcia num embornal com arribações para o de comer.
..."porém eu não invejo/
o grande tesouro seu/
o livro do seu colejo/
onde você aprendeu/
aqui pra sê poeta/
e fazê rima compreta/
não precisa professô/
basta vê no mês de maio/
um poema em cada gaio/
um verso em cada fulô!"
Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.
Ivan, Anonymous também irão para cima do PIG (eles já estão sabendo o que o PIG faz aqui Brasil)
http://www.youtube.com/watch?feature=endscreen&NR=1&v=G0sc6KHUNqo
O caminho do mistério aponta para dentro!
Gente, cuidado. Entrei nesse site e o Chrome travou. Tive que excluir todos os cookies.
Querida, foi coincidencia que aconteceu ao mesmo tempo pois o endereco
http://www.youtube.com/watch?feature=endscreen&NR=1&v=G0sc6KHUNqo
somente diz que ao final tem uma tela com mais atracoes. O endereco direto, que tambem nao tem problema nenhum por ser do youtube e onde deixei dois comentarios, eh o de sempre, desde que voce apague as irrelevancias (as instrucoes ao seu computador pra baixar o menu ao final) e so se lembre das 11 letras:
http://www.youtube.com/watch?v=G0sc6KHUNqo
Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.
Você superestima esses grupos meu caro. A verdade é que uns "defacements" que são revertidos facilmente e a derrubada de sites governamentais e corporativos por algumas horas não acrescenta nada além de espuma. Invadir e-mails pessoais então, é a parte suja e vergonhosa dessa história. Se a gente pode agradecer realmente um grupo é o Wikileaks do Assange, esse sim revelou informações RELEVANTES e realmente peitaram quem deveriam peitar. Não vamos esquecer que no Brasil o LulzsecBrasil teve um critério bem maroto de escolha de alvos para ataques, parecendo que estava sendo incentivada por barões da mídia em certo instante. A máscara do Guy Falkes estava presente em todas as passeatas fracassadas dos seletivos do Cansei II. Se a gente quer realmente mudar a mídia no Brasil esse esforço deve partir de nós mesmos e não de salvadores da pátria de atitudes questionáveis.
Visitem o Blog Ponto & Contraponto. Twitter: @len_brasil Robozinho do blog: @pontoXponto
do blog da CidadaniaÉ constitucional o Judiciário dar sentenças que podem matar?
Posted by eduguim on 28/01/12 • Categorized as Análise
Pedem-me que comente entrevista que a juíza Márcia Loureiro – autora da ordem de reintegração de posse de terreno no bairro do Pinheirinho, em São José dos Campos – concedeu ao jornal o Vale. Antes, leitor, veja – ou reveja – o vídeo contendo a matéria em que ela comenta os desdobramentos da sentença de sua autoria que redundou nessa polêmica operação policial .
Primeiro, transcrevo o trecho inicial da matéria. A locução é da juíza em questão.
– A operação me surpreendeu positivamente – a atuação da polícia. Eu tinha essa expectativa, mas nós tínhamos um pouco de receio porque as lideranças, motivavam, incentivavam uma revolta, uma reação, uma carnificina, como foi anunciado [sic]. Um banho de sangue. Queriam colocar crianças e mulheres envolvidas nessa operação na frente de combate. Então, eu tinha muito receio a esse respeito. A Polícia Militar se preparou, ela se planejou durante mais de quatro meses e, com muita competência, exerceu e desempenhou um serviço admirável, que é motivo de orgulho pra todos nós.
Não é nada que surpreenda. Apesar de a Justiça, segundo a Constituição Federal, ser obrigada a se pautar, liminarmente, por princípios humanistas, esse membro do Poder Judiciário brasileiro se mostra previsivelmente indiferente a preocupações sociais, pois não é possível que tenha visto as cenas da operação da PM e a situação em que estão as famílias e diga que houve qualquer coisa similar a preocupação social.
Mulheres e crianças sendo atingidas por bombas de gás e balas de borracha dentro de casa – e não na “frente de combate” – ou nos “abrigos” que o Estado lhes destinou, como mostram inúmeros vídeos, isso não pode ser considerado tratamento digno. Pessoas com necessidades especiais amontoadas em depósitos de seres humanos como tem sido fartamente mostrado, isso não é tratamento digno.
Como é possível que a juíza não tenha se interessado em ver nada disso, como sugere ao dizer que só sabe, sobre o cumprimento de sua sentença, o que o jornal O Vale informou?
A fala da juíza também é bastante politizada. Acusa o governo federal de não ter sabido lidar com uma disputa entre um município e seus munícipes e, ainda por cima, pula a esfera estadual, onde questão social tão simples de resolver poderia ter sido efetivamente resolvida, bastando, para tanto, que o governo do Estado desapropriasse o terreno sob o preceito legal de que ele precisaria cumprir a sua função social.
Uma observação: cresce a suspeita de que não seria aceito nem que os moradores do Pinheirinho pagassem pelo terreno que ocupavam porque surgem notícias de que a maioria da população de São José dos Campos os queria fora de lá. Isso explicaria a intempestividade dessa operação e a indisposição do prefeito da cidade para negociar. Mas essa é outra história que ainda será contada…
Voltando à fala da juíza, então. Veja como ela conclui a sua linha de raciocínio.
– Eu agradeço a Deus por não ter tido nenhuma baixa. Isso me tranquilizou muito.
Some-se esse último período à transcrição de sua fala inicial, no início deste texto, e chegamos à conclusão de que essa senhora achou que poderia decorrer alguma morte do cumprimento de sua sentença e assim mesmo deu a ordem para desocupar o terreno. Segundo transparece de sua fala, a lei permite – ou ela julga que permite – que a Justiça corra esse risco.
É uma questão séria e que deveria ocupar-nos a todos, pois até se pode aceitar que a lei impeça uma mulher de “matar” o filho – ou o embrião do filho – que leva no ventre caso esteja visando só os próprios interesses, mas fica difícil entender que o mesmo arcabouço legal corra o risco de matar homens, mulheres e crianças em prol de interesses privados.
Será que a lei brasileira é tão incoerente a ponto de não permitir que uma mulher elimine uma vida que nem se formou direito dentro de si, negando-lhe o direito de dispor do próprio corpo, mas autoriza que o Estado corra o risco de tirar vidas em defesa do direito de propriedade?
Eis a questão. Não é o que cada um acha, mas o que diz a Constituição Federal. É até compreensível que a Justiça autorize uma ação policial para capturar bandidos, por exemplo, e, assim, assuma o risco de eles – bem como os seus captores – perecerem em confronto. Mas a Constituição permite ao Judiciário dar sentenças civis que possam tirar vidas humanas ao serem cumpridas?
Minha revolta é maior porque Ministros argumentam que os politicos ladrões, através de
advogados encontram brechas na lei. Esta mesma lei não encontra brecha para garantir
o direitio constitucional á moradia...
Típica cocozinha, em qual faculdade será que ela se formou, não deve ter sequer uma disciplina na área de humanidades
OOO http://www.advivo.com.br/user/13544 Juriti do Cerrado http://www.advivo.com.br/user/7757 Tatu Bola http://www.advivo.com.br/user/3084 D http://www.advivo.com.br/user/7514 Spin http://www.josecarloslima.blogspot.com
TODA santa vez que voce precisa do Estado brasileiro ele falha: ai estao os culpados.
Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.
"TODA santa vez que voce precisa do Estado brasileiro ele falha: ai estao os culpados."
Só me permita fazer uma pergunta: O que você acha que aconteceria numa situação similar aí onde você está ?
O pior dessa estória toda não é a decisão pela reintegração em si: é como se chegou a ela.
Cabe perguntar, de todo modo, ao Exmo. Vice-Presidente do TJ:
Por que cargas d'água foi realizar cerimônia para comemorar a reintegração ?
"O que você acha que aconteceria numa situação similar aí onde você está ?":
1-nao existe invasao de terras legalizada nos EUA. (assassinato de medico que faz aborto eh o mais proximo de "crime legalizado" nos EUA)
2-CERTAMENTE nao seriam militares a lidar com isso. E muito menos com aparatus de guerra.
3-a guerra da direita contra os pobres dos EUA sempre foi exportada. Esta chegando aqui agora. Nao ha previsao do que vai acontecer ainda.
Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.
A "CERIMÔNIA DE COMEMORAÇÃO " DA DEVOLUÇÃO DA POSSE DO PINHEIRINHO AOS "HOMENS BONS"
“Instrui-vos, porque precisamos de vossa inteligência. Agitai-vos, porque precisamos de vosso entusiasmo. Organizai-vos, porque carecemos de toda vossa força.” Revista Lórdine Nuovo
Os advogados da massa falida é que foram espertos. Não quiseram participar da palhaçada: nem do carro sairam.
Quase esmurrei meu computador quando vi o juiz dizendo que se preocupa com as famílias mas tem que cumprir a lei. É NOJENTO!
Alguém fala pra ele que o mesmo livro que fala de propriedade fala alguma coisa sobre direitos humanos. Sobre direito a dignidade, moradia, PROTEÇÃO DO CIDADÃO PELO ESTADO e cita alguma coisa sobre função social.
Tem um outro livrinho que fala sobre os direitos das crianças, todas elas, não importando se são brancas ou essas outras que moravam por lá.
Detalhes, óbvio, nada que o juiz deva considerar na hora de promover uma atrocidade mas seria bom que ele desse uma lida, nem que seja para esnobar nas festas da high society os colegas magistrados que não leram .
Digam pra ele também que o fato de não ter morrido ninguém foi um inconveniente, tenho certeza que na próxima ação a PM vai se esforçar mais. Afinal para usarem luvas cirurgicas e tirarem suas identificações tem que valer a pena. Uma chacina pelo menos.
"Quase esmurrei meu computador quando vi o juiz dizendo que se preocupa com as famílias mas tem que cumprir a lei":
Mentira deslavada deles:
Dois habeas corpus pra Daniel Dantas em menos de 24 horas...
Pimenta Neves...
Massacre de Unai...
Somente pretos e pobres em prisoes...
Impunidade garantida pra qualquer cagada de juiz...
Uh... quer que eu continue?
Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.
Fonte.:http://arespublica.wordpress.com/2012/01/28/entrevista-de-juiza-complica-alckmin-e-cury/
ótima análise
Entrevista de juíza complica Alckmin e Curyby André de Paiva Toledo
Em entrevista a’O Vale de São José dos Campos/SP, a juíza Márcia Faria Mathey Loureiro da 6a. Vara Cível daquela cidade, tentando defender os métodos utilizados pela Polícia Militar quando do cumprimento do mandado de reintegração de posse do Pinheirinho, deu algumas informações que complicam ainda mais a situação política do governador Geraldo Alckmin e do prefeito Eduardo Cury.
Nos seis minutos do vídeo, ela afirma que a Polícia Militar se planejou durante mais de quatro meses para desocupar o bairro. Então, toda a negociação, todas as discussões organizadas pelo poder público com os representantes do moradores da ocupação tinha o propósito tão somente de dar tempo para que o governo paulista organizasse a gigantesca operação policial. Tanto a prefeitura quanto o governo estadual levaram em banho-maria as conversações sem levar a bom termo, mas demonstrando interesse em resolver tudo por conciliação.
Houve uma tentativa frustrada da polícia estadual na terça-feira, 17 de janeiro de 2012, de desocupar a área. Embora nunca mencionada, a resistência à operação do dia 17 não foi suficiente para que o poder público mudasse de planos. Muito pelo contrário, tornou-se questão de honra para Alckmin repelir qualquer óbice ao cumprimento do mandado de reintegração de posse da juíza Márcia, conforme o texto do despacho do presidente do TJSP de 21 de janeiro, o desembargador Ivan Sartori. Foi por honra que a Polícia Militar agiu no dia seguinte. Ela “agiu com competência e honra”, diria a juíza na entrevista.
Ela admite que houve agressão a ex-moradores do Pinheirinho no centro de triagem do Estado para onde foram levados depois de esvaziado o Pinheirinho. Com essa confissão, a juíza involuntariamente reforça a informação de que houve agressão a civis dentro do Pinheirinho, pois é inimaginável que alguém que é expulso de sua moradia só vá apanhar quando chega ao abrigo de refugiados. Para quem ainda não estiver convencido disso e achar que é plenamente possível que os milhares de moradores do Pinheirinho tenham saído em ordem, só se rebelando quando viram as condições do abrigo, a juíza mais de uma vez se diz aliviada por não ter havido nenhuma baixa – mesmo que haja testemunhos de sete mortos -, mas hora nenhuma ela nega as agressões.
Por fim, ela admite que em São José dos Campos há um déficit habitacional não atendido pela prefeitura, que, fora a omissão, teria protocolado em conexão com o processo de reintegração de posse do Pinheirinho por parte da empresa falida de Naji Nahas uma ação demolitória com o mesmo objeto. Isso significa que, mais que o próprio Naji Nahas que só pensa no dinheiro, o governo municipal e estadual queriam se livrar radicalmente da presença daquele grupo de pessoas, o que configura crime contra a humanidade, segundo o estatuto da Corte Penal Internacional.
O caminho do mistério aponta para dentro!
Detestaveis! (Mas eu nao sabia que voce tem canal, cara! Vou subscrever em poucos minutos... viu o video de ontem da nossa "Luzete1"?)
Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.
Além de tudo ela é MENTIROSA.
União entra no processo contra reintegração de posse no Pinheirinho

Liminar suspendendo desocupação, por outro lado, perde efeito e PM pode invadir qualquer momento a área
DIRETO DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS (SP)
• Horas após a liminar concedida pela juíza federal Roberta Chiari, na madrugada desta terça-feira, 16, a Advocacia Geral da União (AGU) tomou parte no processo contra reintegração de posse no Pinheirinho. Esse é um importante passo contra a decisão de desocupação expedida pela Justiça estadual.
A suspensão ocorreu quando a Polícia Militar já se preparava para cumprir a reintegração, que deveria ocorrer por volta das 6h. PMs já cercavam o perímetro, cortavam estradas e um grande efetivo se encaminhava ao local quando chegou a notícia da decisão judicial. A justificativa utilizada pela juíza de plantão para a suspensão da iminente repressão foi o protocolo de intenções elaborado pelas três esferas do governo, assim como a própria integridade das famílias.
Foi, na verdade, uma resposta à ação cautelar dos moradores contra a União, o Estado e o Município, pedindo que a Polícia Militar, Polícia Civil assim como a Guarda Municipal se abstenham de cumprir a ordem de reintegração.
Após reiterados apelos, a AGU finalmente resolveu tomar parte no processo de reintegração de posse. Isso significa um passo para a causa ir definitivamente para a Justiça Federal, tirando o processo da Justiça comum, onde a juíza de São José dos Campos (SP), Márcia Loureiro, já havia demonstrado sua clara intransigência em relação ao drama de milhares de famílias que vivem na ocupação.
Cai liminar suspendendo reintegração
A entrada da AGU no processo, porém, se dá momentos depois de o juiz Federal Carlos Alberto Antônio Júnior se declarar incompetente para julgar o caso, contrariando decisão da juíza plantonista. Para ele, não está demonstrado claramente o interesse da União no caso, logo, não seria da alçada federal. Com isso, a liminar suspendendo a reintegração perde efeito e os milhares de moradores do Pinheirinho voltam a ser alvo da ação da polícia, que pode ocorrer a qualquer momento.
A decisão expõe o jogo de empurra-empurra das autoridades das três esferas de governo. Enquanto a prefeitura de Eduardo Cury se nega até mesmo a assinar um protocolo de intenções para regularizar a área, o governo Federal, embora afirmasse ser conta a reintegração, não havia até agora demonstrado de forma concreta seu interesse em tomar parte no caso. Com a entrada da AGU, aumenta a possibilidade de o processo voltar para a Justiça Federal.
O problema é que, até que isso aconteça, está valendo a reintegração expedida pela juíza Márcia Loureiro. Ou seja, a situação é extremamente delicada e a qualquer momento a Polícia Militar pode efetuar a desocupação das 1843 famílias que estão há oito anos na área.
http://www.pstu.org.br/nacional_materia.asp?id=13799&ida=0
OOO http://www.advivo.com.br/user/13544 Juriti do Cerrado http://www.advivo.com.br/user/7757 Tatu Bola http://www.advivo.com.br/user/3084 D http://www.advivo.com.br/user/7514 Spin http://www.josecarloslima.blogspot.com
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