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A Ilusão do Discurso da ÉticaEnviado por luisnassif, dom, 19/02/2012 - 16:51Punir os excessos do mal, mas não eliminar a causa. Esse é o destino da Ética no discurso pós-moderno repleto de palavras mágicas como "responsabilidade", "transparência", "sinceridade" etc. De ciência da moral que buscava as bases racionais da Verdade e do Bem, hoje a Ética é absorvida pelo subjetivismo, relativismo e fragmentação. Talvez seja o motivo pelo qual a permissividade da sociedade de consumo convive com o espírito da vigilância hiper-moralista. Se há uma coisa que o Gnosticismo enquanto método de análise de uma realidade (seja cinematográfica - como no caso desse blog - seja política ou econômica) nos ensina é saber diferenciar entre uma análise ontológica e uma análise moralista. Toda análise moralista pretende combater os excessos do mal, mas não eliminar a causa. Parte do princípio de que esses excessos se originam em comportamentos e motivações corrompidas puramente individuais. Diferente disso, uma análise ontológica vai à radicalidade ao ver o mal não nos excessos, mas na própria estrutura que confina os indivíduos. Esse parece ser o destino da palavra “Ética” na sociedade contemporânea: decair para o campo do julgamento moralizador, do relativismo e do subjetivismo. “Conscientização” e “Ética” são palavras repetidas como um mantra para a solução de todos os problemas na sociedade. Poluição, trânsito, violência, intolerância, crises financeiras, especulação, corrupção etc., parece que todos os problemas clamam pela necessidade de que os indivíduos conscientizem-se das implicações éticas dos seus atos. O bem comum, o outro, a própria sociedade necessitam de que todos tomem consciência de palavras mágicas como “responsabilidade”, “sustentabilidade”, “transparência”, “sinceridade” e assim por diante nas ações em todos os setores de relações humanas. Nunca se falou tanto em Ética. Da ciência geral da moral na Filosofia, ela acabou se fragmentando em diversas éticas: ética profissional, ética religiosa, ética ambiental, ética conjugal, ética nos negócios e assim em diante. Se um setor da práxis social apresentar alguma prática que cause injúria ou prejuízo a algumas das partes, reivindica-se um comportamento “ético”. Em Aristóteles a Ética buscava a fundamentação racional da busca do Belo, da Verdade e do Bem Em busca da fundamentação para o bom modo de viver humano em busca do Belo, da Verdade e do Bem, a Ética nas suas origens aristotélicas buscava refletir como o homem deveria se portar no meio social. Se a moral possui um caráter obrigatório em torno de tabus, tradição e cotidiano, a Ética buscava um caráter reflexivo. Isso significa que buscava, através da convicção e inteligência (e não mais pela obediência), um conjunto de valores objetivos para toda a práxis humana. Mas o que testemunhamos hoje é a fragmentação da reflexão da Ética, como se cada setor da sociedade, relativamente aos seus objetos e diferentes agentes, necessitasse de um estudo ético especializado. Além dessa fragmentação, o que chama a atenção é o subjetivismo da ética pós-moderna. Categorias psicológicas ou intimistas são usadas para julgar relações sociais, papéis e estruturas cuja natureza é ontológica, isto é, têm uma dinâmica interna que independe da personalidade do indivíduo que ocupe a posição. Por exemplo, analisar a atual crise dos mercados financeiros como o resultado da ganância, ambição, compulsão e luxúria dos agentes econômicos é reduzir estruturas da economia política a categorias psicológicas ou de caráter. O resultado são análises moralistas que distinguem os “bad guys” dos “good guys”, exigindo-se regulamentações e freios éticos. Documentários como o premiado “Trabalho Interno” (Inside Job, 2010) e as denúncias do documentarista Michel Moore vão por essa linha (veja links abaixo). Da mesma forma, reivindicar leis rígidas, fim da impunidade ou projetos de “conscientização” e “educação” para combater a violência no trânsito é inócuo por reduzir todos os problemas ao excesso e falhas de caráter do indivíduo numa sociedade que celebra e glamoriza a velocidade (veja links abaixo). >>>>>>>>>>>>>>> Leia mais>>>>>>>
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Comentários + votados
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Tarkus
19/02/2012 - 18:19
"Sem a Ontologia, a Ética torna-se presa fácil da ilusão ideológica”
Sim, uma deve completar a outra. Para se chegar a parâmetros éticos usa-se o conhecimento que o Homem tem de si mesmo e,...
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superperplexo
19/02/2012 - 18:25
"analisar a atual crise dos mercados financeiros como o resultado da ganância, ambição, compulsão e luxúria dos agentes econômicos é reduzir estruturas da economia política a categorias psicológicas...
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Marcia
19/02/2012 - 18:55
Ética tem tudo a ver com filosofia, na prática acho que ética, honra e dignidade sempre caminham juntos.
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adauto
19/02/2012 - 20:45
Ô Cara, o meu avô veio de portugal e era muito boa gente.
É, e a Europa se limpou muito bem, já que tivemos entre outros um Hitler e um Mussolini como resultado desta limpeza.
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Tarkus
19/02/2012 - 17:20
"analisar a atual crise dos mercados financeiros como o resultado da ganância, ambição, compulsão e luxúria dos agentes econômicos é reduzir estruturas da economia política a categorias psicológicas...
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motoboy
19/02/2012 - 17:32
ética é uma coisa aparente que tem que ser exercida porque ainda tem muita gente que acredita.
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Tarkus
19/02/2012 - 17:48
Ética é o que se espera de todas as partes de um Contrato Social. Uma sociedade, quando promulga suas leis, está promulgando os regulamentos de seu Contrato Social.
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motoboy
19/02/2012 - 17:57
sem dúvida alguma Tarkus. fique tranquilo que aquí é ética pura. e se não gostar terá seu dinheiro devolvido nem que seja em última instância.
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jura
19/02/2012 - 17:58
"Sem a Ontologia, a Ética torna-se presa fácil da ilusão ideológica de uma espécie de eterno retorno: sanado os excessos e punidos os culpados, a estrutura permanece a mesma criando o ciclo vicioso...
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Tarkus
19/02/2012 - 18:00
"ética é uma coisa aparente que tem que ser exercida porque ainda tem muita gente que acredita."
Quanto mais se desacredita da ética, as cadeias vão ficando cada vez mais lotadas, por mais...
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Aliupio
19/02/2012 - 18:50
Recomendo sempre leitura fundamental no tema, com Chauí. E falar em ética no Brasil quando todo emprego público não rende honestamente nem 10% do que todo subornador paga é um um absurdo. Mas...
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Tarkus
19/02/2012 - 19:23
O problema do texto em pauta é a falta de síntese:
"sanado os excessos e punidos os culpados, a estrutura permanece a mesma criando o ciclo vicioso das crises: elas sempre retornam porque...
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adauto
19/02/2012 - 20:19
A ética é uma só.
Pois a minha ética não depende da ética de ninguém, então, partindo deste pressuposto, "eles" podem pregar o que quiserem que eu não não sou obrigado a seguir ninguém a não ser o...
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Jose de Almeida Bispo
19/02/2012 - 20:38
E já que falamos em Ética, estava faltando a Justiça udenista de São Paulo em conluio com a mídia udenista de São Paulo voltarem a requentar este assunto: Celso Daniel. Há 'séculos' em que em...
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DanielQuireza
19/02/2012 - 20:55
Uma coisa que eu tenho certeza que é falta de ética é aprovar uma reeleição para si próprio, alterando as regras do jogo no meio do caminho. Aliás, demonstrou não ser apenas falta de ética como...
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Sanzio
20/02/2012 - 00:58
E nem precisa. Post que tem motoboy discutindo ética vale por sí próprio. E só tem aqui no boteco do Nassif.
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"analisar a atual crise dos mercados financeiros como o resultado da ganância, ambição, compulsão e luxúria dos agentes econômicos é reduzir estruturas da economia política a categorias psicológicas ou de caráter. O resultado são análises moralistas que distinguem os “bad guys” dos “good guys”, exigindo-se regulamentações e freios éticos. Documentários como o premiado “Trabalho Interno” (Inside Job, 2010) e as denúncias do documentarista Michel Moore vão por essa linha."
"Somos o que fazemos, mas somos sobretudo; o que fazemos pra mudar o que somos."
(Eduardo Galeano)
"é reduzir estruturas da economia política a categorias psicológicas ou de caráter."
Em Economia nada acontece sem o impulso humano, os agentes naturais, com raras exceções, pouco interferem.
Quem faz a política econômica são os seus atores, governos, bancos privados, bancos centrais, investidores, especuladores, fraudadores, etc.
Quem cria bolhas inflacionárias não são as políticas econômicas e sim os seus atores ou seus agentes.
ética é uma coisa aparente que tem que ser exercida porque ainda tem muita gente que acredita.
"ética é uma coisa aparente que tem que ser exercida porque ainda tem muita gente que acredita."
Quanto mais se desacredita da ética, as cadeias vão ficando cada vez mais lotadas, por mais complacentes que as leis penais estejam ficando para os marginais.
Ética é o que se espera de todas as partes de um Contrato Social. Uma sociedade, quando promulga suas leis, está promulgando os regulamentos de seu Contrato Social.
sem dúvida alguma Tarkus. fique tranquilo que aquí é ética pura. e se não gostar terá seu dinheiro devolvido nem que seja em última instância.
Não entendi.
E nem precisa. Post que tem motoboy discutindo ética vale por sí próprio. E só tem aqui no boteco do Nassif.
"Sem a Ontologia, a Ética torna-se presa fácil da ilusão ideológica de uma espécie de eterno retorno: sanado os excessos e punidos os culpados, a estrutura permanece a mesma criando o ciclo vicioso das crises: elas sempre retornam porque pessoas certas com a personalidade certa ocuparão sempre os mesmos papéis, para que o “encaixe do Outro” ocorra, embora sempre ouçamos o canto das sereias, isto é, a possibilidade de que o Outro desapareça."
Depois dessa alguém ainda acredita em "ficha limpa"...?
"Sem a Ontologia, a Ética torna-se presa fácil da ilusão ideológica”
Sim, uma deve completar a outra. Para se chegar a parâmetros éticos usa-se o conhecimento que o Homem tem de si mesmo e, isso é a Ontologia.
Uma "ética" que não considera as características inerentes ao ser humano, não é ética.
"analisar a atual crise dos mercados financeiros como o resultado da ganância, ambição, compulsão e luxúria dos agentes econômicos é reduzir estruturas da economia política a categorias psicológicas ou de caráter"
Como assim? As "estruturas da economia política" não são fortemente determinadas pelo "caráter do homem"? O homem está sujeito, em parte, a forças que não controla (fatores deterministas), mas pode sempre fazer "escolhas responsáveis".
Essa discussão filosófica sobre a ética me remete a um trecho do famoso ensaio de Keynes -“Possibilidades Econômicas para Nossos Netos”, publicado em 1939:
“... Chego à conclusão de que, supondo que não haja guerras importantes nem importantes aumentos da população, o problema econômico será solucionado, ou ficará pelo menos à vista a solução, dentro de uns 100 anos. Isso significa que o problema econômico não é – se lançarmos os olhos para o futuro – o problema permanente da raça humana...
Vejo-nos livres, por conseguinte, para retornar a alguns dos mais certos e seguros princípios da religião e da virtude tradicional ...Iremos dar mais valor aos fins do que aos meios e preferir o bom ao útil. Honraremos aqueles que nos ensinarem como viver virtuosamente a hora e o dia, as pessoas deliciosas que são capazes de tirar prazer direto das coisas, os lírios do campo que nem plantam nem fiam...
Mas, cuidado! Não chegou o momento de tudo isso. Durante pelo menos outros 100 anos teremos que fingir para nós mesmos e para todos que o justo é mau e o mau é justo; pois o mau é útil e o justo não é. A avareza, a usura e a precaução devem ser nossos deuses por mais algum tempo ainda...”
Recomendo sempre leitura fundamental no tema, com Chauí. E falar em ética no Brasil quando todo emprego público não rende honestamente nem 10% do que todo subornador paga é um um absurdo. Mas historicamente, levando em conta que no começo tudo por aquí estava nas mão das piores escórias sociais que a europa degredava para se limpar, estamos no lucro quanto já tivemos 08 anos de governo da pessoa mais ética possível de todos nós.
É, tem a questão da ilusão de ética, como também a muito importante ilusão de ótica.
Ô Cara, o meu avô veio de portugal e era muito boa gente.
É, e a Europa se limpou muito bem, já que tivemos entre outros um Hitler e um Mussolini como resultado desta limpeza.
Ética tem tudo a ver com filosofia, na prática acho que ética, honra e dignidade sempre caminham juntos.
O problema do texto em pauta é a falta de síntese:
"sanado os excessos e punidos os culpados, a estrutura permanece a mesma criando o ciclo vicioso das crises: elas sempre retornam porque pessoas certas com a personalidade certa ocuparão sempre os mesmos papéis, para que o “encaixe do Outro” ocorra"
Isso sugere radicais mudanças de estrutura política e de líderes... É isso mesmo ou eu estou enganado?
Faltou dar os nomes que substituiriam a contento os atuais líderes e suas respectivas ideologias ou linha política... (isto não significa que eu ache que a atual estrutura e os atuais lideres estejam a contento)
Dever-se-ia alterar as estruturas em que sentido? Sem parâmetros éticos? (isto não significa que eu não desejo mudanças na estrutura e de líderes)
Em algum lugar ou em muitos lugares alguém deve ter evocado a ética de maneira errônea ou até de maneira oportunista, mas isto não indica que devemos sepultar os parâmetros éticos.
Também é bom deixar claro que eu estou me referindo à estrutura MUNDIAL das políticas econômicas e não especificamente a esta ou aquela.
"(...) hoje a Ética é absorvida pelo subjetivismo, relativismo e fragmentação. Talvez seja o motivo pelo qual a permissividade da sociedade de consumo convive com o espírito da vigilância hiper-moralista."
E que por essa permissividade que dá em contradição vai dar em nova onda nazistóide.
A ética é uma só.
Pois a minha ética não depende da ética de ninguém, então, partindo deste pressuposto, "eles" podem pregar o que quiserem que eu não não sou obrigado a seguir ninguém a não ser o que a minha consciencia mandar.
Não posso usar isto como atenuante para desculpar meus atos.
E já que falamos em Ética, estava faltando a Justiça udenista de São Paulo em conluio com a mídia udenista de São Paulo voltarem a requentar este assunto: Celso Daniel. Há 'séculos' em que em todo eleitoral tem que ter alguma coisa - também - sobre isso. Êta processozinho demorado!!!
Uma coisa que eu tenho certeza que é falta de ética é aprovar uma reeleição para si próprio, alterando as regras do jogo no meio do caminho. Aliás, demonstrou não ser apenas falta de ética como péssima visão de futuro.
@DanielQuireza
Entre muitas reflexões, vou mencionar uma que considera a questão educacional como a mais importande nessa questão do discurso da Ética. Assim que nascemos, passamos a receber uma infinidade de ensinamentos éticos. Adolescentes de treze anos já conhecem os mais importantes. Referiro-me àqueles ensinamentos transmitidos pela família, pelas amizades e pelos educadores. E descarto totalmente os transmitidos pelas estruturas sociais ossificadas, tais como, a mídia e os órgãos de Estado. Embora a família, as relações de amizade e os educadores também façam parte das estruturas ossificadas, elas são primordiais na medida em que participam dos primeiros e mais importantes contatos que precederão a emancipação do jovem para a sociedade capitalista de produção, em que ingressará na condição de Ser que produz e consome os produtos dessa sociedade. Quando, pouco tempo depois, o jovem ouve e aceita aquela frase irrefutável: "Eu sou apenas um número nessa sociedade". Estará pronto para reproduzir os novos ensinamentos que passou a receber após a emancipação.
Inicia-se, então, a contradição entre os ensinamentos sobre ética recebidos anteriormente e os que passará a receber. Observará, então, que há dois sistemas de Ética. O primeiro, além de recebido por intermédio dos primeiros contatos, é intrínseco e provém do fato do ser humano ser um animal como qualquer outro. Não mata, procura preservar a vida do igual; não rouba; não mente; etc.
Enfim, os pilares da Ética estão assentados sobre bases distintas. O mais importante é o natural, que provém das primeiras formações. O segundo é aquele exposto pelo Wilson Ferreira.
Se, ao se dar conta de que não passa de um número, o jovem não aceita e se rebela, essa rebeldia deverá ser pautada pelos ensinamentos educacionais e culturais. Se tiver boa bagagem, a rebeldia será sublimada para a transformação positiva.
É um luxo que a cidade de São Paulo tenha como candidato a prefeito Fernando Haddad, que conhece muito bem essas questões.
Gostei do artigo. Me fez lembrar da frase "'etica é o que se faz quando estão te olhando, o que se faz quando ninguém vê é caráter", que é bem sintomática do uso banal ou mesmo hipócrita que muitos fazem da ética.
Em boa parte dos casos a ética é um mero fator de sobrevivência dos grupos nos quais está inserida.
O texto é muito bom, principalmente porque possibilitou os comentários de Tarkus.
luxki
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