A diplomacia beligerante de Hillary Clinton

Do Portal de Luís Nassif

Do Blog de Maria Dirce

A Senhora da Guerra Hilary agora parte pra cima da Coreia do Norte
Hillary quer "forte resposta internacional" a afundamento de navio coreano. Em visita oficial ao Japão, a secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, pediu nesta sexta-feira em Tóquio uma "forte resposta internacional" ao "ato de agressão" cometido pela Coreia do Norte, em referência ao recente afundamento de um navio sul-coreano, causando 46 mortes.

Em entrevista coletiva junto ao ministro japonês de Exteriores, Katsuya Okada, Hillary afirmou que é importante enviar uma "mensagem clara para mostrar que as ações provocativas de Pyongyang têm consequências" e considerou está provado que o navio "Cheonan" afundou no último dia 26 de março em consequência de um ataque norte-coreano". As provas são arrasadoras. O torpedo que afundou o Cheonan e matou 46 marinheiros foi disparado por um submarino norte-coreano e os Estados Unidos condenam com firmeza esse ato de agressão", disse Hillary.

Hilary esta brincando com extremos , regiões altamente perigosa onde tem a bomba atômica e Pyongyang muito mais extremista que Mahmoud Ahmadinejad.Região que foi dividida em 1950 após a 2 guerra mundial. A coreia do norte tentou a unificação mas o sul estava sob o comando da força militar americana as forças americanas e de outros países ocidentais se uniram sob a bandeira da Organização das Nações Unidas em 7 de julho de 1950 : o boicote pela União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (ou URSS), do Conselho de Segurança das Nações Unidas, da Organização das Nações Unidas permitiram ao Estados Unidos considerar a Coreia do Norte como agressor e de fazer votar uma intervenção das Nações Unidas. A contra-ofensiva americana invadiu a Coreia do Norte em 26 de outubro de 1950.

O armistício assinado em Panmunjeom em 27 de julho de 1953, deu trégua aos dois países, em que tecnicamente ainda estariam em guerra, pois nenhum acordo de paz foi assinado. Este armistício foi rompido em 27 de Maio de 2009, unilateralmente pela Coreia do Norte após anúncio do seu vizinho Coreia do Sul, se aderir ao programa PSI (significado "Iniciativa de Segurança contra a Proliferação"), criado pelos Estados Unidos durante o governo do presidente George W. Bush, para impedir o tráfico mundial de armas de destruição em massa.

todos os conflitos existentes no mundo tem os Usa por trás. Não existe nenhuma coerência nas atitudes de Hilary, porta vóz do governo americano, onde por conta de 46 , sendo que o próprio país ja matou no Iraque soldados americanos mais de dois mil número que pode ser muito maior e vidas iraquianas 26.690 e 30.051 que tb pode ser muito maior ja que os USA não contabilizam mais oficialmente. (MD)

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287 comentários
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Luiz Eduardo Brandão

Para invadir o Iraque, justificaram que o regime de Sadam tinha armas demoníacas. Não tinha. Para bater no Irã, como não dá para dizer que o regime do capeta da vez, Ahmadinedjada, tem a bomba, mudaram do terreno do real para o do imaginário: a desculpa é que tem a intenção de fabricá-la. Agora, um navio sul-coreano é afundado. Ótimo pretexto para tentar afundar a Coreia do Norte. Como foi mesmo aquela história do navio afundado na costa brasileira, na época da II Guerra?

 
 
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Marcelo

"Todos os conflitos existentes no mundo tem os EUA por trás", que tentam mediar e resolver a situação..... que fique bem claro

 
 
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FRANKLIN

Essa Mulher é máu AMADA, só o Kid Bengala pra dá jeito nela. O Clynton preferia as estagiárias, agora dá pra entender porque, ela age como uma dolecente rebelde, quer brigar.

 
 
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Luiz Fernando Siqueira

Colunista do 'New York Times' diz que Irã merece uma chance

Roger Cohen, um dos mais respeitados colunistas do New York Times, defendeu quinta-feira o acordo turco-brasileiro sobre o urânio enriquecido do Irã e criticou a determinação “rabugenta” das grandes potências, lideradas pelo governo americano, para adotar medidas punitivas contra o Irã e “mergulhar ainda mais no fracasso”.

Cohen argumenta que EUA e Irã são “inimigos não naturais com muitas coisas com as quais poderiam concordar se quebrassem o gelo”, e lamenta que “a história envenenada entra no caminho; assim como aqueles que se beneficiam do veneno”.

Enquanto americanos veem iranianos como desonestos, mentirosos, fanáticos, violentos e incompreensíveis, explica Cohen, iranianos consideram os americanos beligerantes, incrédulos, imorais, materialistas, calculistas, além de ameaçadores e exploradores. Para Cohen essas caricaturas representam “o Grau Zero na mais traumatizada e atormentadora relação do planeta”.

“Eu acreditava que Obama estava pronto para pensar de forma diferente em relação ao Irã. Parece que não”, lamenta. “Presidentes precisam liderar grandes iniciativas de política externa, não ser ameaçados por considerações políticas domésticas, nesse caso a fúria do Capitólio sobre o Irã em ano de eleição.

Cohen pede que os americanos “olhem friamente” para o feito dos líderes brasileiro e turco no Teerã, como ele se relaciona a um quase acordo americano, e o que tudo isso diz sobre um mundo passando por mudanças de poder significativas.

Para Cohen, Brasil e Turquia representam o mundo pós-ocidental emergente e seus esforços de mediação no Irã deveriam ter sido levados a sério pelos EUA: “A secretária de Estado Hillary Clinton devia consequentemente ficar menos feliz em matar com elogio débil os 'esforços sinceros de Brasília e de Ancara'”, delatou.

“Ano passado, na ONU, Obama pediu nova era de responsabilidades compartilhadas... Turquia e Brasil responderam – e foram criticados. Obama acabou de fazer as próprias palavras iluminadas parecerem vazias” finaliza.

22:18 - 20/05/2010

http://jbonline.terra.com.br/pextra/2010/05/20/e200516019.asp

 
 
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Cláudia

The Iron Lady Revisited.

 
 
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Marcos

Não entendi o posicionamento da Maria Dirce no caso Coreano. Morreram 46 marinheiros Sul Coreanos e não pode haver resposta dura nesse caso? O que o aliado, Coréia do Sul, pensaria a respeito de uma resposta fraca dos USA?

 
 
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Vera

Como pode uma mulher, geradora de vida, ser defensora da morte?

 
 
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Marcia

E para complementa,

LN, matéria do International Herald Tribune:

Ao ignorar o acordo com o Irã, Obama se afunda em mais um fracasso International Herald Tribune Roger Cohen Em Nova York (EUA)

* O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad (centro), e o primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, se abraçam durante cerimônia de assinatura de acordo nuclear entre os 3 países

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad (centro), e o primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, se abraçam durante cerimônia de assinatura de acordo nuclear entre os 3 países

John Limbert, que foi refém em Teerã, agora é responsável por assuntos iranianos no Departamento de Estado. Ele deu uma boa descrição das caricaturas que afligem as não-relações entre os EUA e o Irã.

Os americanos veem os iranianos como “evasivos, falsos, fanáticos, violentos e incompreensíveis”. Os iranianos, por sua vez, veem os americanos como “beligerantes, hipócritas, ateus, imorais, materialistas, calculistas”, sem mencionar provocadores e exploradores.

Esse é o marco zero na relação mais traumatizada da Terra e a mais atormentadora. Atormentadora porque o Irã e os EUA são inimigos não naturais, pois têm tanto onde concordar, se quebrarem o gelo. Limbert, construtor de pontes, passou metade da vida tentando transmitir essa mensagem. Nunca conseguiu. A história venenosa atrapalha. Assim como os que lucram com o veneno.

Como se fosse necessária mais uma ilustração da relação de desconfiança, esta acaba de ser fornecida pelo acordo do Brasil e Turquia sobre o urânio pouco enriquecido do Irã, a reação rabugenta dos EUA e a aparente determinação dos Grandes Poderes, liderados pelo governo Obama, de se afundar mais no fracasso.

http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/herald/2010/05/21/ao-ignorar-o-ac...

 
 
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peregrino

Pelo visto, essa má dama aí ainda vai entrar numa de querer provar pro mundo que Hitler não morreu e que atualmente está escondido na Venezuela...haja paz inalterável para suportar tamanha cara de pau.

 
 
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Pedro Luiz Paredes

Por que que os EUA nao cuidam da vida deles? Que coisa, eles nao tem que ir xeretar no Ira, na Coreia, que povo intrometido! Ta na hora desse pais parar de fazer guerra, alguem tem que fazer alguma coisa. Sançoes e tudo mais. (teclado sem acento)

 
 
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Alexandre Leite

(im)perdível.

A Miriam Leitão para saber se o o Brasil ganha e perde com o acordo nuclear iraniano, ela chama dois especialistas bem independentes.

Os embaixadores Luiz Felipe Lampreia e Sérgio Amaral avaliam até que ponto o Brasil ganhou e perdeu mediando o polêmico acordo nuclear com o Irã.

Como diria um certo ministro do STF, trata-se de uma 'quadra' de servilismo e conservadorismo explícito.

Só faltaram pedir a demissão sumária do aloprado Celso Amorim. Amaral chega a dizer que as conquistas da China se devem ao conservadorismo em política externa e não ao seu poderio econômico.

A resposta para a pergunta pq Israel pode ter bomba e o Irã não pode é significativa.

http://globonews.globo.com/Jornalismo/GN/0,,MUL1594711-17665-384,00.html

 
 
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Romanelli

caracas ...parece que pra onde ela olha ela vê uma MÔNICA ..eu hein ..

 
 
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Ricardo

na verdade já são mais de 5.000 soldados americanos mortos....

 
 
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Carlos

Como a Monica Lweinski deve ter sofrido, nas mãos da Madame Clinton, hein ?

 
 
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luka

A Hillary está se achando a Presidente. Virou uma pedra no sapato do Obama.

 
 
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Marcos RTI

Tenho minhas dúvidas se o ataque partiu mesmo da Coréia do Norte. A quem interessa nesse momento uma guerra na região?

Um enredo muito comum em filmes americanos: Um sujeito mata outro com a arma roubada de um desafeto, depois posa de bonzinho e exige a punição do suposto assassino.

 
 
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Marco Vitis

Na História do Brasil, um político pernambucano afirmara: "Não há nada mais semelhante a um saquarema do que um luzia no poder".

Para os americanos do norte poderíamos plagiar: "Não há nada mais parecido com um republicano que um democrata no poder".

 
 
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Leopoldo Vieira

Caro Nassif,

Os jovens e seus temas/dilemas tem conquistado um crescente destaque nessa eleição, inclusive na grande mídia, muito pelo que promoveu o Governo Federal nos últimos 8 anos, como a Conferência, o Conselho e a Secretaria Nacional de Juventude e políticas como expansão dos IFETs, ProUni, Projovem, e o Marco Legal da Juventude Brasileira (Plano Nacional, PEC que incluir o termo "jovem" na Constituição" e Estatuto da Juventude), que está parte na Câmara, parte no Senado, já aprovada na Câmara a PEC) Os jovens dão ao país hoje um bônus demográfico (1/3, 51 milhões de pessoas) e pelas especificidades que o grupo social possui em questões como etnia, gênero, saúde, trabalho, e outros,pode ser decisivo - a depender do Poder Público - ou para reproduzir a atual condição social brasileira ou superá-la, que é o desafio em curso. Uma das principais ações do Governo Federal voltada a esse público é o Pacto pela Juventude, via Secretaria Geral da Presidência. Ele é um compromisso assinado por governos estaduais, municipais, parlamentos, membros individuais desses, judiciário et caterva em priorizar e desenvolver políticas/legislação para jovens. Esse ano, ele tentará envolver setores como CNBB, federações industriais nos estados, grande imprensa, intelectuais, universidades e centrais sindicais. Por isso, acho que seria importante você abordar a questão, até para contribuir em dar mais visbilidade a essa discussão importante. Sugiro, se possível, que você publique o artigo Pacto pela Juventude, que saiu no blog do Zé Dirceu, assinado por David Barros, ex-presidente do Conjuve e coordenador do Pacto 2010. O link é esse: http://www.zedirceu.com.br//index.php?option=com_content&task=view&id=90...

O texto segue abaixo: O Pacto pela Juventude 2010 Publicado em 15-Mai-2010 David Barros O Conselho Nacional de Juventude (Conjuve) está reeditando o Pacto pela Juventude. O objetivo é consolidar na agenda eleitoral do país, em virtude das eleições gerais de 2010, os debates em torno da condição juvenil. Em 2008, ano da primeira versão do Pacto, o Conjuve dialogou com as candidaturas municipais no intuito de comprometer os candidatos a construir uma política de juventude. O conteúdo da versão 2008 estava intrinsecamente relacionado às prioridades e resoluções da I Conferência Nacional de Juventude. Ele, com o apoio de organizações juvenis, movimentos sociais e juventudes partidárias (na qual destaco a importante atuação da UNE e da Juventude do Partido dos Trabalhadores), chegou a todos os estados do País e às principais cidades.

Em 2010, o Pacto pretende cumprir o mesmo papel: comprometer os candidatos e candidatas nas eleições gerais com o desenvolvimento de políticas que aponte para a melhoria da qualidade de vida da população entre 15 e 29 anos - que segundo as estatísticas, é o grupo de maior vulnerabilidade social, onde se evidenciam as desigualdades existentes em nosso país. Esse investimento precisa ganhar contorno de prioridade estratégica neste momento em que encontramos o maior bônus demográfico de nossa história, logo a última oportunidade do Brasil fazer esse investimento com possibilidade de retorno mensurável em poucos anos.

A proposta do Pacto pela Juventude 2010 é debater com o conjunto da sociedade – movimentos sociais, empresários, sindicalismo, intelectualidade, imprensa, igrejas, partidos políticos e seus candidatos e candidatas, etc – para que esta opine e se comprometa com os grandes temas que perpassam a vivência da condição juvenil no Brasil. E, sobretudo, para o avanço dos indicadores sociais; a redução da pobreza, dos índices de violência, das taxas de desemprego; a democratização do ensino de qualidade em níveis médio, técnico e superior; também, a democratização das tecnologias da informação e desenvolvimento tecnológico. Considerando, evidentemente, os avanços implementados nos últimos anos, com a inserção da pauta da juventude na agenda pública em todos os níveis.

Como principal ação - já referendada pela sociedade civil que tem assento no Conjuve - o Pacto pela Juventude quer comprometer os candidatos e candidatas a Presidência da República, aos governos estaduais, ao Congresso Nacional e às assembléias legislativas a inserirem nos seus programas de governo e na suas gestões, uma agenda de políticas públicas de juventude que impeça o retrocesso na agenda pública construída nos últimos anos e dialogue com as grandes demandas da juventude brasileira.

Queremos que os postulantes das eleições 2010 se comprometam com o fortalecimento do papel desempenhado pela Secretaria do Conselho Nacional de Juventude e suas respectivas experiências estaduais; com a aprovação do marco legal dos jovens representado pela PEC (42/2008), Plano Nacional e o Estatuto da Juventude; com a consolidação das políticas de inclusão social, profissionalização, elevação da escolaridade e acesso ao ensino superior, entre outros.

Queremos o compromisso com a superação de desafios que limitam as condições de desenvolvimento pleno por parte dos jovens como a convivência com as drogas (especialmente o crack), a reforma do ensino médio e políticas de inserção no mercado de trabalho sem precarização de mão de obra, baseados no conceito de política de trabalho decente desenvolvida pela OIT.

Queremos o compromisso com programas que geram oportunidades de maior inclusão social dos jovens em nosso país e que estão sendo debatidos em nossa sociedade, como o projeto de expansão de banda larga, os 50% dos recursos do fundo social do pré-sal destinados à educação, a criação do Sistema Nacional de Juventude e a democratização do acesso a cultura iniciados pela política dos Pontos de Cultura.

Esta é uma agenda fundamental para o avanço dos direitos da juventude no Brasil e para sua inserção como ator estratégico de desenvolvimento nacional. Em breve o Conjuve lançará oficialmente o Pacto 2010, com a contribuição de todos os conselheiros e conselheiras, mas neste momento queremos dizer à sociedade brasileira que estamos mobilizados para que este ano, já marcado por ser o Ano Internacional da Juventude, seja o ano dos avanços sociais e democráticos do Brasil através da juventude.

David Barros é coordenador do Pacto pela Juventude 2010, membro e ex-presidente do Conjuve (2009-2010).

 
 
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odair de souza

Ô falta de imaginação. A única maneira (sempre) que eles encontram pra salvar a economia é produzir e queimar a produção. Como isqueiros tá em baixa e caixa de fósforos saiu de moda... tome bombas. Só que tá meio difícil achar um quintal pra detoná-las.

 
 
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Marco Vitis

Que fique bem claro: resolver a situação a favor dos interesses norte-americanos. Quem está explorando o petróleo no Iraque ?

 
 
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Renato P.

Nassif,

Você queria o quê? Que ficasse como tudo que acontece quando seus amigos do PT estão envolvidos e não resultasse em nada?

Nisso aí não tem o Lula, o PMDB e o PT para encobrir e tomara mesmo que a resposta seja mesmo rígida para que aquele comunista fajuto e mimado da Coréia do Norte saiba que existe limite para a insanidade dele.

Vocês tem sorte de um ditador insano entorpecido pelo poder como os que vocês admiram (Fidel, Chaves e Ahmadinejad) não assumir os EUA porque na mãos de um criminoso do naipe desses queridinhos do PT com certeza o mundo ia virar uma grande fogueira atômica.

 
 
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Danilo

Recomendo para você o livro"confissões de um assassino econômico" para que possa entender porque os EUA estão envolvidos em todos os conflitos. Abraço.

 
 
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Vinicius

É o desespero estadunidense de retomar as rédeas de sua economia, pois eles veem só na indústria bélica a salvação para os graves problemas políticos que enfrentam, cabe aos povos de outros países a mobilização para acaber com esta postura arrogante do governo estadunidense.

 
 
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Marcos Paulo

E o Nobel da Paz? Houve um golpe? Ele renunciou ou foi afastado? Pelo jeito, quem manda é a Hillary Clinton.

 
 
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Luiz Eduardo Brandão

Eu me pergunto se essa sanha belicista do dpto de Estado não serve também de biombo para acalmar os republicanos, fortes no Congresso, belicistas por DNA, e passar coisas de interesse do Obama, como a modesta reforma financeira, que acada de ser anunciada.

 
 
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josimar

hummm. Como podem provar que um torpedo da coreia do norte afundou o navio ? tinha a assinatura do Kim ?

 
 
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Marcos Aarão Reis

Não fala bobagem, Luiz Eduardo. Foram quase 20 navios, com centenas de mortos... Teus pais provavelmente sequer haviam trocado olhares de ternura, mas isso não te exime de estudar.

 
 
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Marcos Aarão Reis

Falando em "reviseted", o afundamento do Cheonam está me trazendo à lembrança o incidente do golfo de Tonkim. Alerta geral!... O prêmio Nobel da Paz e sua chanceler estão correndo atrás de uma guerra.

 
 
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Marcos Aarão Reis

Pergunta à filha dela...

 
 
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carlos

Pois é, o pregão foi um grande avanço realmente... Só que foi idealizado para aquisições de BENS COMUNS, aqueles em que se pode especificar CLARAMENTE e são encontrados facilmente no mercado.

Ocorre que a Administração Pública está, no meu modo de entender, abusando da modalidade, hoje em dia TUDO É BEM COMUM.

Desde a simples aquisição de cartuchos de impressoras a contratações de serviços de mão de obra especializada.

Se voce procurar bem é capaz de encontrar até CONSTRUÇÃO DE PONTES via pregão, e olhe que SERVIÇOS DE ENGENHARIA NÃO É BEM COMUM...

 
 

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