A deterioração editorial da Época e o caso Irma Passoni

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Outro dia o Miguel do Rosário fez um xiste sobre o padrão de ilação do jornalismo atual: a mídia descobriu que o sobrinho do fulano de tal andou na garupa da moto do primo do sujeito que foi amigo de beltrano que foi apanhado pelo TCU. Época ainda chega lá.

Confira a denúncia desta semana.

Tempos atrás houve uma discussão interna na Globo sobre o posicionamento editorial da revista. Durante certo período, Época praticou um belo jornalismo.Conversei uma vez com um correspondente da revista no nordeste: ele mandava a reportagem, era editada; depois recebi a versão final em PDF para conferir se não houve nenhuma alteração no conteúdo. Fontes da revista eram consultadas depois da entrevista, para conferir se as declarações aproveitadas refletiam o conteúdo. Se persistisse, poderia se tornar uma alternativa à falta de conteúdo da Veja.

Internamente, jornalistas defenderam a tese de que a Época deveria se posicionar mercadologicamente em uma centro-esquerda civilizada, sem criminalizar movimentos sociais, sem se submeter ao papel sórdido de assassinar reputações de adversários e, principalmente, praticando jornalismo.

Venceu a tese de Helio Gurowitz de que, para combater a Veja, a Época deveria ficar mais à direita ainda e potencializar mais ainda o estilo esgoto do concorrnete.

De fato, está se tornando uma Veja sem os leitores da Veja, conforme se pode conferir na matéria do repórter Murilo Ramos, sobre Irma Passoni e Gilberto Carvalho.

O motivo da matéria é simples. Na semana passada Carvalho investiu contra o governo de São Paulo, no caso Pinheirinho, e externou críticas à ideologia da mídia. Pronto: precisava ser abatido a tiros.

Aí encontram uma cobrança de contas do MCT para uma ONG dirigida pela deputada Irma Passoni. Ex-freira, só pode ser apadrinhada de um ex-seminarista: Gilberto Carvalho. Aliás, dia desses saiu um documento mostrando que a Fundação Roberto Marinho não cumpriu metas acordadas com o governo em projetos que usavam recursos públicos.

Confira a lógica de como utilizar Irma Passoni para atingir Carvalho:

  1. Sem especificar qual o “crime” cometido, começa a esmiuçar as relações entre Carvalho e Joe Valle (que, no MCT, autorizou verbas para a ONG de Irma), como se habitassem o mundo dos delitos. Descobre que Carvalho prestigiou a posse de Joe na presidência da Emater de Brasilia. E, na posse, estavam presentes o governador do DF Arruda e o empresário Paulo Otávio, abatidos pela Operação Caixa de Pandora.  Ou seja, prato cheio para o Miguel do Rosário.
  2. Depois descobre outros pontos de contato entre eles: ambos compartilham o mesmo interesse comum por agricultura orgânica. Aí diz que tem um documento de posse dela que afirma que Valle é pau mandado de Carvalho.
  3. Depois descobre com seu faro fino que Carvalho é ex-seminarista, Irma ex-freira e ambos são fundadores do PT. Pronto, todos os elos mapeados permitindo montar o mapa final rumo ao tesouro escondido na caverna do ridículo. (No final entra no jogo até dom Mauro Morelli).

O crime

A ex-deputada Irma Passoni tem um histórico na área de tecnologia e movimentos sociais. Nos anos 90 dirigiu um instituto similar ao ITS, ligado à Unicamp e bastante respeitado. Desde aquele período, em pleno governo FHC, seu trabalho seja na Câmara ou na ONG – sempre ligado aos temas de telecomunicações e inserção social – era respeitado por todos, de empresas a governo.

Na matéria da Época, desconsiderou-se totalmente os antecedentes. Transformou Irma em uma picareta de ONG para poder atingir Carvalho.

Todo o texto da matéria visa escandalizar os aspectos mais comezinhos da ONG.

Trata os objetivos da ONG – “promover a geração, o desenvolvimento e o aproveitamento de tecnologias voltadas para o interesse social e reunir as condições de mobilização do conhecimento, a fim de que se atendam às demandas da população” – como “vaga missão”.

Sustenta que o sucesso da ONG se deve a um padrinho forte, Gilberto Carvalho. Dona Ruth Cardoso tinha uma ONG que recebeu verbas milionárias, porque tinha padrinhos fortes e porque era uma pessoa tão respeitável quanto Irma.

E aí?

Aí se entra no “crime” propriamente dito. Um dos convênios, “patrocinado pela dupla Carvalho-Valle” (faltou dizer que reunidas sigilosamente embaixo de um pé de amoreira orgânica) recebeu uma cobrança do ordenador de despesas do Ministério de Ciência e Tecnologia. Cobram-se os comprovantes de uma despesa em um convênio de R$ 1,5 milhão. Toda a matéria gira em torno desse episódio. Parece o edifício que caiu na Cinelândia: vários andares em cima de um estrutura pífia.

O repórter destaca na relação de eventos uma discussão sobre a “Carta do Achamento do Brasil”, de Pero Vaz de Caminha; e outra sobre a “arqueologia dos movimentos sociais”. Da maneira como coloca, fica parecendo que foram as duas únicas atividades do convênio. E fica parecendo que discutir um dos documentos fundadores e as origens dos movimentos sociais é algo tão estranho quanto a existência de outras galáxias no universo. Se esse pessoal se deparar com um livro do Sérgio Buarque de Hollanda é capaz de sair correndo achando que é uma cascavel perigosa.

No fim do parágrafo, bem perdida, a informação de que “em nota, o ITS disse ter enviado todos os documentos previstos na prestação de contas e que está à disposição para esclarecimentos”. E não colocam os esclarecimentos, para não estragar a matéria.

A matéria termina com outra “denúncia”: Carvalho teria apresentado a Valle outra ONGs perigosíssima, a Harpia Harpyia, dirigida por Dom Mauro Morelli. E encerra com aquela lição de moral digna dos melhores momentos de Veja: “O melhor seria se as ONGs dos amigos de Carvalho conseguissem dinheiro apenas por sua competência e eficiência, sem a necessidade dos pistolões do Planalto”.

O mesmo poderia ser aplicado à ONG de Mônica Serra (que não cumpriu as metas acordadas com a Lei Rouanet e teve o prazo prorrogado), de dona Ruth, à  Fundação Roberto Marinho entre o universo geral de ONGs.

Por Wilson yoshio blogspot

http://revistaepoca.globo.com/tempo/noticia/2012/01/o-amigo-das-ongs-no-...

TERCEIRO SETOR - 27/01/2012 20h19 - Atualizado em 27/01/2012 21h46


O amigo das ONGs no PlanaltoInstituto de petista, apadrinhado pelo ministro Gilberto Carvalho, entra na mira do Ministério da Ciência e Tecnologia por falta de prestação de contas de R$ 1,5 milhão

MURILO RAMOS

   inShare F. Gualberto/Agência Brasília e Marcia Yamamoto)AÇÃO ENTRE COMPADRES
O ministro Gilberto Carvalho (no alto, sentado, de terno) compareceu à posse de Joe Valle (de pé, de terno)em cargo do governo José Roberto Arruda (no centro, de caneta na mão). A ONG de Irma Passoni (acima, no canto esquerdo) recebeu recursos liberados por Valle. Ambos são amigos de Carvalho 
 (Foto: F. Gualberto/Agência Brasília e Marcia Yamamoto)

Em meio à reforma ministerial iniciada na semana passada, o governo da presidente Dilma Rousseff anunciou a criação da Secretaria de Gestão Pública, vinculada ao Ministério do Planejamento. O objetivo da nova secretaria é tornar a administração pública federal mais eficiente e combater o desperdício de recursos. Os focos da nova secretaria ainda não estão bem delineados, mas, para cumprir sua incumbência, ela bem que poderia se dedicar a aprimorar os convênios entre governo e ONGs – um ralo de dinheiro público (leia mais).

Na constelação de milhares de ONGs que prestam serviço ao governo, uma tem brilhado com intensidade: o Instituto de Tecnologia Social (ITS), criado em 2001 pela ex-deputada federal Irma Passoni, do PT de São Paulo, com a vaga missão de “promover a geração, o desenvolvimento e o aproveitamento de tecnologias voltadas para o interesse social e reunir as condições de mobilização do conhecimento, a fim de que se atendam às demandas da população”. Desde que o PT chegou ao Palácio do Planalto, o ITS obteve mais de R$ 14 milhões em verbas de convênios, o que o tornou uma das ONGs com melhor trânsito na Esplanada dos Ministérios. Uma das razões do sucesso do ITS é que ele conta com as bênçãos de um padrinho forte: Gilberto Carvalho, ministro da Secretaria-Geral da Presidência e ex-chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Carvalho, ex-seminarista da Igreja Católica, é amigo de Irma Passoni, ex-freira, desde a fundação do PT, em 1980.

Uma das especialidades do ITS é a área de ciência e tecnologia. A ONG celebrou nove convênios com o Ministério da Ciência e Tecnologia, com valores superiores a R$ 6 milhões. ÉPOCA apurou que Carvalho exerceu uma influência decisiva para o ministério abrir as portas para a ONG de Passoni. Quem fez as honras da casa foi outro amigo do ministro, Joe Valle, ex-secretário de Inclusão Social do ministério, atualmente deputado distrital pelo PSB em Brasília. Como secretário, Valle era o responsável por aprovar os projetos do ITS. Dono de uma chácara de 3 hectares próxima ao Distrito Federal, Carvalho se aproximou de Valle por causa do interesse de ambos pela agricultura orgânica (engenheiro florestal, Valle é dono de uma propriedade especializada em produtos orgânicos). No final de 2009, quando Valle deixou o Ministério da Ciência e Tecnologia para assumir, por um breve período, a presidência da Emater, órgão de apoio a produtores rurais do governo do Distrito Federal, Carvalho fez questão de prestigiar a posse do amigo. Na ocasião, o petista Carvalho sentou-se ao lado de personagens do barulho da política brasiliense, como o ex-governador José Roberto Arruda e o ex-vice-governador Paulo Octavio, ambos então filiados ao DEM. Dois dias depois da posse, foi deflagrada a Operação Caixa de Pandora, que implodiu o governo Arruda. Após o escândalo, Valle voltou a seu cargo na Ciência e Tecnologia graças ao apoio de Carvalho.

Um dos convênios do ITS patrocinados pela dupla Carvalho-Valle entrou agora na mira dos órgãos de controle interno do governo. Na semana passada, o ordenador de despesas do Ministério da Ciência e Tecnologia, Humberto Schloegl, encaminhou um ofício a Irma Passoni em que cobra a relação de pagamentos, notas fiscais, extratos bancários e regulamento para a realização das contratações do ITS num convênio de R$ 1,5 milhão. A parceria foi feita a propósito do desenvolvimento de projetos em comunidades carentes no Distrito Federal. Apesar de o convênio ter sido finalizado em agosto de 2009, nenhum desses documentos fora apresentado até a semana passada. Se não encaminhar os documentos exigidos em dez dias, Irma Passoni poderá ser inscrita num cadastro de devedores do governo federal. O ministério só tomou essa iniciativa dois dias depois de ÉPOCA ter solicitado acesso à prestação de contas do convênio.

O convênio com a ONG de Passoni terminou em 2009, mas o uso do dinheiro ainda não foi comprovado 

Várias particularidades chamaram a atenção para o convênio, como o repentino interesse do ITS, normalmente concentrado em São Paulo, pela periferia de Brasília. Algumas atividades que teriam sido promovidas pela ONG também causam estranheza. Numa delas, o ITS teria promovido a leitura e discussão da célebre “Carta de Achamento do Brasil”, de Pero Vaz de Caminha, o escrivão do navegador Pedro Álvares Cabral na viagem do Descobrimento do Brasil. Outra iniciativa do ITS teria sido estimular o debate sobre a “arqueologia dos movimentos sociais”. A conclusão do ITS sobre o assunto foi: “Os problemas atuais estão referenciais (sic) em processos históricos não resolvidos na formação socioeconômica brasileira”. Em nota, o ITS disse ter enviado todos os documentos previstos na prestação de contas e que está à disposição para esclarecimentos.

As ligações de Carvalho com Valle são parte de uma denúncia protocolada na Procuradoria-Geral da República (PGR) em 2010. Outro implicado na denúncia é o senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), acusado de favorecer amigos e parentes com emendas parlamentares. A PGR investiga o caso. Rollemberg nega as acusações. Diz que são decorrentes de briga interna do PSB. “O procurador-geral vai concluir que as denúncias não procedem.” Rollemberg foi o antecessor de Valle na Secretaria de Inclusão Social.

O documento, a que ÉPOCA teve acesso, acusa Valle de ter atuado no Ministério da Ciência e Tecnologia como um agente teleguiado de Carvalho. Tanto Valle quanto o ministro negam tal interferência. Carvalho diz que a decisão sobre convênios com ONGs “é responsabilidade dos ministros e autoridades de cada órgão”. Questionado por ÉPOCA, Carvalho reconheceu, porém, que tomou a iniciativa de apresentar a Valle outra ONG: a Harpia Harpyia, dirigida pelo bispo emérito de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, dom Mauro Morelli.Segundo Carvalho, para “solicitar-lhe que dom Mauro fosse atendido dentro das normas e critérios daquela secretaria”. A Harpia, dedicada ao combate à fome, recebe recursos de convênios do Ministério da Ciência e Tecnologia com prefeituras e universidades públicas. O melhor seria se as ONGs dos amigos de Carvalho conseguissem dinheiro apenas por sua competência e eficiência, sem a necessidade dos pistolões do Planalto.

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40 comentários
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Marco Antonio L.

Nassif, ótimo escrito. Mas nada abala mais negativamente, disparado, as pessoas, o que foi feito na USP, na Cracolândia e no Pinheirinho, nada. Principalmente com a atuação da internet, dos bolgs. Nessas últimas semanas conversei com pessoas de direita que condenaram esses atos todos. Essa matéria acima citada, vai ser lida por pouquíssimas pessoas e o descrédito está espalhado pelo povo que somos nós.

 
 
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JMTM

 da època o caso do Juiz Lalau  

 
 
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JMTM

 da època o caso do Juiz Lalau  

 
 
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IV AVATAR

Interessante se notar que a imprensa, de uma forma autoritária e contraditória, está exibindo encontros de autoridades do governo federal com governos que ela(mídia) apoia como sinal de "degeneração petista". Ué, Lula também não se encontrou até com Roberto Marinho? Não pode nem mesmo por questão administrativa, ou seja, como encontros entre governos eleitos pelo povo? Dilma é presidenta do Brasil ou do PT? Está proibido encontro entre membros do governo central e da direita ou de agentes públicos que não sejam da base aliada?

Nesta semana a imprensa tupiniquim, sob tal viés, estampou ao máximo o encontro entre Dilma e Alckmin, o que é dífícil entender esta lógica. O que leva a imprensa considera tais encontros como  algo tão repugnante?  Pq  o Arruda, como governador eleito não poderia encontrar-se com alguém do governo federal para atividade pública agendada, publicada, transmitida em tempo real? Ou será que a imprensa considera Alckmin  como um governador tão repugnante a ponto de Dilma não poder encontrar-se com ele? 

Em resumo, será que a imprensa está apostando na total ignorância do (e)leitorado ou degringolou de vez? Uma pena que a revista Época tenha (in)Vejado tmbm.

P.S.- Ou será que a campanha de 2014 já começou, já que FHC descartou Serra e lançou Aécio Neves? Ou será que a imprensa quer porque quer que o Brasil eleja seu Berlusconi em 2014? Dúvidas....rssss

 
 
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Roberto da Cruz dos Santos

Lima, fica tranquilo, o pig vai levar mais uma surra em 2014 para saber o que é bom prá tosse. As pessoas já estão vendo a Época da mesma forma que veem a Veja: Como panfleto da oposição. Não tem credibilidade nenhuma que puxa por este caminho do antijornalismo e da politicagem. Logo logo serão desmascarados, estamos aqui para tirar a máscara destes vagabundos do coletivo Aécio Retumbante.

 
 
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Rodney

Eu diria que claro mesmo é o fato da 'imprensa' ter sempre na gaveta uma 'matéria' quando lhe convêm divulgar.

É uma indústria de dossiês que se traveste de serviço à sociedade enquanto, de fato, serve a seus próprios interesses, omitindo informações para uso em momento que mais lhe convenha.

 
 
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João Maria Fernandes de Sousa

Nassif, a Época é tão somente o registro gráfico mais elaborado semanal das barbaridades veiculadas no Globo, BDB e JN contra Lula e Dilma, nada me surprende mais nessa calhorda mídia e em particular no que sai das Organizações Marinho.

Quer coisa mais ultrajante e canalha do que esse tal "Brado Retumbante", campanha descarada pró Aécio Neves para livrar o Brasil das "malhas da corrupção"?

 
 
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Antonio Carlos Silva - RJ

 

Como diria o Cazuza " O Tempo Não Pára" .

A deterioração geral das Organizações Globo está mais rápida do que pensávamos :

 

Do Dia OnLine

'Não adianta Monique dizer que não foi estupro. O que importa é o que a perícia vai dizer'

 

 

Todo mundo tem uma opinião formada sobre o que aconteceu no 'Big Brother Brasil', na madrugada do domingo, dia 15 de janeiro, após a primeira festa da casa, quando Daniel Echaniz teria mantido relações sexuais com uma (aparentemente desacordada) confinada, a gaúcha Monique Amin. Mas a opinião mais importante no momento é de uma bela loira de formas perfeitas e nome pomposo: Christiane Monnerat. Ela é promotora de Investigação Penal do Ministério Público Estadual e será dela o parecer sobre o caso. Christiane pode pedir a condenação de Daniel ou o arquivamento do caso. Nesta entrevista exclusiva, a promotora (que disse certa vez atirar melhor de metralhadora) revela que nunca foi pedida a saída do rapaz da casa e garantiu que o mais importante ainda está por vir: a perícia gestual, que dirá com precisão se houve ou não estupro. Leia!

Como este caso chegou na sua mão?

Eu sou da promotoria da área da 32ª DP, que abrange o Projac (Globo) e o Recnov (Record). Também sou responsável pela delegacia de meio ambiente na capital inteira. Tudo é da minha responsabilidade! Desde o estupro na Taquara até o corte de árvores que não tenha sido devidamente autorizado...

Quem denunciou?

Vários internautas comentaram. Eles viram no pay-per-view. O site do programa passa vários releases e um deles dizia que o clima estava esquentando debaixo do edredom, mas ela não se mexia.

Monique disse que não houve estupro?

Não adianta dizer que ela quis.

Como assim?

A lei mudou. Se você botasse uma arma na cabeça de uma mulher e fizesse sexo com ela, era estupro. E tratava de formas diferentes coito anal, sexo oral... Embora a pena fosse a mesma. Hoje, sobre o mesmo crime, o legislador entendeu de tratar conjuntamente tanto conjunção carnal quanto ato libidinoso. Todos são considerados estupradores. Quando a vítima for doente mental ou por qualquer outra causa não puder oferecer resistência. Quem decidiu isso foi o legislador. Eu só tenho que aplicar a lei. Meu papel é apurar se ela tinha ou não capacidade de oferecer resistência. Não adianta de nada ela dizer que concordou com tudo.

Dá um exemplo?

Vamos supor que você goste de que façam sexo com você dormindo. De nada adianta você escrever uma carta dizendo que concorda com tudo porque gosta deste tipo comportamento. A lei não abriu essa brecha. A lei não prevê e não autoriza isso. Na lei, você não pode nem consentir previamente. Você tem que estar consciente durante a prática do ato. É a mesma coisa: mesmo que você queira morrer, que peça pra te matar, ninguém pode fazer isso. A lei não autoriza.

 Ag. News

Resumindo: pouco importa o que ela diz?

É. Manter conjunção carnal quando a vítima estiver em estado de vulnerabilidade é crime, independentemente da vontade da vítima. É como manter relação sexual com um doente mental. Vou te contar um caso real. Um homem conhecido como Zinaldo estuprou mais de 20 mulheres em Jacarepaguá. Ele fez barbaridades. Três ou quatro vítimas não quiseram representar e eu não pude continuar com a investigação. Uma delas o reconheceu pela tatuagem, mas não quis representar. Esse é um exemplo da nova lei, em que eu preciso do consentimento da vítima, quando há o constrangimento à prática de ato libidinoso mediante violência ou grave ameaça.

Você vai pedir a condenação de Daniel?

Depende das provas.

O que a polícia foi fazer no Projac?

Ouvir vítima e investigado.

E a Globo? Ofereceu alguma resistência?

Não. Tinha sido feito um contato prévio por parte da autoridade policial.

A Globo pode ter influenciado a Monique a dizer que não foi estuprada?

Já li notícia sobre isso, mas não posso informar. Ela não sabe o que está acontecendo aqui fora. Na hora em que ela sair da casa, seu discurso pode mudar. É importante destacar que se ela mudar a versão, não cometerá crime de falso testemunho. Até porque ela é vítima. O que vai ser importante nesse caso é a realização da perícia gestual. Eles dizem que não mantiveram conjunção carnal. Mas isso também não faz diferença.

Por que não faz diferença?

Para a lei, se ela estava totalmente incapaz para resistir, não faz diferença se houve sexo ou não. Ele pode apenas ter tocado nos seios dela, que dá no mesmo.

O que ela disse no depoimento?

Primeiro, disse que não se lembrava. Ela disse que tinha bebido muito. O problema é que ela pode estar desmaiada na hora em que ele toca nela. Diante da nova lei, a dica que eu dou para todo mundo é: se a pessoa que estiver com você desmaiar, não encoste nela.

O Boninho depôs?

Não.

Mas então o que vai ser fundamental neste processo é a perícia gestual? O que é isso?

A perícia gestual vai me dizer tudo o que se passou debaixo do edredom com uma probabilidade impressionante. Ela vai dizer se ela estava completamente desmaiada ou não. Se ela dormiu ou não. A perícia vai ver se ela poderia oferecer resistência. Se ela tinha incapacidade parcial, não é crime. E não me interessa. É problema dela. Essa perícia vai ficar pronta em 20 dias. O inquérito já vem com as provas. Eu sou a destinatária final. Tenho 15 dias para decidir a partir do momento em que recebo o inquérito.

O que o Daniel não pode fazer?

Sair do estado e do território nacional.

Então ele não precisava sair do programa?

Eu não li o contrato. Eu não sei o que ele assinou e por isso não posso dizer.

Mas a polícia não mandou retirar ele do programa ou o programa sairia do ar?

Não! A gente não tem nada a ver com isso. A polícia não manda nos critérios do 'Big Brother'.

O fato de se tratar de um reality show faz com que o depoimento da vítima tenha menos valor?

Sim, claro! A palavra da vítima não é importante justamente por termos muitas imagens e o fato de todos terem concordado com a gravação. Eu não vou ter que perguntar se está de roupa ou sem roupa... Está tudo filmado! E está sendo filmado com o consentimento dos dois! Eles sabem. O caso se resume a saber se em algum momento a capacidade dela estava comprometida.

Então quem vai decidir se ele será indiciado ou não é a tal perícia gestual?

Antigamente, tinha um sistema que era sistema da prova tarifada. Cada prova tinha um valor pré-determinado. Uma testemunha valia um ponto, outra valia dois. Hoje não tem mais. Você pode valorar as provas de formas diferentes, sempre justificando. O juiz justifica na hora da sentença. O laudo vai ser muito importante. Eu descrevo o crime, mas o juiz pode receber ou não a denúncia. Mas posso ir contra o que a polícia falou. O delegado é que indicia.

E qual é a sua opinião?

Eu não possuo, eu formo convicção. Formarei a convicção quando chegar o inquérito policial relatado.

É um novo desafio?

Não tenho medo, não. É um reality show, mas a vida é isso mesmo. Montei várias operações para coibir loteamento irregular. Foi uma novidade para mim, mas fiz. Passei por uma série de situações. Estou acostumada com desafio. Isso é que é o bonito da minha carreira, uma profissão de fé.

A TV Globo te procurou ?

Não. Mas, se bater no meu gabinete, eu atendo.

Com tantos casos para administrar, você tem vida própria?

Claro que sim! Quem morreu foi Lady Di...

 
 
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Eduardo Ramos

Nassif, não poderíamos esperar nada melhor, de um grupo midiático que há apenas um mês permitiu aquele texto escabroso do Marco Antonio Villa, sobre o "Privataria". Se decência jornalística e respeito ao eleitor houvesse ainda nas organizações Globo, ali, naquele episódio, estariam enterradas. Para mim, foi um marco, um fim! Triste é saber que em nossas deseducadas, preconceituosas e ignorantes classes média e alta, esse lixo é aceito como verdade, praticamente sem questionamento. É uma coisa meio absurda, fanática, tipo "Saiu na Veja", "Li no Globo" - então, é verdade... Isso lhes garante um potencial de leitores ainda imenso. E anunciantes que pouco se importam com o que patrocinam, desde que haja público qualificado economicamente para seus produtos.

 
 
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Nilson

Vai ser nota no fantástico. Abatendo reputações. E sobre a privatas do caribe ainda nada !

A revista  Piaui avisou que  o Serra foi para o Canadá e ainda está lá !

 

Nilson Fernandes

 
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Nilson

Na época só o Paulo Moreira leite é que tem reputação, o resto é puro esgoto.

 

Nilson Fernandes

 
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Leonardo Vieira

Tem reputação porque só fala bem do PT e do atual governo?

 

Pra mim é um chapa branca, dos mais descarados. 

 
 
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joão sal

Se tem reputação, o que está fazendo nesta revista?

Ou tem reputação, ou trabalha na época ou Veja.

As duas coisas juntas são incompatíveis.

 
 
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Emilio GF

Ou sustenta sua família lá ou onde?

Na Gazeta do Sapopemba?

 
 
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Juan Herique

Pois é bixo, eu não sei oque que ele ainda ta fazendo lá bixo. 

 
 
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Fernando Cruz

"Belo jornalismo" = encher a redação de "jornalistas companheiros" e apoiar o PT?

 
 
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Emilio GF

Não.

Falar a verdade com isenção e equilíbrio.

Não esconder fatos relevantes, só por que não interessa às elites.

Elites, aliás, às quais você não pertence.

Paga de bobo.

 
 
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Ivan Moraes

Acabei de comentar isso no clippings.

Basta bater o olho pra instantaneamente se ver que eh fofoca: "amigo de petista"?! Ora, Epoca, va aa merda, ne?

 

Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.

 
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Luiz Gonzaga da Silva

'"Se esse pessoal se deparar com um livro do Sérgio Buarque de Hollanda é capaz de sair correndo achando que é uma cascavel perigosa."

Taí um dos maiores gargalos do jornalismo brasileiro atual. Além da desonestidade e ativismo político, a total e completa ignorância. Já se foi o tempo que para ser um grande jornalista, ter vasta cultura era essencial. Hoje, ao que tudo indica, basta ser alfabetizado. Ou, talvez, nem isso.

Vendo o nível de certos editores tem-se a nítida impressão que chegaram lá por meios bem diferntes dos adotados por empresas sérias. Fazer matérias que, pretensamente, agradam os donos das empresas jornalisticas conta ponto. Ser cegamente contra o governo federal a partir da eleição de Lula conta ponto. Fazer vista grossa e minimizar mal feitos da oposição tucana conta ponto. Esses parecem ser os critérios adotados nessas empresas para avaliar seus "profissionais".

 Os índices estratosféricos de popularidade de Lula e a eleição presidencial de 2010 provaram que a velha mídia não convence mais ninguém. São solenamente ignorados pela maioria da população brasileira. Então, não seria hora de mudar de estratégia, nem que seja por esperteza? Não seria hora de se fazer um jornalismo moderno, isento e equilibrado?

Do jeito que está é fundo do poço na certa. O Nassif destacou a contaminação da Época pelo jornalismo do tipo Veja. O pior que esse tipo está se espalhando feito epidemia. Nas últimas duas semanas, um espaço na TV Globo respeitado até por quem a odeia, o de mini e micro séries, foi invadido por um produto com o DNA desse tipo de jornalismo. A impressão que ficou foi que pegaram artigos publicados  pelos roteirista, bateram no liquidificador, depois, juntaram os pedacinhos. Não fosse a atuação dos atores, o resultado seria pior do que foi.

Pelo retrospecto dessa gente é difícl que alguma coisa mude, mas, como diziam os antigos, a esperança é a última que morre.

 

 
 
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rinaldo vitor da costa

Isso me lembra o caso de um colega que dizia muito seriamente ter dormido com a Gisele Buntchen. Claro que todos queriam saber o enredo. Então ele contava de uma viagem que fez a Europa, ela estava no mesmo voo, claro que na 1a classe e ele na turística. Ele finaliza dizendo que a viagem durava 10 horas e que ele dormiu ela também deve ter dormido. Então não mentiu de forma alguma. Ele dormiu no avião, ela também deve ter dormido, estavam no mesmo avião, logo dormiram juntos.

 
 
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Jose de Almeida Bispo

Dize-me com quem andas e te direis quem és!

Não entra na minha cabeça que o El País seja o melhor jornal do mundo porque isento. O El Pais, como tudo de valor alto na Espanha pertence aos extra-numerários do Opus Dei: à extrema-direita espanhola. Ninguém jamais me convencerá que, enquanto o império Globo (Golpe é mais apropriado) for dos Marinhos haverá qualquer mudança substancial ao disposto naquela capa de "O Globo" de 02  de abril de 1964 (embaixo). Sobre essa questão de equipe, ora, os agentes da CIA de sobrenome Civita se instalaram por aqui com inocentes revistinhas em quadrinhos. Quando chegou o momento criaram a hoje revista de maior circulação do país e, entre outros, a revista como cérebro durante um bom tempo, o Mino Carta. Até consolidar a credibilidade entre as pessoas sérias (o resto vem como manada). Aí, o "Bob" Civita pôs o Mino no olho da rua e começou a fedentina cada vez maior. De fato eu me surpreendi que não já tivesse iniciado a revista no padrão "bolinha de papel do Serra". Até mesmo porque Veja e Época disputam o mesmo público fascistóide classe média decadente, despeitada com a ascenção geral que ora se observa. Só não conseguir quem o Goebbles caricato por trás do PIG.

Tomando emprestado ao Lamartine Babo e aos flamenguistas, parafraseio... Uma vez golpista; sempre golpista!

 

Re: A deterioração editorial da Época e o caso Irma Passoni
 
 
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Nagibe

Meia verdade.

A imprensa inteira do país celebrou a queda de Goulart, não só o Globo - é só pesquisar as primeiras páginas de todos os jornais do país à época.

Aliás, o país inteiro celebrou. Muito pouca gente derramou lágrimas pela queda de Goulart. Foi um alívio.

 
 
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Aline C Pavia

As grandes dores são mudas.

Muito pouca gente derramou lágrimas pela queda de João Goulart. Pouquíssimas. Apenas algumas milhares de mães  esposas e filhas, de presos, exilados, mortos e desaparecidos.

Mais gente, entretanto, derramou sangue, suor, ossos, se urinaram durante as torturas, vomitaram nas cadeiras de dragão, se esvaíram em fezes pelos "telefones" e "paus-de-arara", abortaram com os choques elétricos na vagina e nas unhas arrancadas a sangue frio de mãos e pés.

Pergunta pra Dilma Rousseff o que ela achou. Pergunta pra ela se ela chorou durante as torturas ou quando ficava sabendo de companheiros mortos ou desaparecidos. Talvez você não goste da resposta dela acerca de "lágrimas para João Goulart".

 
 
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Celio Mendes

Nassif ainda tem esperança no jornalismo que emana das grandes empresas de mídia do Brasil, eu já perdi faz tempo. É como na história do escorpião de da rã, mais cedo ou mais tarde a mídia revela sua verdadeira natureza.

 

Srªs Senadoras e Srs. Senadores, a Transparência Internacional divulgou, nesta terça-feira, a classificação anual dos países mais corruptos do mundo, e a situação do Brasil, sob o império do “lulismo”, só piorou. Demóstenes Torres 08/10/2003

 
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francisco pereira neto

Pela entrevista, verifica-se que a promotora e cumpridora das suas obrigações. Zelo pela sua profissão.

O inquérito sairá perfeito, com todas as provas e bem instruído.

Daí para frente é que é o problema.

Se alguém tem alguma dúvida, é só esperar.

 
 
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Cláudio José

Foram várias matérias em cima do governo. Fiz alguns cometários que esse caminho, que eles estão tomando é errado, pois a credibilidade de Veja perante ao povo brasileiro é quase zero.  Conforme o resultado das paseatas convocadas pelo PIG com 6 dúzia de burgueses.  Muita gente reclamou, que essas denúncias tinha cheiro de maracutaia, intereses ocultos. Acho que vai haver um revezamento, uma semana Veja ataca e o resto vai atrás, na outra Época, como o Nassif já falou aqui, do efeito manada. Jornalismo rasteiro e da pior qualidade.

 
 
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Jose Olavo

Estas notícias são de indignar qualquer mortal com senso de justiça.

Mas os jornais estão piores agora do que antes? Quando o LULA teve algum jornal a seu favor? Quando algum desseas jornais publicou algum artigo a seu favor? Nunca. E ele foi eleito 2 vezes e elegeu a Dilma. Aí sim a eleição de 2010 foi a mais suja, a de maior baixaria que eu já vi, mas mesmo assim nós ganhamos. Eles pensam que o povo é burro. Eles pensam que meia duzias de famílias fazem a cabeça do povo brasileiro. LULA disse: "NÓS É QUE SOMOS OS FORMADORES DE OPINIÃO". vejam aquela oposição odiosa, mao santa, heráclito, e aquele do Amazonas que queria bater na cara do Presidente LULA, e a Heloisa Helena dizendo que ela também batia...O povo brasileiro não tolera a violência, a injustiça, a mentira, a calúnia. Eles são tão inabeis que o ódio fica tão visivel o que faz que o povo não acredite no que dizem. Para mim quanto mais eles mentirem, mais eles difamarem, mais reputações eles queiram assassinar, mais escândalos eles inventem, é pior para eles. Mais tempo as forças que estão governando este país continuarão a nos governar. 

 
 
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Severino

Esta guinada à direita de alguns jornalistas da Época é motivada pelo desejo deles de serem convidados para trabalhar na Veja.

 
 
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Mario Siqueira

Prezado Nassif

Acho uma imensa perda de tempo dedicar tanto espaço a uma revistinha de merda, que tem como única referência ser "concorrente" da Veja.

Que merda !

 
 
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Jose Saguy Tenorio

om, 29/01/2012 - 11:05

rinaldo vitor da costa

"Isso me lembra o caso de um colega que dizia muito seriamente ter dormido com a Gisele Buntchen. Claro que todos queriam saber o enredo. Então ele contava de uma viagem que fez a Europa, ela estava no mesmo voo, claro que na 1a classe e ele na turística. Ele finaliza dizendo que a viagem durava 10 horas e que ele dormiu ela também deve ter dormido. Então não mentiu de forma alguma. Ele dormiu no avião, ela também deve ter dormido, estavam no mesmo avião, logo dormiram juntos".

Rinaldo, a propósito dessa sua história, tenho uma anedota que ouvi várias vezes é a seguinte: O Papa Joseph Ratzinger esteve no Brasil, quis conhecer o Rio Amazonas, o Lula o recepcionou, e acompanhado por várias pessoas da comitiva presidencial e membros do Vaticano foram para a região amazônica logo no início do passeio, viram uma criança se afogando, a cena estabeleceu o maior desespero, até que o  Lula saiu da embarcação e caminhou sobre as águas alguns metros e salvou o menino. Manchete do estadão do dia seguinte: LULA NÃO SABE NADAR! kkkkk

É assim que eles agem. Sabe que eu acho bom, só assim eles vão perdendo cada vez mais a pouca credibilidade que ainda lhes restam. Haja vista a popularidade da Dilma e despencada da Globo. O descrédito vem de uma forma lenta, mas vem.

Um ótimo domingo a todos.

 


 
 

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