A crítica do CEBES à Caixa Econômica Federal

Centro Brasileiro de Estudos de Saúde considera prejudicial ao SUS meta de ampliação da Caixa Seguros Saúde

Por Bruno de Pierro, no Brasilianas.org, da Agência Dinheiro Vivo


No último dia 02, o jornal Valor Econômico informou que a Caixa Econômica Federal (CEF) pretende ter, até 2015, 500 mil beneficiários em sua seguradora de saúde, a Caixa Seguros Saúde, que funciona há apenas três meses e já possui aproximadamente sete mil clientes. Ao jornal, o presidente da PAR Saúde, corretora da Caixa encarregada de vender os planos médicos, Ivan Aragão, disse que o foco, agora, passa a ser os clientes corporativos do banco, cerca de um milhão (clique aqui para ler a reportagem).

O contraponto à divulgação sobre as metas de ampliação do plano de saúde veio a público antes de ontem, quando o CEBES (Centro Brasileiro de Estudos de Saúde), localizado em Manguinhos, Rio de Janeiro, publicou em seu portal na Internet artigo intitulado Caixa Econômica Federal contra o Direito à Saúde.


As criticas ao banco estatal são sustentadas na defesa da Saúde Pública, em especial o SUS (Sistema Único de Saúde). Segundo o CEBES, a meta de ampliar o número de segurados para 500 mil “é contrária ao que propõe a Constituição Federal, que definiu a saúde como direito social cujo processo de atenção e cuidado universal fica a cargo do Sistema Único de Saúde”.




Entre os problemas levantados, destaca: a intensa e progressiva transformação do setor de saúde em um comércio; o uso de serviços do SUS por usuários de planos (todos com subsídios públicos) e o não ressarcimento, pelas empresas ao SUS; a pressão das empresas seguradoras sobre os profissionais de saúde limitando a solicitação de procedimentos para auxílio diagnóstico visando aumentar os lucros; a baixa capacidade regulatória do Estado sobre este setor; a venda de planos para as classes populares que não atendem as necessidades de saúde das mesmas; e a larga fila de espera a que são submetidos os usuários de planos, sobretudo os setores populares, para ter acesso a consultas e exames, entre outros.

Procurada pela reportagem do Brasilianas.org, a assessoria de imprensa do Grupo Caixa Seguros informou que, no momento, a diretoria está analisando o teor da manifestação do CEBES e, por isso, não se manifestará sobre o caso.


Mas alguns pontos técnicos foram esclarecidos.


O artigo do CEBES afirma que a Caixa Econômica Federal tem 75% do capital compondo a Caixa Seguros, o que está errado.

O Grupo Caixa Seguros, que controla a Caixa Seguros Saúde, é uma empresa locada em Brasília, totalmente privada, que congrega várias outras empresas, voltadas para consórcios, seguro de vida e, mais recentemente, plano de saúde. Esse grupo tem como acionista majoritário a CNP Assurences, uma seguradora francesa, com 50,75% das ações. O segundo maior acionista é a Caixa Econômica Federal, com 48,21% e, o restante (1,04%) são de acionistas menores.


Os 75% que entraram nessa história referem-se à participação (e não capital, uma vez que a Caixa Seguros Saúde não possui IPO e, assim, não está na bolsa de valores) do Grupo Caixa Seguros no controle do plano de saúde. Os 25% restantes são controlados pela Tempo, empresa parceira do grupo.


Portanto, quem deve entrar na discussão é o Grupo Caixa Seguros, e não o banco Caixa Econômica Federal.

A discussão sobre os efeitos que a ampliação da seguradora acarretam ao SUS, porém, não está descartada. Abaixo, as perguntas enviadas pela reportagem ao Grupo Caixa Seguros e que não obtiveram respostas:

- Apesar de ser privado, o grupo não estaria - ao querer colocar o foco em seus clientes corporativos, cerca de 1 milhão - de fato contribuindo para a expansão da saúde complementar no país, fugindo das fundamentos do SUS?


- Apesar dos problemas do SUS, referentes à regionalização e à universalização, serem relacionados a ações de governos municipais, União e Estados, o fato de a CEF ser um acionista da CSS não se torna um paradoxo, pois é parte da União contribuindo para a comercialização de plano de saúde?


- De certa forma, a ampliação de planos de saúde não faz reforçar, ainda mais, os gargalos da saúde pública (e, conseqüentemente, a percepção pública dela), uma vez que há renúncias fiscais, tanto para empresas que contratam planos para seus empregados, quanto na renúncia fiscal para contribuintes individuais, o não pagamento do ressarcimento de serviços prestados pelo SUS para beneficiários de planos ou na transferência de pacientes onerosos para o SUS?

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13 comentários
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vinicius cezar dias

O Cebes deveria levar esta discussão para o local onde está estabelecido e do qual vários pesquisadores fazem parte, a Fundação Oswaldo Cruz, nela existe um plano de saude próprio dos funcionarios, pago nos moldes de qualquer plano de saúde, concordo com  o argumento de que o SUS tem de ser fortalecido, tambem acho que a prioridade do governo tem de ser para a saude pública, e não entendo como uma Instituição comko a Fiocruz tem um plano prorpio e porque a propria CEBES não critica este fato.

 
 
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DanielQuireza

Ora, se a CEF nao é a controladora, porque é criticada? Não faz sentido...

 

@DanielQuireza

 
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Leo V

Os produtos da Caixa Seguros são vendidos nas agências da Caixa Econômica Federal, como se dela fossem. Inclusive as agências possuem metas de venda de produtos da Caixa Seguros.

O Cebes tocou num ponto importante. Como funcionário da Caixa vejo que essa empresa pública atua como um banco privado qualquer, em relação a suas metas, em relação aos clientes e em relação aos seus funcionários.

É o simulacro de empresa pública. A privatização branca.

 
 
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Freitas


Então, colega, vamos esclarecer, em 2001, o governo FHC determinou que  a FUNCEF vendesse sua participação acionária para a Empresa Francesa. Veja no site da empresa:


CNP Assurances detém 51,75 % do capital da Caixa Seguros, uma das maiores companhias de brasileiras de seguros bancários, o outro acionista é a Caixa Econômica Federal (CEF), segundo banco brasileiro (público), com 48,2%. A compra aconteceu em julho de 2001.

 

http://www.cnp.fr/por/CNP_Assurances/Internacional/Brasil.htm

 
 
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Valmir Gôngora

Caixa é uma empresa pública. Trabalha para a sociedade. Dela se vale o governo para suas políticas públicas  - e na crise de 2008/2009 sua importância foi reconhecida até pelos contumazes críticos da existência de bancos públicos.

No entanto, é sua prerrogativa, enquanto empresa, aplicar recursos próprios em, por exemplo, títulos públicos, embora seu controlador emita tais títulos.  

A crítica do CEBES deve, por coerência, ser feita a todas as seguradoras e administradoras de planos de saúde do país. O problema não é a Caixa.

Em verdade, trata-se de discutir se deve ou não ser mantida a possibilidade de a iniciativa privada prestar serviços de saúde. Se mantida, sempre se tratará de negócicos. Variará apenas o apetite ao lucro. 

 

Valmir Gôngora

 
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vinicius cezar dias

A questão é, que saúde pública queremos e quanto estamos dispostos a pagar por ela

 
 
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Durvaldisko

PSTU,  grassa     sobre a vida  acadêmica  fluminense.Militantes  esforçam-se    ,caricaturalmente,para  assemelhar-se  aos  trotsquistas,mas  falta-lhes história e  sedimento ideológico. Alguns, com brilho e caráter  fôsco,  são cooptados para contribuir amiude para o PIG,com suas redundantes   intervenções.

 
 
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M Thereza

Sem entrar no mérito da questão saúde, que penso ser muito mais complexo que a mera discussão público/privado, pergunto aos funcionários de Manguinos, da Fiocruz e do própriio Ministério da Saúde porque mantém planos de saúde privados para si e seus dependentes. Aliás, o Ministério da Saúde coloca 2 planos à disposição dos servidores - GEAP e CAPSAÚDE. Quando esses servidores estiverem utilizando apenas o SUS, chamem os outros pra conversa.

 
 
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Tchê Gaúcho

Faltam informação e substância a essa crítica do CEBES. A Caixa é uma instituição financeira sob a forma de empresa pública. Como instituição financeira, opera no mercado como qualquer outra e, convenhamos, é um mercado extremamente competitivo. Plano privado de saúde é um produto como outro qualquer e se existe e é consumido, reflete claramente que o serviço público oferecido não atende às necessidades da população. Então senhores do CEBES, tenham certeza que assim que o SUS conseguir mudar essa realidade, esse produto será extinto naturalmente. Os senhores porventura têm interesse em alugar uma linha telefônica?

 
 
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Alipio

Nunca achei justo quem pode pagar usar o SUS, no qual a fila de pobre é imensa e ficar em fila cansa, até mata.

 
 
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rene

 

  O Banco do Brasil tem Seguradora e opera no SAUDE e, antes operava com a Sul America como Seguradora;

  O acordo Caixa x Tempo e o que deve ser explicado: quem é de fato a Seguradora ? Quem esta empresa Tempo?  Quem de fato assume os riscos ?

 
 
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Morales

Os bancos estatais têm funcionado exatamente como os bancos privados. Seu foco é o cliente que tem grana. A "esquerda" oportunista não mudou isso. Principalmente, porque a sua preocupação é fazer "cencessões" aos reacionários para manter a "governabilidade".

A sáude pública não melhor porque a classe dominante e a classe "mérdia" não precisa dela. Têm os planos de saúde privados ou podem pagar consultas particulares.

Por outro lado, o governo da "esquerda" oportunista não tem nenhuma intenção de estimular a formação de médicos oriundos das classes populares e que se comprometam em atuar na medicina comunitária (como, por exemplo, Chávez tem feito na Venezuela). Assim, a medicina tem, cada vez mais, seguido a lógica da mercantilização e a carreira médica, a lógica do enriquecimento puro e simples. Dessa forma, o atendimento médico adequado está voltado, quase que exclusivamente, a quem pode pagar.

 
 
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JVO ABCD Redação

A Face Oculta da Caixa Econômica Federal

 

A verdade nunca está no Aparente, no Visível, no possível Toque ou até mesmo no superficial modelo Tônico observado por alguma ou outra razão.Os Juros, por exemplo, onde a Redução da mesma, Fervorosamente anunciada via propagandas regrada por persuasivas emocionais alimentando um Falso estado de grandeza, ou seja, Políticas Marqueteiras de Fechada, a Majestosa e Dona Absoluta das verdades, a Caixa Econômica Federal aproveitando-se da Maquinaria de Manipulapropaganda do Estado, a nível de propaganda, assim como o Nazismo na Alemanha Pré e durante Segunda Guerra Mundial, fabrica uma imagem não verdadeira, as Propagandas da Caixa Econômica Federal demonstram o mais Puro e Absoluto Cinismo, o juro nítido das Políticas Primitivas de Lucro a qualquer custo são visíveis não só nas Políticas internas da Caixa Econômica Federal como também nas demais Instituições Financeiras do País.

 

A Imagem de Amiga da Classe Operaria que a Caixa Econômica Federal transmite em suas propagandas Nazi-fascistas não condiz com a realidade, a Caixa Econômica Federal usa a Classe Operaria através da Maquinaria Suja e Corrupta do Estado, usando assim o Dinheiro do Individuo de Baixa Renda para favorecer as Classes mais Favorecidas Economicamente, a Caixa Econômica Federal ao invés de promover um Programa Nacional de Habitação para o Cidadão de Baixa Renda simplesmente os descartam como Copo Descartável e acabam beneficiando o Cidadão de melhor Poder Aquisitivo ou de Melhor Agrado de Futuro Imobiliário pela própria Caixa Econômica Federal.

A Caixa Econômica Federal é Preconceituosa e julga o Cidadão não pelo seu caráter mas sim pelo o agrado (Dinheiro) que domina em bolso (conta bancaria) a política da CEF é Discriminar e Destruir o sonho da Casa Própria do Cidadão de baixa renda e favorecer o Cidadão de melhor condição financeira, a redução das Taxas de juros são validas, mas infelizmente, tamanha ação histórica assim anunciada pela CEF fica imperceptível quando colocado no colo das Políticas de Preconceito da própria Instituição, a CEF, assim como a redução das Taxas de Juros, deveria tomar um pouco de chá da Humildade e reduzir as POLÍTICAS de Preconceito adotadas contra o Cidadão de baixa renda.

 

A Senhora RTA, 53 anos, moradora do município de São Bernardo do Campo SP, recebe 1 (um) salário e meio, ao se dirigir a Agencia da Caixa Econômica Federal no centro da cidade de São Bernardo do Campo, avenida Faria Lima - Próximo ao Terminal Rodoviário, revelou que ao procurar o financiamento da Casa Própria pelo sistema Minha Casa Minha Vida veio a mesma a  sofreu inúmeros preconceitos por parte de uma Funcionaria da CEF, a senhora RTA, 53 anos, bastante emocionada disse ao Jornal RED DAY São Bernardo que nunca foi tão humilhada na Vida e que nunca mais voltará a pisar em uma Agencia da Caixa Econômica Federal, vale lembrar que tal fato lamentável se deu agora em 2012, os números de pessoas que já sofreram algum tipo de descriminação dentro das Agencias da CEF são Alarmantes, segundo as Pesquisas realizadas pelo o Jornal UMT ABCD no município de São Bernardo do Campo entre os meses de Novembro de 2011 á Fevereiro de 2012, cerca de 56 mil pessoas foram entrevistas respondendo a seguinte pergunta: O (a) Senhor (a) já sofreu algum tipo de Discriminação dentro das Agencias da Caixa Econômica Federal?

Os Resultados são Preocupantes:

 

Sim 79%

Não 21%

 

Os Jogos de Azar da Caixa Econômica Federal

Carta enviada ao Programa do Fantástico da TV Globo... Pau que dá em Chico dá em Francisco

Um bom Critico é aquele que exerce uma critica construtiva e ainda apresenta soluções Verticalizadas dentro das Ordens de discussão, uma critica destrutiva nunca será uma critica construtiva, a critica destrutiva nasce dos interesses políticos de uma minoria dominante, ou seja, aquele ou aquela que critica apenas um lado da moeda não entende a Razão da Imparcialidade...sob o debate do que não é ou vem a ser Jogos de Azar a necessidade requer cuidados além daquilo que acreditamos entender ou até mesmo compreender, todo ponto de discussão traz consigo dois pólos de questionamentos, a Impressa Brasileira de uma forma geral comete erros grosseiros e declaram através das próprias atitudes a mal compreensão da critica imparcial...todo Jogo envolvendo dinheiro ou não é um jogo de Azar, do mesmo jeito que existe viciados em Bingos, como alertou o Programa do Fantástico, da mesma forma também existe viciados em Loterias Federais, se os Bingos, Jogo do Bicho e Maquinas Caça níqueis são Jogos de Azar atribuído ou detentor da mesma qualidade desonesta também podemos apontar as Loterias Federais do Estado...se um Individuo pode perder 1.000 Reais nos Bingos outro Individuo também pode perder 1.000 Reais nas Loterias Federais do Estado...a única diferença entre um Bingo e uma Casa Lotérica é que a Casa Lotérica é Legalizada pelo Estado para servir os Interesses do próprio Estado e da Caixa Econômica Federal que detém o Monopólio da Jogatina no País, já os Bingos são Ilegais pelo simples fato de representar uma Ameaça direta a Caixa Econômica Federal, ou seja, mesmo os Bingos sendo legalizados a Caixa Econômica Federal não teria lucros e por isso a mesma joga sujo e barra qualquer manifestação de se organizar a atividade dos Bingos e Cassinos assim como é nos Estados Unidos (Las Vegas)...eu mesmo sou um viciado compulsivo em Loterias Federais, só neste ano, entre Janeiro e Fevereiro gastei cerca de 5 Mil Reais nas casas Lotéricas, por isso decide escrever ao Programa do Fantástico com o objetivo de jogar luzes sobre o lado oculto do ponto em discussão, precisamos de certa forma compreender todos os lados da Pedra de toque, não podemos tomar base apenas observando um único lado...um Critica sem Imparcialidade não é uma Critica baseada na verdade e na total fundamentação de campo concreto, precisamos entender os bastidores daquilo que locomove a superfície sob julgamento, eu não escreve para defender A ou B, C ou D, a minha intenção é mostrar que a Verdade não esta naquilo que presenciamos ou no completo obvio aparente, a Verdade esta no algo por traz daquilo que Por engano ou até mesmo devido a uma rarefação de raciocínio asseguramos convictos ser a Verdade...um boa critica é o critico sob uma critica baseada na imparcialidade, compreendendo assim todo o movimento da BIFUNÇÃO teorizado pelo Sociólogo Auguste Comte.

 

Palavras do Senhor SFD, morador do município de São Bernardo do Campo, viciado compulsivo em Loterias Federais 

 

 

Palavras do Senhor AAR, morador do Município de Santo André SP:

 

“...eu já cheguei a perder, só em uma semana, cerca de 1.200 (mil e duzentos) Reais na Casa Lotérica...”    

 

O Objetivo do Jornal RED DAY São Bernardo não é entrar em atrito com a CEF, mas sim alertar o Cidadão de Bem e mostrar o outro lado da Moeda, nem tudo é perfeito ou timoneiros do Mar absoluto das mil maravilhas, a CEF tem o seu lado podre que é ocultado por boa parte da imprensa mercenária brasileira, infelizmente é assim que as coisas funcionam no Brasil, o Dinheiro compra tudo até mesmo a verdade e a honra de um Homem.

 

Jornal RED DAY São Bernardo

 

 

O Objetivo do Jornal RED DAY São Bernardo não é entrar em atrito com a CEF, mas sim alertar o Cidadão de Bem e mostrar o outro lado da Moeda, nem tudo é perfeito ou timoneiros do Mar absoluto das mil maravilhas, a CEF tem o seu lado podre que é ocultado por boa parte da imprensa mercenária brasileira, infelizmente é assim que as coisas funcionam no Brasil, o Dinheiro compra tudo até mesmo a verdade e a honra de um Homem...enquanto a Caixa Econômica Federal determina, não de forma Técnica mas Preconceituosa, quem pode e quem não pode comprar um Imóvel, a Burguesia, beneficiada pela própria Politica de Preconceitos da CEF, desfruta e nada nas Piscinas de suas Mansões e Coberturas, e a Classe Operaria nada em meio a Lama do Descaso e dos Preconceitos de Estado Maior, Isto é Brasil, Isto é a Caixa Econômica Federal. 

 

Jornal RED DAY São Bernardo

 

 
 

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