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A crise no Instituto MileniumEnviado por luisnassif, ter, 20/07/2010 - 20:41O Instituto Milenium surgiu como uma alternativa moderna de defesa do mercado. Bancado por grandes empresários, com um fundo gerido pelo Armínio Fraga, destinava-se a propagar as virtudes da livre iniciativa - ponto importante dentro do debate nacional. Aí foram na conversa de uns espertos e decidiram montar um seminário. Apareceram aqui no Blog, postando comentários gozadores (porém educados) pedindo divulgação para o evento. Convidaram quem? Roberto Romano, Arnaldo Jabor, Demétrio Magnolli, Reinaldo Azevedo, Eurípedes Alcântara, Otávio Frias Filho e Roberto Civita. Só. Começa o seminário, a ultradireita fez a festa. Vendo no público os donos de grupos midiáticos, deitaram e rolaram. El Cid, o Campeador, Carlos Magno, rei de França, Tancredo e outros heróis medievais viraram pinto perto dos novos cruzados. Conclamaram à guerra, sem direito de resposta para os inimigos (adversários é termo brando). Era um tal de blogueiro e colunista soltando palavra de ordem para dono de empresa como nunca se viu. Só faltou saírem em passeata com grandes bandeiras medievais, daquelas que a TFP gostava de desfraldar. Bom, os ecos do seminário se propagaram por toda a blogosfera. O mínimo que se falou do Milenium é que seria o novo IBAD (Instituto Brasileiro de Ação Democrática), uma das organizações que conspirou em 1964.Explodiu uma crise entre os patrocinadores, empresários civilizadas querendo debate de alto nível. Depois de botar fogo no terreiro, cada artista voltou para seu canto como se não fosse com ele, deixando o Instituto Milenium em uma enorme saia justa com seus patrocinadores e com uma enorme crise de identidade. Espero que o Milenium recupere sua proposta original. E um pouquinho de pluralidade não lhe faria mal algum.
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Comentários + votados
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Paulo Villas
20/07/2010 - 20:50
Bem , resta agora aproveitar a proximidade com o casseta Marcelo Madureira, e pedir a assessoria das Organizações Tabajara para retomada de rumo.
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Heber/DF
20/07/2010 - 20:55
20 de julho de 2010 às 18:26
Lassance: O real da miséria e a miséria do Real
O real da miséria e a miséria do Real
Na trajetória dos últimos 18 anos, só o governo Lula reduziu a...
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Antonio Carlos Silva - RJ
20/07/2010 - 20:56
O Jabor deve tá desesperado ao ver o exército de formiguinhas destroçando os poderosos dragões .
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Jair Fonseca
20/07/2010 - 20:56
Tadinhos...
Mas bem feito, né? Quero dizer, foi bem malfeito aquele trem.
O milênio durou pouco.
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Murilo C
20/07/2010 - 20:56
eu acho incrivel como o pessoal da direitona ainda acredita em reinaldo azevedo, jabor e euripedes alcantara. Minha vó é mais convincente em suas criticas ao governo do que os 3 juntos.
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Lisandra Guedes
20/07/2010 - 20:57
De que adianta um Millenium novo, com mentalidades de séculos passados?
Pessoal, reciclem-se: pois a entropia acaba até com as coisas que prestam.
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Alexandre Weber - Santos -SP
20/07/2010 - 20:58
Sem a presidência da república no Brasil tudo fica muito difícil, este pessoal não tem nem idéia de como o mundo gira.
Não fazem a menor falta.
Sem um dinheiro honesto e benéfico ao povo e a Nação a...
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Lauro Rocha
20/07/2010 - 21:03
O problema do Nassif é que ele acredita demais em algumas coisas. Proposta original? Sempre foi essa, mas velada. Agora só tomaram mais coragem.
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Orlando Bernardes
20/07/2010 - 21:03
O que se poderia esperar senão este " triste " fim? Um bando de idiotas à serviço da ultra-direita sem enchergar um palmo à sua frente. Pensam que o Brasil não mudou. Perderam o bonde da história.
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Ruy Mendes
20/07/2010 - 21:03
Nassif,
Faltou aí a gracinha do Marcelo Madureira, não?
abç
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Jairo Ary de Freitas
20/07/2010 - 21:04
Na verdade, é bom que desapareça de vez.
Não teve, não tem e não terá utilidade alguma para o país.
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Luiz M. de Barros
20/07/2010 - 21:04
Já bem antes da campanha, antes daquele seminario, acessava para saber como pensam. É urgente que voltem a defender os reais valores da livre iniciativa/mercado/capitalismo/etc. A Turma do Serra...
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ANTONIO ATEU
20/07/2010 - 21:07
pior do perder as eleições é perder a identidade. essa é a crise do millenium, dois, tres e tantos forem necessarios. tenho dito. pois alguem já dizia isso.
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Sônia Bulhões
20/07/2010 - 21:08
Como paranaense talvez possa me colocar com isenção, feito um juiz, entre mineiros e paulistas nessa pendenga do Zé babão catota de nariz. Deixem-no dizer que é paulista da Moóca, do Morumbi,...
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Jose de Almeida Bispo
20/07/2010 - 21:15
"Só faltou saírem em passeata com grandes bandeiras medievais, daquelas que a TFP gostava de desfraldar."
Os "donzelos", do Magalhães Pinto? Hehehehehe.
O gozado na política é gozar de seus atos...
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David Rodrigues da Silva
20/07/2010 - 21:32
Luis, nem maquiavel chegou a tanto. de Belo Horizonte.
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Quanto Tempo Dura
20/07/2010 - 21:49
´´Passadas as eleições, aqueles que fizeram o jogo sujo de certos candidatos ficarão com o filme queimado em definitivo´´
Isso é algo que o Nassifo vem dizendo há um tempo. Quando acontecer de...
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celsocarvalho
20/07/2010 - 21:54
Caro Nassif
Admiro a sua esperança de que a direita possa ser, num país como o Brasil, civilizada. Que você tenha razão.
abraços
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Bem , resta agora aproveitar a proximidade com o casseta Marcelo Madureira, e pedir a assessoria das Organizações Tabajara para retomada de rumo.
Ótima dica de jestão! Madureira está ali mesmo, à direita!
Ainda bem que o cara é humorista. Mau humorista, claro.
o ´nico bom daquela troupe era o Bussunda. não por acaso depois que ele morreu o programa degringolou.
O pessoal nao soube limitar a participaçao do Madureira no Programa e ficou com a cara dele, uma droga. Uma pena porque tem humoristas muito legais entre eles.
E tem também a Cora Rónai, aquela que faz coleção de contas de países em desenvolvimento.
http://oarautodorei.ning.com/profiles/blogs/as-contas-da-cora
E o indefectível Pedro Bial, que às vezes tem que tomar um Rivotril antes de entrar ao vivo no "BBB"...
http://www.diariosp.com.br/Noticias/Dia-a-dia/8320/%91Moda%92+do+Rivotri...
pOAnVl xibjxslrnwuo, [url=http://uqfiyzlztcho.com/]uqfiyzlztcho[/url], [link=http://gymrjicttfug.com/]gymrjicttfug[/link], http://nhflodcyxsul.com/
20 de julho de 2010 às 18:26
Lassance: O real da miséria e a miséria do Real
O real da miséria e a miséria do Real
Na trajetória dos últimos 18 anos, só o governo Lula reduziu a pobreza de forma contínua e acentuada. Itamar e FHC tiveram, cada qual, apenas 1 ano de efetiva redução da pobreza: Itamar (que teve pouco mais de 2 anos de governo), em seu último ano (1994), e FHC, em seu primeiro ano (1995). Os números desmentem categoricamente a afirmação de que a miséria e as desigualdades no Brasil vêm caindo “desde o Plano Real”, como é comum encontrar inclusive entre analistas econômicos. O artigo é de Antônio Lassance.
Antonio Lassance (*), na Carta Maior, em 20.07.2010
O gráfico acima merece ser emoldurado. Ele representa os avanços que o Brasil alcançou até o momento na luta pela redução da miséria.
Antes de mais nada, é preciso dar os devidos créditos. O gráfico tem como base os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), colhidos, organizados e divulgados pelo IBGE. São sistematicamente trabalhados pelo IPEA, que tem grandes estudiosos sobre o tema da pobreza, assim como pelo Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas-RJ.
Graças a esses estudos se pode, hoje, visualizar se estamos avançando ou retrocedendo; se o Brasil está resgatando seus pobres ou produzindo quantidades cada vez maiores de pessoas que ganham menos que o estritamente necessário para sobreviver; gente que se encontra sob situação de insegurança e vulnerabilidade.
Os números e a trajetória que os liga permitem não só uma fotografia da miséria, mas também um retrato do que os governos fizeram a esse respeito. Serve até de exame para um diagnóstico do bem estar ou do mal estar que as políticas econômicas podem causar à nossa sociedade.
Descritivamente: esta linha sinuosa decresce em ritmo forte em 1994 e 1995, quando estaciona. Depois de 1995, a queda deixa de ter continuidade e, salvo pequenas oscilações, os patamares de miséria ficam estáveis pelos sete anos seguintes, até 2002. Depois de 2003, ocorre uma nova trajetória descendente e, desta vez, sustentada, pois se mantém em queda ao longo de sete anos.
Na trajetória dos últimos 18 anos, só o governo Lula reduziu a pobreza de forma contínua e acentuada. Itamar e FHC tiveram, cada qual, apenas 1 ano de efetiva redução da pobreza: Itamar (que teve pouco mais de 2 anos de governo), em seu último ano (1994), e FHC, em seu primeiro ano (1995).
O gráfico desmente categoricamente a afirmação de que a miséria e as desigualdades no Brasil vêm caindo “desde o Plano Real”, como é comum encontrar inclusive entre analistas econômicos, principalmente aqueles que são mais entusiastas do que analistas e, a cada 5 anos, comemoram o aniversário do plano como se fosse alguém da família.
O Plano Real conseguiu reduzir a miséria apenas pelo efeito imediato e inicial de retirar do cenário econômico aquilo que é conhecido como “imposto inflacionário”: o desconto compulsório, que afeta sobretudo as camadas mais pobres, ao devorar seus rendimentos. Retirar a inflação do meio do caminho foi importante, mas insuficiente.
No governo FHC, a miséria alcançou um ponto de estagnação. Uma estagnação perversa, que deu origem, por exemplo, à teoria segundo a qual muitos brasileiros seriam “inimpregáveis”. Para o discurso oficial, o problema da miséria entre uma parte dos brasileiros estaria, imaginem, nos próprios brasileiros. A expressão era um claro sinônimo de “imprestáveis”: pessoas que não tinham lugar no crescimento pífio daqueles 8 anos. Era um recado a milhões de pessoas, do tipo: “não há nada que o governo possa fazer por vocês”. “Se virem!”
O governo Lula iniciou uma nova curva descendente da miséria no Brasil e a intensificou. Sua trajetória inicial foi mais íngrime do que a verificada no início do Plano Real e, mais importante, ela se manteve em declínio ao longo do tempo. Por trás dos números e da linha torta, está o regate de milhões de brasileiros.
A razão que explica essa trajetória está no conjunto de políticas sociais implementadas por Lula, como o Fome Zero, o Bolsa Família, a bancarização e os programas da agricultura familiar, além da melhoria e ampliação da cobertura da Previdência.
No campo econômico, além de proteger as camadas sociais mais pobres da volta do imposto inflacionário (estabilidade macroeconômica), houve uma política sistemática de elevação do salário mínimo e, a partir de 2004, patamares mais significativos de crescimento econômico, com destaque nas regiões mais pobres, que cresceram em ritmo superior à média nacional – em alguns casos, superior ao ritmo chinês.
O governo FHC, sem políticas sociais robustas e integradas e com índices sofríveis de crescimento econômico, exibiu uma perversa estabilidade da miséria. Se lembrarmos bem, ao final de seu mandato, a economia projetava inflação de dois dígitos, os juros (Selic) superavam os 21% ao ano (haviam batido em 44,95% em 1999), a crise da desvalorização cambial fizera o dólar disparar, as reservas estavam zeradas e o País precisara do FMI como avalista. Por isso se pode dizer que a característica principal do Governo FHC não foi propriamente a estabilidade macroeconômica. Foi o ajuste fiscal e a estabilidade da miséria.
Por sua vez, a tríade crescimento, estabilidade e redução da miséria, prometida por Lula na campanha de 2002, aconteceu. Se alguém tinha alguma dúvida, aí está a prova.
(*) Antonio Lassance é pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e professor de Ciência Política.
http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/lassance-o-real-da-miseria-e-a-miseria-do-real.html
luna,
a meu ver, esta matéria merece ir para a sala de visitas, não?
Abraço.
Esse comentário merece ser transformado em matéria do blog. Você não acha, Nassif?
Abraços
Isso me lembra os saques a supermercados e o comercio em geral nos anos de 2001 e 2002 (nunca publicados pela imprensa, é claro).Tomara que não voltem mais.
O Jabor deve tá desesperado ao ver o exército de formiguinhas destroçando os poderosos dragões .
Dragões? Dragões na maioria das lendas são seres exemplos de sabedoria.
Esses caras do Milenium estão mais é para... ratos.
Tadinhos...
Mas bem feito, né? Quero dizer, foi bem malfeito aquele trem.
O milênio durou pouco.
Teve seus 15 minutos de fama.
"Eu quase de nada não sei. Mas desconfio de muita coisa" Guimarães Rosa - Grande Sertão: Veredas
Mais um Reich que não durou mil anos...
eu acho incrivel como o pessoal da direitona ainda acredita em reinaldo azevedo, jabor e euripedes alcantara. Minha vó é mais convincente em suas criticas ao governo do que os 3 juntos.
Murilo,
Preciso do telefone da sua vó, urgente.
(a) J.S.
De que adianta um Millenium novo, com mentalidades de séculos passados?
Pessoal, reciclem-se: pois a entropia acaba até com as coisas que prestam.
Sem a presidência da república no Brasil tudo fica muito difícil, este pessoal não tem nem idéia de como o mundo gira.
Não fazem a menor falta.
Sem um dinheiro honesto e benéfico ao povo e a Nação a política fica relevada ao segundo plano.
Falta coragem para erguer uma bandeira desta, não vão a lugar nenhum.
Follow the money, follow the power.
Essa crise, prá mim, chega a ser singela...
O problema do Nassif é que ele acredita demais em algumas coisas. Proposta original? Sempre foi essa, mas velada. Agora só tomaram mais coragem.
O que se poderia esperar senão este " triste " fim? Um bando de idiotas à serviço da ultra-direita sem enchergar um palmo à sua frente. Pensam que o Brasil não mudou. Perderam o bonde da história.
Nassif,
Faltou aí a gracinha do Marcelo Madureira, não?
abç
Na verdade, é bom que desapareça de vez.
Não teve, não tem e não terá utilidade alguma para o país.
Já bem antes da campanha, antes daquele seminario, acessava para saber como pensam. É urgente que voltem a defender os reais valores da livre iniciativa/mercado/capitalismo/etc. A Turma do Serra tomou aquilo de assalto. Mas fazer o que se interpretaram errado o que a Dna Judith disse que a oposição está fragilidazada (de propostas depois da crise de 2008) e entederam que liberou geral. Até um indio entrou nessa. Voto Dilma, mas pauto por equilibrio entre Estado e Mercado ambos eficazes. Acho ainda que o mercado precisa ser purgado a exemplo da minha banda larga a mais cara do planeta. Serra não sei quem? o disse! é inepto para gerir o Estado, dai fugir da responsabilidade delegando tudo para o mercado. Está facilitanto que surja uma nova oposição. Aquela cujos membros agora estão silentes para nao se queimarem. O Aecio é um deles, que mesmo assim precisa provar que sabe gerir. Sei não
Sr. Nassif: Não dá para imaginar inocência da direção do Instituto Milenium. Por mais boa vontade que se tenha, é simplesmente ridículo imaginar a reunião de análise dos resultados do seminário onde o presidente, ou curador, ou diretor reunido com sua equipe declare desconsolado: "Fomos enganados!!!!!". Com todo o respeito, o Instituto Milenium,.....bem,....o Instituto Milenium......
Onde eu mando entregar a pá de cal?
pior do perder as eleições é perder a identidade. essa é a crise do millenium, dois, tres e tantos forem necessarios. tenho dito. pois alguem já dizia isso.
Como paranaense talvez possa me colocar com isenção, feito um juiz, entre mineiros e paulistas nessa pendenga do Zé babão catota de nariz. Deixem-no dizer que é paulista da Moóca, do Morumbi, da Freguesia do Ó, minerin das Gerais, uai. Ele se diz até vaqueiro do nordeste, gosta de saborear um bom chimarrão dos pampas. Em qualquer dessas modalidades o coitadim vai perdê mez (mesmo ) Deixa ele, coitado.
Como paranaense talvez possa me colocar com isenção, feito um juiz, entre mineiros e paulistas nessa pendenga do Zé babão catota de nariz. Deixem-no dizer que é paulista da Moóca, do Morumbi, da Freguesia do Ó, minerin das Gerais, uai. Ele se diz até vaqueiro do nordeste, gosta de saborear um bom chimarrão dos pampas. Em qualquer dessas modalidades o coitadim vai perdê mez (mesmo ) Deixa ele, coitado.
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