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A crise do Cefet-MGEnviado por luisnassif, qui, 21/04/2011 - 08:15
Por psanchesjr
Crise abala Cefet-MG Há 100 anos reconhecida como uma das melhores instituições tecnológicas do estado, o Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Cefet-MG) vive a maior crise de sua história. Numa polêmica cheia de versões, acusações e interrogações, o centro estava para demitir hoje de manhã nada menos que 394 professores substitutos. A medida, que compromete a qualidade do ensino e coloca em riscos os mais de 100 cursos oferecidos, é, como defende a diretoria do centro, resultado de uma decisão mal esclarecida e confusa do governo federal. Em fevereiro, o Ministério da Educação (MEC) publicou decreto limitando o número de professores substitutos nas instituições do país em 20% do total de efetivos. No entanto, para o Cefet-MG, o limite foi nulo, ou seja, não poderia haver mais educadores sem concurso na escola técnica. Mas essa é apenas a ponta do iceberg dos problemas que vêm sendo empurrados pelo centro tecnológico há mais de uma década. Com 10 unidades espalhadas pelo estado, o Cefet, desde o governo Fernando Henrique Cardoso (FHC), entre os anos de 1995 e 2002, não faz concursos para reposição de professores. m 1976, quando surgia a escola, houve a explosão de contratação dos profissionais. Mas, com o passar dos anos, eles foram se aposentando e, como estávamos sem poder fazer concurso, contratamos educadores substitutos. A única concorrência pública que fizemos foi para ampliar o quadro para as novas unidades, mas não para a reposição”, conta o diretor-geral do Cefet-MG, Flávio Santos. Segundo ele, nos últimos quatro anos, 146 professores se aposentaram e 394 foram contratados. Com um quadro atual de 800 trabalhadores efetivos em sala de aula, a instituição, segundo afirma Santos, precisaria abrir concorrência para 350 vagas para educadores. Ao limitar em 0% o número de docente substituto ao Cefet-MG e não permitir que a instituição fizesse um concurso há mais de 10 anos, o MEC abriu brecha para que educadores, alunos e até mesmo a diretoria do centro federal questionassem se a medida não é fruto de uma retaliação de um fato ocorrido em 2007. Como lembra o diretor-geral, desde a década de 90, o centro luta para se transformar em universidade tecnológica, uma vez que oferece 16 cursos de graduação, 84 cursos técnicos e sete cursos de mestrado, além do ensino médio integrado ao técnico. “Sem nos permitir o título, o MEC criou os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (Ifets), que especializavam os Cefets e reduziam o leque de cursos de graduação e pós-graduação dos centros. Não aderimos a essa alternativa, pois ia de encontro com a nossa ideia de verticalização do ensino, de uma universidade tecnológica. Desde então, não tivemos mais concursos para nossas unidades”, lamenta Flávio Santos. Retaliação ou não, o fato é que há uma década a escola não pode realizar concurso, pois, segundo Flávio, à medida que o cerco apertava, o ministério era comunicado, mas nada resolvia. “A coisa foi crescendo e agora explodiu.” Apesar da situação, o diretor-geral aposta que em pouco tempo a situação vá melhorar. Quando soube que o caos tinha chegado ao limite e que, hoje, a instituição estaria pondo na rua nada menos do que 394 professores, o ministro da Educação, Fernando Haddad, ligou para Flávio e lhe garantiu tomar medidas emergenciais e que não seria preciso a escola demitir ninguém, pelo menos, nos próximos dias. “Estamos confiantes. Na semana que vem vou a Brasília para conversar com ele pessoalmente e apresentar um projeto que sustente nossas condições”, garante. O Estado de Minas entrou em contato com o MEC, mas, até o fechamento desta edição, não obteve retorno. ENTENDA O CASO • Década de 1990 O Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (Cefet-MG) pleiteia sua transformação para universidade tecnológica, assim como os Cefets do Rio de Janeiro e Paraná • Em 2005 O Cefet do Paraná se transforma em Universidade Tecnológica Federal e o Ministério da Educação (MEC) sinaliza que o mesmo iria ocorrer às outras duas • Em 2006 Algumas instituições, sem condições técnicas de se transformarem em universidade, pressionam o governo, que recua da decisão de nomear os Cefets mineiros e cariocas • 2007 O MEC cria o modelo alternativo de Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia (Ifet). é feito um chamamento público para aderir ao instituto, exigindo: 50% dos cursos teriam de ser técnicos, seria permitido no máximo 30% de cursos de graduação e 20% de licenciatura. O Cefet-MG e do Rio, com o modelo de verticalização do ensino, já oferecendo ensino médio integrado ao ensino técnico, graduações e pós graduações, não aderem ao Ifet, e continuam a lutar para se transformar em universidade • 2008 Os concursos não são feitos em Minas. Em quatro anos, 146 professores se aposentam e a forma de suprir as vagas são as contratações de educadores substitutos • Fevereiro de 2011 O MEC publica decreto limitando o número de professores substitutos para 20% do total de efetivos. Para o Cefet-MG, a limitação é de 0%, ou seja, não poderia haver mais professores substitutos no quadro da instituição • Abril de 2011 Nada menos que 394 docentes seriam demitidos até 19 de abril, mas o ministro Fernando Haddad garantiu encontrar solução imediata para o caso, assegurando que não será preciso a demissão dos profissionais Fonte: Jornal Estado de Minas Impresso Outros tempos Muito estranho Mais dados sobre o Projeto de Universidade Tecnológica Federal de Minas Gerais no link abaixo
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Comentários + votados
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Aldo Cardoso
21/04/2011 - 08:40
Pelo que li nessa exposição, se o Ministro Fernando Haddad estiver levando para o lado pessoal, para a politização nefasta, peçonhenta, uma demanda da educação da envergadura do relatado...
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rafael
21/04/2011 - 08:51
Sou professor do CEFET do Rio de Janeiro e posso dizer que sofremos retaliações semelhantes do Ministério da Educação na instituição. Sou professor do Magistério Superior e desde 2006 não ocorrem...
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João Sérgio
21/04/2011 - 10:39
A situação é feia. Na UNED Leopoldina do CEFET-MG(na qual estudei entre 2003 e 2005) houve até protesto esta semana http://www.leopoldinense.com.br/base.asp?area=noticias&id=6069
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Hector Reynaldo Meneses Costa
21/04/2011 - 10:40
Finalmente um artigo mostra de maneira detalhada o que vem ocorrendo com os CEFET-MG e o CEFET/RJ, que estão sendo retaliados e pressionados de maneira covarde pelo MEC, simplesmente por terem ...
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Ivan Moraes
21/04/2011 - 10:56
"MEC abriu brecha para que educadores, alunos e até mesmo a diretoria do centro federal questionassem se a medida não é fruto de uma retaliação de um fato ocorrido em 2007":
Foi sim. O nome...
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Ivan Moraes
21/04/2011 - 11:42
"A inviabilização concreta da transformação do Cefet/MG em universidade tecnológica até o final do mandato do diretor Flávio Santos, remetendo a discussão para a futura administração e envolvendo a...
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Ivan Moraes
21/04/2011 - 12:15
Bom link mas os assuntos estao se misturando. Um eh a contratacao ou demissao dos professores e o outro eh a transformacao de escolas tecnicas em universidades tecnicas.
Tem alguma coisa errado...
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Professor do Cefet
21/04/2011 - 12:17
Achei muito estranha a forma como a questão está colocada! Dizer que "há uma década a escola não pode realizar concurso" é, no mínimo, má fé!
Para não ir longe, eis alguns para professores e...
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Ademario
21/04/2011 - 13:25
Prezados,
Como professor de ensino técnico e tecnológico (médio e graduação), louvei a decisão do MEC de expandir o ensino técnico nas antigas escolas técnicas federais e restaurar os cursos...
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psanchesjr
21/04/2011 - 13:27
Caro João Aguiar, o CEFET-MG possui hoje TODAS AS prerrogativas de uma UNIVERSIDADE. Não temos percentuais a serem seguidos. Temos plena autonomia orçamentária, administrativa e pedagógica. Se for...
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Felipe Dias
21/04/2011 - 13:28
Caro Marco Furtado, acho que deveria conhecer mais sobre os projetos do CEFET-RJ e CEFET-MG antes de emitir tal opinião. Engano seu achar que ambas instituições encerraram o técnico. Pesquise mais um...
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Felipe Dias
21/04/2011 - 13:39
Quem disse que tem alunos sendo aliciados para a briga? O que há são alunos exercendo seu papel de cidadania. Os grandes prejudicados nessa história não são A nem B, e sim a sociedade. Precisamos ter...
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Ramon Diniz
21/04/2011 - 13:53
Muitíssimo importante o Luiz Nassif Falar sobre tudo isso. Ainda mais expondo as coisas como foi. Parabéns. Precisamos de mais gente com coragem para encarar essa situação e melhorarmos ainda mais...
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Joao Baptista
21/04/2011 - 13:57
Sou professor do CEFET-RJ, que vive semelhante política nefasta de boitote por parte do MEC. É inadimiscível que por questões políticas ou pessoais de Ministério, busque-se, por um conjunto de ações...
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Bel Brunacci
21/04/2011 - 15:01
Não, Ivan, os assuntos que parecem não ter nada a ver com outro, na verdade, tem a ver com a autonomia que as universidades públicas exercem e que está sendo negada aos CEFET. A situação dos CEFET de...
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Athos
21/04/2011 - 15:15
Acho isso uma retaliação ideológica clara. O PT não quer abraçar o projeto que não é seu.
Mas não da pra pressionar se saem manchetes com fechamento de cursos e redução de vagas no ensino superior...
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Professor do Cefet
21/04/2011 - 15:39
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Marcelo Cândido
21/04/2011 - 16:46
O Estado Democrático de Direito tem como um de seus princípios a IMPESSOALIDADE e não realizar concursos, salvo melhor juízo, consiste em INFRINGÊNCIA DESSE PRINCÍPIO.
O patrimonialismo (considerar o...
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rafael
21/04/2011 - 18:05
A liberação de vagas para os Institutos ilustra como o MEC atua retaliando os dois Cefets restantes. Enquanto libera vagas permanentes para os IFETS, os CEFETs do Rio e de Minas ficam ameaçados de...
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Mauricio Motta
21/04/2011 - 20:28
Caro Ademar
As universidades tecnológicas foram discutidas na primeira gestão do governo Lula, inclusive com a transformação do CEFET-PR em UTFPR, em 2005, com o ministro Cristovão Buarque. Assim, a...
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Pelo que li nessa exposição, se o Ministro Fernando Haddad estiver levando para o lado pessoal, para a politização nefasta, peçonhenta, uma demanda da educação da envergadura do relatado no documento, então será para mim, como cidadão brasileiro, uma frustração do tamanho de MG, pelo tanto que o admirava e torcia para vê-lo continuar a frente do MEC
Sou professor do CEFET do Rio de Janeiro e posso dizer que sofremos retaliações semelhantes do Ministério da Educação na instituição. Sou professor do Magistério Superior e desde 2006 não ocorrem concursos para a carreira no Centro, mas as retaliações não param por aí. O Mec não extendeu aos dois Cefets a possibilidade de realização de concursos de acordo com as regras do professor-equivalente, válida para Universidades e Institutos. O mesmo vale para aplicação de regras de autonomia.
Os Cefets do Rio e de Minas, caso tivessem que se transformar em Institutos, teriam que fechar cerca da metade das vagas dos seus cursos superiores, o que seria terrível para as regiões onde atuam. Hoje, o Cefet do Rio oferece dois cursos de engenharia noturnos Nova Iguaçu, além de cursos superiores em Petrópolis, Angra, Itaguaí e Nova Friburgo.
Os casos dos professores substitutos de Minas são apenas mais uma retaliação de muitas que estamos sofrendo. Esperamos que o quadro mude a partir de agora.
<!-- @page { margin: 2cm } P { margin-bottom: 0.21cm } -->
_ Os eleitores que, como eu, votaram na Sra. Dilma confiando na mensagem social do PT e nos seus discursos esperam que as decisões que envolvam educação não sejam orientadas por princípios exclusivamente argentários, como redução de custos, etc., como o seriam num governo do PSDB.
_ Por favor, Sra. Presidenta e Min. Haddad, não nos decepcionem!
È engraçado o país. Toda escola técnica quis virar CEFET pra ter curso superior. Agora todo Cefet quer virar universidade. E quem fica com a formação técnica? Ninguém quer porque este é o país que despreza o status de ensino técnico, e só valoriza o universitário. Triste sina a do ensino técnico no país.
Ora, argumentar assim é enveredar pelo reducionismo!
O que acontece é que o modelo proposto pelo MEC, e ardorosamente defendido pelo HAdad, é que os IFEt's somente poderiam abrir cursos técnicos, o que por sua vez, engessa instuituições mais antigas, como o CEFET-MG, o CEFET-RJ e a Universidade tecnológica do Paraná que ao longo dos anos conseguiram conciliar magistralmente o ensino técnico com graduações altamente voltadas para demandas tecnológicas. O que o Prof. Flávio dos Santos fez, em sua recusa a aderir ao modelo dos IFET's, foi agir de forma racional, pois seria retrocesso para uma isntituição centenária, com 10 campi, e várias graduações, adotar um modelo que contemplasse apenas o ensino técnico, sendo que na prática já e uma universidade.
Nada contra o modelo dos IFET's, mas tentar padronizar tal formato para instituições que o transcendem, representa um retrocesso institucional, ainda mais quando se leva em conta a luta que foi para implantar tantos cursos de graduação e mestrado ao longo destes anos todos, como se deu no CEFET-MG. Tentar enquadrar o CEFET-MG como um IFET seria o mesmo que pretender que a UFMG se adequasse aos padrões de um CEFET...
Senhor Leandro, a sua informação é equivocada.
Na estrutura do IFET, as instituições tem plena autonomia para oferecer cursos de formação superior, especialização, mestrado, e doutorado. O único diferencial é que nos IFETs 50% das vagas devem (por lei) ser reservadas para os cursos técnicos.
VEJA O QUE DIZ A LEI 11892 QUE CRIOU OS IFET"S.
Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos
LEI Nº 11.892, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008.
Institui a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, cria os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, e dá outras providências.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
....................................
Dos Objetivos dos Institutos Federais
Art. 7o Observadas as finalidades e características definidas no art. 6o desta Lei, são objetivos dos Institutos Federais:
...........................
VI - ministrar em nível de educação superior:
a) cursos superiores de tecnologia visando à formação de profissionais para os diferentes setores da economia;
b) cursos de licenciatura, bem como programas especiais de formação pedagógica, com vistas na formação de professores para a educação básica, sobretudo nas áreas de ciências e matemática, e para a educação profissional;
c) cursos de bacharelado e engenharia, visando à formação de profissionais para os diferentes setores da economia e áreas do conhecimento;
d) cursos de pós-graduação lato sensu de aperfeiçoamento e especialização, visando à formação de especialistas nas diferentes áreas do conhecimento; e
e) cursos de pós-graduação stricto sensu de mestrado e doutorado, que contribuam para promover o estabelecimento de bases sólidas em educação, ciência e tecnologia, com vistas no processo de geração e inovação tecnológica.
...............
Por Rafale
Olá Rossine,
faltou lembrar que 20% das vagas devem ser destinadas a cursos de licenciatura, ou seja, sobram apenas 30% das vagas para todas as engenharias, mestrados, doutorados e especializações que o cefet-mg oferece. Obviamente tal estrutura, além de ser um retrocesso, não é compatível com o cefet-mg.
Caro Marco Furtado, acho que deveria conhecer mais sobre os projetos do CEFET-RJ e CEFET-MG antes de emitir tal opinião. Engano seu achar que ambas instituições encerraram o técnico. Pesquise mais um pouco.
Institutos federais serão autorizados a contratar professores e técnicos
G1
Os institutos federais de educação, ciência e tecnologia estão autorizados a contratar docentes e técnicos administrativos para as escolas federais de educação profissional em funcionamento no país.
Segundo o Ministério da Educação uma portaria interministerial dos Ministérios da Educação e do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), será publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (25) e vai alterar anexos dos decretos do banco de professor-equivalente e do quadro de referência dos técnicos administrativos dos institutos federais.
Na prática, a medida amplia o banco e o quadro de referência, permitindo que as instituições contratem, via concurso público, pelo menos 2.800 professores e 1.800 técnicos administrativos. Aqueles institutos que possuam concurso válido poderão convocar e nomear o candidato aprovado de imediato.
O banco de professor-equivalente e o quadro de referência de educação básica, técnica e tecnológica dos institutos federais de educação, ciência e tecnologia foram criados por decretos em setembro de 2010. No entanto, o quantitativo de vagas previsto estava desatualizado em relação às novas escolas da rede federal.
Antes da existência do banco e do quadro de referência, as instituições necessitavam pedir autorização do MPOG cada vez que servidores se aposentavam ou se desligavam da escola.
A liberação de vagas para os Institutos ilustra como o MEC atua retaliando os dois Cefets restantes. Enquanto libera vagas permanentes para os IFETS, os CEFETs do Rio e de Minas ficam ameaçados de fechar cursos por falta de professores temporários.
20/04/2011 20h45 - Atualizado em 20/04/2011 20h50
Institutos federais serão autorizados a contratar professores e técnicos Instituições poderão contratar 2.800 professores via concurso público.
Portaria será publicada nesta segunda-feira (25), segundo o MEC
http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2011/04/institutos-fed...
A situação é feia. Na UNED Leopoldina do CEFET-MG(na qual estudei entre 2003 e 2005) houve até protesto esta semana http://www.leopoldinense.com.br/base.asp?area=noticias&id=6069
Bom link mas os assuntos estao se misturando. Um eh a contratacao ou demissao dos professores e o outro eh a transformacao de escolas tecnicas em universidades tecnicas.
Tem alguma coisa errado com essa "transformacao", gente. Nao sei o que eh ainda, mas que tem, tem sim. Maior sinal disso: porque eh que alunos estao sendo aliciados pra essa briga?
Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.
Quem disse que tem alunos sendo aliciados para a briga? O que há são alunos exercendo seu papel de cidadania. Os grandes prejudicados nessa história não são A nem B, e sim a sociedade. Precisamos ter responsabilidade antes de emitir comentários maldosos como este.
Quanto a mensagem de contratação postada pelo colega anteriormente, eu acho que ele quis é confrontar as realidades distintas e expor a discriminação que os CEFET's RJ e MG vêem sofrendo.
Não, Ivan, os assuntos que parecem não ter nada a ver com outro, na verdade, tem a ver com a autonomia que as universidades públicas exercem e que está sendo negada aos CEFET. A situação dos CEFET de MG e RJ é muito conhecida. São instituições com forte tradição de educação tecnológica e seu projeto de transformação em UT é uma proposta avançadíssima de integração dos conteúdos simultaneamente à verticalização do ensino. Dizer que os alunos estão sendo "aliciados" é, além de anacrônico, subestimar a formação proporcionada por essas instituições, que, juntamente com o Colégio Pedro II, proporcionam ao alunado uma formação ampla, diversificada e crítica. Quando os jovens agem como cidadãos e reivindicam o protagonismo na construção de um projeto tão avançado para a educação brasileira, logo vem uns e outros tachando-os de aliciados... A discussão tem de ser outra. Por que a retaliação, se o MEC deixou os CEFET livres para aderirem ou não ao projeto dos IFET? Por que não respeitar a trajetória e a história de instituições tão diferentes dos demais CEFET ("promovidos" a essa categoria no governo FHC)? Se a gestão é democrática, a decisão de batalhar pela transformação em UT foi tomada pelas instâncias deliberativas institucionais e é, portanto, legítima. Por isso tem o apoio dos alunos, os maiores interessadas no projeto de qualidade que essa mudança representa.
Muitissimo obrigado, Bel!
Agora vi a conexao entre um assunto e outro. Volto aa primeira conclusao entao: eh conspiracao branca contra a universidade, e nao houve e nem vai haver "discussao" alguma com qualquer pessoa que nao seja lobista. Um abracao.
Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.
Finalmente um artigo mostra de maneira detalhada o que vem ocorrendo com os CEFET-MG e o CEFET/RJ, que estão sendo retaliados e pressionados de maneira covarde pelo MEC, simplesmente por terem projetos diferenciados do que o ministério impõe. O projeto de se tornar Universidade Tecnólogica dessas instituições é sério e importante para o Brasil, que não consegue atender a atual demanda de mão de obra qualificada na área tecnológica. O MEC reconhece esta necessidade, mas por razões política não quer aceitar a implantação de novas Universidades Tecnólogicas, o que é uma temeridade e falta de responsabilidade . Devemos discutir e pressionar o governo, principalmente o minístro Fernando Haddad, em rever sua posição, pois o governo da presidente Dilma poderá ficar marcado como responsável em acabar com o ensino público tecnológico de qualidade no Brasil. Hector Reynaldo (professor do CEFET/RJ).
O Cefet/MG, como todos os Cefet espalhados pelo país, é uma instituição voltada para o ensino técnico, mas como outros teve autorização para a abertura de cursos superiores, com uma minoria de alunos e professores do total da escola. O projeto de transformação do Cefet/MG transformou-se no objetivo do diretor Flávio Santos, intensificado no seu último mandato como diretor, improrrogável e que expira em outubro deste ano. A transformação do Cefet/MG em universidade tecnológica seria a consagração política do diretor, viabilizaria e praticamente garantiria a sua eleição no cargo de direção, agora como reitor da futura universidade.
O projeto de transformação do Cefet/MG em universidade tecnológica tem vários argumentos contrários, o principal seria a mudança de foco da instituição do ensino médio para o superior, numa escola consolidada em BH e no interior na formação do ensino técnico. Esta questão é política e é uma opção entre a intensificação dos esforços na expansão do ensino técnico excepcionalmente importante por se tratar de um centro de excelência único e capilarizado no estado ou concentrar esses esforços na implementação de uma instituição de ensino superior, num estado que já conta com outras 14 universidades federais de extenso reconhecimento científico e tecnológico, com muito maior capacidade de atendimento a este nível de ensino.
A inviabilização concreta da transformação do Cefet/MG em universidade tecnológica até o final do mandato do diretor Flávio Santos, remetendo a discussão para a futura administração e envolvendo a comunidade escolar, alunos, professores, técnicos e administrativos, é positiva no sentido de se avaliar com racionalidade as opções propostas.
Enquanto isto o diretor Flávio Santos convocou os alunos e professores para uma assembléia no auditório da escola nos dias 18 e 19, segunda e terça-feira desta semana e depois os alunos foram para a avenida Amazonas em manifestação a favor da transformação do Cefet em universidade tecnológica. Não se viu nenhuma faixa pedindo a permanência dos professores substitutos, 60% do contigente dos professores da escola, que se demitidos paralisariam a escola. O coitado do Haddad está se explicando até agora e a sua sorte é que o abEstado de Minas e a rede gLobo, que esteve lá fazendo a cobertura, preferiram falar do fim da sacola plástica no comércio de BH, sabe-se lá porque rs
você não pode vencer a morte, mas você pode vencer a morte em vida, às vezes. Charles Bukowski
"A inviabilização concreta da transformação do Cefet/MG em universidade tecnológica até o final do mandato do diretor Flávio Santos, remetendo a discussão para a futura administração e envolvendo a comunidade escolar, alunos, professores, técnicos e administrativos, é positiva no sentido de se avaliar com racionalidade as opções propostas":
Nao, essa "discussao" nao vai acontecer. Nunca aconteceu antes e nao vai ser agora que vai comecar. O importante na sentenca eh so o adiamento da chegada do futuro mesmo: eh tudo no futuro distante.
Agora ficou mais claro, no entanto. Os alunos estao se manifestando para a transformacao embora nao tenha havido "discussao", Joao? E professores estariam incitando essas "manifestacoes"? Porque, eles vao ganhar aumento de salario?
Os professores "demitidos" estao sendo usados como gancho. A verdade eh que os alunos ja conversaram com alguem, mesmo que seja entre eles mesmos, e ninguem ouviu. Da a impressao que a decisao de 2007 foi tomada do mais puro vacuo, na base do quereu-fazeu.
Ta faltando mais informacao a respeito desse imbroglio da Escola Tecnica.
(o Porcao ainda ta na esquina da escola?)
Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.
A história nos mostra claramente que todo líder de movimentos transformadores o fizeram considerando obviamente o seu interesse individual, o que não reduz a nobreza do objetivo social. O que importa é que de forma lícita, interessado ou não pela reitoria, as reinvindicações da comunidade CEFET-MG sejam atendidas.
"MEC abriu brecha para que educadores, alunos e até mesmo a diretoria do centro federal questionassem se a medida não é fruto de uma retaliação de um fato ocorrido em 2007":
Foi sim. O nome eh conspiracao branca, unica especialidade mineira. Minas ja afundou a propria reputacao por causa delas e vai continuar afundando: isso eh Minas.
Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.
Pois, semana que vem, vou trazer uma outra novidade sobre o Cefet-MG que vai mais ou menos no mesmo caminho tema do tratado pelo post. Aguardem.
Marcelo Costa www.esquemastaticos.com.br
Achei muito estranha a forma como a questão está colocada! Dizer que "há uma década a escola não pode realizar concurso" é, no mínimo, má fé!
Para não ir longe, eis alguns para professores e funcionários, o primeiro disponível no próprio portal do Cefet-MG, como mais de 60 vagas para professores efetivos, só neste! E em 2010!
http://www.concursosdocentes.cefetmg.br/galerias/arquivos_download/Edita...
Além deste, inúmeros outros, fiz apenas uma pesquisa básica:
http://www.pciconcursos.com.br/concurso/cefet-centro-federal-de-educacao...
http://www.pciconcursos.com.br/noticias/cefet-mg-campus-vii-timoteo-ofer...
http://www.pciconcursos.com.br/noticias/cefet-mg-abre-29-vagas-para-nive...
http://www.pciconcursos.com.br/noticias/32-vagas-para-o-cefet-mg-de-bamb...
http://educacao-concurso.blogspot.com/2008/10/cefet-mg-abre-concurso-com...
Estranho se falar também em "retaliação" quando todos que moram em Minas sabem que o CEFET-MG está em franca expansão, com abertura de novas unidades e contratações, tanto efetivas quanto substitutas, em todas estas mesmas unidades. Ao que parece, também, verba não andou minguando...
Assim, como há realmente problemas, eles parecem de outra natureza. Que a reportagem não aborda nem se aprofunda, o primarismo básico da imprensa! Em Minas, então, nem se fala! Pois o viés da imprensa mineira é a muito conhecido...
Na segunda feira, estudantes que não sabiam sequer a diferença entre UFT e IFET foram parar a Av. Amazonas, das principais artérias de BH, para que o CEFET-MG não parasse por falta de professores! http://www.youtube.com/watch?v=fgWVshlyLjM .
Tivemos notícias de vidros quebrados, discussões, etc. O que não contribui nada para a boa imagem do Cefet! Além de colocar em risco os próprios estudantes, o que é uma irresponsabilidade!
Educação é algo muito sério, e um dos grandes problemas deste país! Ver estudantes se manifestando sem saberem nem direito o por quê é decepcionante!
Como este espaço se pauta pelo debate democrático, pelo menos aqui se pode discutir aspectos omitidos em outras notícias que se vê circulando por aí! E com alguma profundidade!
"Ver estudantes se manifestando sem saberem nem direito o por quê é decepcionante":
Decepcionante eh alguem se identificar como "professor" da escola e nao identificar a UNICA palavra chave do video.
Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.
Caro professor do Cefet,
De fato houveram alguns poucos concursos que não foram suficientes para a reposição dos quadros em decorrência das aposentadorias e falecimentos. Entretanto o que se pode entender como estranho é o anonimato em um fórum de discussão de um assunto que certamente seria do seu interesse, salvo não tenha compromisso com o desenvolvimento da instituição, que de forma alguma negligenciará o sua tradição na formação de profissionais de nível técnico.
Vamos mostrar a cara, se é contra a transformação, apresente-se, pois dessa forma demonstrará que tem um causa a defender e que possui argumentos sólidos para acreditar que não é o melhor caminho, pois a estratégia de jogar dados isolados para destruir os argumentos de terceiros é no mínimo "má fé".
Por que o anonimato, professor? Assim fica fácil desqualificar o movimento dos alunos, "desmentir" informações, emitir juízos de valor e até se posicionar contra o projeto de UT, não é mesmo? Ou é medo das próximas eleições para diretor geral? Venha para o debate franco e aberto!
O MEC disse que não sabia que o CEFET-MG precisava de vagas...mas na Quarta-Feira (20/04 as 18hs), no apagar das luzes, soltou um medida dando mais vagas para os IFETs e nenhuma vaga para o CEFET-MG. Essa medida só reforça a idéia da retaliação. O MINISTRO MENTE. Os IFETs conseguiram mais vagas em cima da briga do CEFET-MG, pq o CEFET-MG está colocando a boca!!! Foi uma estratégia para desarticular o movimento mineiro. Inconfidentes uma vez, inconfidentes para sempre!!! Para calar a boca o MEC deu mais umas vaguinhas para os IFETs...e o CEFET-MG?? MINISTRO cadê você? E para aqueles que colocaram os editais dos concursos do CEFET-MG, quero ressaltar que durante 10 anos NÃO HOUVE CONCURSO PARA REPOSIÇÃO DE VAGAS (pessoas se aposentam, morrem, exoneram...) os concursos realizados pelo CEFET-MG foram vagas destinadas à expansão e não, reposição. Só aposentadorias, desde 2006, foram mais de 150 professores em regime de Dedicação Exclusiva.
Prezados,
Como professor de ensino técnico e tecnológico (médio e graduação), louvei a decisão do MEC de expandir o ensino técnico nas antigas escolas técnicas federais e restaurar os cursos integrados, mas manter os cursos concomitantes para quem já tem 2º grau. Acho até que podem haver mais cursos concomitantes noturnos.
Achei ótima a expansão de vagas nas universidades federais, inclusive com a criação de cursos noturnos. Tenho ex-alunos do técnico trabalhando de dia e fazendo o curso gratuito numa universidade pública à noite.
Mas eu queria saber por que há Cefet's que continuam querendo criar as tais universidades tecnológicas, que eram um projeto do governo FHC. A gestão do ensino técnico foi desastrosa naquele governo, as universidades públicas se viram sufocadas e sem verbas. Qual o sentido em perseguir um projeto que veio dessa matriz? Qual o sentido em buscar um modelo que desprestigiava a formação técnica?
Quero entender que essas instituições se equivocaram. Acontece. Mas é vital prestigiar a formação técnica de nível médio e as antigas escolas técnicas são (ou deveriam ser) os melhores centros formadores. Nunca deveriam ter sido forçadas a mudar de rumo. E não deveriam persistir no erro do governo passado.
Abraços
Caro Ademar
As universidades tecnológicas foram discutidas na primeira gestão do governo Lula, inclusive com a transformação do CEFET-PR em UTFPR, em 2005, com o ministro Cristovão Buarque. Assim, a discussão foi incentivada pelo próprio governo Lula, nada tendo haver com FHC. O que acontece é que instituições como o CEFET/RJ e CEFET-MG não podem ficar ao sabor de projetos políticos do MEC.
Caro João Aguiar, o CEFET-MG possui hoje TODAS AS prerrogativas de uma UNIVERSIDADE. Não temos percentuais a serem seguidos. Temos plena autonomia orçamentária, administrativa e pedagógica. Se for no art. 18 da Lei 11892/08 (Lei que criou os IFETs) verá que o CEFET-MG e RJ são " autarquias vinculadas ao Ministério da Educação, configurando-se como instituições de ensino superior pluricurriculares, especializadas na oferta de educação tecnológica nos diferentes níveis e modalidades de ensino, caracterizando-se pela atuação prioritária na área tecnológica, na forma da legislação." Assim sendo, a propria lei que criou os IFETs disse que somos uma instituição de ensino pluricurricular com diferentes niveis e modalidades de oferta. Não estabeleceu nenhuma restrição ou vinculo de 50%, 40% ou qualquer outro percentual para qualquer nível de ensino. Temos INDEPENDENCIA, LIBERDADE. Se você teme que o modelo Universidade acabe com ensino técnico, te pergunto o seguinte: se o CEFET-MG já tem essa autonomia, pq então não acabou com o ensino tecnico? Pq o CEFET-MG continua seu processo de expansão pelo interior abrindo, PRIORITAMENTE cursos tecnicos?? Veja por exemplo o Campus de Curvelo...só terá um curso superior quando o curso tecnico estiver consolidado. Primeiro vem o Tecnico e depois o Superior....nunca foi o contrário. Essa é a logica de uma instituição que se propõe verticalizada (fortalecer o ensino tecnico para criar um curso superior forte!!!). No CEFET-MG o curso superior precisa do tecnico, caso contrário seria como construir um predio sem estrutura, base. Um precisa do outro para sobreviver. Gostaria que compreendesse o que está em jogo e os reais motivos para virarmos Universidade. Atualmente, por não sermos Universidade, não tivemos as vagas do REUNI. Fizemos a expansão dos cursos superiores e o MEC não reconheceu com a justificativa que não somos Universidade. Por não sermos Universidade, os alunos não tem Moradia Estudantil ou acesso ao Plano Nacional de Assistencia Estudantil que é específico para as IFES (Instituições Federais de Ensino Superior...veja http://portal.mec.gov.br/index.php?Itemid=607&id=12302&option=com_content&view=article) Por isso, apesar do CEFET ter prerrogativas Universitárias, não é, por lei, uma Univeridade. Assim, não temos uma série de benefícios que iriam melhorar ainda mais a vida dos estudantes e dos professores. Além do mais, a relação da quantidade de alunos x professor se formos universidade é 14:1 (14 alunos para 1 professor), enquanto que, no modelo IFET (ver art. 8º § 1º da Lei 11892) o indicador será definido pelo MEC (na verdade ja o fez com a criação do banco do professor equivalente e, sabidamente, a proporção de alunos por professor é bem maior. Como pode ver, viriam mais vagas no modelo Universidade do que no modelo IFET. Mais vagas signfica mais pesquisa na área tecnológica e melhor qualidade no ensino. Transformar o CEFET em IFET seria a mesma coisa de transformá-lo em um colégio estadual, onde o professor dá um monte de aula (20horas em sala) e vai embora....Acho que a comunidade está engajada com a Diretoria pq percebeu a malandragem do MEC. Enfatizo que poderíamos ficar como CEFET-MG e continuar a vida. Mas o MEC criou um empecilho e hoje, existem em vigor 2 modelos de instituição: Universidade ou IFET. A gente sabe o que não quer: IFET NÃO. Se o Ministro quiser nos dar os benefícios da Universidade e deixar a gente ser CEFET, tudo bem. Mas nem isso ele tá deixando mais. Não queremos ficar pedindo benção e dependendo de favor de Ministro a todo momento. Veja a Portaria que saiu, ontem, no apagar das luzes dando mais vagas para os IFETs e nenhuma para o CEFET-MG. Estamos sem professores pq fizemos a expansão no tecnico e na graduação. Contudo, as vagas não vieram!!!! Tivemos aposentadorias e as vagas não foram repostas. Essa situação durante há mais de 6 anos. As vagas dos substitutos nos são devidas como vagas para efetivos. E por favor, acesse o site http://www.cefetmg.br/minisites/minisite1/sobreUT.html. Terá todas as informações sobre a Universidade Tecnológica. Mesmo modelo seguido e implementado pelo CEFET-PR, hoje, UTFPR com aumento de cursos técnicos e superiores (segue artigo demonstrativo http://www.inpeau.ufsc.br/wp/wp-content/BD_documentos/coloquio9/IX-1122.pdf). Trazer uma Universidade Tecnológica para o Estado de Minas Gerais é um ganho para todos os mineiros e brasileiros.
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