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A crise alimentar de 2008 e o preço dos alimentos em 2011Enviado por luisnassif, dom, 19/02/2012 - 08:02Por Paulo F. Do publico.pt Entrevista com Ann Berg, consultora da ONU para a Alimentação e a Agrucultura "A crise alimentar de 2008 não vai repetir-se no mundo" Por Ana Rute Silva Ann Berg nunca tinha estado em Lisboa, mas, a convite da Associação Nacional de Produtores de Milho e Sorgo, falou, esta semana, para a plateia de 500 agricultores sobre o mercado de futuros e a volatilidade dos preços, durante o VII Congresso do Milho.
Numa altura em que as medidas de austeridade arriscam provocar uma descida do valor dos alimentos e um "êxodo da agricultura", a consultora da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e antiga corretora da Bolsa de Chicago, critica os movimentos especulativos e a falta de "transparência" em algumas transacções. Sem arriscar previsões para este ano, Berg defende que um cenário como o da grave crise alimentar de 2008, que fez disparar os preços do arroz e do milho em 170 e 140%, respectivamente, não deverá repetir-se. Em 2011, os preços dos alimentos tiveram um movimento de subida constante. A tendência vai manter-se este ano? Todos estes acontecimentos influenciam da mesma forma a oscilação dos preços? A crescente procura dos mercados emergentes, sobretudo da China, também tem grande influência no preço a que os cereais são vendidos. Nos EUA, 40% da produção de milho destina-se aos biocombustíveis, o equivalente a alimentar 600 milhões de pessoas. É um contra-senso? Que consequências tem esta volatilidade dos preços para as pessoas? Quem é que mais beneficia com a instabilidade de preços? Pensa que a existência de regulamentação, como defende a França, pode travar esta excessiva especulação? Defende, então, que é preciso regras mais apertadas na Europa? Penso que outros mercados deveriam adoptar a lei dos Estados Unidos, que é um modelo a seguir no que toca à transparência. Por exemplo, proíbe o armazenamento da mercadoria. Com a crise global, tem havido uma transferência dos investidores do mercado financeiro para as commodities... Mas isso significa que as commodities vão assumir cada vez mais importância? E é também a sua opinião? Investir na produção agrícola é uma solução? Tem defendido que os cortes para travar a crise provocam uma queda nos preços das matérias-primas e, em consequência, um êxodo de agricultores e abandono dos campos. Este cenário já está a acontecer? Mas neste momento o abastecimento de alimentos à população mundial está em níveis satisfatórios?
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"O cantor Willie Nelson se juntou a 300.000 outros ativistas em uma ação judicial contra a gigante agrícola americana MONSANTO, citando a pratica da empresa de processar os pequenos agricultores cujos campos foram contaminados pelas sementes geneticamente modificadas da MONSANTO. O processo foi aberto como parte da "Ocupar o sistema alimentar" campanha de protesto contra o controle corporativo das pequenas propriedades e o uso de poluentes nocivos, como o herbicida "round up" da MONSANTO."Com a palavra a bancada ruralista, os cantores sertanejos que "acordam" os pequenos produtores rurais e os orgãos que fiscalizam o lobby destas companhias no nossos gloriosos congresso e camara. E a sociedade é claro. O GLOBO RURAL NEM PENSAR.
Olá Luis:Ajude-nos por favor a divulgar essa causa.
A Toda Sociedade Brasileira. Abaixo, manifesto nacional por melhoria da condição de um povo com o estigma doloroso de vidas - 800000 pessoas, 90% analfabetos, segundo o IBGE - relegadas ao abandono e à execração pública diária. Resolvemos apelar para a compaixão e a responsabilidade civil de todos os segmentos da sociedade, por puro cansaço de anos de tentativa inglória de amenizar a dor do despertencimento. Estamos enviando-lhes este manifesto de pedido de socorro imediato ao Povo Cigano, para que todos se sensibilizem e interfiram junto aos órgãos competentes, para incluí-los nas políticas públicas de saúde, educação, erradicação da miséria e de comportamentos preconceituosos que causam tanto sofrimento a esses seres à margem da vida. Nós, voluntários do Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente, APAC, Casa de Passagem, e na cidade de Viçosa, Minas Gerais, além do Forum Mundial Social - Mineiro e diversas outras entidades requeremos as medidas emergenciais de inclusão destes brasileiros, que já nascem massacrados pelo fardo vitalício da dor do aviltamento e segregação atávica em nossa sociedade, desabrigados que são da prática do macroprincípio da dignidade da pessoa humana, telhado da Constituição.
Cliquem no link abaixo, no artigo da SEPPIR, que confirma a situação deles. http://noticias.r7.com/brasil/noticias/falta-de-politicas-publicas-para-ciganos-e-desafio-para-o-governo-20110524.html
Se nosso país tornou-se referência em crescimento econômico, certamente conseguirá sê-lo também em compaixão e acolhimento dessa causa universal.
DE GENTE ESTRANHA, em caravana. Dolorosamente incômoda. Ciganos. Descobrimos, perplexos, que suas famílias são excluídas dos programas de bolsa-família, saúde, educação, profilaxia dentária, vacinas etc. Sua existência se torna mais dramática, pois não conseguem os benefícios do governo por não terem endereço fixo. Segundo o IBGE, são cerca de 800.000, 90% analfabetos. Há seis anos, resolvemos visitar um acampamento em Teixeiras, perto de Viçosa. E o que vimos foi estarrecedor: idosas, quase cegas, com catarata. Pais silenciosamente angustiados, esperando os filhos aprenderem a ler em curto espaço de tempo, até serem despejados da cidade. Levamos ao médico crianças que “tinham problema de cabeça”. E eram normais. Apenas sofriam um tipo diferente de bullyng, ignoradas, invisíveis que são. E descobrimos também que os homens, em sua maioria, jamais saem das barracas, onde ficam fazendo escambo, artesanato- e não entram em farmácias, supermercados, lojas, pois entendem que a sociedade incluída só não bate em mulheres e crianças. Vimos chefes de família com pressão altíssima e congelados pelo medo de deixarem os seus ao desamparo. Vida itinerante. Numa bolha, impermeável. Forasteiros no próprio país. Dor sem volta. Passamos a visitar todos que aqui vem. E a conviver com o drama de mulheres grávidas, anêmicas e sem enxoval. Crianças analfabetas aos dez, onze anos. Como pessoas reféns do analfabetismo, execradas publicamente todos os dias de suas vidas, amordaçadas pelo preconceito e com filhos para alimentar conseguirão lutar por algo? Vide a Pirâmide de Maslow. Quem tem que gritar somos nós. Para eles não sobra tempo de aprender o ofício da libertação, já que são compulsoriamente nômades - sempre partem porque os donos dos terrenos ou algum prefeito pressionado expede a ordem de saída.A gente descobre, atordoada, que desde a primeira diáspora, quando passaram a viver à deriva, sempre expulsos, eles vivem numa cápsula do tempo. Conservam os mesmos hábitos daquela época, ou seja, sociedade patriarcal, vestuário, casamento prematuro, a prática de escambo e a mesma língua dos antepassados. Tudo isto PORQUE NÃO PARTICIPAM DAS TRANSFORMAÇÕES DA CIVILIZAÇÃO. Jamais tem acesso às benesses das pesquisas tecnológicas e científicas, aos programas governamentais de erradicação da miséria, às celebrações civis agregadoras ou sequer a proposta de ao menos um olhar de compaixão. E, então, “civilizados” que somos, cristãos ou não, que gritamos por nossos direitos, que votamos a favor ou contra, que existimos, continuaremos a dormir em paz? Agradecemos a todos que se sensibilizarem com a causa.Respeitosamente,Profª.Bernadete Lage Rochal.bernadete@yahoo.com.br031-88853369Voluntariado:APAC - Viçosa-MG
Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente
Conselho de Segurança Alimentar
MULHERES PELA PAZPASTORAL NÔMADE
Olá Luis:Ajude-nos por favor a divulgar essa causa.
A Toda Sociedade Brasileira. Abaixo, manifesto nacional por melhoria da condição de um povo com o estigma doloroso de vidas - 800000 pessoas, 90% analfabetos, segundo o IBGE - relegadas ao abandono e à execração pública diária. Resolvemos apelar para a compaixão e a responsabilidade civil de todos os segmentos da sociedade, por puro cansaço de anos de tentativa inglória de amenizar a dor do despertencimento. Estamos enviando-lhes este manifesto de pedido de socorro imediato ao Povo Cigano, para que todos se sensibilizem e interfiram junto aos órgãos competentes, para incluí-los nas políticas públicas de saúde, educação, erradicação da miséria e de comportamentos preconceituosos que causam tanto sofrimento a esses seres à margem da vida. Nós, voluntários do Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente, APAC, Casa de Passagem, e na cidade de Viçosa, Minas Gerais, além do Forum Mundial Social - Mineiro e diversas outras entidades requeremos as medidas emergenciais de inclusão destes brasileiros, que já nascem massacrados pelo fardo vitalício da dor do aviltamento e segregação atávica em nossa sociedade, desabrigados que são da prática do macroprincípio da dignidade da pessoa humana, telhado da Constituição.
Cliquem no link abaixo, no artigo da SEPPIR, que confirma a situação deles. http://noticias.r7.com/brasil/noticias/falta-de-politicas-publicas-para-ciganos-e-desafio-para-o-governo-20110524.html
Se nosso país tornou-se referência em crescimento econômico, certamente conseguirá sê-lo também em compaixão e acolhimento dessa causa universal.
DE GENTE ESTRANHA, em caravana. Dolorosamente incômoda. Ciganos. Descobrimos, perplexos, que suas famílias são excluídas dos programas de bolsa-família, saúde, educação, profilaxia dentária, vacinas etc. Sua existência se torna mais dramática, pois não conseguem os benefícios do governo por não terem endereço fixo. Segundo o IBGE, são cerca de 800.000, 90% analfabetos. Há seis anos, resolvemos visitar um acampamento em Teixeiras, perto de Viçosa. E o que vimos foi estarrecedor: idosas, quase cegas, com catarata. Pais silenciosamente angustiados, esperando os filhos aprenderem a ler em curto espaço de tempo, até serem despejados da cidade. Levamos ao médico crianças que “tinham problema de cabeça”. E eram normais. Apenas sofriam um tipo diferente de bullyng, ignoradas, invisíveis que são. E descobrimos também que os homens, em sua maioria, jamais saem das barracas, onde ficam fazendo escambo, artesanato- e não entram em farmácias, supermercados, lojas, pois entendem que a sociedade incluída só não bate em mulheres e crianças. Vimos chefes de família com pressão altíssima e congelados pelo medo de deixarem os seus ao desamparo. Vida itinerante. Numa bolha, impermeável. Forasteiros no próprio país. Dor sem volta. Passamos a visitar todos que aqui vem. E a conviver com o drama de mulheres grávidas, anêmicas e sem enxoval. Crianças analfabetas aos dez, onze anos. Como pessoas reféns do analfabetismo, execradas publicamente todos os dias de suas vidas, amordaçadas pelo preconceito e com filhos para alimentar conseguirão lutar por algo? Vide a Pirâmide de Maslow. Quem tem que gritar somos nós. Para eles não sobra tempo de aprender o ofício da libertação, já que são compulsoriamente nômades - sempre partem porque os donos dos terrenos ou algum prefeito pressionado expede a ordem de saída.A gente descobre, atordoada, que desde a primeira diáspora, quando passaram a viver à deriva, sempre expulsos, eles vivem numa cápsula do tempo. Conservam os mesmos hábitos daquela época, ou seja, sociedade patriarcal, vestuário, casamento prematuro, a prática de escambo e a mesma língua dos antepassados. Tudo isto PORQUE NÃO PARTICIPAM DAS TRANSFORMAÇÕES DA CIVILIZAÇÃO. Jamais tem acesso às benesses das pesquisas tecnológicas e científicas, aos programas governamentais de erradicação da miséria, às celebrações civis agregadoras ou sequer a proposta de ao menos um olhar de compaixão. E, então, “civilizados” que somos, cristãos ou não, que gritamos por nossos direitos, que votamos a favor ou contra, que existimos, continuaremos a dormir em paz? Agradecemos a todos que se sensibilizarem com a causa.Respeitosamente,Profª.Bernadete Lage Rochal.bernadete@yahoo.com.br031-88853369Voluntariado:APAC - Viçosa-MG
Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente
Conselho de Segurança Alimentar
MULHERES PELA PAZPASTORAL NÔMADE
Apenas uma carona no post: e quando partirem, de vero, para as fábricas de alimentos naturais?
Primeiro hambúrguer de carne artificial deve ir à mesa em outubroGerado a partir da reprodução de células-tronco bovinas, tecnologia pode ter imensas implicações no mercado bovino
O primeiro hambúrguer de carne criada em laboratório, a partir da reprodução de fibras musculares geradas de células-tronco bovinas, poderá ir à mesa em outubro deste ano, disse o líder do projeto de criação de carne artificial da universidade alemã de Maastricht, Mark Post, na reunião anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência, em Vancouver, no Canadá.
Nicholas Genovese(R) e Vladimir Mironov no laboratório simplórico e com equipamentos de ponta para desenvolver carne artificial
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E, de acordo com o jornal Financial Times, onde a notícia foi publicada, o pesquisador quer convidar o célebre chefe de cozinha Heston Blumenthal para prepará-lo - Blumenthhal é dono do restaurante inglês The Fat Duck, eleito em 2005 o melhor do mundo pela Restaurant Magazine.
Segundo informações publicadas pelo jornal, a carne feita em laboratório, ao menos por ora, não tem a aparência suculenta de um grosso bife mal passado de churrascaria, porque não têm sangue. É, ao contrário, de uma palidez rosacea e amarelada. Por isso, o visual é um dos pontos nos quais a equipe de Post sabe que terá que concentrar esforços daqui para frente.
Caso de fato vingue, a tecnologia poderá ter imensas implicações para o Brasil, maior exportador de carne do mundo. Segundo os pesquisadores, uma das grandes vantagens de se produzir carne em fábricas é o rendimento. No campo, somente 15% das proteínas vegetais ingeridas pelos animais é efetivamente transformada em carne. Em laboratório, existe a expectativa é chegar a 50%.Um das curiosidades a respeito da produção de carne em laboratório é que, para que cresçam, as fibras musculares precisam ser exercitadas. Por isso, são flexionadas e esticadas nos discos nos quais são produzidas e alimentadas com proteínas vegetais e nutrientes semelhantes aos encontrados na dieta dos bovinos. Até que o processo possa ser reproduzido em escala indústrial, porém, os pesquisadores estimam que levarão ainda de dez a 20 anos.
Em tempo: de acordo com as mesmas fontes, células de gordura, para garantir o sabor dos hambúrgueres, também estão sendo testadas em laboratório, e serão misturadas às fibras musculares.
http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/primeiro-hamburguer-de-carne-arti...
(Talvez seja pior que os transgênicos, mas é melhor pagar para ver, digo, comer -- sem esturricar o campo.)
"Seja realista: exija o impossível"
a crise ta acabando com muita gente pois os alimentos sao importante para a nossa vida , e nosso crescimento e desenvolvimento
bijsssssssssssss de mim
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