A bela apresentadora que detesta carnaval

Por José de Queiroz

Atualizado às 18:51

Concordo praticamente com tudo o que esta jornalista falou sobre o carnaval em uma TV local aqui na Paraíba.

Por ana cristina nadruz

chartiiiiiinhaaaaa....caretiiiiinhaaaa...patrulheiriiiiiiiiiiiinhaaaa...só conhece o carnaval de alguns lugares do nordeste e fala pelo carnaval do Brasil inteiro...Moça, vem pro Cordão do Boitatá, pro Bloco das Carmelitas, pro Suvaco do Cristo, pro Empurra que Pega, pro Concentra mas Não Sai, pro Céu na Terra, tudo aqui no Rio de Janeiro! Carnaval de rua, popular, espontâneo, alegre, irreverente, colorido, animado e que lota 97% dos hotéis cariocas. Fora os transatlânticos estacionados no porto...Isso não incrementa a economia do estado?

Acho que a moça "encontrou Jesus".

Nada contra.

Mas eu encontrei Dioniso!!!

EVOÉÉÉÉ!!!



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141 comentários
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Adir Tavares

Dizem os chatos, o sem-amigos, que o Carnaval é uma insuportável apologia à banalidade. 

 
 
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Renato Lira

Então vamos ser banais por 4 dias, concorda caro malungo Adir?

E os chatos  e sem-amigos fiquem curtindo seu mau humor. Mas tenham cuidado com a úlcera.

EVOÉ!!!

 
 
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Adir Tavares

Daqui até o fim do ano faltam 300 dias, vamos beber enquanto não chega a quaresma dos pregam a reforma! Bebemos!

 
 
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carloslbf

Acho que ela levou uma "gaia" no Carnaval e ficou assim..

 
 
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Márcio Gadoti Cardoso

O pobre não precisa de carnaval pra se divertir, tem o churrasquinho na laje, o pagodinho no boteco, o forrozinho ! Carnaval só é bom pra quem usa a falta de cultura do povo para explorar ainda mais o pouco que sobrou da compra do material escolar, do IPTU, do IPVA.

Se vc quer saber, pobre sabe se divertir mais do que rico e durante o ano inteiro ! O vídeo desse post é simplesmente o retrato real dessa festa que já foi popular.

 
 
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Angelo Giordani Frizzo

Boa essa !

Pobre pagando IPVA, IPTU, etc.?

Nós, os 130 milhões de pobres até que gostariamos de ter esses problemas. Aqui no Brasil , lamentávelmente ainda não os temos.

 
 
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Não gostar e carnaval faz de alguém ser chato e sem amigos?

Ou é vocês que não toleram quem pensa diferente?

Eu particularmente acho um porre quando alguém começa com apologia à bebida. Ou será que seus amigos são tão "legais" que você só atura eles bêbado ( ou eles à você)? Eu particularmente prefiro conversar com meus amigos quando estão sóbrios e eu também ... a conversa flui que é uma beleza!

Talvés o tempo gasto com carnaval ou com outras faras do gênero pudesse ser gasto aprendendo como pessoas podem ser ( e são ) muito felizes sem gostar de carnaval ou de drogas. Mas melhor ainda se aprendese como conviver com pessoas diferentes sem agredi-las.

 
 
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Tarkus

“Carnaval de rua, popular, espontâneo, alegre, irreverente, colorido, animado e que lota 97% dos hotéis cariocas. Fora os transatlânticos estacionados no porto...Isso não incrementa a economia do estado?”

 Para “incrementar a Economia do Estado”  nada melhor que o povo comprando (e pagando caro) suas fantasias, ajudando financeiramente com doações às suas escolas e blocos e, pra completar, protagonizando gratuitamente o espetáculo.

É muito bom saber que os transatlânticos estão atracados no porto e os hotéis estão lotados!

Isso é ótimo!! Para os donos dos hotéis, para as companhias de viagens turísticas e para a empresa midiática que compra os direitos exclusivos de transmissão da festa “popular”.

Parabéns aos carnavalescos que tanto ajudam esses segmentos tão necessitados de nossa sociedade!

 
 
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Max

O rio de mijo desce do Campo Grande até a Ondina .

 
 
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Claudio Roberto Basilio

Feijoada aumenta o tamanho da barriga e entope as artérias coronárias... Vamos acabar com a santa feijuca de todo sábado, então?

 
 
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Patricia R

Coloco aqui texto retirado do blog da Maria Fro, é reportagem do Terra Magazine. Segue o link e o texto. Mostra um lado nada agradável do que se tornou o carnaval no Brasil.

http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI4199139-EI6578,00-Vice+de+Salvador+ataca+exploracao+de+cordeiros+no+Carnaval.html

Vice de Salvador ataca exploração de cordeiros no CarnavalTerça, 12 de janeiro de 2010, 21h38 Querem o dinheiro da ... Ex-prefeito e atual vice de Salvador, Edvaldo Brito ataca ganância dos donos de grandes blocos carnavalescos em Salvador: "Querem o dinheiro da Prefeitura, querem tudo o que você possa imaginar"11 de janeiro de 2010Secom/Divulgação

Claudio Leal

reduzir tamanho da fonte tamanho de fonte normal aumentar tamanho da fonte

Baba Egbé do Terreiro do Gantois, uma espécie de protetor da comunidade do Candomblé, o vice-prefeito de Salvador, Edvaldo Brito (PTB), precisará de auxílio dos ancestrais para impor mudanças nas relações de trabalho no carnaval baiano. Em especial, no cabresto dos cordeiros, os subempregados da indústria carnavalesca que cuidam das cordas de segurança nos desfiles dos blocos (a etnia predominante é a negra).

Divulgado na semana passada, o novo estatuto das festas populares determina que os cordeiros devem ganhar três litros de água, protetores solar e auricular, sapatos antiderrapantes e camisa de algodão. Para superar as condições precárias dentro dos blocos, houve a participação do Ministério Público do Trabalho, mas, ainda assim, os empresários reagiram às medidas humanitárias da Prefeitura.

- Eu vi reagir o chamado presidente do Conselho Municipal do Carnaval. E, considerando ser alguém vinculado a um bloco do carnaval, é evidente que não tem isenção para ser presidente de um órgão que congrega diversos segmentos - diz o vice-prefeito, Edvaldo Brito, responsável pela coordenação da folia baiana, em entrevista a Terra Magazine.

Veja também:
» Entrevista: Gilberto Gil discute o Carnaval de Salvador
» Siga Bob Fernandes no twitter

Entre outras medidas, a Prefeitura obriga os blocos a pagarem também pela exposição de patrocinadores. Em conversa com o jornal baiano Correio, o dublê de presidente da Associação de Blocos de Trio de Carnaval de Salvador (ABT) e do Conselho Municipal do Carnaval, Fernando Boulhosa, afirmou: "Vamos ingressar na Justiça para cancelar as regras, pois elas foram divulgadas a 35 dias do Carnaval. Nós não fomos consultados e nem temos condições de arcar com os custos para equipar os cordeiros com tantos itens".

Numa festa milionária, os cordeiros chegam a receber pela diária menos de R$ 10. A concentração para a escolha dos braços negros, em frente ao Farol da Barra, chega a lembrar os procedimentos dos mercados de escravos, séculos atrás. Edvaldo Brito responde ao choro financeiro dos empresários:

- O vice-prefeito de Salvador está propondo oferecer três litros d'água aos cordeiros, proteger os ouvidos dos cordeiros, a integridade dos cordeiros... E eles declaram, safadamente, que não têm dinheiro.

 


"Gigi, eu chego lá" - "O 1o voo do Chiclete Voador" (sic!) destacado por jornal baiano: Chiclete com Banana investiu R$ 17 milhões em jatinho

No dia 8 de janeiro, o jornal A Tarde estampou louvaminheira metade de primeira página para informar aos leitores "chicleteiros", em foto sinérgica: a banda Chiclete com Banana (Bell Marques à frente) realizara o "voo inaugural" de um avião particular avaliado em R$ 17 milhões. Edvaldo Brito não citou diretamente o esbajamento do jet set, mas critica os plutocratas da música baiana:

- Estão trocando a dignidade por dinheiro, pra ficarem mais ricas, terem mais condições de comprar seus bens materiais com valores estratosféricos.

Ele denuncia a ganância privatista do setor carnavalesco:

- Querem o dinheiro da Prefeitura, querem tudo o que você possa imaginar desde que privatizem mais, mais, mais e mais o Carnaval da Bahia, sob o sacrifício da dignidade da pessoa humana.

Nos últimos meses, Brito tem sido mais atuante do que o próprio prefeito de Salvador, João Henrique Carneiro (PMDB), apontado pelo Datafolha como o pior administrador entre as capitais brasileiras. Há articulações para Carneiro abandonar o cargo no mês de abril. O alcaide tenta se aproximar do governador Jaques Wagner (PT), apesar de ser liderado do ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima. Prefeito da cidade em 1978 e 1979, o atual vice desfaz a especulação de que poderá assumir o cargo este ano.

Leia a entrevista.

Terra Magazine - Como o senhor vê as críticas dos donos de blocos de Carnaval ao estatuto que os obriga a dar coisas básicas aos cordeiros, como água e protetor solar?
Edvaldo Brito - Você colocou duas premissas. Blocos de carnaval, não. Eu diria que alguns reagiram, não todos. Eu vi reagir o chamado presidente do Conselho Municipal do Carnaval. E, considerando ser alguém vinculado a um bloco do carnaval, é evidente que não tem isenção para ser presidente de um órgão que congrega diversos segmentos. Perde a legitimidade quando fala a favor ou contra a medida.

Se refere a Fernando Bulhosa (ligado ao bloco Internacionais)?
Esse senhor. Em segundo lugar, vale a pena repetir sua expressão: as coisas básicas estão na Declaração dos Direitos do Homem, estabelecendo os princípios da dignidade da pessoa humana. A primeira a colocar isso foi a Constituição Alemã, exatamente depois da Segunda Guerra Mundial. Não se pode brincar com a dignidade da pessoa humana. Tudo isso que estou lhe dizendo é pra falar que os cordeiros, em favor dos quais a Prefeitura de Salvador veio agora, são portanto titulares da dignidade da pessoa humana. E aí essas pessoas estão reclamando. Poucas pessoas, pois vários segmentos aplaudiram... Essas pessoas estão trocando a dignidade por dinheiro, pra ficarem mais ricas, terem mais condições de comprar seus bens materiais com valores estratosféricos. O vice-prefeito de Salvador está propondo oferecer três litros d'água aos cordeiros, proteger os ouvidos dos cordeiros, a integridade dos cordeiros... E eles declaram, safadamente, que não têm dinheiro.

Querem o dinheiro da Prefeitura?
Querem o dinheiro da Prefeitura, querem tudo o que você possa imaginar desde que privatizem mais, mais, mais e mais o Carnaval da Bahia, sob o sacrifício da dignidade da pessoa humana.

O senhor disse que somente uma pessoa, o presidente da entidade dos blocos do canaval, se pronunciou contra a medida da Prefeitura. Mas a verdade é que se trata de uma prática tão forte que até hoje os empresários submetem os cordeiros a esse tipo de regime de trabalho.
Com certeza. Estou aqui na minha fente com a enquete promovida por um site, indagando o que as pessoas acham das medidas do Estatuto. Até as 15h e 24 minutos, 53,8% das pessoas achavam ótimo. Mas alguns acham que vai prejudicar muita gente.

Como vai ser feita a fiscalização?
Será feita por diversos órgãos integrados: Polícia Militar, Civil, Defesa Sanitária, órgãos de combate à violência... Será um batalhão de fiscalização.

Há uma questão racial no tratamento dado aos cordeiros?
Não diria que é uma questão racial, mas é um desrespeito à igualdade racial. Não no sentido de segregar, mas da igualdade. Se mais de 90% dos cordeiros são negros, precisamos ter a ideia logo de saída de que é um desrespeito à igualdade racial. Você pode imaginar o que é o dia de pagar esse dinheiro?

Filas enormes, sob o sol...
Mulheres grávidas, menores que pelo Estatuto da Criança e do Adolescente não podem trabalhar... O menor de 18 anos só pode trabalhar como estagiário. Como é que ele já vai puxar cordas? Essas regras valem para quê? Um grande escritor político do século XX, Norberto Bobbio, escreveu um livro chamado "A Era dos Direitos". Ele diz que todos nós temos direitos inscritos nos documentos normativos, mas faltam órgãos públicos para aplicar esses direitos. Não renego minha origem. Sou filho de uma lavadeira de roupas com um pedreiro. O povo vem e me dá 800 mil votos, me dá essa cadeira, me dá uma caneta para legitimar o exercício do poder. Não me abato com nada disso.

Por que o vice-prefeito tomou a frente disso e não o prefeito João Henrique?
Ele me delegou. Existe um artigo da Lei Orgânica, o artigo 52, que estabelece que o prefeito pode me convocar para algumas tarefas especiais. Na quinta-feira "de cinzas", posterior ao carnaval de 2009, o prefeito deu um café da manhã para apurar como foi o carnaval. Neste momento, ele olhou para mim e deu a coordenação do carnaval de 2010, assim como me deu a revitalização do Pelourinho (no centro histórico de Salvador) e a reforma administrativa. Enfim, foi por isso. Significa que ele está de corpo e alma.

O que se comenta é que o senhor o sucederá em breve, na Prefeitura. Por isso tomou a frente? O prefeito vai se licenciar em abril?
(gargalhadas) Meu sorriso já mostra que eu não acredito em nada disso. Eu acho que isso não tem procedência. Você está me entrevistando lindamente e eu estou lhe respondendo lindamente.

Em relação aos cordeiros, numa análise mais sociológica, como o senhor avalia essas práticas da elite baiana?
Não quero generalizar em termos de elite. Prefiro dizer: capitalismo à baiana. Uma determinada faixa capitalista da Bahia, voltada para a exploração da cultura baiana e da fonte da cultura, o negro, essa sim, no plano sociológico e histórico, não se compadece.

Entra naquilo que disse Joaquim Nabuco? De que a escravidão permaneceria como uma característica nacional?
Uma pessoa, o vereador Alcindo Anunciação, exatamente no dia de hoje, falou de quando os negros puxavam os navios negreiros com as cordas. Ele vê uma reedição com os cordeiros puxando a corda no carnaval. Você pode dizer que eu assino embaixo disso. Cada vez que vejo essa cena, me lembro da miséria do meu povo, me lembro da minha avó, que para poder sobreviver dependeu da minha ajuda. E me lembro de mim mesmo, tomando café com farinha. Digo isso sem nenhum complexo de inferioridade. Porque um filho de lavadeira que chegou aonde chegou não pode ter complexo de inferioridade, mas somente a gratidão a Deus, Nosso Senhor.

Terra Magazine

 
 
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Rodrigo Saraceno

Nossa, que bela entreista essa do Edvaldo Brito. Joga pra cima Nassif!

 
 
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W K

Só faltou dizer, como já apareceu em alguma música, não me lembro qual:

 

fantasia é algo que se   tira      no carnaval.

 

Não é aglo que se põe.

 

Talvez fosse interessante chamarmos um desses "cabeças de planilha" montar uma própria para saber os custos des efeméride.

 
 
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Artaud

Legal essa menina falando que o carnaval já foi bom "nos tempos de outrora".

Deve estar se referindo à remota década de noventa, lá pelos idos de1998...

 

MAF

 
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Edmundo

Eu acredito que ela estava se referindo ao tempo em que ela era criança, inocente e não sabia do que se tratava essa "festa".

 
 
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Renato Lira

Nassif e malungos.

Apesar de achar ela um tanto arrogante, elitista e dona da verdade, que acha que pode mudar o mundo, concordo com algumas (poucas) passagens de sua análise carnavalesca.

Mas não acho que ela deva generalizar. Pois, além de perigosa, toda generalização é injusta e hipócrita.

Há muitos lugares onde não se paga pra brincar, como no carnaval de Pernambuco e nos blocos do Rio.

Concordo que o carnaval dos trios elétricos da Bahia é elitista, mauricinho e excludente. Que quase os únicos negros dos blocos são os músicos e os moços que segurama as cordas.

Também o desfile das escolas de samba cariocas é caro,

Mas há opções também na Bahia ou no Rio para brincar.

E o carnaval de Pernambuco é popular e de graça.

E claro que os artistas recebem, pois estão trabalhando, ora essa.

O que ela quer? Que os artistas trabalhem de graça?

Ela trabalha de graça?

Porém nossa bela comentarista parece ser um tanto elitista e excludente.

Ela tem todo direito de não gostar, mas não pode generalizar, dizer que só há bêbados, que a festa não é do povo, entre outras besteiras.

Ora minha senhora, o carnaval é uma festa popular sim e você deve respeitar os que gostam de brincar, bêbados ou não.

Deve respeitar o direito que as pessoas, inclusive os miseráveis, que O POVO,  têm de se divertir, de brincar.

Pode não gostar, mas deve respeitar quem gosta.

E não fazer críticas carolas, frouxas e manjadas, cheia de lugares-comuns e falso-moralismo, como a maior parte de seu cometário momesco.

O carnaval não nasceu no Brasil, é fato. Porém o carnaval é a maior festa popular do Brasil, e o carnaval do Brasil é o mais famoso do mundo. Certo, moça?

A coisa mais chata que existe é gente metida a dona da verdade, pseudo-puritana e politicamente-correta.

Quem não quiser brincar, que não brinque.

Aos que gostam, divirtam-se. Sejam felizes.

Vamos brincar o carnaval.

E deixa essa gente chata pra lá!!!

EVOÉ!!!

 

 
 
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DanielQuireza

Esqueceu do interior de minas também, que em várias cidade o carnaval é muito bom.

 

@DanielQuireza

 
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Mauricio Soares

Esclarecendo, criticar não é desrespeitar.

 
 
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Renato Lira

Acrítica dela é em muitos pontos desrespeitosa.

 
 
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Edmundo

Brincar???? você só pode estar de brincadeira.

 
 
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Renato Lira

Tô mesmo. 

De brincadeira.

Tô brincando o carnaval.

Enquanto outros ficam destilando seus complexos e rancores.

EVOÉ!!!

 
 
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Edmundo

Complexo de rancores? qualé Renato? se não reparou nem foi pra você que dirigi meu comentário. Vai brincar, vai.

 
 
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Renato Lira

Eu Brinco

Francisco Alves

Com pandeiro ou sem pandeiro
Eh eh eh eh, eu brinco
Com dinheiro ou sem dinheiro
Eh eh eh eh eu brinco

No céu a lua caminha
Tão triste sozinha
Pra não ser triste também
com pandeiro ou sem pandeiro
meu amor, eu brinco

Com pandeiro ou sem pandeiro
Eh eh eh eh eu brinco
Com dinheiro ou sem dinheiro
Eh eh eh eh eu brinco

Tudo se acaba na vida
Morena querida
Se o meu dinheiro acabar
Com dinheiro ou sem dinheiro

Meu amor, eu brinco.

EVOÉ!!!

 
 
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dino

essa deve ser parente do luis carlos prates que acha que pobre nao podia ter carro:

http://www.conversaafiada.com.br/video/2010/11/16/video-assustador-globo-de-sc-tem-odio-de-pobre/

essa menina, que nao deve ser tao menina, porque conhece o carnaval de outrora, realmente pensa isso, ou e um editorial dos patroes dela?

 
 
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ane

Olá Renato!

Eu concordo com muito do que você comenta. Porém...

Eu vi esse vídeo um pouco antes do carnaval, e não me pareceu, apesar dos comentários de amigos meus, que se tratasse de um vídeo anti-carnaval.

O que me chamou mais à atenção foi a moça assinalar (de maneira correta, na minha opinião) que muito se investe em carnaval (prefeituras e governos estaduais) para que haja bom lucro por parte dos empresários e conforto e segurança para os foliões abonados, quando esses recursos ficam indisponíveis no restante do ano para a população mais necessitada de ambulâncias, policiamento, etc.

Generalizar é sempre complicado, e nisso ela peca sim. Mas para mim, o discurso ainda é válido.

Acho que ao citar os carnavais de outrora, ela deve ter saudades do tempo em que o carnaval não era tão explorado comercialmente. O que não precisa ser necessariamente um crime (a exploração comercial de uma festa popular), mas que em muitos casos (como acontece hoje), acaba incorrendo em discriminação financeira. Acho que muita gente ganha com a festa, mas alguns poucos, muito mais do que a maioria.

E com certeza deve faltar à moça conhecer esses carnavais citados, fora do eixo tradicional endeusado na TV.

Eu não tenho a menor vontade de sair atrás de bloco na Bahia (detesto axé), mas quem sabe um dia, posso sair em uma escola de samba. Já fui a ensaios, e se na quadra da escola a emoção já é grande, na avenida deve ser especial. Já saí em muito bloco de rua também e acho bacana.

Carnaval tem que ser mesmo para quem gosta. Quem não gosta que aproveite o feriado com outra coisa. O que me incomoda é quem gosta da festa, ou pretende fazer algum "dinheirinho" fique refém de sistemas fechados que privilegiem alguns poucos. É só isso.

 
 
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Alberto Santos Neto

Concordo plenamente com o que disse a apresentadora.

 
 
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William Alfonso Sobrinho

Tambem concordo, principalmente a parte em que fala das ambulâncias...

 
 
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Webster Franklin

O carnaval em algumas cidades transformou-se em negócio para alguns, para outros a festa popular de sempre. 

 

webster franklin

 
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EDSON MEDEIROS

Apoiado!

 
 
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DanielQuireza

Achei que ela sofisma um pouco. Usa alguns argumentos corretos mas força a barra. Ora, se o povo gosta o governo não vai apoiar ? Me pareceu um conhecido comentarista aqui do blog falando contra os torcedores de futebol, esses dias para trás.

 

@DanielQuireza

 

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