A aula de jornalismo de Caco Barcelos

Por Stanley Burburinho

Nassif, encontrei no Youtube um vídeo que tem trecho do programa "Em Pauta" da GloboNews, trecho que não disponibilizado no site da TV, onde o jornalista Caco Barcelos responde uma pergunta feita pela articulista Eliane Cantanhede e dá uma aula de jornalismo. Este é o trecho mais polêmico da participação de Caco Barcelos no programa jornalístico "Em Pauta" exibido pela GloboNews no dia 20 de setembro de 2011. Em breve o programa na íntegra.

http://www.youtube.com/watch?v=8OdncyENbdM 

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47 comentários
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Henrique Araújo

Nassif, vi essa entrevista com Caco Barcelos ao vivo, quando passou, e fiquei admirado (mais ainda) com a intervenção dele, em pleno canal da Globonews, criticando o denuncismo da imprensa. Fiquei também impressionado com a alteração de Eliane Catanhede, que vestiu a carapuça, e assumiu descaradamente a defesa dessa forma nefasta de jornalismo. Pena que sejam tão poucos os jornalistas como Caco Barcelos, que pregam a responsabilidade do jornalismo, a necessidade de apuração, em vez dessa histeria udenista que campeia os maiores veículos de imprensa.

 
 
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maurobrasil

Mas o PIG não existe, NÃO!

Como o Murdoch, é apenas uma ilusão de ótica...

 
 
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Manuel Marques

Caro Henrique

Também vi ao vivo essa aula de jornalismo. Vou divulgar esse video pra todas as pessoas que conheço. É lógico que não resolverá o problema da falta de caráter da maioria do jornalistas brasileiros e dos seus donos, mas ao menos um pequeno número de pessoas ficarão críticas quando verem uma notícia. Se no Brasil existissem ao menso 100 jornalistas com o caráter, a competência e a credibilidade do Caco provavelmente seríamos uma democracia e os bandidos da "pena amestrada", da política e do judiciário estariam com o ...............na mão ou na cadeia mesmo.

um forte abraço

Manuel Marques  

 
 
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Wilson Melo

De cara o Caco já deu um chega pra lá  na Tacanheda quando fez a pergunta: "você acha"?

 

No habsburgo dos outros é refresco.

 
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Mauro Segundo 2

Só uma coisinha que eu "não to entendeindo"...essas informações que e Cantanhede afirma que a imprensa teria conseguido a duras penas do Palocci (o valor do apartamento, a sua evolução patrimonial) são publicas?

 
 
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JB Costa

Depois dessa a Eliane "massa cheirosa" Catanhede deveria optar por:

a) Prestar novamente vestibular para a faculdade de jornalismo; ou,

b) Antes de voltar às suas atividades, ficar de castigo por uma hora num canto de uma sala da FSP de joelhos em cima de caroços de milhos, como se fazia antigamente com os alunos que não queriam estudar e/ou eram espivetados demais. 

Tenho absoluta certeza que o Caco poderia ir até mais longe. Acho que seu cavalheirismo o impediu. 

Para mim, essa Catanhede resume toda a soberba, toda a prepotência, de certo jornalismo hoje praticado. Autonomeaream-se  paladinos da justiça e donos da verdade. 

Falta combinar com os russos, Catanhede!

 

 
 
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Aracy_

Tive a mesma impressão, JB. O Caco foi comedido, por puro cavalheirismo. E, cá entre nós, a musa da massa cheirosa anda exagerando no botox. Está começando a ficar parecida com a madame Curau, aquela da justiça eleitoral.

 
 
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Rodrigo Rod

Ela deveria dedicar-se à produção do licor que deixou sua família famosa.

 

 
 
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edu pereira

Chora Cantanhede... Vai aprender algo sobre jornalismo pois se depender de sua empresa não passarás da mediocridade!! Grande Caco.

 
 
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Adjutor Alvim

Sei não, acho que prefiro a escolinha da professora Lobo:

Extrai alguns trechos:

Cristiana Lobo: "Mais um episódio que faz repensar a política das Capitanias Partidadárias que impera no Brasil"

Reportagem: "Mesmo sem provas a pressão política foi subindo"

Lobo: "Você acha que acabou a idéia da faxina?"

Natuza Nery: "Não vai ser tão mais fácil derrubar um ministro"

Lobo: "A grande pergunta é ganhou tempo mas até quando?"

Monforte: "Essa novela não acabou ainda"

Lobo: "Ele ganhou pelo menos um fim de semana"

PCdoB: "Nós sobrevivemos à guerrilha do Araguaia, não vamos sobreviver a uma disputa dessas?" Lobo:""Vamos ver por quanto tempo"

Monforte: "Já que nós temos tanta informação, pouca informação de bastidor do que está realmente acontecedo, de repente as coisas saem" Estréia do Monforte como comentarista e entregou que não sabem nada, é tudo chute. Será que o Kamel vai gostar?

Nery: "A minha sequência é Orlando, Orlando, Orlando"

Orlando Silva: 11'

Partilha Pré-Sal: 04' 30''

http://g1.globo.com/videos/globo-news/fatos-e-versoes/

 
 
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priscila maria presotto

A postura de Caco foi corajosa,ainda mais qdo ele diz:Faço jornalismo ,não política.

 
 
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Madrasta do Texto Ruim

Em momento NENHUM Caco disse : "Faço jornalismo, não militância". O que ele disse foi: "Infelizmente eu não consigo ter outra atividade que não seja sair à rua em busca de histórias, Eliane".

Afirmar que Caco disse que "faz jornalismo e não militância" é deturpar a declaração do entrevistado. No caso, é deturpar uma declaração de como se praticar jornalismo.

Piada pronta ou inception?

 
 
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Paulo Eduardo

É, verdade, Caco não estabelece essa dicotomia entre Jornalismo e Militância, fala inclusive que "não milita por falta de tempo, pois está sempre correndo atrás de histórias para contar!"

Mas para bom entendor, e para usar o termo, foi uma esbofetada com luva de pelíca. Ele deixou claro, e acho que isso é o mais importante, é a crítica ao jornilismo declaratório, que fica nas redações e não sai para rua, trabalha só com lista de contatos. E sim, ele estabeleceu um corte entre o que o Catanhestra faz e o que ele acha o que é jornilismo, bem como o respeito pelo ética jornalistica de apurar e apurar, ouvir a outra parte, e a partir daí emitir uma opinião e produzir uma matéria!

 

Flw

 

 
 
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Ivan Moraes

"Militancia"?!

 

Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.

 
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Paulo Eduardo

(Oo) - ???? - (oO)

Alguém entende?

 

Flw

 
 
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priscila maria presotto

Má -drasta ,

Perdoe-me ,não me bata...não me coloque de castigo ,escreverei na lousa cem vezes:

 

Eu errei ,eu errei , eu errei....

 
 
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Jairo Fernando

Madrasta, ele disse que não faz militância. O que não disse exatamente foi "militância política".

"Acho muito importante mas eu não participo. Eu nunca acho tempo para fazer militância ao lado do meu trabalho."

Mas, se a questão é transcrever EXATAMENTE o que ele disse, tudo bem, encontraram o vídeo e você pode tirar as conclusões que desejar e pinçar as frases que quiser. Ele NÃO concordou com a linha adotada pelos jornais, não concordou com acusações baseadas em fontes pouco confiáveis. NÃO concordou com o jornalismo investigativo que a Dona Catanhede queria exaltar. A discussão é sobre o que ele diz e não sobre a transcrição correta de um vídeo que a globo não exibia (as pessoas não tinham como transcrever as palavras exatas que ele disse).

Bom, Madrasta, deixando a transcrição de lado, qual sua opinião sobre  O QUE ELE DISSE?

 
 
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Raí

O destemor de Caco Barcelos.

Mesmo trabalhando na mais opressora emissora de TV do Brasil, o Caco Barcelos, jamais ajoelha-se e/ou fala aquilo que a cartilha Kammeliana manda.

Este seu destemor ás regras estabelecidas pela sociedade ou pelos seus empregadores, já custou-lhe um longo exílio, quando escreveu aquele famoso livro Rota 66, que mexeu com a estrutura da PM paulista, e que custou-lhe o afastamento de suas funções jornalísticas no Brasil.

Pena que episódios como este, em que ele deixou de "saia justa"sua companheira de profissão, contem-se nos dedos, dadas as ameaças dos donos do PIG, aos seus colaboradores.

Este tambem é consequencia daquilo que o Nassif me disse, um dia: "O mercado de trabalho na área jornalística é tão escasso e disputado, que a maioria dos profissionais, aceita ser conduzido pelos patrões" daí...

Poucos como o Nassif, e o Caco Barcelos, desafiam este preceito.

Garanto-lhes no entanto, que a História lhes será grata.

 

Sempre ficamos mais experientes, após perdermos algumas batalhas, na guerra diária da vida.

 
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Iggy

Aproveitem, pq a Globo vai mandar o Youtube tirar logo, logo.

 
 
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FabioREM

Solução: baixem o mvídeo imediatamente para o HD do seu computador pessoal. 

O Caco Barcelos cada vez sobe mais na minha consideração por ele. Jornalista que faz militância não é jornalista, é outra coisa, ainda mais jornalistas de grandes meios. 

Agora, acredito que não foi só por elegância que ele foi comedido. Ele não pode abrir fogo declaradamente contra a empresa que o contrata. Mesmo ele, com toda a sua capacidade, sabe que não pode ser cabal numa entrevista no seu próprio meio, criticando o modus operandi da mídia em que trabalha e de seus parceiros midiáticos. 

Ele sabe que tem que se preservar, um pouco pelo menos. 

 
 
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luka

O que me chamou atenção foi o seguinte. Ela começa perguntando sobre a filiação dele nos jornalistas investigativos, certamente sabedora da resposta,  em claro uso da técnica de desqualificação do entrevistado na tentativa de tirar credibilidade das respostas futuras .Ela na verdade tentou desqualificar o Caco Barcelos antes de lhe fazer a pergunta principal.

Nassif é sempre muito útil ter de volta aquele post sobre o modus operandi da mídia e a desqualificação moral de suas vítimas.A falsa denúncia, o uso de clichês rudimentares para reforçar ataques, textos que não dizem nada mas dão a impressão de, e por aí vai

Vale uma categoria a parte ai do lado reunindo os posts que desvendam como a mídia vem se comportando.

 
 
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maria utt

É que para a Catanhede, jornalista não ter filiação alguma é pecado. Em outros tempos, seria pré-requisito.

 
 
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FabioREM

Enviado por Rádio do Moreno - 21.10.2011 | 14h41m

http://oglobo.globo.com/pais/moreno/posts/2011/10/21/refugio-de-canalhas-412551.asp

THEÓFILO SILVARefúgio de Canalhas

 

“Quem é Charles Augustus Milverton, Holmes? O maior canalha de Londres, Watson”, responde Sherlock Holmes. O maior detetive de todos os tempos não economizou no adjetivo ao qualificar o sujeito, cuja ocupação era achacar pessoas honradas.
Chamo também de canalhas, aqueles que maculam a honra alheia plantando mentiras em veículos de comunicação. A pistolagem moderna – mesmo que ainda existam pistoleiros – chama-se reportagem caluniosa, uma matéria jornalística, imputando um crime a alguém, sem nenhuma prova material. É de pensar que esses textos são feitos apenas por crápulas que escrevem em Blogs de aluguel. Mas não é. A prática está disseminada em grandes veículos de comunicação, que estão rompendo com as mais elementares regras do jornalismo. Não estou me referindo ao caso do ministro dos esportes, nem sobre comentários de leitores em artigos e matérias em geral.
Falo dos órgãos de imprensa que estão entrando no mesmo nível de marginalidade dos adversários que combatem; usando os mesmos métodos vergonhosos de seus acusados; a mesma prática suja dos homens públicos envolvidos em falcatruas, e isso é muito ruim. Governo é para apanhar. A imprensa tem que fiscalizar, escarafunchar, desmascarar, bater mesmo. Outra coisa é colocar pessoas honradas no mesmo saco dos sujos, imputando-lhes crimes para atingir outrem. Essa prática é mercenária.
Ninguém é ingênuo, ao ponto de pensar que órgãos de imprensa e jornalistas não têm lado e que, a verdade não seja sacrificada em nome de interesses, sejam eles quais forem. Mesmo nos EUA e Inglaterra, a imprensa age assim. O velho inescrupuloso, Rupert Murdoch, dono de um império de comunicações, é prova disso. A diferença é que, nesses países, a justiça funciona, e os caluniadores pagam caro por suas canalhices.
Costumo dizer em rodas de conversa, debatendo nossos problemas, que, no Brasil, você gira, gira, discutindo coisas e, no final, conclui que nossas desgraças são causadas pela ineficiência do nosso estado de direito. Nossa justiça é ruim, muito ruim. Não temos como deter a corrupção no Brasil, em suas múltiplas formas, se não punirmos as pessoas. A Inglaterra deu certo por isso, e a Grécia está agonizando por que é corrupta.
Difamadores de aluguel sempre existiram, jornais venais também. Há cinco séculos, um caluniador chamado Aretino vendia sua verve a quem pagasse mais. Era contratado por nobres para destruir a reputação de seus inimigos, com seus panfletos difamatórios. Aretino chegou a ser apunhalado e espancado por suas vítimas, várias vezes.
A imprensa é livre e deve permanecer assim. Tudo que for visto de errado deve ser denunciado, principalmente na esfera pública. Mas o que fazer com os caluniadores e defensores de bandidos, contratados para espalhar mentiras, escondidos nas redações? Infelizmente, o refúgio para esses canalhas, como diria o Dr. Johnson, no Brasil, é o poder judiciário, que, na sua incompetência, não os pune como deveria.
Que ninguém pense que estou atacando o trabalho fiscalizador da imprensa séria. Do mesmo jeito que bato em homens públicos corruptos, todas as semanas, neste espaço, é meu dever também acusar o jornalismo nefasto.
Shakespeare nos disse em Medida por Medida: “Nem a grandeza, nem o poder, neste mundo mortal, podem escapar da calúnia que fere pelas costas e ataca a mais branca das virtudes.”. E pergunta: “Que Rei é bastante poderoso para conter o fel de uma língua caluniadora?”. A resposta é, nenhum! 
No passado, os ofendidos defendiam sua honra em duelos com pistolas, mas a lei proibiu a prática. Hoje, apenas os caluniadores podem usar pistolas e atirar pelas costas. No Brasil, a justiça garante!

Theófilo Silva é articulista colaborador da Rádio do Moreno.

 
 
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Alexandre Weber - Santos -SP

O Luka teve a mesma percepção que eu, foi uma discussão sobre credibilidade das fontes, mas principalmente do Caco Barcelos, que com sutileza e elegância posou como sempre de paladino dos bons costumes, mas que se sacrifica trabalhando no antro do mal.

Não sei porque, mas não gosto de paladinos da justiça e da moral e bons costumes que se auto-vangloriam, me parecem ser o contraponto que trás legitimidade para o autor que ao final não divulga ou denuncia nada de novo ou importante.

Ainda mais, que a mídia só existe hoje para dar suporte aos seus donos, nem mais nem menos, assim a estratégia de poder mais interessante é a que não deixa brechas nem para um lado, nem para o outro, fecha ambas as portas com sua autoridade e qualquer discordância ou dissonância com seus dogmas e preceitos é simplismente ignorada, como bem atesta a campanha do Ron Paul no USA.

TV aberta no Brasil é só para se informar do que se quer que nós, o povo-escravo, acreditemos, não trás um segundo de informação é só propaganda ideológica com a maior carga de credibilidade, seja por que meio for, que se consiga embutir na matéria.

Na Globo já se nota sinais de desconforto, os âncoras dos jornais estão sempre de cara fechada ou com expressões cínicas sobre o que são obrigados a ler e os comentáristas cada vêz menos à vontade, p. ex., o Sadenberg não têm aparecido no Jornal do Waak, a Pellazo têm lido os comentários, parece que cansou de ler bobagens depois da guerra da Selic.

 

Follow the money, follow the power.

 
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janes salete

 

Foi uma puxada de tapete das mais S E N S A C I O N A I S: -" não tenho tempo para jornalismo partidàrio"- Lindo! A sra. botox, ficou totalmente estatelada! Se tivéssemos mais jornalistas da qualidade e de coragem como o Caco, nosso jornalismo seria o que todos gostaríamos que fosse: informativo, civilizado. Não mais leio jornais(por protesto, se não acredito não dou meu dinheiro), mas sinto uma falta danada disso, era hábito.

 
 
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Adir Tavares

Faz tempo que não leio mais jornais, e por incrível que pareça, não sinto mais falta!

 
 
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Adjutor Alvim

 

Só para relembrar, este foi o Caco Barcelos que foi recebido a gritos de 'Vai tomar no c...' pelos integrantes da Marcha pela Liberdade

 
 
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Paulo Eduardo

Sim, foi recebido assim, Alvim, mas o grito de guerra não era contra ele Caco, mas a empresa jornalistica para qual trabalha, era "Ei, Globo, vai tomar no cu". "Ei, Rede Globo, o povo não é bobo!", nunca dirigida diretamente para ele.

Existe uma diferença e ela é substâncial, entre xingar um reporter e sua empregadora, Alvim!

 

Flw

 
 
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Madrasta do Texto Ruim

no mais, vamos dar o crédito à @amanditas1904 por ter postado o vídeo no youtube, vamos?

 
 
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priscila maria presotto

zzzzzzzzzzzz!!!!!!!!!

 
 

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