A audiência no Senado sobre Pinheirinho

Do G1

Suplicy grita com Aloysio Nunes em audiência sobre Pinheirinho

Nunes disse que audiência era usar 'miséria alheia' para atacar PSDB.
Suplicy pediu que o tucano 'tivesse a dignidade' de ouvir testemunhas. 

Nathalia Passarinho Do G1, em Brasília 

O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) se exaltou nesta quinta-feira (23) após a recusa do senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) em participar de audiência pública na Comissão de Direitos Humanos sobre a desocupação da área conhecida como Pinheirinho. Cerca de 1,5 mil famílias foram retiradas de suas casas no final de janeiro pela Polícia Militar de São Paulo e pela Guarda Municipal de em São José dos Campos (SP) após autorização judicial.

Nunes afirmou que não participaria da audiência, requisitada por Suplicy, por considerar que se tratava de um "instrumento" de ataque ao PSDB. "A audiência é um instrumento político de interesse do PT, do senador Eduardo Suplicy e de pseudo-revolucionários que se utilizam da miséria alheia para promover suas propostas", afirmou o tucano.

O senador petista, então, pediu a palavra e, batendo com as mãos na mesa, afirmou que tem evidências de que houve violência durante a operação da Polícia Militar de retirada dos moradores do Pinheirinho.

"Queira o senador Aloysio Nunes ter a dignidade de ver esses filmes demonstrando a violência ocorrida! E vem aqui ele me dizer que funcionárias minhas fizeram declarações, elas foram testemunhas da barbaridade ocorrida. É importante que ele possa ouvir!", gritou Suplicy.

Nunes respondeu à manifestação do petista dizendo que "não se intimida" com gritos. "Eu não me intimido com os gritos do senador Suplicy. Não me impressiona. Nem de vossa excelência nem de ninguém", disse o parlamentar do PSDB.

O senador Pedro Simon (PMDB-RS), que presidia a Comissão de Direitos Humanos, tentou encerrar a discussão. "Mas é a primeira vez que ele [Suplicy] grita. Ele passa dois anos falando baixinho", ponderou. Diante da ausência dos principais convidados a participar da audiência e da recusa de Aloysio Nunes em permanecer na comissão, Simon sugeriu adiar a reunião e permitir que o tucano também selecione convidados.

Nunes defendia que a audiência fosse ampliada, para debater ações violentas da PM em outros estados, não somente no Pinheirinho. Ele e Suplicy aceitaram a proposta de Simon e se cumprimentaram sob aplausos, dando fim à discussão.

"Pedro Simon, dado seu espírito de respeitabilidade na presidência da comissão, quero cumprimentar o senador Aloysio Nunes numa saudação de respeito", afirmou Suplicy, antes de dar a mão a Nunes.

Pinheirinho

No dia 25 de janeiro, foi encerrada a operação da Polícia Militar de reintegração de posse do Pinheirinho. Cerca de 1,5 mil famílias foram retiradas de suas casas. O terreno de mais de 1 milhão de metros quadrados foi invadido há oito anos e pertence à massa falida de uma empresa do investidor Naji Nahas. Várias denúncias de violência por parte da PM foram feitas após a desocupação. Suplicy chegou a relatar na tribuna do Senado suposto abuso sexual cometido por policiais militares.

O tucano propôs debater o assunto na Comissão de Direitos Humanos do Senado. O requerimento de audiência pública foi aprovado pela comissão e a reunião foi marcada para esta quinta (23). Foram convidados a prestar esclarecimentos o prefeito de São José dos Campos, Eduardo Cury, a secretária de Justiça de São Paulo, Eloisa Arruda, e o presidente do Tribunal de Justiça do estado, Ivan Sartori.

Também foram convidados a comparecer à audiência da Comissão de Direitos Humanos a secretária Nacional de Habitação, Inês Magalhães, o secretário de Habitação do Estado de São Paulo, Silvio Torres, o juiz da 18ª Vara Cívil da Comarca de São Paulo, Luiz Beetoven Giffoni, o juiz Rodrigo Capez, que acompanhou a desocupação como representante do TJ-SP, a juíza da 6ª Vara Cívil de São José dos Campos, Márcia Loureiro, que determinou a desocupação, o promotor de Justiça João Marcos da Paiva, que conduziu os depoimentos sobre abusos de autoridade.

Foram chamados ainda o advogado do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, Marcelo Menezes, o líder comunitário Antonio Ferreira, o vereador de São José dos Campos Tonhão Dutra, o comandante-geral da Polícia Militar de São Paulo, Alvaro Batista Camilo, além de vítimas que tenham prestado depoimento à promotoria sobre a ação da Polícia Militar.

Nenhuma autoridade envolvida na ação da PM compareceu nesta quinta (23) à Comissão de Direitos Humanos. Apenas o líder comunitário Antonio Ferreira veio a Brasília relatar a violência que diz ter sofrido durante a desocupação.

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46 comentários
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Ivan Moraes

Nao tem uns atorinhos melhores que meros senadores pra esse filmete nao?

 

Voto distrital de merda, vai sumindo do Brasil, e leve seus "religiosos" e espioes mediaticos porque o Brasil nao eh casa da sua sogra.

 
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Roberto Veiga

>>>> Nunes defendia que a audiência fosse ampliada, para debater ações violentas da PM em outros estados, não somente no Pinheirinho.

Tipo o DF de Agnelo Queiroz e o Acre de Tião Vianna?

 
 
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Juliano Santos

Tipo qualquer um. O importante é tirar o foco da barbaridade cometida pelo Estado de SP contra as famílias pobres de Pinheirinho

 

Juliano Santos

 
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mpaiva

Eis o vídeo apresentado na comissão e que o Sen.Nunes não queria ver :

http://www.youtube.com/watch?v=NpL-WGY33Pg&context=C30cf73fADOEgsToPDskL...

 

mpaiva

 
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YRD

Ao Vivo:

 

http://www.senado.gov.br/noticias/TV/

 
 
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YRD

Meu senador desde a primeira eleição de 1990.

 
 
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IV AVATAR

Quem usou e abusou da miséria alheia foi a trinca Alkmin(governador), Cury(prefeito) e a Juiza cocozinha

 
 
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mauricio moreira

 Jose, o nome dessa senhora, juiza do Pinheirinho, e Marcia Faria Mathey Loureiro e o juiz que garantiu, no local, que a ordem fosse cumprida foi Rodrigo Capez.

 
 
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Bruno Villela

O pior é ouvir este ex-guerrilheiro defendendo a corja de especuladores que bancam suas campanhas eleitorais. Toma vergonha nesta sua cara.


Essa violência promovida pelo estado paulista não sera esquecida, não queremos um governo militarista, queremos governos de dialogo e respeito ao cidadão. Este uso abusivo da policia mostra a ineficiencia em governar.


PSDB=incompetencia administrativa.


 

 
 
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Calvin

Não deixe o D.A.S. turvar sua visão: vá tentar dizer isso a um baiano....

E qual o problema em avaliar as ações das PMs no Brasil inteiro recentemente?

 
 
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Raí

As diferenças entre o "ex-guerrilheiro e o ex-seminarista".

Reclamam toda mão, que o Suplicy é brando demais e que suas intervenções políticas são "inssôssas" pelo seu excesso de calma e suas irritáveis ponderações. Entende-se esta sua personalidade, dada a sua formação e sua boa educação.

Agora de um ex-guerrilheiro, como pretendia mostrar-se na juventude, o Aloísio( que na verdade jamais participou de qualquer luta armada, diga-se de passagem)o mínimo que esperava-se dele, na tribuna do Senado, era que fosse no mínimo coerente com uma situação como a de Pinheirinho, e não que fugisse da raia, como fez, provocando a ira do Suplicy.

Agora espera-se que o Pres.desta Comissão que está investigando a nível do Senado, tenha a capacidade de escolher seus integrantes, que sejam íntegros e que pelo menos respeitem os cidadãos brasileiros e os seus eleitores.

O Estado de São Paulo, bem que merecia um Senador diferente do Aloísio, e que tivesse o mesmo caráter do Suplicy. 

 

 

Sempre ficamos mais experientes, após perdermos algumas batalhas, na guerra diária da vida.

 
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Tarkus

"Também foram convidados a comparecer à audiência da Comissão de Direitos Humanos a secretária Nacional de Habitação, Inês Magalhães, o secretário de Habitação do Estado de São Paulo, Silvio Torres, o juiz da 18ª Vara Cívil da Comarca de São Paulo, Luiz Beetoven Giffoni(...)"

Como paulista que sou, devo dizer que o Juiz Beethoven é velho conhecido nosso:

                      No rastro de Beethoven


http://www.istoe.com.br/reportagens/31060_NO+RASTRO+DE+BEETHOVEN


Mães de Jundiaí sensibilizam a CPI, crianças retiradas pelo juiz começam a voltar para casa e ISTOÉ revela novos casos de adoções internacionais suspeitas


MÁRIO SIMAS FILHO


Na última semana, duas mulheres sensibilizaram os senadores da CPI do Judiciário. Maria Aparecida Salles e Cristiane Lopes fazem parte das Mães da Praça do Fórum de Jundiaí (SP), grupo que acusa o juiz Luiz Beethoven Giffoni Ferreira de retirar seus filhos de forma arbitrária para remetê-los ao Exterior. No Senado, acompanhadas do advogado Marco Antônio Colagrossi, Maria Aparecida contou como três de seus filhos foram parar na Itália. Cristiane revelou ter tido contato com Leonardo por cerca de seis horas. "Arrancaram o bebê no hospital, quando ele estava começando a mamar", disse emocionada. Indignados com o que ouviram, os senadores resolveram acelerar as investigações. Na quarta-feira 12, decidiram quebrar o sigilo bancário, telefônico e fiscal de Beethoven e, na próxima semana, a CPI deverá estar em Jundiaí para ouvir outras mães e buscar documentos. Certamente, voltarão a Brasília ainda mais chocados.


Novos casos descobertos por ISTOÉ mostram como Beethoven nem sempre trabalhou afinado com os princípios do Estatuto da Criança e do Adolescente. Um desses princípios diz que, na impossibilidade de uma criança ser mantida junto aos pais biológicos, se devem fazer todos os esforços para que ela fique com alguém da família. Não foi isso o que aconteceu com Égon, um garoto de nove anos. Em 1996, seus pais – ele alcoólatra e ela prostituta – perderam os direitos sobre o filho. No início de 1997, Márcia e Nilson Santana, tios do menino, pediram a guarda da criança. O casal vive em uma casa própria de quatro cômodos e tem três filhas. Márcia é dona de casa e Nilson é vigilante. Beethoven negou o pedido. "Foi um choque. Desde que o menino nasceu sempre esteve conosco. De repente fomos impedidos até de visitá-lo", lembra Nilson.


Durante quase três anos Égon ficou internado em uma instituição de Jundiaí sem receber visitas. "Só o juiz ia lá. Ele dizia que eu iria para a Itália e que meu novo pai seria o Rodolfo", afirmou o garoto a ISTOÉ na presença dos advogados Nivaldo Bonassi e Maria Roseli Orrutia. Em 29 de dezembro do ano passado, Nilson e Márcia pediram para que o garoto passasse as festas de fim de ano com eles. Beethoven encaminhou o pedido ao Ministério Público e a promotora Silvia Pestana despachou imediatamente: "Não me oponho que o menor passe ao convívio dos familiares", escreveu. Mesmo assim, o juiz negou o pedido com base em uma informação da assistente social Vitória Delfino, datada de 11 de dezembro. O documento diz o seguinte: "Não pudemos ir pessoalmente à entidade onde se encontra o menor por falta de condução..... soubemos que o menor pede para ser adotado e diz que os tios moram em um cortiço." Em sua decisão, Beethoven afirma: "A entidade confirmou-me o fato... ...indefiro a medida."


 


De volta ao lar A sorte de Égon mudou em fevereiro, quando o juiz Alberto Anderson Filho assumiu o lugar de Beethoven. Ao contrário do antecessor, que sempre se utilizou da assistente social Vitória Delfino – ex-funcionária da Prefeitura de Jundiaí –, o novo juiz se valeu de um estudo elaborado por funcionárias do próprio Poder Judiciário. O laudo de dez páginas revela que Márcia, Nilson e as filhas vivem em harmonia e mantêm por Égon uma relação bastante carinhosa. "Aqui estou muito feliz. Vou para a escola e sou bem tratado", diz Égon. "Sou o primeiro aluno da classe e não quero sair dessa casa de jeito nenhum." Ele está na terceira série, estuda violino e não desgruda do tio. No final deste mês, é bem provável que Márcia e o marido consigam a guarda definitiva do garoto. "Isso é o que mais quero", comemora Égon.


Tão feliz quanto Égon está o pequeno Thales, de dois anos. Ele foi retirado de sua mãe, Helen da Silva, quando tinha um ano. Ela morava com Simone Travalin, stripper em uma boate no Rio. Em novembro de 1997, ela autorizou Simone a levar a criança para Jundiaí, onde ficariam na casa de Mariza Travalin, mãe da stripper. Em 18 de fevereiro, Beethoven determinou a apreensão do bebê argumentando que ele estava sofrendo maus-tratos. Na ocasião, Beethoven, acatando a solicitação da então promotora da Infância de Jundiaí, Inês Bicudo, afirmou que "uma criança não pode estar bem vivendo na mesma casa em que mora uma stripper." Com base nisso, tirou a criança da família biológica e da família de Mariza, que tinha, de fato, a guarda de Thales. Mariza só voltou a ter contato com o menino em fevereiro deste ano, depois de Beethoven ser transferido de Jundiaí. Em 28 de janeiro último, o juiz Anderson Filho restituiu o pátrio poder de Helen e permitiu que Thales ficasse sob a guarda de Mariza. Em sua sentença, Anderson Filho afirma: "A prova dos autos é por demais precária para se afirmar que a criança estivesse sendo maltratada... ...A atividade profissional exercida por Simone por si só não pode levar à presunção de que estaria tratando de forma inadequada a criança."


Rumo ao Exterior Em Jundiaí, os senadores irão encontrar documentos que mostram a rapidez com que as crianças carentes da cidade eram adotadas por casais estrangeiros. O caso da garota Deliara, hoje com cinco anos, é emblemático. Em setembro de 1997, ela e o menino Michael, na época com um ano, foram apreendidos sob a alegação de que estavam abandonados, expostos a maus tratos e a situação vexatória. Em novembro, a promotora Inês Bicudo pediu a quebra do pátrio poder dos pais de ambos, que, por serem ciganos, não tinham endereço fixo. Em 24 de fevereiro de 1998, Beethoven julgou procedente o pedido da promotora, apesar de a avó das crianças, Iracema Alves, insistir em ficar com a guarda dos netos. O inquérito criminal para investigar os tais maus-tratos acabou arquivado. "Conforme apurado, não houve qualquer comprovação de que as crianças fossem submetidas a maus-tratos", escreveu o promotor João de Deus, 18 dias antes da decisão do juiz.


Michael foi devolvido à família, pois não teria se adaptado à instituição em que estava internado. Deliara engrossa a lista das 204 crianças que o juiz Beethoven encaminhou para a adoção internacional. Ela está na Itália. Juridicamente, apesar de o inquérito criminal terminar arquivado, tudo pode estar correto. O que os senadores da CPI irão perceber ao visitar o cartório de Jundiaí é que Deliara foi para a Itália em 26 de fevereiro de 1998, apenas dois dias depois da decisão de Beethoven. "Como é que em 48 horas o juiz conseguiu realizar todos os ritos que exige a adoção internacional?", pergunta o deputado Renato Simões, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa de São Paulo.


Beethoven tem afirmado que apenas cometeu "uma falha". Trata-se do caso de uma menina chamada Evelyn que ele encaminhou à Alemanha, antes de o Tribunal de Justiça julgar o recurso feito pela mãe da garota. A decisão dos desembargadores foi de retornar o pátrio poder para a mãe, mas a garota já está na Europa. Em Jundiaí, os senadores vão descobrir que há pelo menos mais um caso parecido. Em 26 de agosto de 1998, depois de vários estudos sociais, Beethoven tirou o pátrio poder de Maria do Amparo Teixeira sobre os menores Benjamim, Jussara, Alex e Janaína. Em setembro, a mãe recorreu ao Tribunal de Justiça pedindo a anulação da decisão de Beethoven, pedido ainda não julgado pelo Tribunal. Mesmo assim, documentos no cartório de Jundiaí indicam que em 17 de novembro do ano passado Janaína foi adotada e hoje vive nos Estados Unidos. Os senadores da CPI terão muito o que perguntar ao juiz Beethoven.


 


 Um ano depois


Em maio do ano passado, ISTOÉ revelou a existência das Mães da Praça do Fórum de Jundiaí, no interior de São Paulo. Os dramas vividos por Cristiane Lopes e por Maria Aparecida Salles, que na última semana emocionaram os senadores da CPI do Judiciário, estavam registrados naquela reportagem. Em novembro, ISTOÉ voltou ao assunto. A revista reuniu documentos que comprovam as denúncias de muitas das mães de Jundiaí e publicou reportagem de capa mostrando como a cidade se transformou em um dos maiores pólos de exportação de crianças do País. A reação foi imediata. O Ministério Público de São Paulo começou a investigar, removeu da cidade a promotora da Infância, Inês Bicudo, e está às vésperas de completar um dossiê que poderá dar início a processos criminais contra a promotora, o juiz e os ex-funcionários do cartório. A corregedoria do Tribunal de Justiça também tem investigado os casos e promete uma decisão para breve. A pedido do ministro da Justiça, Renan Calheiros, a Polícia Federal entrou no caso. Em janeiro, Beethoven foi transferido para uma Vara Cível da Capital e o juiz Alberto Anderson Filho assumiu o posto. Agora, as Mães da Praça do Fórum apostam na CPI a possibilidade de terem os filhos de volta.


 

 
 
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neideg

Este monstro agiu em nome da Justiça anos e anos e nada aconteceu com ele, apenas a mudança de Comarca para continuar a barbárie em um lugar que não era conhecido. A Instituição lavou as mãos e ainda tem gente que acredita que ela tem credibilidade para definir qual político tem ficha limpa ou suja.

 
 
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Tarkus

Fiquei chocado à época dos fatos e fiquei chocado agora, ao saber que o homem ainda está no Judiciário e faz julgamentos tão importantes como esse do Pinheirinho.


Fiquei chocado também com o caso daquele juiz de direito ( se não me engano em Pernambuco) que matou um segurança de supermecado porque o segurança se negou a abrir o supermercado pepois que já havia fechado ao público. O segurança implorou para não ser morto e o juiz simplemete o executou com um tiro na nuca. 


A "pena", "punição", "penitência"  para o juiz foi a sua aposentadoria, recebendo integralmente o mesmo salário que recebia quando trabalhava. 


CHOCANTE!!!

 
 
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Bruno Villela

Bandidos vestem toga!!!!!

 
 
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euclydes zamperetti fiori

 


O senador Eduardo Suplicy, em quem votei; não se toca, deveria procurar saber de onde são a maioria dos invasores, ao que sei, maioria é oriunda de outros estados, prova cabal da roubalheira escancarada da maioria dos seus politicos.


Caso tivesse o minimo de bom senso, Suplicy diria o mesmo sobre o comportamento das PMs dos estados comandados pelos petistas.


Se liga senador Suplicy,


 


Acorda Brasil

 
 
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walter araujo

.."O senador Eduardo Suplicy, em quem votei"...


Pára com isso, Euclides. Se toca você, cara.


Aquí não tem otário. Os otários não escrevem aquí.


 


 

 
 
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euclydes zamperetti fiori

 


 


Senhor


 


Walter Araujo


 


Emiti minha opinião, não ofendi ninguém, portanto, ao emitir suas opiniões, não se olhe no espelho.


Espero que não seja asasalariado do petismo, ou outro partido, seja este de esquerda,  de direita, ou, do centro, vez que em meu entendimento, necessaitamos mudar a nojenta cultura do: É dando Que Se recebe,  da qual, devas participar.


 


 


 

 
 
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Luis Fraga

O Walter está certo sim ô rapá! Ofendeu a inteligência da maioria....e continua: espero que vc não seja assalariado do PT....

Ora deixa de lorota.

 

"Tudo que é demais, é muito meu filho" - Uma senhora muito velhinha do interior de Goias.

 
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Vânia

Walter,

Lamento discordar de você. Mas você está errado quando diz que otários não vêm aqui. 

Afinal, acabamos de receber a ilustre presença do senhor Euclydes zamperetti fiorri

Não é?

Ora bolas...

(isso sem falar nos habitues)

 
 
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Vânia

Nassif, agora falando sério. Brincadeira é uma coisa, esse tipo de ofensa é bem diferente.

Como é que um comentário desse tipo "passa" na moderação?

 
 
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Abelha

Como tem gente que adora trollar comentário alheio, né Walter?....afff...


Povinho desocupado que, sequer, sabe emitir opinião, prefere trollar os outros.


Vai catar coquinho na descida, infeliz!

 
 
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Vânia

Abelha,

o Walter não fez nada demais. Ele só respondeu ao tal euclydes no tom merecido.

O comentário ao qual eu me referia (a ofensa) foi removido. Para não causar mais mal entendidos, repito aqui o comentário do cara que motivou o meu protesto (na verdade, UM DOS comentários altamente ofensivos que já recebi):

sex, 24/02/2012 - 06:41

euclydes zamperetti fiori

 Vania

EM TEMPO

Otário devam ser os necessitados que procuram seus prestimos sexuais, pela estampa você esta caidinha.

 
 
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Daniel Romero

"O senador Eduardo Suplicy, em quem votei"

Cara, não tem nada mais patético do que tentar se passar por petista para criticar os petistas. Assuma a sua posição ideológica, isso é uma atitude de gente covarde. O blog sempre aceitou diferentes pontos de vista, com você não vai ser diferente.

 
 
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Kamarada Gilberto

Fascistas Anti-democráticos devem procurar outro lugar para fazer críticas INFUNDADAS sobre a esquerda.

 
 
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Mel

Mentiroso e farsante. Vai contar lorota no seu ninho de ave carniceira. Voce não votou no Suplicy e Pinheirinho foi a demostração escancarada da forma como o PSDB trata o povo. E fim.

 
 
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C B

A violência é deplorável, mas acho que o buraco é um pouco mais embaixo: o que deve ser discutido, debatido e investigado são os interesses envolvidos no caso Pinheirinho, também a atuação da justiça e do governo do Tukanistão. Limitar o assunto à violência é pouco.

Limitar o debate à violência é tudo que aqueles que não desejam que o caso seja elucidado querem. No fim vai sobrar para os soldados que desceram borrachada, pro motorista da máquina que demoliu os barracos e os maiores interessados vão ficar de fora. Enfim, vão pegar só a "raia miúda" e as perguntas "porque?" e "a quem interessou" vão ser deixadas de lado.

Ataca-se a febre, mas não se trata da doença.

 
 
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Mary (sem senha)

Estou acompanhando a audiência pública no Senado e o que acabei de ver é que Aloysio Nunes permaneceu e MENTIU agora há pouco, quando disse que o governo federal não demonstrou interesse na ação do caso Pinheirinho, fato sabido por todos que se informaram sobre o assunto, pois era  parte interessada no processo.

A verdade é que nada deteria a desocupação pois era um "jogo de cartas marcadas", tanto que já tinha ação programada para acontecer, como afirmou a juíza marcia loureiro.

Os especuladores imobiliários de SP sempre podem contar com a (IN)justiça de São Paulo e com os tucanos nas administrações municipais e estaduais.

 
 
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PapaMideNite3

Estou acompanhando neste momento a discussão pela tv senado...e o Aloísio continua bem nervosinho.

 

Mahabatara

 
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Antonio Carlos Silva - RJ

 

Este senadorzinho não foge à regra Demotucana na indecente falta de princípios .

(Observem o cinismo e a truculência deste senador)

 
 

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