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500 anos de desejos e depravaçõesEnviado por luisnassif, sab, 12/03/2011 - 17:57
Por Marcia
Mostra na Suécia explora 500 anos de 'desejos e depravações' Claudia Varejão Wallin De Estocolmo para a BBC Brasil
Exposição mostra como a virtude e o pecado são representados na arte "Desejo & Depravação" é o tema provocante da mostra que o Museu Nacional de Estocolmo exibe na capital sueca a partir de 24 de março, com mais de 200 obras que ilustram as mudanças na percepção de sexualidade e moralidade através dos séculos. A exposição vai reunir trabalhos que vão desde o século 16 até a atualidade, explorando os contrastes na forma como a virtude e o pecado têm sido representados na arte em diferentes épocas. "Queremos que os visitantes tenham as suas próprias interpretações sobre o que é desejo e o que é depravação", disse à BBC Brasil a gerente de divulgação do Museu, Anna Jansson. "A arte erótica sempre foi produzida por homens e para homens. Quisemos mudar essa perspectiva, e por isso incluímos várias artistas mulheres na parte contemporânea da mostra." Pinturas de traseiros femininos vão decorar a primeira sala da mostra, em uma referência considerada pecaminosa em outros tempos: os organizadores da exibição observam que, no passado, os valores vigentes rezavam que o sexo, além de restrito ao casamento, exigia contato visual frontal entre o casal a fim de ser moralmente aceitável.
Artistas faziam insinuações moralistas contra estilos de vida pecaminosos Vida virtuosa Uma das montagens da exposição mostra como as meninas eram educadas para viver uma vida virtuosa, a fim de arranjarem um bom marido. Entre os itens em exibição estará um cinto de castidade cedido pelo Nordiska Museet de Estocolmo. Obras dos séculos 16 estarão representando a rígida moral religiosa do período. Nessa época, muitos artistas pintavam detalhes eróticos em cenas míticas ou bíblicas, em geral carregadas de insinuações moralistas sobre as consequências de um estilo de vida pecaminoso. No século 18, pinturas de tom erótico eram em grande parte restritas aos aposentos privados dos homens. Até a metade do século 19, os museus ainda enfrentavam dilemas para exibir obras com nuances eróticas. Como observa Anna Jansson, alguns museus chegavam a encomendar folhas de figueira para encobrir as partes íntimas representadas em esculturas antigas.
Obras de artistas mulheres também estão na exposição Havia, no entanto, uma enorme diferença entre o comportamento que a Igreja pregava para as massas e as liberdades que as elites se davam. A mostra examina a visão das classes altas no século 18, para as quais o casamento era essencialmente uma instituicão social – paixões ardentes eram buscadas com frequência longe da bênção dos padres. A partir do século 19, com a expansão da urbanização e o crescimento das cidades, os encontros sexuais anônimos e a prostituição trouxeram novas interpretações de sexualidade e moralidade. A visão contemporânea de virtude e pecado estará representada na mostra por obras de artistas suecos e dinamarqueses como Kristina Jansson, Gisela Schink e Lars Nilsson. ”Desejo & Depravacão” estará aberta ao público até 14 de agosto.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/03/110307_suecia_expo_desejo_cvw.shtml
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Márcia,
Seguem algumas contribuições para o POST.
Nu de DELACROIX.
Ou eu encontro um caminho ou eu o faço! Philip Sidney.
Ou eu encontro um caminho ou eu o faço! Philip Sidney.
Ou eu encontro um caminho ou eu o faço! Philip Sidney.
OBS.: LINK de todas as telas de William Adophe Bouguerau, aqui inseridas:
http://www.goodart.org/artofwb.htm
Ou eu encontro um caminho ou eu o faço! Philip Sidney.
Muito bom, amigo.
A Arte de ALEXANDRE CABANEL - Pintor Francês (1823- 1889)
Ou eu encontro um caminho ou eu o faço! Philip Sidney.
A Obra Prima de CABANEL
"Nymphes et Satyre"
Ou eu encontro um caminho ou eu o faço! Philip Sidney.
ah eu baixei esta imagem há meses atras é belíssima
De um dos meus artistas preferidos: Ingres
Adônis com Vênus
Grato, Adônis Vernalis (link)
Afrodite e Adônis
http://www.biblioteca.templodeapolo.net/pesquisar_mais.asp?area=Mitologia%20Grega&Topo=
Grato, Adônis Vernalis (link)
When the cult of Adonis was incorporated into Greek culture is debated: Hesiod made him the son of Phoinix, eponym of the
p://en.wikipedia.org/wiki/Phoenicians">Phoenicians, and his association with Cyprus is not attested before the classical era. W. Atallah[3] suggests that the later Hellenistic myth of Adonis represents the conflation of two independent traditions.Adonis was worshiped in unspoken mystery religions: not until Imperial Roman times (in Lucian of Samosata, De Dea Syria, ch. 6 [1]) does any written source mention that the women were consoled by a revived Adonis. The third century BC poet Euphorion of Chalcis in his Hyacinth wrote "Only Cocytus washed the wounds of Adonis".[4] Women in Athens would plant "gardens of Adonis" quick-growing herbs that sprang up from seed and died. The Festival of Adonis was celebrated by women at midsummer by sowing fennel and lettuce, and grains of wheat and barley. The plants sprang up soon, and withered quickly, and women mourned for the untimely death of the vegetation god (Detienne 1972).
[edit] Birth and death of Adonis
Aphrodite and Adonis, Attic red-figure aryballos-shaped lekythos by Aison, ca. 410 BC, Louvre.
Adonis' birth is shrouded in confusion for those who require a single, authoritative version. The resolutely patriarchal Hellenes sought a father for the god, and found him in Byblos and Cyprus, faithful indicators of the direction from which his cult had come to them. In Cyprus, the cult of Adonis gradually superseded the cult of Cinyras [5]. Walter Burkert questions whether Adonis had not from the very beginning come to Greece with Aphrodite (Burkert 1985, p. 177)
Multiple versions of the birth of Adonis exist: The most commonly accepted version is that Aphrodite urged Myrrha to commit incest with her father, Theias, the King of Smyrna or Syria (which helps confirm the area of Adonis' origins). Myrrha's nurse helped with the scheme, and Myrrha coupled with her father in the darkness. When Theias at last discovered this deception by means of an oil lamp, he flew into a rage, chasing his daughter with a knife. Myrrha fled from her father, and Aphrodite turned her into a myrrh tree. When Theias shot an arrow into the tree — or alternately when a boar used its tusks to rend the tree's bark — Adonis was born from the tree. This myth fits both Adonis' nature as a vegetation god and his origins from the hot foreign desert lands where the myrrh tree grew. (It was not to be seen in Greece.)
As soon as Adonis was born. the baby was so beautiful that Aphrodite placed him in a closed chest, which she delivered for security to Persephone, who was also entranced by his unearthly beauty and refused to give him back. The argument between the goddess of love and the goddess of death was settled, either by Zeus or Calliope, with Adonis spending four months with Aphrodite, who seduced him with the help of Helene, her friend, four months with Persephone and four months of the years to himself. Some say Aphrodite eventually seduced Adonis into spending his four months alone with her.
Grato, Adônis Vernalis (link)
http://www.flickr.com/photos/13736879@N07/4102430162/
Grato, Adônis Vernalis (link)
Antônio Canova
http://janeentrelinhas.blogspot.com/2010/08/antonio-canova-vida-e-obra.html
Grato, Adônis Vernalis (link)
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