ENFIM: O PORQUÊ DA RAZÃO DE EXISTIRMOS
Enviado por Fuhgeddaboudit™, sab, 04/09/2010 - 02:49Caro Nasssif,
Estive fora, durante quase toda a sexta-feira e perdi essa discussão; gostaria de reabrí-la; Hawking reconheceu dois pontos, há anos, defendidos por mim, inclusive, aqui. Lembra do que chamei de "Núcleo do Infinito Interior"? Pois é; a graviadade como principal razão da criação. Não estava errado.
Assim, como dito por Stephan Hawking,
"A criação espontânea é a razão pela qual existe algo em vez de nada, do porquê do universo existir, do porquê de nós existimos", diz Hawking".
"Devido à existência de uma lei como a da gravidade, o Universo pode e vai criar a si mesmo do nada", afirma o físico no livro".
Considero, então, eu, o leigo:
Li, há cerca de 20 anos, quando começou a ser vendido no Brasil, o primeiro livro, "Uma Breve História do Tempo", e achei estranho que Sthepen não tenha tocado nesses pontos (sobre a gravidade e o nada), o que, agora, o faz. Modéstia à parte, esta sempre foi a minha sentença, conclusiva, sobre o tema.
Fiquei, à época (há vinte anos), tão impressionado com a coincidência, que, "mesmo sendo um leigo, que nem física estudou" (fiz o Clássico), que fiz questão de repassar o livro a uma tia, "Irmã de uma Congregação, Católica, Francesa no Brasil" (Colégio Santos Anjos), muito culta, para debatermos.
Tenho falado muito, aqui (e nunca fui levado em consideração), no que chamo "Núcleo do Infinito inferior", que no fundo, para mim, sempre foi a razão de ser da "Lei da Gravidade".
A primeira sentença, do novo livro, destacada acima, sempre foi, para mim, o óbvio: ora, se o Universo acaba em algum ponto, o que é que existiria depois; o NADA? O que seria o NADA? Ora, o NADA não existe; haveria, obviamente um espaço, já contendo "gases" ou "corpos celestes", talvez frutos de BIG-BANGs anteriores, sugados pelos mais novos, e sobre os quais jamais iremos saber. E, por aí, se expandiu "A BOLHA DO UNIVERSO", fruto do último "BIG-BANG". E, "em seu centro está o segredo". Stephen já havia chegado perto, em seu livro anterior, quando admitiu, "um dia", a regresão e/ou reversão do BIG-BANG, mas não tocou no ponto nevrálgico, que, agora, resolveu enfrentar.
Quanto à segunda sentença, destacada, o problema maior para o entendimento pela humanidade, é que nossos parâmetros são aqueles que nossos olhos enxergam; mesmo quando visto por sofisticados telescópios. Só que, todos, NO MUNDO, desprezam o que veem (cada vez com mais detalhes) nos miscroscópios. E, aí, "sentencio eu" (anotem: um dia isso será levado a sério): O INFINITO INTERIOR É, TAL QUAL O EXTERIOR: SEM FIM". E, a extraordinária força magnética, como a que existe no centro do planeta "esférico", Terra, e de todos os corpos celestes que foram levados a ter esta forma. Isto porque, no seu interior existe o "magma incandescente", que proteje o "núcleo do infinito interior", que produz a citada extraordinária força magnética, atrai o que está próximo e "CRIA A VIDA", uma vez que atendidas as demais condições climáticas, externas, como atendeu o planeta Terra.
Desafio a qualquer cientista, do mundo, a discutir sobre isto comigo. Sou um curioso sobre o assunto, leio muito á respeito e venho pensando nisso, há décadas.
Quanto a DEUS, vamos deixá-lo fora, do que a física pode explicar. O ser humano criou o "Instituto DEUS" para justificar o que jamais poderá saber. O que existe, de fato, se quiserem chamar de DEUS, é a força da espiritualidade, que está, DENTRO do ser humano e de alguns raros mamíferos; jamais, FORA DELES. Deus surgiu com a criação, e está dentro de nós, em nossa mente; e é REAL.



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