As mudanças no Luis Nassif Online

Nesta noite, finalmente, será completada a migração do Blog para o Jornal GGN (www.jornalggn.com.br).
A integração permitirá avançar nos conceitos de jornalismo colaborativo. Além disso, todo post publicado no Blog estará automaticamente no GGN - e vice-versa.
 
Assim como no Brasilianas, cada cadastrado terá seu próprio Blog, poderá montar seus próprios Grupos de Discussão.
 
Os posts mais colaborativos - como o Fora de Pauta, Clipping, Multimidia e Fotos - se tornarão editorias. Em vez de colocar o conteúdo nos comentários, vocês poderão criar posts completos, que terão chamadas nas editorias respectivas e aqui no próprio Blog.
 
O novo modelo permitirá as seguintes funcionalidades:
 
Grupos - criar grupos de discussão abertos ou fechados.
 
Mutirão - áreas para trabalho colaborativo em torno de temas específicos.
 
Posts - seja nos espaços colaborativos ou para as demais editorias.

Brasilianas.org discute o novo Código Florestal

Nesta segunda-feira (05), às 22h, o Brasilianas.org aborda os pontos críticos do novo Código Florestal, às vésperas dessa importante decisão tanto para a agropecuária quanto para a proteção dos biomas nacionais. O objetivo é levantar os limites entre a sustentabilidade e a produção. A sociedade brasileira tem condições de realizar um pacto entre ambientalistas e agricultores/pecuaristas? A nova legislação é uma solução ou resultará em prejuízos?

Para debater esses assuntos, Luis Nassif recebe o engenheiro florestal Jean Paul Leclau, da Esalq/USP, e o gerente do Instituto de Estudos do Comércio e Negociações Internacionais (Icone), Rodrigo C. A. Lima.

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Aguinaldo Gonçalves lança nova obra poética

O crítico literário, ensaísta, escritor e poeta Prof.º Aguinaldo Gonçalves iniciou na capital paulista na noite de 19 de julho o lançamento da sua nova obra poética “Nove Degraus para o Esquecimento, publicada pela Ateliê Editorial.  No próximo dia 25/07, o lançamento seráem São José do Rio Preto, a partir das 19 h., no Bar Casa das Janelas, à rua João Teixeira, 346. O lançamento em outras cidades do Brasil,segundo o poeta, serão brevemente agendadas. Leia mais »

HADDAD OU OBAMA?

Eis uma nova questão, meus caros companheiros!

Guardadas as devidas proporções, para mim, Fernando Haddad fez mais pela cidade de São Paulo do que Barack Obama pela maior potência deste planeta.

Isso dá até em teses sobre política, administração pública, gestão social, economia, marketing político e outras, nas ciências sociais.

Eu não vou me estender. Amanhã, dia de São Sebastião, padroeiro católico da cidade maravilhosa do Rio de Janeiro, feriado para os cariocas e para os que aqui trabalham, reporta ao lazer e as flechadas. Leia mais »

VOLTA DILMA É MAIS JUSTO DO QUE DIRETAS JÁ !!!

Impedir o mandato legítimo de uma governante sem crime foi o ápice da sacanagem nacional. Dessa sacanagem participaram canalhas do Executivo, Legislativo e Judiciário, com o fomento do Ministério Público, Polícia Federal, além da omissão de muita gente boa e ruim. Gritou-se pra cá. Esperneou-se pra lá. O povo foi levado às ruas, dividido, uns de bonecos da CBF, com direito a trajes esportivos verde-amarelos, outros por meio de organizações da sociedade, partidárias ou não, mas o fato é que panelas nas coberturas e bandeiraços encarnados nas praças não impediram o golpe na democracia e muito menos que a caça aos corruptos fosse conduzida por elementos caolhos. A seletividade da Lava-Jato e das Mídias é impressionante, e o mundo já percebeu, com resultados danosos ao patrimônio nacional, à nossa economia, aos trabalhadores, a autonomia, independência e autogestão de toda uma nação. O Brasil está sendo destruído por caprichos de sua elite mesquinha e perversa. Leia mais »

OBAMA TERMINA SEUS OITO ANOS DE "NÓS NÃO PODEMOS"

Em Chicago, U.S.A., Barack Obama encerra seu governo com um legado de mais negros pobres, encarcerados e assassinados, mais racismo e preconceitos, menos direitos sociais, mais ódio aos latinos, árabes, africanos, asiáticos, numa xenofobia sem precedentes na história contemporânea estadunidense, ódios crescentes, às mulheres, aos homossexuais, às minorias, guerras intermináveis, insuperável crise econômica, apoio cínico e velado a golpes de estado, sejam em Honduras, Paraguai, Brasil, só para ficarmos pelo "quintal" ianque, e ainda reabriu a Casa Branca para a sua real vocação.

Vem aí um Donald Trump com pás, cimentos e muros. Leia mais »

UM DEDO DE PROSA COM MARCELA TEMER

Olá Marcela! Feliz natal! Espero que ainda saibas ou que algum dia soubes o sentido e o significado do natal, que nada tem com bons ou maus velhinhos, mas com a essência daqueles que nascem para servir, e não servir-se, e por isso merecem receber presentes e desfrutar do banquete da vida plena. Pois é, Marcela, não nos conhecemos e tão pouco sei nada sobre sua família, como fostes criada, seus princípios e valores. Qual o sentido que você mensura para a vida, Marcela? Para mim, só me veio conhece-la pela mídia. Uma moçoila, do interior paulista, ex-miss ou modelo, que é levada a um evento e clica sua objetiva, de Smartphone, na direção do velho anfitrião. Fotografam-se juntos. Casam-se poucos meses depois. Nada demais, Marcela, viu? Leia mais »

Imagens: 
Marcela Temer, primeira-dama do Brasil - 2016.

Guerra e Paz

Autor: 

 

No final do Século XIX o capitalismo mundial passou por um grande rearranjo, que provocou crises e profundas mudanças, pois “a guerra é produto da paz”. Foi neste período que ocorreu a fusão das indústrias (advindas da Revolução Industrial), com os bancos (que se fortaleceram ao longo do Século XIX), formando o que ficou conhecido como Capital Financeiro. Capital este que ultrapassa os limites geopolíticos estabelecidos, os estados nacionais, e que migra de acordo com seus interesses e/ou lucros. Essa fusão cria as grandes corporações multinacionais, grandes monopólios supranacionais – com poder político e econômico superior a grande maioria dos estados nacionais -, e com caraterísticas imperialistas. Esses grandes conglomerados necessitam de novos mercados, e precisam, portanto interferir nos monopólios nacionais, nas oligarquias nacionais, causando novas correlações de forças entre diferentes atores e interesses envolvidos. O que provoca grandes conflitos internos e tem como consequência a barbárie, criando rupturas e oportunidades. Além da consequência estrema: as guerras mundiais. 

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A Chuteira Sem Pátria

Autor: 

Naqueles gramados de chão batido, os pês descalços corriam atrás de bola, feita de meia e cheia de estopa e pano. Foi nesses campinhos, que se espalhavam e se estendiam, a todos os bairros, de qualquer rincão do Brasil, que surgiram Pelé, Marta, Garrincha, Formiga, Tostão, Daniela, Reinaldo, Zico, Roseli, Sócrates, Pretinha, Romário, Debinha, Barbosa, Barbara, Éder, Cristiane, Dener, Érica e tantas outras. Longe das escolas, que sequer existiam. Nelson Rodrigues acertou na mosca, “a pátria sem chuteiras”. Pois o futebol foi é uma paixão nacional. E pouco importa o 7 a 1 dentro de casa. Pois no futebol, o brasileiro consegue ser grande, ser gigante. No futebol o David vence Golias. Mesmo sem chuteiras, sem escolas, sem saúde, moradia, assistência social, sem saneamento básico, às vezes até sem alimento. Lá nos gramados, dentro das quatro linhas, nós o povo brasileiro é gigante. Leia mais »

Proclamação da República?

Autor: 

Inspirados nas ideias “positivistas” de Auguste Comte e no “Sonho Americano”, em 15 de Novembro de 1889, foi declarada a “proclamação” que instaurou a forma republicana federativa presidencialista do governo no Brasil, derrubando a monarquia constitucional parlamentarista do Império do Brasil. O positivismo fica marcado na bandeira, “L'amour pour principe et l'ordre pour base; le progrès pour but”. (“O Amor por princípio e a Ordem por base; o Progresso por fim"). Como compunha os apoiadores ao “golpe” os latifundiários e grandes ruralistas, descontentes com fim da “Escravidão”, optou-se por retirar a palavra “amor”, e correr o risco de ser taxado de...

Do “Sonho Americano” também não foi possível aproveitar muita coisa, afinal, construir ferrovias, cortando o Brasil de norte a leste, de oeste a sul com o modal mais barato e eficiente, seria um serio risco as “velhas elites dominantes”, que ganham seu pão, sem muito suor [seu, próprio] desde 1500, com uma formula antiga: latifúndio, trabalho escravo (ou análogo), monocultivo e matéria prima para exportação. “Eis o nosso eterno destino”.  Leia mais »

Trump e o Mundo Novo

Autor: 

Impressiona inocência [perspicaz] dos grandes analistas e intelectuais de nosso tempo, ao justificar sempre o voto ao apelo moral. (“Não voto no Crivella que ele é contra o aborto”; “não voto no Trump porque ele peida fedido”; etc.). Como apelar a “moral”, se a própria moral se esvaiu? Se dissipou? Virou fumaça. A Globalitária (globalização autoritária de mercadorias, como disse Milton Santos) mentiu. Não há democracia no mundo. As grandes corporações tem seus interesses representados pelo Banco Mundial, a Organização Mundial do Comercio, o Fundo Monetário Internacional, entre outras. E essas “organizações” [poderosas] não são democráticas. Leia mais »